História Como treinar seu dragão - Capítulo 22


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Categorias Fairy Tail
Personagens Cana Alberona, Elfman Strauss, Erza Scarlet, Evergreen, Gajeel Redfox, Gray Fullbuster, Happy, Juvia Lockser, Levy McGarden, Lisanna Strauss, Lucy Heartfilia, Natsu Dragneel
Tags Concurso De Beijos, Guilda, Nalu
Visualizações 426
Palavras 1.606
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Ficção, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa noite queridos leitores!
Como estão?
Não tenho muito o que dizer hoje, estou tão cansada, parece que qualquer coisa está roubando minhas energias kkk
Mas esse capítulo tá recheado de amor e carinho! Adoro vocês!
Boa leitura <3

Capítulo 22 - Comemorações


Como treinar seu dragão

Por: Agatha Pandora (Faire-chan)

22

CAPÍTULO VINTE E DOIS

Comemorações

.

.

.

Max parecia tão surpreso quanto eles.

— O que? Natsu ?! O que diabos aconteceu? — Os murmúrios das pessoas no corredor aumentaram em resposta. — Alguém viu o que...?

Romeo correu para o palco e sussurrou algo no ouvido de Max. O mago de areia começou a rir.

— A sério?! — Max estalou a língua e sacudiu a cabeça. — Você estava disposto a ser enxotado do concurso só para ter uma sensação, Natsu?

Lucy sentiu seu rosto queimar. Ela franziu os lábios e lançou um olhar ocioso para Natsu. Ele estava sentado e segurando sua mão pungente em seu peito, mas quando ele pegou seu olhar, ele sorriu perversamente, sem se envergonhar. Ele não parecia muito chateado com a perda, o que a fez se sentir um pouco melhor, apesar das circunstâncias.

Max ainda estava rindo.

— Isso significa apenas uma coisa, certo? — Ele sorriu para a platéia. — Temos os campeões do nosso primeiro Concurso de Beijos! Vamos ouvi-lo para Elfman e Evergreen!

Lucy observou como Elfman e Evergreen se levantaram de seu sofá e deram as boas-vindas energéticas da multidão. Elfman pareceu extremamente satisfeito e um pouco surpreso, mas Evergreen não se abalou como sempre, como se esse comparecimento fosse esperado.

— Alguma palavra para dizer aos seus colegas competidores, Pombinho ? — Max perguntou a Elfman, que ficou com o rosto vermelho pelo título.

— Err ... — Ele olhou para sua outra metade. — Eu acho que só funciona quando você é um homem sendo beijado pela pessoa que te ama. Certo, Ever?

— Quem disse que eu te amo? — Ela estalou para ele, mas suas bochechas tinham ficado rosadas de prazer.

Max riu.

— Não te doí que ela tenha te transformado em pedra só para que você não pegasse em suas partes femininas, hein, Elfman?

— Ela não ...

— Sim, sim, tanto faz. — Max deu um tapinha no ombro dele. — Parabéns a você mesmo assim! Agora, por que não começamos a festa? Eu preciso de uma bebida.

Lucy sorriu enquanto se levantava e ajeitava os joelhos, observando enquanto as pessoas no refeitório se moviam de bom humor, ansiosas para as comemorações começarem.

O concurso acabou.

Em vez de sentir alívio, um peso se assentou em seu peito. Ela se virou para olhar para Natsu, apenas para encontrá-lo sendo levado para fora do palco por Erza, lamentando quando a maga o arrastou pela orelha. A música começou depois disso, alta e animada, e ela suspirou, momentaneamente perdida. Se ela estivesse sendo honesta, não se sentiria muito feliz em comemorar.

Foi quando ela sentiu uma presença familiar ao seu lado.

— Você está bem, Lu-chan? — Levy perguntou, mas ela já tinha aquele olhar de compreensão em seu rosto.

O mago da Solid Script sorriu para ela. Elas estavam na mesma situação, afinal.

Lucy sorriu de volta. No momento, era tudo o que ela podia fazer.

— Estou bem. — ela disse, apenas para se tranquilizar. — Vamos, Levy-chan. Vamos pegar algo para beber.

A festa de comemoração continuou até altas horas da noite. Muito depois de as pessoas da cidade terem ido embora, os magos permaneceram, brindando Elfman e Evergreen, sugerindo quando o próximo grande evento aconteceria. Alguns especularam que seria um casamento, e muitos outros concordaram, mandando olhares entendedores para os vencedores.

A julgar pelo jeito que Ever se apegou a Elfman, era uma possibilidade.

Durante toda a festa, Lucy se esforçou para se sentir otimista. Ela se cercou de suas amigas - Levy, Cana, Erza, Wendy - bebendo, conversando e se divertindo, o tempo todo tentando não se importar que ela não tivesse visto Natsu a noite toda e que ele não tinha a procurado . Era engraçado como em qualquer outra ocasião ela não teria se preocupado - ele provavelmente estava fazendo suas travessuras, brincando, fazendo piadinhas e bebendo whiskey com os outros.

Agora, entretanto ... Ela sentiu um certo tipo de perda, não o tendo ao seu lado.

Era uma sensação nojenta e profunda no peito, tornada ainda mais pronunciada pelo pensamento de que ela deveria se acostumar com isso de agora em diante. Não havia mais treinamentos para se ter, não havia mais momentos tranquilos, nenhum olhar mais secreto para ser compartilhado.

De hoje à noite em diante haveria apenas dias de missões e aventuras à sua frente, seguidas de noites de ... nada.

Ela engoliu em seco.

Ela não queria parecer ingrata - ela tinha amigos maravilhosos, uma grande família de magos que a aceitava e um lugar para chamar de lar. Ela tinha tudo, e ainda assim não sentia que era o suficiente. 

Não mais.

— Ugh, da dó só de olhar para vocês, de verdade, é deprimente! — a morena bateu dois copos em frente a ela e a Levy e encheu-a até a borda com um líquido cor de ouro. — Aqui, um shot.

Erza limpou a garganta.

— Tequila, Cana? Isso provavelmente não é uma boa ideia.

— Pare de policiar por um segundo, vai? — Cana estalou. Ela colocou outro “shot” no bar, desta vez na frente de Erza. — Você também ganha um.

— O que é isso? — Lucy perguntou.

Ela não era exatamente uma fã de bebidas pesadas; ela mal conseguia terminar uma cerveja sem se sentir tonta.

— Para celebrar? — Cana sorriu.

— Celebrar o que?

Lucy achou que qualquer desculpa para beber era boa o suficiente para Cana. Ela olhou cautelosamente para o shot, depois para Levy. O olhar da maga era dirigido até o bar, onde Gajeel estava caído na bancada, cuidando de sua própria bebida.

— Levy-chan? — Ela chamou timidamente. Levy olhou para cima, assustada. Suas bochechas imediatamente se encheram de cor.

—Sim! É uma boa ideia, Cana.

Cana gargalhou.

— Ok, no três. Não beberiquem como um passarinho, certo? Joguem para baixo como uma marinheira. Um ... dois ... três!

Lucy seguiu o exemplo de Cana e levou o shot. O líquido queimou enquanto atingia sua garganta, fazendo-a cuspir. Levy não se saiu melhor; Ela tossiu metade, os olhos cheios de lágrimas. Wendy abanou as mãos para eles com preocupação.

Cana sorriu, sacudindo a cabeça.

— Virgens. — ela murmurou. Encolhendo os ombros com indiferença, encheu os copos novamente.

Cana manteve os shots vindo impiedosamente. Na sexta rodada, a cabeça de Lucy estava girando. Ao lado dela, Levy sentou-se em uma banqueta e ficou com o rosto enterrado nas mãos, resmungando de maneira incoerente.

— Nos provavelmente deveríamos parar. — Erza sondou com uma expressão séria

— Ah, saidera! — bufou Cana, enchendo os copos. — Vamos, só mais um?

— O que diabos você está tentando fazer, alcoólatra estúpida?

Lucy olhou para cima, tentando não cair da onde estava. Gajeel estava lá com eles de repente, de pé ao lado de Erza. Ele estava encarando Cana.

— Quer um shot também? — a maga das cartas ofereceu, rindo alegremente.

— Já chega! — disse Gajeel secamente. Ele se virou para Levy. — Ei, pequena. Você está bem?

Levy nem sequer olhou para cima. Ela continuou resmungando em suas mãos.

— Leve-a para casa, Gajeel. — ordenou Erza. —Ela não está em condições de andar.

— Não precisa me dizer. — Gajeel se abaixou e olhou para a garota de cabelos azuis. — Levy. Você pode levantar, pelo menos?

O som do nome dela provocou uma resposta. Levy levantou a cabeça das mãos dela.

— Gajeel?

— Sim, sou eu. — resmungou o homem mal-humorado, parecendo desconfortável.

— Eu não consigo sentir meu rosto.

Gajeel praguejou em voz baixa. Cana riu, cutucando Lucy em suas costelas. O matador de dragões de ferro olhou para as duas, seus olhos quase brilhando. Sem outra palavra, ele pegou Levy em seus braços. Aparentemente ciente de onde ela estava, Levy colocou os braços em volta do pescoço dele e aconchegou o rosto em sua garganta. Ele prontamente ficou vermelho e se virou rapidamente, afastando-se do bar.

— Não esqueça de chegar cedo amanhã! — Erza chamou, e ele grunhiu em resposta.

Lucy assistiu eles saírem melancolicamente. A ternura com que Gajeel encarava Levy falou muito sobre o quanto ele se importava com ela, apesar da brusquidão em seus modos. De alguma forma, isso só a fazia se sentir ainda mais desanimada, mais vazia. Com um suspiro suave, ela voltou para o bar, pegou o shot e rapidamente engoliu. Cana gargalhou de surpresa, e Erza rapidamente pegou o copo dela.

— Corte-a, Cana. — Erza mandou de mal humor

— Tudo bem! — respondeu Cana. — Esse é o último okay, Lucy?

Lucy assentiu, agarrando a borda do balcão para se firmar. Ela sabia que não podia mais fazer nada - ela mal conseguia ficar de pé como estava. Mas o álcool pareceu entorpecer seus sentimentos, o que ela gostou.

— É melhor eu ir para casa também. — disse ela, com as palavras parecendo estar juntas.

Erza a olhou criticamente.

— Você vai ficar bem sozinha?

Claro! — ela quase gritou sem se dar conta da altura de sua voz, depois pigarreou e tornou a dizer mais firme. — Sim, eu posso ir para casa sozinha, sem problema algum.

— Tudo bem. Tome cuidado então.

Lucy caminhou em direção às portas da corporação com o máximo de cuidado possível, sem querer levantar a suspeita de Erza. A partir daquele momento o dia foi dado como encerrado e ela queria ficar sozinha. Na saída, no entanto, o chão parecia se mover um pouco abaixo dela, então ela tentou andar o mais reta que pôde.

— Luce? Onde você está indo?


Notas Finais


Então entidades perdidas e vagantes...
O que acharam?
Por que Natsu não procurou Lucy?


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