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História Como Você Me Ama - Capítulo 1


Escrita por: e RedTape


Notas do Autor


#ATENÇÃO

◇ CAPÍTULO SEM REVISÃO;
◇ RECOMENDAÇÃO: APAIXONADOS POR NARUSAKU;
◇ COMENTÁRIOS SEMPRE SAO BEM-VINDOS;
◇ ONE-SHOT: SUGESTÃO DE @NayyHatake (Afrodite, mandou beijinhos!)

Desculpem os erros de português, é que eu tô com muito sono.
Espero que gostem.
Tenham uma boa leitura!

Capítulo 1 - Capítulo Único - Você me ensinou como se ama



Capítulo Único: Você me ensinou como se ama

A noite estava aconchegante.

Por mais que a primavera estivesse em seu auge naquele no mês de Março, o frio era o toque perfeito para que o descanso e o aconchego da cama fosse perfeito para uma boa noite de sono. Bem, pelo menos era o que se dava a entender por toda Konoha e seu silêncio cada vez mais habitual após o estabelecimento da paz e da justiça de maneira quase absoluta.

Os anos já haviam se passado desde o fatídico acontecimento e tudo o que se tinha como um verdadeiro pesadelo sangrento e perturbador, beirando quase ao escatológico acabou se reduzindo a prosperidade e evolução. Os países estavam em paz e as alianças estavam cada vez mais estreitas. Tudo caminhava ao estabelecimento completo de uma terra ao qual deveria ser regada a profunda tranquilidade.

Sakura desejava tudo isso no fundo de seu coração, por mais que doenças, feridas de missões arriscadas e de acidentes grotescos ainda fossem uma realidade para a Diretora e Médica renomada. Os estudos haviam se avançado, as tecnologias e técnicas envoltos a medicina muito mais ainda, porém ainda havia casos ao qual por mais que fossem mais “comuns”, ainda eram classificados como complicadíssimos e necessitavam de um ponto de vista muito aguçado para que se fosse tratado de maneira adequada. Os anos de experiência lhe davam competência para fazê-lo com maestria.

Não somente isso. Sua formação havia sido feita com excelência e ainda sim, ainda era realizada e pesquisada com toda a minuciosidade e rigor que havia sido treinada quando tinha somente 14 anos. Ela era totalmente capaz agora, tinha provado a si mesma e a todos ao seu redor. E, o mais importante, havia provado o seu potencial em comparação aos seus companheiros de equipe. Ela era totalmente capaz de alcançá-los por mais que as vezes se perguntava com dúvidas se era realmente era real tal afirmativa, mas logo se lembrava de que conhecimento, análise e outras particularidades presentes em si eram muito válidos e úteis aos ajudá-los.

Ainda mais agora que era mãe de uma menina incrível e autêntica. Orgulhava-se demais de Sarada e por mais que esta também carregasse muito de Sasuke dentro de si – não que este fosse uma péssima influencia a ela, jamais, porém admitia que seu gênio não era tão fácil... –, ela ainda sim era uma Haruno muito perspicaz, sagaz e cautelosa. Sabia que havia dado a sua filha uma educação exemplar e só tinha que torcer e incentivá-la no caminho que havia que se decidir em escolher.

Sorriu calma quando a encontrou dormindo na cama, totalmente esparramada. Seus cabelos negros já haviam crescido um pouco mais e a achava lindíssima assim. Por mais que estivesse amadurecendo a cada dia, Sarada sempre continuaria sendo o seu bebê. Disso não tinha dúvida.

Tirou os óculos de grau lentamente do rosto sereno da sua filha e beijou a testa com ternura. Estava cansada pela a forma ao qual suspirou pesado. Aproveitou que estava ali e ajeitou as duas camas que também estavam ocupadas, embrulhando com delicadeza as crianças que também dormiam profundamente ali. As beijou com delicadeza e um leve “durma bem” antes de sair do quarto.

O dia havia sido cheio!

Sentiu suas costas tensionadas pelo o serviço pesado que havia feito e pelas longas noites de intenso plantão. Sorriu aliviada só de imaginar que poderia acordar mais tarde e que Sarada não teria que se preocupar com o almoço que já estava devidamente feito e organizado em potes na geladeira. Só teria o trabalho de esquentar quando sentisse fome, junto com os seus acompanhantes e se dirigirem aos seus treinos. Já estava consciente de que faria isso sem problema nenhum.

Caminhou novamente a cozinha para vê se não havia deixado nada por ali dando sopa. Nenhuma xícara ou panela suja. Nenhuma louça ou talher para enxugar. Nenhuma garrafa para encher. Nenhuma mancha no chão para passar um pano. Nenhum guardanapo extremamente sujo para colocar para lavar. Havia feito tudo a tempo de conseguir tomar um banho relaxante e dormir bem sem preocupações. Só esqueceu-se do fato de que já eram 02:32 da noite e que tempo era o que ela mais havia gastado até ali

Caminhou em passos leves até o quarto, desligando as luzes dos cômodos e o fechou. Suspirou a procura da toalha branca que estava jogada em algum lugar por ali, devido ao atraso na ultima vez que havia saído para uma cirurgia de emergência havia sido o quê, uma semana... duas? Já havia perdido a conta. Passava tantos dias em plantão que as vezes se perguntava se não iria pirar ou adoecer, mas sempre se assegurava de que estaria bem para ajudar a outros. Nunca iria fazer com que uma gripe, uma febre fosse capaz de impossibilitá-la de ajudar pessoas.

Quando a encontrou escondida ali na cadeira perto da mesa cheia de livros, não pensou em duas vezes antes de entrar no banheiro e tomar um banho gelado. Porque não? Gostava de esfriar o corpo antes de dormir. Gostava de sentir o frio gostoso antes de se aconchegar na cama quente. Amava esse contraste. Mas, melhor do que isso era somente o contraste de um banho gelado com os beijos do amor de sua vida. Sim, aquilo sim era o verdadeiro paraíso. Sorriu deixando a água percorrer seu pescoço alvo e correr pelas curvas de seu corpo muito bem dotado.

Poderia sentir aquela sensação mil vezes e ainda sim, não seria o suficiente para satisfazê-la por completo. Ainda não seria suficiente para não fazê-la suspirar e jurar que gostaria de sentir aquilo todas as noites até o fim de sua vida. Não. Nunca o faria. Porque saberia que isso seria a maior mentira que sua boca poderia pregar.

Deixou o sabão preferido percorrer a sua leve juntamente com a esponja, exalar o cheiro que característico seu. Era sutil, suave, doce na medida certa e envolvente como a própria estação primaveril. Sakura Haruno exalava paz e naquela noite iria se permitir ter um banho relaxante antes de ir para cama. Abriu novamente o chuveiro e permitiu que o sabão de seu corpo fosse totalmente embora e que continuasse somente a maciez de sua pele alva e coberta por pequenos e delicados sinais.

Envolveu-se em uma toalha e se dirigiu em passos quase que tímidos para o guarda-roupa enquanto a toalha felpuda a envolvia. Sentiu a presença de alguém e se ergueu com os sentidos ainda mais aguçados. Quando o frio da janela aberta adentrou de modo mais ladino, é que ela se manteve ainda em alerta. Olhou para fora em diversas direções e não encontrando nada, fechou a janela rapidamente.

Virando-se desconfiada, a rosada com agora 30 anos, percebeu em sua cama, um pequeno e delicado ramo da sua flor preferida. Aquela ao qual fazia parte de seu significado e do maior símbolo do seu país, a flor de cerejeira. Não demorou muito para que compreendesse o que havia acontecido e nem mesmo permaneceu agressiva como a minutos atrás. A feição séria e astuta, foi substituída por um sorriso radiante e um brilho no olhar nunca visto antes por nenhuma outra pessoa, somente por ela e...

- Deveria vir mais cedo para o jantar. Fiz a sua comida favorita. – Ela falou com delicadeza, mas logo mudou seu tom de voz. – Porém, não pense que me mandar flores será o suficiente para que eu não permaneça chateada. Fiquei o esperando por muito tempo junto com os meninos. – falou ofendida e caminhou novamente para guarda-roupa na procura de uma roupa íntima e de uma camisola confortável.

No entanto, não teve nem tempo de alcançá-lo. As mãos grandes e aconchegantes a pararam em um abraço envolvente que foi capaz de se encaixar perfeitamente no corpo pequeno da rosada esquentada e que apresentava visivelmente um bico aborrecido. O perfume familiar foi certeiro de encontro com as narinas mais aguçadas e sensíveis da menor e como se fosse parte de uma droga viciante, ela quase se deixou levar pelo o instinto de fechar os olhos e saborear isso com mais gosto, porém não daria o braço a torcer com tanta facilidade. Não mesmo!

- Desculpe a demora. Tive alguns contratempos. Sabe que não posso controlar isso. – tentou argumentar em um tom dócil, quase beirando a uma manha necessitada, um choramingo arrependido.

- Aham.

- Por Deus, amor. Não faz isso comigo. – implorou ele com o corpo ainda mais colado no seu. Parecia já conhecedor experiente na arte de conseguir argumentar com a mulher de gênio forte que era Sakura. – Passei o dia todo pensando em você. Quase fugir na hora do almoço para te encontrar naquele consultório e ao menos roubar um beijo. Mas, Shikamaru foi esperto o suficiente em me prender a tempo. Aquele desgraçado!

- Desculpas e mais desculpas. Não nasci ontem, querido. – ironizou o apelido e levou as mãos no rumo das do maior, na tentativa de se soltar. – Porém, não são o suficiente para me fazer perdoá-lo.

- Me perdoaria se dissesse que eu te amo? – ele sussurrou a declaração de amor ao pé do ouvido da rosada, apertando um pouco o enlaço realizado por ele. – Se eu dissesse que te amo mais que tudo? Que ficar sem seus beijos e carinhos pela a manhã é uma completa tortura e que sem a sua presença o dia fica ainda mais difícil?

- Hmm... depende. – Ela tentou utilizar a indiferença na voz, mas a verdade era que seu coração estava aquecido pelo aconchego daquelas palavras. Sentia-se privilegiada em cada adoração que ele pronunciava a si.

- Então, posso retribuir assim? – perguntou manhosamente, passando o nariz bonito e bem feitinho na orelha pequena e alva da rosada. – Ou... – se atreveu a mordiscar ali com lentidão, causando arrepios em toda a espinha da menor. – assim?

- Depende... – sussurrou um pouco mais baixo que deveria

- Que tal, assim?... – desceu os lábios de forma leve pela a extensão do pescoço alvo e, aproveitando que os cabelos estavam presos em um coque frouxo, beijou a nuca pequena e sensível, fazendo o aperto em sua mão aumentar um pouco e um arfar deixar os lábios da rosada. – Ou...

Não teve mais tempo de falar. Seus lábios haviam tomado a pele branquinha e macia que era tão convidativa que nem mesmo se percebeu completamente fissurado por ela. O arfar de Sakura só aumentava o desejo dele por continuar ali, marcando-a levemente, deixando claro seus sentimentos, suas intenções e suas promessas silenciosas. Aquela noite estava fria demais para aquela solitária e atraente mulher. Seria ele muito negligente em não prestar a ela os devidos cuidados e atenção, certo?

- As crianças... – Ela sussurrou quase que sem ar.

- Seremos cautelosos, amor. – ele sussurrou e não resistiu em não chupar a curva do pescoço dela. Sakura pareceu soltar um gemido tão baixinho e fofo que ele acabou por ri. – Até porque, eu não posso deixar passar uma oportunidade dessas..

- Qual?

- Ter uma mulher incrivelmente irresistível na minha cama.

(...)

Suspirou pesado e se revirou na cama com mais agitação que o normal. O seu lado direito estava vazio e estalou a língua em um completo desagrado. Voltou a revirar pro outro lado, enquanto abraçava o seu novo companheiro de sono, um incrível e fofinho travesseiro. No entanto, o nariz pequeno e arrebitado acabou por encontrar algo um pouco mais... sólido?

Passou ele por ali um pouco mais e ao sentir o perfume gostoso masculino que com certeza era o seu preferido, jogo o travesseiro para o outro lado rapidamente e abraçou o corpo que estava ali. Resmungou porque a posição que eles se encontravam não era confortável o bastante e se irritou um pouco mais quando escutou a gargalhada gostosa que amava ouvir.

- Está na hora de acordar... – poderia jurar, sem nem ao menos o vê, que ele estaria sorrindo.

- Mais 5 minutos. – pediu manhosa, aproximando o rosto no peito dele. – Por favor...

- Mas, amor...

- Eu nunca mais dormir tão tarde. – Ela implorou manhosa e ele gargalhou levando sua mão aos cabelos cheirosos. Ela amava um bom cafuné. – Deita comigo... – pediu com um bico fofo e completamente beijável, na opinião dele.

- Já estou. – ele declarou com um sorriso presunçoso e curioso.

- Você sabe o que eu quero. Não me faça de trouxa, idiota. – Ela resmungou.

Ele riu baixinho e não contestou.

Puxando ela para si, ele a colocou em seu peito como ela desejava. Dormir com Sakura era sempre se sentir completo, afinal ela se encaixava perfeitamente a ele, não importava o quanto ele se mexia de noite. No final, ela sempre estava entrelaçada a ele, devidamente aconchegada e completamente entregue. Dormir naquela posição era apenas uma de muitos mimos que ela recebia antes de dormir, além de um leve acariciar nos cabelos rosados e de um beijo na testa, algo que havia se tornado quase que um ritual.

Se dissesse que não gostaria de ficar assim o dia todo, estaria mentindo. Aquela mulher era capaz de deixá-lo fora de órbita e ao mesmo tempo em paz em dois tempos. Era capaz de fazê-lo enlouquecer e deixá-lo em sereno, calmo e dócil e de desejá-la intensamente e esperar que ela também o amasse no tempo dela. Era dois extremos que somente ele entendia. Afinal, somente quem havia sido feito perfeitamente para ela, tinha o dom de entender o que era de fato completar aquela doce e intensa mulher.

- Já são que horas?

- 12:35.

- Senhor! – Ela abriu os olhos e ergueu a cabeça para o encarar – Porque não me acordou antes?

- Eu tentei, mas alguém queria mais 5 minutos se puro carinho. Não pude resistir – ele sorriu para ela e tocou na ponta do nariz pequeno.

- Está me estragando assim.

- Se isso fará com que todos os dias eu tenha que mimá-la e amá-la muito, então o farei sem pensar duas vezes. – ele declarou apaixonado e roubou um beijo de mesma proporção. Leve como um acordar de um domingo gostoso e indescritível como o amor que sentia por ela.

- Amo você.

- Amo você muito mais.

Ela riu e o envolveu para mais um beijo.

Porém, como diz a musiquinha: “tudo o que é bom dura pouco". A porta foi aberta repentinamente e três ser humaninhos adentraram o quarto cheio de amor. O rapaz, fazendo uma careta ao encontrar o casal de apaixonados, foi o primeiro a tossir para chamar atenção, enquanto a morena mais prudente, fechou os olhos da mais nova, ao qual segurava pela a mão.

- Crianças! – Sakura falou surpresa, afastando-se do amado e agradecendo mentalmente por ter vestido uma calcinha e a camisa dele antes e dormir.

- 1, 2, 3... – sussurraram juntos. – Feliz aniversário! – gritaram sorridentes.

- Oh, meu aniversário? Jura? – perguntou surpresa para eles, com a mão não peito e intercalando os olhares entre os menores e o homem ao seu lado.

- Sim, mamãe. Feliz aniversário. Eu te amo. – Sarada sorriu genuinamente, indo de encontro a mãe e a abraçando forte. – Preparamos uma surpresa.

- Na verdade, tentamos, mas não deu muito certo. – O garoto contou incerto, coçando a nuca, algo típico de quando estava nervoso.

Sakura arqueou a sobrancelha um pouco confusa, enquanto o casal de irmãos saiu do quarto e voltou com um bolo de chocolate meio estranho, mas com certeza extremamente coberto por chocolate e com uma vela fofa e única em cima. A médica quase se entregou ao choro quando o garoto lhe entregou o bolo. Acariciou o rosto dele mil vezes e beijou suas duas bochechas.

- Faz o pedido! – a garotinha menor pediu, subindo na cama completamente exaltada e feliz.

Sakura não pode deixar de beijá-la e abraçá-la com força.

Boruto e Himawari haviam sido presentes que a vida lhe tinha dado. Eram incrivelmente doces e gentis, sofriam ainda com a quase ausência do pai que era atarefado de coisas, mas eram cada vez mais amados por Hinata e, agora, Sakura. Ambas dividiam essa responsabilidade juntas agora que eram mães. Sakura havia e tinha uma experiência muito diferente com a criação de Sarada e se orgulhava da mãe que era, porém aqueles dois por mais que errassem tentando acertar e fossem por muitas vezes muito mimados, eram apenas crianças carentes por atenção do pai e desorientados por uma boa disciplina, coisa que Sakura lhe oferecia com mais facilidade.

Naruto, por sua vez, agora como Hokage e pai de duas crianças incríveis, tinha sua missão de manter um progresso cada vez maior no país, garantir a maior integração política de Konoha com as vilas menores e estabelecer maior segurança a todos e tudo isso sendo mais presente aos filhos que necessitavam ele. Era óbvio que muitas vezes não conseguia fugir, mas havia se tornado cada vez mais presente, disciplinado e muito mais rigoroso com isso. Shikamaru havia até mesmo recebido uma bronca por de certa forma impor um cronograma extensivo demais para ser cumprido. Agora, juntos ambos aprenderam a se organizar melhor para conseguir – todos os dois – a darem atenção devida aos filhos e também as esposas.

E por falar em esposa, Naruto finalmente pode dizer com todas as palavras que se sentia realizado. Casar com Hinata havia sido algo que não se arrependia. Afinal, ela era a mãe de seus filhos e os amava perdidamente. Porém, entendia que o que sentia pela a ex-companheira de equipe nunca iria se esgotar e notando que também era muito infeliz no casamento por também está apaixonada por outro cara – ao qual se casou meses depois do divórcio – resolveram juntos o melhor fim da união deles, sem que isto prejudicasse a criação dos filhos.

Parecia ser um sonho dormir ao lado de Sakura e acordar com ela quase todos os dias. Sim, quase. Afinal, casar com uma médica era algo complicado e ele também não podia ficar atrás. Mas, mesmo naquela vida de idas e vindas, correrias emergências e tempos de pura calmaria como este, era que todos se amavam como uma verdadeira e completa família. Todos eles, pareciam ter encontrado seu felizes para sempre.

- O que pediu, mãe? – Himawari perguntou a rosada que sorriu radiante. Ser mãe de todos os três era realmente uma dádiva.

- Se eu contar vai estragar a surpresa. Mas... – ela se aproximou da menor como se quisesse lhe contar o maior segredo de sua vida. – Sabe o que eu quero mesmo de verdade agora?

- O que? – todos encaravam com um sorriso nos lábios o rosto da menor curiosa e completamente encantada pela mulher de cabelos rosados.

- Um pedaço enorme de bolo de chocolate. Tá afim? – Sussurrou Sakura risonha, quando enfim pode ver os olhos da pequena brilharem.

- Sim!! – gritou empolgada para o deleite e risadas de todos.

- Sarada? – a mulher se dirigiu a filha que sorriu acenando.

- Vamos pessoal, preciso de ajuda. – começou a dialogar com empoderamento, enquanto levava Himawari consigo e Boruto em seu encalço.

- Lá vem você com ordens! – O loiro revirou os olhos e as seguiu a contragosto.

- Cala a boca e ajuda, idiota! – O casal escutou o resmungo de Sarada na cozinha e foram baixo.

- Ihhh, isso ainda vai dar casamento. – comentou a Uzumaki-Haruno com um sorriso no rosto.

- Ah é mesmo? E isso te lembra quem? – perguntou presunçoso o loiro, envolvendo seus braços fortes ao redor da cintura fina da esposa.

- Ah, não começa, amor. Eu não sabia naquela época. – se defendeu rindo e recebendo inúmeros beijos no rosto do marido carinhoso.

- Graças a Deus que finalmente caiu em si e percebeu o que estava perdendo. Pode falar, eu sou irresistível. – sorriu convencido roubando um beijo de Sakura.

- Completamente. – sorriu boba, enlaçando o pescoço do loiro com seus braços finos. – Peço perdão por não perceber, por ser cega. Estava tão na cara e eu...

- Amor, não...

- Estou falando sério, Naruto. Me culpo todos os dias pela a forma como eu fui no passado. Perdemos tanto tempo longe um do outro que agora, eu não quero mais te largar. – confessou insegura e também sincera, acariciando os cabelos macios e radiantes como o próprio dono. – Poderíamos ser felizes há muito tempo e por besteira minha...

- Shii. Não termine - beijou-a com delicadeza, acariciando, amando e acalmando o coração de Sakura. Era ela. Sempre havia sido e sempre seria.

Poderia sentir isso no fundo da alma todos os dias. Não parou de sentir quando estava se casando e muito menos quando via seus filhos crescer. Ela era a causadora da chama insaciável e forte que seria em seu peito. Ela era dona de seus sonhos mais românticos e os mais eróticos também. Seus planejamentos tinham ela e seus pensamento também. Ele respirava paixão e energia, mas somente porque ela estava ao seu lado. Ela era o combustível para que ele não desistisse. Ela era a porra do mundo todo dele. Era ela. Sempre foi.

- Nossa vida está sendo tão feliz agora! Não importa se poderíamos ser sido feliz antes. O que importa é que somos muito mais agora. Eu, você e nossos filhos. Sasuke e Hinata sempre estarão fazendo parte de nós e de nossa família. Mas, nos sabemos que no nosso amor.... bem, isso só tem eu e você. – ele falou convicto, olhando nos olhos dela. – E, por Deus, Sakura... Só o fato de ouvir você dizendo que me ama, já me deixa muito, mas muito mais feliz. Me faz sentir que tudo o que aconteceu valeu a pena. Porque ao final de tudo é a minha Sakura-Chan que está comigo “até que a morte nos separe”.

Ela pensou que iria chorar a qualquer momento, mas em vez disso sorriu e o beijou intensamente. Ela era dele desde sempre. Havia sido traçado muito antes da infância. Havia sido em outras vidas. Em outras estações. Em outros mundos. Ela o amava completamente tinha convicção de que o diria todos os dias de sua vida, sem nenhuma exceção.

Afinal, foi pelo o jeito que ele a amava que ela finalmente entendeu o quanto podia amar demais ele.


Notas Finais


Espero que tenha se apaixonado em ler, como eu me apaixonei em escrever.
Fiquem a vontade em comentar e em compartilhar
Aceito sugestões.


E mais uma vez, agradeço a sugestão de @NayyHatake por ter sido tão gentil em me dar uma sugestão ao qual eu já estava um pouco tentada a fazer há algum tempo.
Isso foi um incentivo e tanto em me ajudar a escrever.
Obrigada por isso!
Mil beijinhos


Bem, é isso pessoal.
Quando vocês menos esperarem, eu estarei de volta.
E flw!


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