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História Como(não) sobreviver ao fim do mundo - Capítulo 1


Escrita por: e HyunHyun_


Notas do Autor


Olá, bae~
Como estão?
Minha segunda fanfic postada nesse projeto maravilhoso que é o @Tata_verse e eu como sempre me sinto honrado em fazer parte dessa família.
Espero que gostem e boa leitura^^

Capítulo 1 - Capítulo um


O mundo girava de um modo estranho para Kim Taehyung, um rapaz dócil e inteligente. Ao auge de seus 21 anos o jovem estava apaixonado, porém eram dias difíceis para amar a pessoa que seu coração escolheu, que nada mais era que seu melhor amigo, Jung Hoseok.

O que fazer com esse sentimento? Reprimi-lo até que a sociedade preconceituosa mudasse de repente? Aquilo não era uma solução e Kim sabia disso. Ele só queria amar, namorar livremente quem ele quisesse.

Kim vivia falando para todos que nasceu no ano errado, afinal, 1960 ainda nem tinha sido criado a comunidade LGBTQIA como ele saberia que existia alguém no mundo como ele?

Hoseok, por sua vez, tinha uma personalidade meio forte, na maioria das vezes estava sério, brincava e fazia piadas apenas nos momentos corretos sendo um pouco mais coerente do que Taehyung, seus sentimentos por pelo amigo eram iguais ao do garoto e ele já não tinha medo do que seus pais pensavam ou o resto da sociedade, ele amava Taehyung e não seria terceiros que o faria deixar de amá-lo.

Aos dezenove anos, ambos decidem se declarar, foi algo muito belo para eles descobrirem que se amavam igualmente, no entanto, Tae tinha muito medo. Hoseok não querendo ter um namoro às escondidas disse que iria esperar Taehyung tomar uma decisão em relação aos sentimentos, iria deixar que ele pensasse melhor, se iria querer enfrentar tudo e todos para ficar com Hoseok, ou se iria se esconder ainda na sombra de seus pais só para agradá-los e fugir de quem ele era. Então, Taehyung pensou e até hoje com seus vinte e um anos ainda continua pensando. Cruel com o pobre Hoseok, não é? Mas na verdade, Jung não resistiu e acabou que os dois estavam em uma amizade colorida. 

E o relacionamento deles era muito saudável e amistoso.

— Jung Hoseok, eu vou dar cinco segundos para você se levantar dessa cama e se você não fizer isso, eu vou arrastar você até o banheiro pelos cabelos — disse o Kim puxando a coberta que cobria seu "amigo".

— Você não teria coragem, muito menos força para fazer isso — respondeu com o rosto afogado no travesseiro deixando sua voz abafada.

— Mas eu tenho coragem e força de vontade para não deixar mais você dormir comigo por um mês — ameaçou, fazendo quem antes estava deitado, pular para fora da cama, olhando-o.

— Chato.

Andou até o banheiro para fazer sua higiene matinal, enquanto Taehyung que já estava arrumado e cheiroso, arrumava a cama.

Os pais de Kim nunca desconfiaram dos dois, por isso eles dormiam juntos e às vezes até tomavam banho juntos. Os pais de Jung também nunca questionaram a forma que os dois se tratavam, eram apenas dois amigos que se amavam muito.

— Hobi, você tem aula hoje? — perguntou Taehyung enquanto dobrava uma das blusas de seu "amigo".

— Só uma, às uma da tarde. E você? — Saiu do banheiro com a toalha envolta da cintura e o corpo um pouco molhado.

— Também tenho somente uma, três horas da tarde. — Guardou a blusa que acabara de dobrar na bolsa de Hoseok. — Eu queria tomar sorvete — comentou, mais parecendo um pedido do que um comentário.

— Então, façamos assim, eu te busco na faculdade e podemos ir naquela sua sorveteria que você tanto gosta — disse o rapaz que tinha acabado de vestir sua calça, puxou Taehyung pela cintura colando seus corpos. O mesmo olhava para Hoseok com um sorriso enorme e radiante.

— Sério mesmo? — perguntou envolvendo seus braços no pescoço do moreno. — Pensei que não gostasse de ir para lá por causa da distância.

— Mas, hoje podemos ir, meu bem — disse, tirando uma mecha do cabelo escuro de Taehyung dos olhos.

— Obrigado, Hobi — agradeceu, selando os lábios do rapaz a sua frente e logo foi correspondido.

Eles desceram até onde a família de Kim se encontrava, seu pai estava sentado na ponta como sempre lendo seu jornal matinal e a senhora Kim estava a pôr sua xícara na mesa.

— Bom-dia, meninos! — exclamou ela alegremente.

— Bom-dia, mãe — falou Tae se sentando, sendo seguido por Hoseok que sentou ao seu lado.

— Bom-dia, senhor e senhora Kim — disse sem muito entusiasmo, os pais de Taehyung o conheciam bem e achava um tanto engraçado o jeito diferente que Jung se expressava com pessoas que não fossem Kim Taehyung ou sua mãe.

Jung Hoseok era frio com todos, não de forma arrogante mas ele não era de ficar sorrindo para qualquer um ou de manter contato visual por muito tempo.

                                     [...]

Já era de tarde, a aula de Hoseok havia terminado a um tempo, então o garoto foi para sua casa que era uma rua atrás da de Kim Taehyung, tomou seu banho e se arrumou para ir a frente da faculdade do outro. Passou na casa dos pais dele para avisar que o levaria para a sorveteria e depois do consentimento deles, e da mãe do mesmo pedir para que não chegassem muito tarde, pois a noite era perigoso, saiu em direção a faculdade de artes.

Assim que ouviu-se o som o sino ecoando pelo grande prédio da Universidade, vários alunos saíram caminhando tranquilamente até suas casas ou encontros. Depois de alguns segundos aparece Taehyung que diferente dos outros, que andavam lentamente e sem pressa, ele assim que viu Hoseok antes de descer as escadas gritou o apelido do de cabelo castanhos, o deixando de olhos arregalados e olhando ao redor vendo alguns olhando para si, o bom é que nem se importavam pois a maioria conhecia o Kim.

Um garoto empolgado e cheio de sonhos era como o classificavam, gostavam da alegria dele pois não era inconveniente, sabia a hora de brincar e de tratar dos assuntos sérios, Hoseok amava aquela alegria toda, mesmo que isso custasse um pouco da sua integridade, como naquele momento. 

Taehyung sorrindo abertamente, correu por cada degrau da escadaria enorme em direção ao seu querido Hobby. 

— Não corra assim, Tae — alertou preocupado, assim que o outro o abraça.

— Perdão, estou empolgado — disse ele soltando o moreno e andando na frente — Vamos? — perguntou voltando-se para trás.

— Sim, espere por mim.

Os dois caminharam soltos por todo o caminho, não era uma cidade muito grande então era comum encontrar pessoas que conheciam e para que ninguém suspeitasse, não andavam de mãos dadas. Assim que chegaram perto do local, as pessoas iam sumindo aos poucos, havia duas ou três dentro da sorveteria, que era possível ver pela vidraça. O estabelecimento era dirigido por um bom senhor de idade chamado Hanks, o casal secreto adentrou o local e Taehyung foi correndo para se servir de seus sabores preferidos: chocolate e azulão.

Depois de se servirem e cumprimentarem o senhor que enxugava alguns copos, sentaram-se perto da vidraça e ali ficaram conversando e tomando seus sorvetes enfeitados.

— Seus professores já falaram quando será sua formatura? — perguntou Jung, enquanto levava uma colher cheia de sorvete de morango até a boca.

— Já sim, será daqui duas semanas. E a sua? 

— Também, acho que todas as áreas irão ser juntas.

— Espero, quero passar isso com você. Será o dia mais importante das nossas vidas! — falou empolgado segurando a mão do rapaz a sua frente.

— Será sim, com toda certeza — disse sorrindo, contagiado pela alegria de Taehyung.

— Já podemos ir até aquela casa, certo?

— Mandarei uma carta para a senhora, que é dona do imóvel, para reservar nossa visita.

— Estou tão animado, Hoseok — falou sorrindo tanto, que suas bochechas já começavam a doer, voltando a tomar o seu sorvete.

Eles ainda estavam de mãos juntas, o que fez as pessoas dentro daquele estabelecimento cochicharem e ficarem olhando com indignação.

Taehyung ao perceber os olhares e que falavam deles puxou sua mão devagar e a deixou sobre seu colo, abaixou a cabeça e enfiou uma colher de sorvete na boca.

Hoseok, ao olhar para o garoto, estranhou a mudança de humor repentina e perguntou:

— O que houve, Tae? Está se sentindo mal?

— As pessoas...— disse baixo, deixando com que só Hoseok ouvisse e o entendesse, ainda de cabeça abaixada, olhou para o rapaz e o viu observando ao redor, logo suspirando profundamente.

— Não ligue para elas. — Voltou a olhar para Taehyung. — Tae? — chamou, tocando em seu queixo a fim de erguer sua cabeça.

— Hobi, podemos sair daqui? — perguntou, já de bochechas vermelhas.

Já não era segunda, nem terceira vez que isso acontecia, as senhoras de idade que gostavam de falar sobre a vida alheia, ficavam sempre de olhos em todos da cidade, até mesmo nos recém-nascidos, por isso. Taehyung tinha medo de que seus pais descobrissem por meio de outras pessoas, tinha que ser algo partido dele como filho único do casal.

Porém, Hoseok não era Deus e se cansava muito rápido, não entendia o porquê do “amigo” ter vergonha dessas coisas, já que eles afirmavam serem amigos inseparáveis. Para ele, mesmo que as pessoas o acusarem para os pais deles, não haveria problema já que sempre foram assim grudados.

— Vai mesmo fazer isso de novo? — perguntou ficando sério, mas tentando controlar-se.

— Você sabe…

— Não, Taehyung, eu não sei — disse, levantando-se da cadeira e indo até o caixa para pagar seu sorvete e o de Tae, pensou em deixar que o mesmo pagasse o seu, mas seu subconsciente não foi capaz disso.

Assim que saiu da sorveteria, totalmente enfurecido foi seguido por Taehyung que mal havia tomado seu pobre sorvete de chocolate e azulão.

— Hoseok! Espera, por favor — chamava por ele enquanto corria em sua direção mas não respondia ou virava-se para o mais novo. — Hoseok, não faça isso comigo — disse assim que conseguiu puxar o "amigo" pelo braço.

—Taehyung, eu estou cansado disso, de viver às escondidas por causa do seu medo. Estamos nisso há quase três anos! — alterou-se mais ainda.

— Eu sei, mas você disse que seria paciente comigo — lembrou, com lágrimas em seus olhos — Você… Você disse…

— É sempre assim, você começa a chorar e a me fazer me sentir culpado. — Olhou rapidamente para o céu, pensando no que dizer, voltou a olhar para o amigo que tinha se deixado levar pelas lágrimas. — Eu não quero fazer você se sentir mal, Tae, mas por favor, me entenda também. Eu faço tudo por você, sou diferente com você, porque te amo. Mas, não consigo não me revoltar com isso, porque às vezes parece que você tem vergonha de mim.

— Você sabe que não é isso, amor.

— Mas é o que parece. E eu já sei que você irá andar para trás quando formos morar sozinhos, eu tenho mesmo que continuar com isso? — perguntou, sendo sincero com seus conflitos, fazendo Taehyung parar para refletir.

Sim, ele andaria para trás no momento em que fosse contar para seus pais, se conhecia, sabia que seu medo de ser rejeitado pela própria família era maior que qualquer outra coisa. 

O que poderia fazer para que seu amor o perdoasse por ser assim tão medroso?

Ele não sabia o que dizer, não queria mentir ou prometer para Hoseok que mudaria e que não teria mais medo. Então sua ideia mais aceitável em sua mente foi abraçar o rapaz a sua frente.

Segurou a cintura do rapaz, apertando o máximo possível, sem sufocá-lo e escondeu o rosto molhado em lágrimas no ombro de Jung, que após suspirar retribuiu o abraço.

— Tae, eu amo você. E mesmo que seus pais não aprovem, e não falarem com você, eu estarei aqui do seu lado até o fim, eu não quero ser egoísta, estou pensando nos seus sentimentos e a prova disso são esses dois anos em que estamos juntos mas por favor, pense no meu lado. Eu só quero poder segurar a sua mão enquanto caminhamos juntos, poder beijar seus lábios de sabor melancia sempre que quiser. Mostrar para todos que sou o cara mais sortudo do mundo e que o amor não depende de gêneros.

Essas palavras comoveram Kim, que chorava baixinho enquanto processava cada vírgula do que Hoseok dizia. Oh, como ele amava aquela sua voz, aquele homem foi separado para ele e disso tinha convecção, amava Hoseok mais do que qualquer coisa nesse mundo.

Eles se separaram um pouco para olhar nos olhos um do outro, o que iniciara o abraço ainda não sabia o que falar para amenizar tudo aquilo. Seus olhos se desviaram para a porta da sorveteria e de lá saíram duas das senhoras fofoqueiras e automaticamente sem pensar direito se afastou de Hoseok o soltando do abraço, abaixou a cabeça como sempre fazia deixando Jung confuso. 

Hoseok viu elas passando por elas, enquanto sussurrava uma para a outra com olhares estranhos.

Perplexo, ele olhou de volta para o Kim que havia acabado de perceber a burrada que tinha feito.

Dando um sorriso debochado olhou para o lado e disse: 

— Não me siga. — E saiu andando em direção a sua casa.

Taehyung ficou ali parado com o olhar fixado no chão. Sentindo-se um babaca ele notou que  não tinha o que perder, seus pais  poderiam não aceitar, mas ele não podia perder o seu amado, o homem de sua vida por causa de um estereótipo ridículo da sociedade. 

                               [...]

Já em casa, seus pais perceberam a tristeza em seus olhos, perguntaram o que havia acontecido, mas Tae não conseguiu falar nada quando sua mãe o abraçou e ele se deixou cair no choro.

— Conte para mim, querido, o que houve? — perguntou a mãe.

— Eu já imagino o que seja — disse o pai tocando nas costas do filho o fazendo olhá-lo. — Brigou com Hoseok?

Concordou o filho, enquanto tentava enxugar suas lágrimas. Isso já havia acontecido antes, eles não eram de brigar e quando isso acontecia eles ficavam uma semana no máximo sem se falar. Mas, dessa vez Taehyung sentia que seria diferente, achava que estava prestes a perder o amor de sua vida e não fazia a mínima ideia do que fazer para consertar toda aquela situação.

— Fique calmo, meu filho, vocês logo estarão se falando novamente, e se foi você que fez algo errado, sabe que é só pedir desculpas e nunca mais cometer o mesmo erro, vocês dois são bons garotos e a amizade de vocês será eterna. 

— Eu não acho que vamos voltar a ser o que éramos antes — falou triste.

— Se nenhum dos dois tomar uma iniciativa… Realmente não voltará, querido.

Após aquela frase de sua mãe, Taehyung subiu para seu quarto e refletiu no que sua mãe acabara de citar. 

Pegou no sono após chorar por bastante tempo e em sua mente via os olhos decepcionados de Hoseok sobre si e isso o atormentava. Ele queria o garoto de volta consigo, não suportava estar longe dele e muito menos brigados, mas o que faria para consertar isso era o que pensava agora.

— Filho, venha para a mesa, está na hora do jantar — disse a mulher do outro lado da porta, com sua doce voz.

— Estou indo, mãe. 

Após responder levantou-se e caminhou até o banheiro para lavar o rosto que estava inchado por conta do choro, logo depois foi para a sala de refeições onde já estava seu pai lendo um jornal e sua mãe o esperando. Enquanto jantavam calmamente a campainha foi tocada, o Kim mais novo levantou-se afirmando que iria atender, afinal nenhum dos três esperava visita. 

Sentiu por um momento que pudesse ser seu querido amigo mas logo foi desiludido vendo o senhor Hanks dono da sorveteria em que esteve pela tarde.

Estranhou a presença do mais velho ali, mas sorriu o perguntando:

— Boa-noite, senhor Hanks. O que o traz aqui? 

— Vi que você e seu namorado estavam brigando mais cedo — falou sem entrelinhas, fazendo Taehyung arregalar os olhos assustado. — Não se preocupe, filho. Não estou aqui para julgar ou condenar, sou apenas um viúvo que cuida de uma sorveteria e que veio até seu encontro dar um consolo. 

— Eu não entendo...— disse o rapaz vendo o senhor erguer sua mão e entregando uma embalagem pequena de um doce. — Tenha concepção de que tudo mudará, você não nasceu para esse tempo.

O Kim continuou olhando para o doce achando aquela situação muito sem sentido, iria agradecer ao mais velho, mas quando levantou sua cabeça o mesmo não estava mais no seu campo de vista. Voltou para a mesa respondendo aos pais que não era ninguém importante, tratou de comer rapidamente e voltar para seu quarto. Sentou-se na cama olhando para o teto branco, estava cansado de querer chorar, estava cansado do silêncio de Hoseok e também de não saber o que fazer. Pegou o pequeno doce dado pelo senhor Hanks e colocou na boca jogando na escrivaninha ali ao lado a embalagem.

— Quer saber… Hoseok que se dane, o que eu fiz de errado afinal? — perguntou para si mesmo. — Eu não posso deixar que terceiros estraguem nossa vida antes mesmo dela começar, será que ele não pode esperar uns meses a mais? Está apressado de repente por quê? Encontrou outro? — Parou de se questionar, pensando apenas em sua última paranóia. Jung teria encontrado outro rapaz mais corajoso que Taehyung ou simplesmente tinha enjoado dele? Esses pensamentos machucaram tanto o pobre coração já ferido de Kim Taehyung que nem percebeu quando uma dor de cabeça começou.

Deitou-se na cama assim que a primeira pontada em sua cabeça aconteceu, aos poucos se tornavam uma dor horrível e um ruído enorme em seus ouvidos, se contorcia pela cama com as duas mãos em sua cabeça clamando para que aquilo acabasse, porém parecia não ter fim aquela agitação interna. As coisas que haviam em seu quarto iam sumindo, junto do cômodo e um espaço branco aparecia, era uma claridade gigantesca em torno dos olhos de Taehyung, que o fez perguntar em voz alta:

— Essa é a maldita luz da morte?


Notas Finais


O que acharam desse capítulo?
Tem muitas surpresas vindo aí, prometo me esforçar para atualizá-la o mais rápido possível.
E não posso deixar de agradecer a @withdevil que fez a betagem do capítulo, obrigado pelo trabalho duro~~


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