História Companhia - EM REVISÃO - Capítulo 4


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Family, Jin!bottom, Jin!seme, Jin!top, Jin!uke, Namjin, Namjin!flex, Namjoon, Namjoon!bottom, Namjoon!flex, Namjoon!seme, Namjoon!top, Namjoon!uke, Romanticbts, Safajin, Seokjin, Slice Of Life, Yaio, Yoonseok
Visualizações 36
Palavras 1.394
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Fluffy, Lemon, Literatura Feminina, Poesias, Romance e Novela, Seinen, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Suspense, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Reenviando cap agr completo :)

Capítulo 4 - Capítulo IV


Fanfic / Fanfiction Companhia - EM REVISÃO - Capítulo 4 - Capítulo IV

Namjoon estava suando enquanto se exercitava pelo bairro. Depois da tarde de hoje, seu recém descoberto hyung o levou pra conhecer o bairro. A tensão que ele sentia quando se aproximava do rosado era crescente. No dia que conheceu Jin achou que era porque a meses não tenta fazer uma amizade de maneira tão forte assim, mas conforme o tempo passou viu que era na verdade tesão.

Tesão foi o que tirou o agora bronzeado Kim da Coréia. Ele sempre foi estimulado por ser inteligente. Seu pai o presenteava com pequenos momentos de diversão quando ainda garoto, ele o surpreendia tirando uma nota alta ou sendo elogiado pelos educadores numa matéria que ainda não havia se destacado. Seu pai o mostrou que ter orgulho, algo que ele havia achado errado ter, era na verdade um grande impulsionador. Sr. Kim era um homem muito sagaz. Ele não tinha um grande cargo e sua família se resumia apenas ao filho. A esposa que morreu de câncer ainda na infância do filho sempre reprimia este.

Ela não fazia por mal. Ela tinha sido educada assim. Então o marido, que não tinha a mesma facilidade da esposa de se comunicar com qualquer, um passou a observar atentamente o que ela poderia passar ao filho nos poucos anos que teria com ele.

Momentos antes de dormir ela sempre pedia ao marido pra que ele nunca perdesse o que a atraiu nele: sua inteligência singular. Isso, na visão dela, o ajudaria a dar ao filho a melhor educação.

Desde então Namjoon passou a ser instruído pela forma de seu pai: ele o fazia raciocinar sempre, nunca lhe dava as respostas tão pouco lhe mostrava o caminho. Engraçado como anos depois, do outro lado do mundo, o rapaz agora arroxeado ainda se lembra de como isso o fortaleceu.

 

~-~

 

Debaixo do chuveiro, Nam ensaboou o tronco e inconscientemente começou a pensar na maneira que vento permitia que ele visse mais cedo uma pequena faixa de pele de Jin

“- Nam? Joonie? Hey, você tá aí!

- Ôh hyung... desculpa. Tenho andado muito distraído desde a mudança... Sou de viajar nos meus pensamentos, você pode repetir? – disse enquanto ria envergonhado e passando as mãos pelos cabelos. Se Jin não tivesse notado a maneira que olhava fixamente para as costelas que apareciam pela cava da regata seria sorte.

- É você é do mundo da Lua, já percebi, Enfim, perguntei se você já conheceu sua faculdade. A propósito, qual curso você disse mesmo que veio fazer?

- Línguas Estrangeiras. Eu queria música mas acho que aprender sobre formas de comunicar sempre me foi mais vantajoso do que compor. – admitiu um pouco ruborizado e com o olhar distante. – além do mais, eu tenho certa dificuldade em compor ou produzir sozinho.

- Que isso, duvido que você não seja bom compositor. Só nessas duas horas que estamos andado você já soltou umas 20 frases filosóficas – o mais claro riu enquanto se recordava de uma delas – nunca tinha ouvido ninguém falar sobre amor fraternal como você. Seus irmão devem te amar. – numa tentativa de animar o vizinho Jin pôs a mão direita sobre o ombro do outro rapaz, andando assim lado a lado com os corpos próximos.

- Eu sou filho único – Nam que riu um pouco encabulado e com vergonha alheia entregou. – Acho que é por isso que vejo de maneira tão romântica. Nunca vivi esse tipo de relação.

- Ah, eu também sou único sabe, mas meus pais são muito tranquilos, adoram casa cheia. Acabei crescendo com meus melhores amigos, um deles é meu primo, o que não foi lá em casa hoje. Te apresento ele assim que possível. Durante nossa infância era impossível que uma das famílias viajasse em paz sem que levasse a tira colo os colegas. Quando eu tinha doze anos meus pais me deixaram ir pra Seul com meus tios e os pais do Jimin e do Tae também deixaram. Foi a melhor férias da minha vida, comi tanto, e as músicas?! Eram tão animadas... – o rapaz contava sobre tudo que se lembrava sorrindo e gesticulando com a mão livre dando ênfase as histórias.

Apesar do receio do maior, Jin não encarou a risada como algo ruim, até riu junto e suavizou o tema da conversa. Já em outra região, onde as casas era mais espaçadas e conseguia-se ouvir o som de crianças gritando e rindo, Jin soltou o ombro alheio e foi na frente em direção a um pequeno carrinho de sorvetes. O dia estava quente, sua regata branca com detalhes verdes e bem cavada voava com o vento que soprava pela lateral, as pernas expostas pelo curto short preto mostravam que apesar muitos, seus pelos eram finos e juntos. O cabelo que o mais velho desistiu nos primeiros minutos de caminhada em manter alinhado dançava com o vento enquanto Jin ria de maneira exagerada de algo junto a atendente. Ele era bonito, educado e tinha um jeito tão leve de ver e falar sobre as coisas, não dava pra acreditar que alguém era tão simples assim.

- Eu não sabia o que você ia querer mas a moça me disse que você tem cara de quem gosta de blueberry. – disse o ainda sorridente Seokjin enquanto entregava o pequeno pote com uma generosa bola de sorvete roxo a Namjoon.

- Eu gosto da fruta, devo gostar do sorvete também. Brigada hyung.

- ‘Magina. – em silencio os dois caminharam até uma das pequenas arvores que tinham dentro do parque e se sentaram debaixo da copa mais densa de uma delas. Enquanto saboreava um sorvete amarronzado e com cheiro de café, Jin olhava as crianças brincarem de basquete na quadra logo a frente. Ele parecia ter uma paz em si que Namjoon não reconhecia. Era como se ele simplesmente permitisse que seu ser fluísse, sem pesos ou obrigações desnecessárias. Era realmente alguém diferente.

Quando notou que ainda não tinha provado de seu sorvete, Namjoon tirou os olhos do mais velho e começou a comer. Depois de alguns elogios sobre o doce, os dois ficaram ainda sentados enquanto o sol brilhava. Devagar como um gato, Jin foi se deitando e acomodando na grama mediana. Quando Nam se deu conta, ele já estava com um antebraço sobre os olhos e a respiração leve. Sem pressa, o amorenado passou a observar as pernas levemente dobradas sobre a grama, um contraste bonito entre elas e a bermuda agora um pouco acima do meio das coxas enfatizava a pele nem branca nem parda no dorminhoco.

Sem se importar com algumas poucas crianças que ainda estavam pela praça, Namjoon encarou sem pudor o volume no meio do quadril e se perguntou se Jin estava lhe dando sinais de um possível interesse ou se o vizinho era só uma pessoa simpática demais praquela cidade. Pela posição meio virada de Jin, ainda dava pra ver por pouco sua cueca sob a bermuda.

“Sempre gostei de vermelho” – pensou enquanto ainda não tinha vontade de acordar o outro rapaz”

A ereção firme que Namjoon agora estimulava já pingava o pré-gozo e dava leves latejadas. Lembrar daquele momento da tarde tinha permitido o corpo liberar uma vontade que numa área pública ele sequer cogitava conseguir. Depois de lembrar da maneira que o vizinho mexia levemente o lábio inferior durante o sono, seu gozo explodiu contra a parede do box. Apesar do fraquejar nos joelhos, Namjoon se manteve em pé enquanto limpava preguiçosamente o corpo e a parede.

Já na cama seu celular notificou uma mensagem

“Posso te chamar de Joonjoon? Mesmo se não puder já salvei seu nome assim :p”
Veio como legenda da imagem mandada por Jin.

“Tudo bem, eu achei legal até. Agora você me deu a tarefa de te dar um apelido também”

“Não sendo nada relacionado com a largura dos meus ombros eu vou aceitar. Preciso dormir, conversamos mais depois Joonjoon”

“Boa noite Jin, obrigada pelo dia.”

“Gostei de poder conhecer você um pouco mais. Descanse bem”

“Joonjoon... De onde ele tinha tirado isso? Meu novo hyung tinha suas particularidades mesmo.”

Pensado em pequenos detalhes da personalidade de Jin hyung, Namjoon adormeceu sem se importar pela falta de resposta. Seus pensamentos estavam leves pela primeira vez desde que chegou em sua nova casa. Leves o suficiente pra não notar que pela primeira vez em anos não se sentiu errado em ter tido um orgasmo pensando em outro homem.



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