História Como Treinar Seu Homem - Capítulo 17


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Categorias Neo Culture Technology (NCT)
Personagens Taeyong, Ten
Tags Taeten
Visualizações 105
Palavras 1.250
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shonen-Ai, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oiiii! Então... Eu sei que ontem era dia de atualização, mas como avisei na segunda feira, minhas aulas voltaram e eu já tô cheia de materia pra estudar, tô sem tempo e o cap 17 tá em 65% de progresso ainda, e pra compensar, entrei em um bloqueio criativo que me rendeu uma bela de uma crise de ansiedade ontem quando pensei "meu deus e se esse bloqueio nunca passar, MEU DEUS EU VOU ABANDONAR MAIS UMA FANFIC MESMO TENDO PLANEJADO ABSOLUTAMENTE TUDO", então, pra tentar enganar meu psicológico tóxico, eu tô aqui com algumas cenas que escrevi pra Como Treinar Seu Homem, mas que por diversos motivos, acabei tirando da historia e salvando como trechos aleatórios.

Espero que gostem!

Capítulo 17 - CAPÍTULO EXTRA: TRECHOS EXCLUÍDOS


CENA 1

Capítulo 7

— Então quer dizer que antes de mim, você quase não saía? — Tae indagou com uma risada, mas parecia chocado — Eu sou literalmente o ponto alto da sua vida social?

— Quase isso

Ele gargalhou e eu acompanhei, um tanto sem jeito.

— Quer saber? — disse se colocando de pé. — Levanta, nós vamos sair.

— Agora? A gente não ia ensaiar?

— Sim, mas sua vida social tá praticamente implorando pra sair da gaiola, eu me sinto na obrigação de dar um jeito nisso. Anda! Vem!

Taeyong me puxou pelo pulso até sua moto e me jogou o capacete. Nós saímos mais uma vez e eu senti um pequeno frio na barriga, embora não soubesse o porquê.


CENA 2

Capítulo 9


— Ei — ouvi sua voz me trazer de volta. — Há algo errado?

— Não — soquei seu braço, de brincadeira.

Nós estávamos agora sentados em uma bancada pública e assistindo de longe a uma apresentação musical de uma moça que tocava ukelele, a melodia era calma e eu gostei bastante da voz dela.

— Você quer ir para algum lugar? — perguntei.

— Tipo onde?

— Meu Deus Tae, nós não estamos jogo das perguntas!

— Não estamos? — ele riu quando o soquei de novo. — Pra onde você quer ir?

— Ir ver as estrelas — respondi e logo me arrendi de ter abrido a boca. — Quero ver as estrelas...

Soou tão estúpido, mas ele se limitou a sorrir e se pôs de pé, me ofereceu uma mão que eu aceitei. Nós entrelaçamos os dedos e seguimos para onde sua moto estava.

Taeyong não disse para onde estava me levando, ele entrou por um caminho que eu nunca tinha ido antes e acelerou com a moto, minhas mãos apertando suas costelas com firmeza. Vi que ele estava deixando a área urbana e senti um frio na barriga. Para onde diabos ele estava indo?

Demoraram alguns minutos até que ele parasse a moto no meio de um gigantesco nada, haviam apenas árvores e grama.

— Ótimo! Estamos no meio do nada...

Taeyong me pegou pela mão e, sem dizer uma palavra, me puxou com ele por uma colina que, para a minha surpresa, dava vista para Seoul inteira. Eu sorri para a paisagem.

— Você pediu para ver as estrelas — ele começou. — Esse é o único local que conheço que dê para vê-las com clareza.

Não respondi. Nós nos deitamos na grama, que fez cócegas na minha nuca, e ficamos observando as constelações sob o céu limpo.

— A única constelação que conheço é a Ursa Maior — falei apontando para um conjunto de estrelas.

— Eu não conheço nenhuma — ele riu. — Digo, sei os nomes, mas não sei reconhecer.

Meu dedo indicador entrou no campo de visão de Taeyong e eu ensinei para ele como era possível identificar a Ursa Maior. Não sabia dizer se ele havia entendido, mas eu havia tentado.

— Foi minha mãe que me ensinou a diferenciar essa constelação — falei por fim.

— Hum?

— A Ursa, eu aprendi a diferenciar porque minha mãe me ensinou, do mesmo jeito que ensinei a você agora...

— Sua mãe deve ser uma boa professora de astronomia então — o risinho de Taeyong me fez sorrir um pouco.

— É... digamos que agora ela é uma dessas estrelas acima de nós — respondi-lhe ainda com um sorriso no rosto, mas com um nó na garganta.

Silêncio. Subitamente senti Taeyong me abraçar e isso foi o suficiente para me fazer, pela primeira vez, derramar algumas lágrimas. Ele nada disse e eu me senti idiota por estar chorando perante alguém que não queria me apegar.

Daí comecei a rir em meio ao choro, que durou mais alguns minutos e, por fim, quando tive certeza de estar minimamente melhor, lhe disse:

— Obrigado... — fiz uma pausa, ele me olhava de um jeito novo, de uma forma que nunca tinha feito antes. — E desculpa por eu ter desabado assim... Droga.

Ele apenas apertou o abraço.


CENA 3

Capítulo 10


— Você diz que é demissexual e que isso significa que não consegue, tipo, se apaixonar pelas pessoas com facilidade, certo? — Jungwoo me encarou seriamente.

— Certo — respondi-lhe simplista.

— Mas você e o Taeyong...

— Woo... — rolei os olhos.

— Vocês se conhecem, vocês parecem ter um tipo de afinidade. Eu posso não ver vocês dois juntos direto, eu nem sequer vi ele ainda — riu — mas vejo você, vejo que está diferente...

— Diferente? — ri debochado.

— É. — Então Jungwoo me olhou nos olhos, não desviei. — Você era todo sério antes, ficava sempre quieto quando estavamos eu, você e Doyoung, fazia sempre o que era mandado, quando era mandado. E de repente você começa a passar as aulas desenhando, a matar aula, você quase nem fica mais no nosso campus, e você fica o tempo todo com esse sorriso besta na cara... Você pode dizer que não gosta dele num sentido romântico, mas dá pra ver que também não é totalmente indiferente quanto a isso.

Virei a cabeça para cima e fitei a galáxia. Não queria me precipitar em nada, mas ele não estava completamente errado, havia uma parte de mim que gostava de Taeyong, e as palavras de Jungwoo me deixaram perdido porque eu já não sabia exatamente se esse gostar era suficiente para ser chamado de paixão ou não. Votei em não, mas anotei mentalmente que só tinha um jeito de descobrir e eu o faria naquela mesma noite.


CENA 4

Capítulo 17


(Essa cena estaria no capítulo 17, porém, eu não gostei e reformulei muita coisa nele, e essa aqui acabou caindo fora, aí está aqui)


Novamente, o sentimento ruim que me impulsionava a querer quebrar tudo, ter um surto psicótico, a vontade de gritar, de me machucar, voltando a tomar conta de mim, e dessa vez eu já não tinha mais pele solta na boca para arrancar.

Eu estava separando uma muda de roupas que seria a qual eu ia viajar quando minhas mãos começaram a tremer, dando sinal de vida para os pensamentos negativos, minha garganta pareceu inchar como se eu tivesse dado trinta nós e dessa vez, eu não consegui controlar o choro.

Tudo estava vindo à tona, todas cenas de meu pai sendo, ora o bonzinho, ora o vilão da história, se passando em minha cabeça, a confusão mental se fazendo presente, o medo de viajar de avião — que eu já deveria ter superado naquela altura do campeonato, pois viajava todos os anos para lá — o fato de que o blog estava praticamente estacionado num ponto que eu não conseguia mais desenvolver, o medo por estar me apegando demais à Taeyong e sabendo que tudo que ele queria comigo era uma foda comigo.

Mais do que rapidamente e sem maiores explicações eu me dirigi ao banheiro, cheguei a ouvir a voz de Tae atrás de mim, mas era distante, apagada, como se não estivesse ali Tranquei-me e vi meu próprio reflexo no espelho: os olhos avermelhados, tal como a ponta do nariz e as bochechas. Eu não deveria estar assim, tão vulnerável, eu não era assim! Me perguntei para onde o antigo Chittaphon, o indecifrável e calculista Chittaphon, havia ido, porque definitivamente aquela imagem no espelho não era eu. Eu me negava a aceitar aquilo.

Com um suspiro pesado e ainda escutando Taeyong me chamar e bater na porta, lavei o rosto, forçando os dedos sob os olhos como se quisesse afunda-los no rosto. Tentei regular a respiração no melhor que pude e só quando senti que estava bem o suficiente, eu saí.

— O que deu em você? — Taeyong disse exasperado. — Quase me matou de susto! Caramba, Ten...


Notas Finais


IRRAAA

e aí, gostaram? Prometo de coração que vou tentar me reajustar pras postagens, dependendo de como eu me sair, talvez sábado vai ser o dia em que vou postar os capítulos ♡

É isso, até mais :)


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