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História Como Sobreviver ao Ensino Médio - Haikyuu! - Capítulo 23


Escrita por:


Notas do Autor


estoy de volta ✨💖
esse capítulo, gente, eSSE CAPÍTULO
enfim kk aproveitem
。・゚♡゚・。🍓

Capítulo 23 - Capítulo XXIII - Reunião de Família


Kageyama nunca imaginou que se encontraria naquela situação.

Pois bem, aconteceu o seguinte: Kiyoko havia achado e trazido um antigo álbum de fotos cheio de fotos dela e do primo, Kageyama, junto da tia Ohana; próxima coisa que se deu conta foi uma enorme quantidade de pessoas pedindo para conhecer a famosa Tia Oha’.

- ...Alô, Okaa? – Kageyama falou ao telefone. – Sim, tudo bem. Uns amigos pediram pra, bem, te conhecer... A Kiyoko trouxe um álbum, você vê, e— - Kageyama precisou afastar o celular do ouvido para não ficar surdo pelos gritos de felicidade da mãe. - ...É, a Kiyoko tá aqui, ela é a gerente do time, eu não contei? Claro... Uhum... São umas – Kageyama fez uma contagem de cabeças. - Sete pessoas contando comigo e com a Kiyoko, eu acho. Tá, eu falo com eles. Mhm... Por quê? – Kageyama ficou em silêncio por um tempo. – Tá bom... Shou, ela quer falar com você.

- A-A sua mãe? Por quê? – Hinata questionou, e parecia bem envergonhado, mas ainda aceitou o telefone de Kageyama. – Alô? – A mãe de Kageyama parecia bem animada ao falar no telefone, e todos acabaram ouvindo alto e claro as palavras ‘’então você é o Shou de quem meu filho tanto fala?’’ – É, sou eu... Mhm... Sim, claro... Sério mesmo?! – A expressão de Hinata se iluminou por um momento. – Muito obrigado! Muito obrigado mesmo! – Ele devolveu o telefone ao namorado e anunciou: - Ela disse que vai fazer um almoço especial pra todo mundo!

A agradável surpresa veio seguida de várias comemorações dos futuros visitantes enquanto Kageyama terminava a ligação.

- Eu dou uma carona pra vocês depois da pausa pro almoço, combinado?

 

`~

 

- Bom dia! São vocês os amigos do Tobio?

Tia Ohana era exatamente como se imaginaria. Era menor que o filho, usava um vestido azul floral e tinha os cabelos escuros presos em um coque na nuca. Kageyama estava prestes a encaixar a chave na fechadura quando ela abriu a porta.

- Vamos, vamos, entrem! Eu tô dizendo, vai cair uma chuva daquelas essa noite... – Ohana mandava as visitas para dentro, dando um tapinha nas costas de cada um; primeiro Kageyama, seguido de perto por Hinata, terceiros Oikawa e Iwaizumi, e parou para dar um abraço em Kiyoko. – Kiyoko! Sobrinha bonita, sobrinha favorita da tia, sabia? Você cresceu tanto, já tem jeito de mulher, sabe!

- Que isso, tia Oha’, assim eu fico até com vergonha... – Kiyoko respondeu, mas entrou na casa do mesmo jeito.

- Vocês não vêm?

- Eu não posso ficar muito, tia, minha mãe n-não sabe que eu saí... – Yachi respondeu. – É melhor eu voltar pra casa agora... Haha...

- Essas ruas são perigosas, fofinha, toma cuidado – E virou-se para Tanaka – Ô moço bonito, acompanha ela até em casa, pode ser?

- Pode deixar, tia! Vamo’ lá, Ya-chan, vambora – Tanaka disse enquanto começava a andar, e Yachi o seguiu bem de perto, já puxando um assunto.

- Agora, agora, hehe... Quem aí ‘tá com fome?!

Todos responderam que sim, mesmo Iwaizumi, que revirou os olhos e murmurou ‘’parece que ela tá falando com um bocado de guris’’.

- Então... Tá-dá!

A mesa de almoço estava – e não havia jeito melhor de dizer – magnífica. Peixe frito, frango no palito, sashimi, tamagoyaki (uma espécie de omelete doce) e até aqueles bolinhos de massa chineses. Da cozinha, vinha um cheiro incrível de massa e carne, que no final os meninos descobriram ser macarrão de ramen. Uma delícia atrás da outra, não acha?

- Atacar!

Com todos sentados à mesa, os pratos de porcelana foram se enchendo e as vasilhas na mesa se esvaziando. Um almoço perfeito, com família e amigos; cheio de conversa, gente falando de boca cheia, risadas e batalhas travadas pela comida na mesa. Ohana tinha engajado em uma conversa muitíssimo interessante com Oikawa sobre uma modelo em uma revista de algum tipo.

- Não, você não ‘tava lá, você não entenderia, mas dava pra ver nos olhos do Kindaichi que se aquela menina falasse mais alguma coisa, ele ia arrancar as tripas dela pela garganta – Kageyama contava, inesperadamente, sorrindo. – Depois dessa, ninguém nunca mais teve coragem de flertar com o Kunimi. Às vezes eu sinto até pena... – Mexendo o braço pra lá e pra cá com o garfo, Kageyama não percebeu que seu pedaço de tamagoyaki estava exposto. Hinata estivera observando o garfo por um tempo agora... Com um resmunguinho, Hinata segurou o pulso do outro e roubou o pedaço de tamagoyaki. ‘’Esse é salgado’’, ele pensou. ‘’Os que eu faço lá em casa são sempre doces.’’

- Olha lá o Tampinha roubando comida, gente!

- Eu posso, eu tenho privilégios! Você sabe fazer tamagoyaki doce, tia?

- Doce? Não, nunca tentei – Ohana respondeu, cortando completamente a conversa interior com Oikawa.

- Eu sempre faço lá em casa, e fica ótimo, pode confiar!

- Ai, menino, ensina a sua velha aqui a fazer tamagoyaki doce então...

- Mãe, você não tem nem quarenta anos.

- Shh, ninguém precisa saber. Eu comprei um tanto de ovo, acabou sobrando, fique à vontade.

E assim, Hinata tomou conta da cozinha, e Kageyama não pôde evitar o pensamento que o ruivo ficava uma fofura vestindo um avental grande. Ele conseguia quebrar os ovos com uma mão só. Impressionante.

- Vocês têm Tabasco?

- Tabasco?!

- Eu sempre uso. E não é muito, são só umas gotinhas pra dar gosto – Embora ainda achasse o conceito estranho, Kageyama entregou o tabasco à Hinata, apoiado na parede enquanto observava-o cozinhando.

 

Vinte minutos depois, Hinata e Kageyama voltaram à sala de estar, onde todos haviam se reunido com as cortinas fechadas para assistir a um filme: As Vantagens de Ser Invisível.

- Tamagoyaki doce! Fiquem à vontade – Oikawa foi o primeiro a dar uma mordida no tamagoyaki, arregalando os olhos antes de exclamar:

- Ficou ótimo! Migo, eu já comi muito tamagoyaki doce, mas nunca... Uau! O que é que você botou aqui dentro?

- Tabasco.

- Ficou ótimo mesmo... É só um tamagoyaki normal, só que doce? – Hinata concordou. – Nunca imaginei...

- Podemos ver o filme agora? – Iwaizumi perguntou, claramente irritado, enquanto mastigava um dos tamagoyaki.

 

Pelo menos uma hora do filme havia se passado quando Hinata sentiu alguma coisa em sua mão. Com o canto de seus olhos, viu Kageyama, ainda focado na tela, mas com uma mão sobre a sua. Parecia nervoso. Hinata virou a palma para cima, segurando a mão do namorado propriamente, ajeitando-se no sofá ao propósito de ficar mais pertinho dele, quase com os cotovelos tocando. Kageyama, porém, apertava mais e mais a mão de Hinata conforme o filme chegava em um momento tenso. Relaxou completamente quando Hinata deitou a cabeça em seu ombro. Ohana, próxima aos dois, soltou um suspiro admirador.

- Tobio nunca relaxou muito com ninguém – Ela sussurrou para a sobrinha. – Aquele menino é um anjo, é o que eu digo... – Kiyoko apenas concordou e voltou a assistir o filme.

 

- Okaa? Okaa, pelo amor de—

- Tobio! Esses seus amigos são maravilhosos, você se importa se eu emprestar eles um pouquinho? – Ela disse, empurrando Oikawa e Iwaizumi porta afora, onde Kiyoko já os esperava, e pegando sua bolsa.

- Ou, ou, espera aí!

- Não se preocupa, você pode ficar com o Shoyo!

- Voltamos de manhã, Tobio-chan! – Oikawa gritou antes de Ohana fechar a porta.

- ...

Hinata estava apenas sentado no sofá, observando a porta com a expressão neutra e balançando os pés.

- ...Quer ver a minha parte favorita da casa?

- Quero sim!

Kageyama continuou segurando a mão de Hinata enquanto andava. Ela era pequena. E quentinha. Dava uma sensação engraçada no peito.

Depois do pequeno escritório, havia uma sacada; não era lá grandes coisas, mas dava uma vista para o horizonte muito bonita, sem grade, sem prédios, sem fumaça de fábrica. Só o Sol se pondo e as montanhas e as nuvens e o azul do céu. Que fica especialmente lindo refletindo-se nos olhos de Hinata.

- Eu costumo vir aqui quando preciso tomar um ar. Normalmente é no meio da madrugada, mas continua lindo.

Hinata já havia dado um jeito de se sentar no guarda-corpo da sacada, sem nem soltar a mão de Kageyama. A leve brisa batia em seu cabelo e refrescava seu rosto.

- Shou, toma cuidado – Kageyama pediu, e Hinata assentiu, abrindo os braços ao espaço e gargalhando docemente. Viu Kageyama encarando como se ele fosse a coisa mais maravilhosa desse mundo inteiro; aproximou-se e beijou aquele sorriso.

- Te amo – Hinata ouviu Kageyama murmurar bem bem baixinho. O ato derreteu seu coração por completo.

- Tobio kun... Eu tenho uma coisa pra te pedir – Hinata sussurrou, com seu rosto ainda próximo do namorado, e a ponta de seu nariz ficou corada em um tom bem adorável de rosa.

- Você pode me pedir qualquer coisa – Kageyama respondeu, com aquela voz angelical.

- Eu... Estive pensando por um tempo e... Eu quero que você seja o meu primeiro.

- O seu primeiro o quê?

- ...A minha primeira vez.


Notas Finais


DEIXEI NO SUSPENSE, MAS O PRÓXIMO VAI SER-- UI UI
reza a lenda que agora só em março 😔 gomen
mas esses dois são tão 💖💍💜💕🥺😭💎🥰, se isso faz sentido


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