História Company. - Capítulo 3


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Categorias Cristiano Ronaldo, Douglas Costa, Federico Bernardeschi, Paulo Dybala
Personagens Personagens Originais
Tags Douglas Costa, Federico Bernardeschi, Juventus, Paulo Dybala
Visualizações 111
Palavras 2.430
Terminada Sim
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Crossover, Esporte, Festa, Romance e Novela

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


olha eu voltando pra minha short-fic favorita :)

espero que gostem dessa parte três e me digam se querem uma outra continuação, ok?

boa leitura! ❤

Capítulo 3 - Part three.


Fanfic / Fanfiction Company. - Capítulo 3 - Part three.

Nina Rodríguez's


Tudo acontecia muito rápido.

Eu e Paulo estávamos oficialmente juntos já faziam alguns dias, e quase ninguém sabia ainda. Exceto a minha irmã, seu namorado e família do Paulo. Ainda era um pouco estranho.

E não era estranho por que Paulo era alguém famoso e a qualquer momento alguma coisa poderia aparecer nos sites do mundo inteiro. É claro que isso também me assustava. Mas era estranho ter alguém ao meu lado que gostava mesmo de mim, que me elogiava todos os dias e me surpreendia cada vez mais. Paulo gostava de mim de verdade, e eu sentia isso a cada minuto que passávamos juntos. Mas isso não era uma coisa que eu estava acostumada. Não tinha piadinha de mal humor, não tinha olhares tortos e não tinha risadas maldosas.

Paulo podia falar o quanto eu estava linda o dia todo, e não se cansaria. O seu olhar não era de abominação ou rejeição, ele me olhava com amor e os seus olhos verdes sempre brilhavam como duas esmeraldas em minha direção. As únicas risadas que eu ouvia de Paulo era quando estávamos realmente conversando alguma coisa engraçada, seja por áudio no aplicativo de mensagens ou pessoalmente. Paulo estava sempre rindo e com um sorriso no rosto, tinha um senso de humor incrível. Isso deixava o clima entre nós dois sempre leve e natural.

Era tudo muito diferente do que eu estava acostumada. Paulo despertava sensações diferentes em mim, e minha irmã afirmava com todas as letras que eu estava claramente apaixonada por Paulo Dybala. Eu não negava isso para mim mesma, já aceitava que o meu coração era dele. E aquilo me fazia incrivelmente bem. Depois do meu acidente que passei a odiar tanto a minha aparência, não pensei que poderia estar com alguém que gostasse de mim de verdade algum dia. O meu coração estava aquecido, eu estava feliz e confortável comigo mesma, pela primeira vez.

— Distraída? — eu ouvi a voz carregada de sotaque ao meu lado.

Cristiano sentou-se no espaço vazio do sofá, de braços cruzados sobre seu peito e me encarando com um olhar terno.

O português sempre me tratou como uma irmã mais nova, me encaixou em sua família e me repreendia todas as vezes que eu dizia não fazer parte dela. Cristiano, desde que começou a namorar com a minha irmã, me tratou normal e com carinho. Ele era mesmo uma ótima pessoa, e eu confiaria a minha vida à ele de olhos fechados.

— Pensando no Paulo? — perguntou, então eu assenti sorrindo de lado.

— Aconteceu tudo muito rápido, mas eu me sinto tão bem com ele — eu repousei meu rosto em seu ombro, ouvindo-o rir baixinho.

— É o que o amor faz, Nina — ele disse e soltou um suspiro — O Paulo é um ótimo rapaz, vocês sabem que eu apoio vocês dois.

— É, eu sei. Obrigada, Cris — eu sorri — Ele... Pode vir aqui hoje?

— Que tipo de pergunta é essa, Nina? Eu já não disse que você está em casa?! — ele disse, e mesmo que não pudesse ver, sabia que ele revirava os olhos — É óbvio que ele pode!

— Eu não me sinto confortável em trazê-lo aqui antes de perguntar pra você — eu dei os ombros.

Ficamos em silêncio. Eu ainda com o meu rosto em seu ombro, sentindo meu rosto mexer-se conforme o português respirava. Fechei os olhos, suspirando fundo e aproveitando a sensação de me sentir tão bem comigo mesma. Algo que não acontecia desde o acidente.

— Você vai mesmo voltar pra Espanha? — ele perguntou.

— Eu não sei — eu sussurrei — O meu coração aperta só de pensar em deixar vocês. Eu amo a Espanha, mas eu me sinto bem aqui.

— Então fica, Nina. A casa é gigantesca, você pode ficar com a gente — ele disse. Neguei com a cabeça.

— Eu não quero incomodar você e minha irmã, Cris — eu disse.

Guria, eu vou te dar uns tapas — ele disse, me fazendo rir — Você não incomoda, tira isso da sua cabeça. Fica com a gente, Nina. Eu aposto que o Paulo vai adorar.

— Ele nem sabe que eu ainda preciso voltar pra Espanha. Não comentei com ele ainda, não tive coragem — eu disse.

— Você não precisa voltar — Cristiano disse.

Eu me afastei dele, fitando o seu rosto.

— Nina, você sabe que a gente te ama. A sua irmã adora te ter por perto, o Júnior e os bebês te amam. Eu gosto da sua companhia também. É uma decisão sua, eu sei, mas se você quiser ficar, será muito bem recebida — ele garantiu, sorrindo de lado.

— Obrigada, Cristiano — eu sorri também — Mas eu ainda preciso pensar sobre isso, ok?

— Tudo bem — ele concordou, então se levantou do sofá — Eu vou ir olhar os bebês. Chame logo o seu namorado.

Concordei com a cabeça, vendo Cristiano sumir da sala em questão se segundos. Suspirei fundo mais uma outra vez, pegando o meu celular ao meu lado e digitando uma mensagem para o Paulo:


"Vai fazer alguma coisa hoje? – me"


Felizmente, Paulo me respondeu de imediato.


"Não, babe, mas estou a sua disposição. Está pensando em algo? – Paulo"

"Eu quero te ver, mas não quero sair de casa haha – me"

"Preguiçosa mesmo, hein – Paulo"

"Nem pra ver o homem da sua vida tem disposição, Nina :( – Paulo"

"Para de ser dramático, Dybala ~ emoji rindo ~ – me"

"Vem logo! – me"

"Por favor, amor :) – me"

"Pedindo desse jeitinho não tem como eu negar – Paulo"

"Eu já chego ai, minha princesa – Paulo"

"Vou esperar você :) – me"


Larguei o meu celular, deixando um sorriso rasgar o meu rosto. Peguei o aparelho outra vez e me levantei, subindo para o meu quarto. Eu não fiquei nem vinte minutos esperando que o Paulo chegasse, e logo ouvi-o bater na porta. Me levantei da cama sorrindo e abri, vendo o argentino encostado no batente, com um boné para trás e um sorriso no rosto.

— Oi! — eu fiquei na ponta dos pés para abraçar ele.

— Oi, meu amor — ele beijou a minha bochecha algumas vezes — Eu trouxe uma coisa.

— Paulo... — eu me afastei do meu namorado para encará-lo — Eu já disse que...

Não precisa gastar o seu dinheiro comigo — ele afinou a voz na tentativa de imitar a minha, me obrigando a rir.

— Idiota — neguei com a cabeça e ele riu também.

— Eu já sei, Nina. Mas eu gosto de ver você sorrindo desse jeito — ele repousou sua mão no meu rosto, selando os nossos lábios brevemente — E de qualquer forma, eu não gastei um centavo.

Eu revirei os olhos, mantendo o meu sorriso e o puxando para dentro, fechando a porta logo depois. Quando me virei, Paulo já estava sentado na minha cama, tirando os seus sapatos e jaqueta. Eu me aproximei, sentando na minha cama com as pernas cruzadas e de frente para o jogador, vendo-o se virar pra mim logo. Do seu bolso, Paulo tirou um CD do Bruno Mars, o que me fez franzir o cenho e rir baixinho.

— Me empresta o seu notebook — pediu.

Eu me estiquei para pegar e entreguei, vendo-o abrir o CD e colocar para reproduzir. Levantou da cama, estendendo as mãos pra mim.

— Eu sei que quase mais ninguém usa CD's hoje em dia, e eu poderia muito bem colocar a música no Spotify pelo meu celular. Mas eu prefiro assim — ele disse rindo.

— O que você está aprontando, Paulo? — eu perguntei rindo leve e pegando em suas mãos.

Me levantei, sentindo ele puxar o meu corpo para mais perto do seu de uma maneira delicada.

— Vamos dançar um pouquinho, mi amor — ele sorriu.

— Não sorri assim pra mim — eu pedi franzindo o nariz.

— Como? Assim? — ele sorriu outra vez.

Droga, ele era tão bonito. Eu nem sabia se o merecia mesmo.

Eu não respondi, apenas revirei os olhos enquanto Paulo segurava a minha cintura firme. Aos poucos, o som de Just The Way You Are de Bruno Mars começou a invadir o meu quarto. Eu continuava confusa com a vontade espontânea do Paulo de dançar, mas não disse nada, enquanto argentino começava a cantar junto com Bruno;

Oh, her eyes, her eyes make the stars look like they're not shining. Her hair, her hair falls perfectly without her trying. She's so beautiful, and I tell her everyday — ele cantava baixinho, mantendo o seu sorriso e os olhos verdes grudados nos meus.


(Oh, os olhos dela, os olhos dela

Fazem as estrelas parecerem que não têm brilho

O cabelo dela, o cabelo dela

Recai perfeitamente sem ela precisar fazer nada

Ela é tão linda

E eu digo isso pra ela todo dia )


Yeah, I know, I know when I compliment her she won't believe me. And it's so, it's so sad to think that she don't see what I see. But every time she asks me, do I look okay. I say... — Paulo continuou, colando as nossas testas.


( Sim eu sei, sei

Quando eu a elogio, ela não acredita

E é tão, é tão

Triste pensar que ela não vê o que eu vejo

Mas sempre que ela me pergunta se está bonita

Eu digo )


Eu começava a perceber a intenção de Dybala ao trazer o CD e cantar aquela música baixinho, enquanto os nossos corpos se moviam lentamente e em perfeita sincronia. E aquilo fazia os meus olhos marejarem.

When I see your face, there is not a thing that I would change. Cause you're amazing just the way you are. And when you smile, the whole world stops and stares for a while. Cause, girl, you're amazing just the way you are, hey — Paulo cantou baixinho e fez uma pequena pausa para deixar um beijinho na ponta do meu nariz e limpar uma lágrima que descia em minha bochecha.


( Quando eu vejo o seu rosto

Não há nada que eu mudaria

Pois você é incrível

Do jeito que você é

E quando você sorri

O mundo inteiro para e fica olhando por um tempo

Pois, garota, você é incrível

Do jeito que você é, ei )


A música continuou, e Paulo continuava com um sorriso no rosto, mesmo que agora só cantasse algumas partes da música. Contudo, eu conseguia entender perfeitamente que Paulo tentava acabar com toda a minha insegurança que ainda existia comigo mesma, e que às vezes até atrapalhava a nós dois.

Paulo era realmente alguém incrível. E era como um anjo pra mim.

Oh, you know, you know, you know I'd never ask you to change. If perfect's what you're searching for, then just stay the same. So don't even bother asking if you look okay, you know I'll say — Paulo sussurrou a música por uma última vez.


( Oh você sabe, você sabe

Você sabe que eu jamais pediria para você mudar

Se a perfeição é o que você busca

Então continue a mesma

Então nem se preocupe em perguntar se você está bonita

Você sabe que eu vou dizer )


E por mais que a música ainda não tivesse acabado, ele distanciou um pouco os nossos rostos, segurando o meu entre suas mãos quentinhas e selando os nossos lábios brevemente, algumas vezes.

— Nina, eu sei que você precisa voltar pra Espanha logo. E eu sei que você tem medo de tudo isso por conta de toda a insegurança que você carrega — ele disse e suspirou fundo — Mas, caramba, você precisa ficar aqui. Comigo, eu preciso de você por perto, Nina.

— É muito arriscado — eu sussurrei, fechando os olhos por poucos segundos, tentando não fitar seus olhos verdes que certamente me fariam voltar atrás.

— O que é arriscado? Me verem com você? Nossos nomes serem associados juntos na mídia? Descobrirem que estamos juntos? Nina, eu seria o cara mais feliz do mundo se pudesse dizer pro mundo todo que eu te amo e que você é minha namorada — Paulo disse.

O meu coração falhou bruscamente naquele momento, me fazendo engolir em seco e prender um sorriso que queria crescer em meus lábios.

— Olha pra mim, Paulo. Não é isso que o mundo espera de você — eu disse.

— Eu não me importo com o que esperam de mim. Eu olho pra você e vejo tudo o que eu preciso. Nina, não faz isso com nós dois. Você sabe que ficar na Itália é a melhor opção. Eu sei que você está assustada com como tudo isso pode acontecer, e como o mundo pode ser cruel, mas eu te amo. E é o que importa. O resto, a gente passa por cima. Juntos — ele disse, tornando a pegar em minhas mãos — Eu não sei o que você fez comigo em poucas semanas, mas eu não quero ficar sem você. Então, fica, Nina. Você pode morar comigo, se quiser.

Eu ri baixinho com o seu pequeno desespero, vendo ele revirar os olhos e sorrir de lado.

— Eu aqui todo preocupado que você me deixe, e você rindo de mim, não é?! — ele negou com a cabeça.

— Às vezes eu acho que não te mereço, Dybala. Você é muito mais do que eu poderia pedir um dia, sabia? — eu sorri, fitando as nossas mãos grudadas — Tudo bem. Eu fico. Eu também não quero ficar sem você e... Eu já tinha conversado com o Cristiano. Ele me deixou ficar aqui.

— É sério? — ele abriu um sorriso enorme, me fazendo assentir empolgada — Isso!

Senti os seus braços ao redor da minha cintura, me tirando do chão e me fazendo agarrar em seus pescoço com o susto e rir abertamente, enquanto Paulo girava os nossos corpos.

— Então, eu acho que agora eu já posso oficialmente dizer que você é a minha namorada — ele disse.

— Eu já falava pra minha mãe que você é o meu namorado, Paulo — eu cruzei os braços, vendo ele rir.

— Eu também! Mas... — ele levou a mão ao bolso, tirando um anel de compromisso.

Pegou a minha mão, e não me deixando nem dizer nada – e eu também não saberia o que dizer –, encaixou o anel no meu dedo, então beijou a minha mão.

— Agora é oficial — ele disse — E eu te amo.

— Eu te amo muito mais. Obrigada — eu disse e o abracei outra vez.

Claramente os braços de Paulo era o meu mundo. E o meu mundo não poderia ser mais incrível e bonito. 


Notas Finais


comentem, ok? e se quiserem uma parte quarto, é só pedir ❤

até logo, meus bebês! :)


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