História Complexo - Capítulo 14


Escrita por:

Postado
Categorias Boku no Hero Academia (My Hero Academia)
Personagens Eijirou Kirishima, Izuku Midoriya (Deku), Katsuki Bakugou, Shouto Todoroki
Tags Bakudeku, Bakugou X Midoriya, Lemon, Todokiri, Todoroki X Kirishima
Visualizações 203
Palavras 2.810
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Estupro, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olha quem voltou com mais um capitulo dessa fic que faz vcs ficarem loucos(a)!
Um capitulo muito esperado depois de um pausa grande, né?
Espero que atenda suas expectativas, se não, fazer o que né? Vai ficar por isso mesmo rs
Sem enrolação, tenham uma boa leitura!

Capítulo 14 - Sentimentos em alerta


 

- I-Isso não é o que parece! E-Eu posso explicar! – Disse cobrindo-se com o casaco. -

- Explicar o que? Claramente você está sofrendo abuso sexual! Foi seu irmão quem fez isso?! – Questiona Shoto em alarde.

- B-Bem... sim. – Gaguejava envergonhado evitando o olhar do bicolor.

- Sabia! Temos que informar a polícia imediatamente! O que ele fez com você, pode ter feito com outra pessoa. – Dito pegando o celular.

- Não faça isso! – Correu até o amigo o impedindo de ligar. – Não podemos chamar a polícia!

- E por que não? Está obvio que você precisa de ajuda urgente-

- O Kacchan não fez nada de errado! – Esbraveja segurando o braço do amigo. – Fui eu quem quis isso!

Shoto olha-o incrédulo. Sua voz não conseguia sair, em pensar que esse tempo todo, aqueles dois tinham uma relação além de irmãos.

- Nós...hn... transamos... – Sussurrou sentindo a vermelhidão tomar conta de seu rosto.

- Vocês... não são irmãos? – Retruca Todoroki surpreso com a confissão.

- Somos...  mas eu fui adotado pela família do Kacchan quando meus pais morreram. Sempre fomos próximos quando crianças, até.... – Se cala virando-se de costas sentindo seu corpo tremer. Abraçou a si próprio.

- Midoriya... – Aproxima-se hesitando em abraçá-lo, então pousou a mão em seu ombro virando-o para si.

- Desculpe... e que esse assunto é muito delicado para mim. Só de lembrar, sinto o medo consumir meu corpo... – Sussurrava com a voz chorosa.

- Sinto muito por te fazer lembrar. Vamos esquecer isso e...

- Não. –O interrompeu. – Você merece a verdade. Vou lhe contar tudo.

Assim eles se sentaram na cama e Izuku contou tudo o que lhe aconteceu em sua infância. Aos sete anos tinha sido estuprado, como havia ficado depois desse acontecimento horrível, que o assombra até hoje. Chegando à parte em que Katsuki havia o salvado lutando contra o estuprador. Claro, que depois disso, Midoriya não se lembrava muito, pois tomava remédios para controlar sua crise naquele tempo. Tudo que ele contava, foi relatado de sua mãe. Shoto nunca podia imaginar o que seu amigo de infância tinha passado. Ele sentia-se um inútil por não ter percebido nada.

Com muita vergonha, o esverdeado também contou o motivo do loiro ter sido expulso de casa pelos pais. A culpa ainda pairava em sua mente. Só de lembrar da falta que Bakugou fez, o coração do menor doía. Ele definitivamente não queria deixá-lo.

- .... e foi isto que aconteceu naquela noite. No dia seguinte, eu não tive notícias dele, minha mãe tentava me convencer que meu irmão estava doente, e que ele não queria fazer aquilo comigo. Por isso tinha embora sem ao menos se despedir de mim. – Explicava olhando para os próprios pés inquieto e com medo. – Eu me senti horrível quando aquele homem me tocou, mas naquela noite...eu não senti desse jeito quando beijei o Kacchan. Comecei a chorar, quando olhei para cima e vi a imagem do estuprador. Eu gritava, chorava e esperneava, como foi naquele dia. Por causa disso, eu fiz meu irmão ser expulso...foi tudo culpa minha! Se... se eu não tivesse feito aquilo...! – Soluçou tentando engolir o choro, mas desabou em lágrimas.

O bicolor ouvia parte da sua história com o coração em mãos. Não sabia o que fazer, muito menos dizer. Ver Midoriya desabar em lagrimas de dor, despertava o sentimento de protegê-lo. Mas, não queria aproveitar da vulnerabilidade do amigo. Ignorando a voz em sua cabeça, ele desceu da cama ajoelhando-se de frente ao esverdeado.

Com um toque suave, Shoto pousou suas mãos em cima das de Izuku. Este surpreendeu-se levantando o olhar para o bicolor a sua frente.

- Por quê? Por que não está se afastando ou me xingando...? Eu sou uma pessoa suja! – Gritava com a voz embargada pelo choro. Seus olhos vermelhos, molhados e sofridos.

Todoroki riu anasalado fazendo o esverdeado se calar, surpreso. Ainda com as mãos sobre as deles, apertou de leve e deu seu melhor sorriso fixando seu olhar com seu amigo.

- Não tenho motivos para sentir repulsa de você, Izuku. Eu fico muito feliz em ter sua amizade, ainda mais confiando  em mim.  – Disse com a voz suave. - Não tem nada de errado ser você. Enquanto eu estiver ao seu lado, não deixarei ninguém dizer ao contrário. – Acariciava as mãos do menor.

- Shouto...! – Choramingou criando lágrimas. Abraçou o bicolor que correspondeu carinhoso.

“Eu fui um idiota por não ter me confessado antes para você. Mas, agora sei que somos iguais. Porém, não compartilhamos os mesmos sentimentos... não ficarei arrependido. Por que é você quem precisa de mim agora.” – Deslizou a mão para os cabelos esverdeados, onde fazia um leve carinho, enquanto Izuku deixava toda sua dor sair pelas lagrimas quentes que molhavam o ombro de Shoto.  

Depois daquele desabafo, Midoriya ficou cansado. Todoroki sugeriu que ele dormisse um pouco para descansar os olhos e a mente. Agora, o esverdeado encontrava-se deitado dormindo na cama do bicolor.

Shoto se aproximou e o cobriu. O menor virou de lado sonolento. Suas pálpebras estavam inchadas e levemente avermelhadas. Fez um leve carinho em seu rosto, logo se afastou. Os heterocromáticos avistaram a mochila ao lado da cama. Olhou novamente para Izuku conferindo se ele estava num sono profundo. Abriu a mochila silenciosamente, tirando de lá o celular do amigo.

Ele sabia que era errado bisbilhota as coisas dos outros, ainda mais do seu melhor amigo. Só que o bicolor não tinha escolha. Desbloqueou o aparelho indo direto nas mensagens de texto. Encontrou algumas conversas de ambos, deslizou mais para baixo achando uma conversa mais recente de um contato com nome peculiar. Quando seus olhos pousaram naquele nome, ele já sabia quem era.

“Kacchan? Então, esse é o irmão mais velho do Izuku.” – Abriu o contato sem foto, apenas o “apelido” e o número do celular. Rapidamente Shoto retirou o seu telefone do bolsou para salvar o contato daquele homem. Feito isso, ele fechou todas abas guardando o aparelho novamente na mochila fechando-a.

“Vamos ver se eles têm mesmo uma relação junto ou esse cara está chantageando Izuku. Vou tirar com as minhas próprias conclusões encontrando-o.” – Pensou convicto guardando o celular.

A manhã dos garotos passou rapidamente. Depois que Midoriya acordou morrendo de fome, os meninos almoçaram, logo foram jogar, assim chegando ao final da tarde. O céu lá fora estava escuro quando Izuku olhou pela janela, deu um grande suspiro.

- Preciso ir para casa. – Murmurou cabisbaixo juntando suas coisas em sua mochila.

Shoto o observava pegar a mochila e por nas costas com o semblante chateado. Realmente ele não deixava transparecer suas emoções. Com um pequeno sorriso, Todoroki o acompanhou até a entrada de sua casa, onde ambos se despediam.

- Bom, até amanhã. – Disse o esverdeado sorrindo mínimo.

- Até... – Respondeu o bicolor com um aceno.

Midoriya virou-se saindo pela porta. Todoroki acompanhou sua silhueta até o fim do quarteirão. Seu peito pesava, seria arrependimento?

“Talvez...” – Pensou suspirando com pesar. “Poderia ser que um dia meus sentimentos seriam correspondidos?” – Fitava a tela do celular, onde estava o contato de Katsuki.

“Nunca saberei se não arriscar.” – Minimizou a tela colocando o celular de volta no bolso, e entrou em casa.

 

 

Chegando em casa, Izuku deu de cara com seus pais na sala assistindo um programa. Ao ver o filho entrar, a mãe já veio em cima dele.

- Devia ter ligado avisando que ficaria até tarde na casa de Todoroki. Estava morta de preocupação! Imagine se estivesse acontecido alguma coisa?! Deus nos livre! – Falou a mãe fazendo drama.

- Mas eu estava apenas jogando... – Murmurou baixo por estar sendo repreendido.

- Não quero saber, com quem está ou onde está, se bancar o E.T. e ligar para casa! – Repreendeu a loira irritada. – Agora vá se lavar e deitar-se para dormir, porque amanhã tem escola!

- Tudo bem, mamãe. Me desculpe. – Respondeu acanhado de cabeça baixa passando pelo pai sentado no sofá e subindo para seu quarto.

- Precisava disso tudo mesmo, Mitsuki? – Falou o pai olhando-a. – O menino só estava jogando com um amigo na casa dele, o que isso tem de mal?

- Agora vai dizer que exagerei? Ele não dormiu em casa e nem veio no dia seguinte, ficou praticamente o dia inteiro sem me avisar. Se não fosse o amigo dele, como saberia onde estava? -Argumenta a mãe. O Pai rolou os olhos.

- Ele é jovem. Deixo-o sair com seus amigos, você não pode mantê-lo em casa para sempre. Izuku está crescendo e precisa de espaço para viver sua vida. – Contra argumentou. O semblante da loira mudou para tristeza. – Vem cá.

Ela sentou-se ao lado do marido novamente. Ele abraçou-a lhe dando um beijo na testa.  

- Só precisamos confiar no nosso filho. Izuku é um bom menino. Agora para de se preocupar, e vamos voltar a ver o programa. – Aconselhou fazendo caricia na loira. Esta enfim relaxou um pouco voltando sua atenção a TV.  

 

No quarto, Midoriya jogava sua mochila no chão e seu corpo na cama. Abraçou o travesseiro aborrecido. Se perguntava por que sempre vivia recebendo bronca de sua mãe? Por qualquer coisa que mínima que ela achava errado ou não ser bom para ele, a loira o afastava de tudo e de todos, o deixando insolado.

Tinha sorte dela não ter obrigado a cortar os laços com Todoroki, pois ele foi o único amigo que permaneceu depois de tudo. Ou seja, Izuku era escravo, não poda fazer nada que quisesse, mesmo tendo tudo, mas no final sobrava apenas a solidão que foi preenchida pelo Kacchan e Shoto.

As únicas pessoas que o entendiam, e aceitavam ele do seu jeito, não o repreendiam e nem diziam o que tinha de ser feito. Talvez por fato de o filho mais velho ter ido embora, a mãe investiu toda sua força no caçulinha para que não crescesse e nem acompanhasse o mesmo caminho do outro. Izuku sofria muita pressão em relação a isso, porém ele não deixava transparecer para os pais. Por isto, ficar fora de casa sem notar o tempo passar, estava sendo divertido para ele. Ainda mais, com o loiro.

Ligeiramente suas bochechas rosaram. Mesmo sua mente achando de certa forma errada relacionar-se com seu irmão mais velho, seu corpo sentia outras coisas toda vez que estava com ele. Sentia-se livre, podia ser ele mesmo. Por isso não via a hora deles se encontrarem amanhã depois das aulas. A empolgação era nítida em seu rosto, pegou o celular na intenção de mandar uma mensagem, o aparelho vibrou na sua mão o assustando e quase deixando cair no chão. Quando viu a mensagem recebida de Kacchan, seus dedos a prontamente clicaram abrindo o aplicativo, assim lendo.

#E aí Ovelhinha como está nesta noite fria?

“Por que ele fica me chamando assim?” – Pensou escrevendo a resposta.

#Boa noite! Estou bem, apesar de estar com frio. E você?Enviou, logo recebendo a resposta. Seu rosto avermelhou ao ler.

#Com saudades de dormir nu agarrado a você. – Midoriya mordeu o lábio sentindo um arrepio percorrer seu corpo só de lembrar as noites quentes de ambos. Meio hesitante ele respondeu a mensagem.

#Eu também estou. – Do outro lado da linha, Katsuki sorriu malicioso. Seu mastro endurecido, pegou o celular e tirou um nude e mandou.

Izuku arregalou os olhos e tampou a boca pois quase gritou surpreso. A foto mostrava o pau duro e veiudo. Em baixo tinha uma legenda: #Isso é sua culpa. Vai assumir a responsabilidade? O esverdeado não sabia o que escrever, quando uma chamada de vídeo iniciou o celular vibrando em seus dedos, ele acabou aceitando.

A tela se abriu e nela aparecendo o rosto do loiro. Ele estava sem camisa, suas calças abaixadas deixando apenas seu mastro ereto a mostra. Izuku quase deixou o aparelho cair. Katsuki gargalhou com o desespero do menino.

- Se assustou com o tamanho? – Falou brincando. O rosto de Izuku pegava fogo.

- Por que faz isso? Já pensou se alguém aparecesse na hora? – Sussurrou através do celular nervoso. Bakugou sorriu malicioso.

- Desculpe, ele só queria dar um oi. – Jogou piadinha rindo da cara envergonhada do menor.

- Não tem graça! – Respondeu desviando os olhos envergonhado.

- Mesmo com vergonha, você está duro. – Disse apontando para o volume da calça de Izuku. – Podemos nos masturbar juntos.

 Sem esperar uma resposta, Bakugou posiciona o celular em seu criado mudo e se ajoelha na cama mostrando todo seu corpo nu para Izuku. O esverdeado reprimiu-se sentindo seu pau pulsar. Sabendo disso, o loiro começa acariciar o próprio membro com a mão direita lentamente subindo e descendo. Com o calor intenso tomando seu corpo, ligeiramente Midoriya coloca o aparelho entre seus travesseiros, retira a calça junto a cueca ficando de quatro; segurou seu mastro duro e pingando gozo começando a se masturbar no ritmo de Katsuki.

O loiro deliciava-se com as expressões de prazer do menor, mordendo os lábios para não sair nenhum gemido, o modo como o olhava desejando-o ali mesmo. Katsuki contraia os músculos, suspirando pesado, ele massageava as bolas imaginando o pequeno chupando-o deliciosamente e brincando com seus testículos. Isso só o deixou ainda mais excitado e próximo de gozar.

Izuku não queria confessar, mas seu corpo inteiro pedia para ser tocado por Bakugou. Suas mãos grandes e fortes passeando, os barulhos molhados de seus dedos entrando e saindo alargando seu orifício. Aquele pau enorme que estimulava, desejava fortemente dentro de si. Ao imaginar, seu cuzinho até piscava pedindo para ser violado. Então, com os dedos melados, Midoriya enfiou dois de uma vez masturbando enquanto a outra mão subia e descia sem parar. Mordia o lençol da cama para não deixar os gemidos escapar.

O suor tomando conta de ambos, a sensação de gozar estava próxima, quando Izuku escutou passos subindo as escadas. Em questão de segundos ele gozou forte pingando na tela do seu celular, e por relance viu Katsuki chegar ao ápice deixando uma quantidade generosa sair da fenda de seu pau, antes do menor desligar o celular rapidamente se enfiando debaixo das cobertas.

Mitsuki abriu a porta encontrando o quarto acesso. De primeira achou estranho, se aproximou da cama e se surpreendeu ao ver o filho todo enrolado nas cobertas com os olhos fechados dormindo tranquilamente. Pensou que o filho estivesse estudando e só dormiria um pouco mais tarde, porém sua intuição estava errada.

 – É bom que descanse bastante. Boa noite, Izuku. Durma bem. – Desejou beijando o topo da cabeleira verde.

Se virou apagando a luz do abajur e saiu do quarto fechando a porta devagar para não acordar seu anjinho. Midoriya ofegou, e olhou para suas mãos meladas, assim como seu pau repleto de gozo. Respirou várias vezes tentando acalmar-se. O medo de ser pego pela mãe, era tão grande que prendeu a respiração para ela não notar o nervosismo.

Se descobriu sentando-se na cama, abriu a gaveta do criado mudo pegando alguns lenços umedecidos. Limpou as mãos e o seu pequeno amigo, também seu celular que estava sujo. Depois retirou seu uniforme e colocou no cesto de roupa suja, pegou uma muda de roupa limpa e cueca vestindo-as. Ligou o celular na esperança de ver Katsuki online, porém seu ícone estava offline. Sentiu-se culpado por ter desligado em seu cara. Mas tudo foi tão rápido! E tão bom ao mesmo tempo...

Nunca imaginou ter feito algo assim antes. Foi prazeroso e perigoso ao mesmo tempo. E se tivesse sido pego no flagra por sua mãe? Izuku nem queria pensar nisso!

“Antes de dormir, vou mandar uma última mensagem.” – Ansioso e o mesmo tempo envergonhado, o menor teclava rápido escrevendo sua mensagem, logo enviando-a. Sorriu guardando o celular e se deitando na cama para dormi, pois amanhã seria um dia cheio de emoções.

 

Do outro lado da cidade. Katsuki saia do banho enxugando os cabelos depois de uma boa ducha. O sorriso malicioso não sabia de seus lábios, toda vez que a imagem de Izuku se masturbando em frente a câmera. Um arrepio de excitação subia pela sua virilha.

Caminhou de volta para seu quarto, se jogou na cama com toalha e tudo. Pegou seu celular para verificar se havia alguma mensagem, e para sua surpresa tinha recebido uma. Clicou abrindo-a, conforme lia as três linhas, seu sorriso aumentava; mas um sorriso sádico, desejoso, cheio de segundas intenções.

Mensagem from Ovelhinha: “Eu amei a noite de hoje. Podemos repetir o que fizemos hoje, amanhã? Estou ansioso para te encontrar.”

- Já que ele quer diversão. Eu vou lhe dar. – Se levantou indo até seu armário.

Abriu ambas portas do arsenal de seus “equipamentos”, sua imaginação projetava em sua mente o cenário da sua diversão. Retirou algumas coisas colocando dentro de sua mochila. Obviamente não pretendia usá-los aqui, e sim em um lugar diferente, excitante e talvez um pouco perigoso que vá surpreender seu pequeno cordeirinho.   

 


Notas Finais


Gostaram?! Odiaram?! Comentem para eu saber!
Então foi esse capítulo, pessoal!
Até a próxima atualização!
Beijocas!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...