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História Complications in love - noren - Capítulo 21


Escrita por: e yanglips


Notas do Autor


boa leitura ^^
três horas da manhã e eu atualizando pq tem nada pra fazer :)

Capítulo 21 - Vingt et un


Jeno pegou as malas e as encheu com o necessário de Renjun e suas coisas também. Pulou da janela com elas e correu para ver onde estava o seu ômega, seria difícil, mas Renjun não iria tão longe com um desconhecido, ou iria?

Quando sentiu o cheiro do mais baixo, olhou para o lado e viu uma casa grande e bonita, era bem decorada mas não importava no momento. Jeno bateu na porta e não demorou a ser atendido por uma mulher mais velha que estava vestida de empregada.

— O Renjun está? — Perguntou tentando ser educado.

— Sim, vou chamá-lo. — Sorriu simpática e andou pela casa, logo parando em um lugar e apontando para a porta. 

— Jeno? O que faz aqui? — Renjun o olhou de longe e correu até si. 

— Aqui, vamos viajar. — Sorriu largo. 

— Ai Jeno! Não inventa, vai. — Colocou as mãos na cintura. — Eu não vou a lugar nenhum com você. 

— Por favor, Renjun. Eu prometo que dessa vez vai dar tudo certo. Nunca ficamos juntos por causa das pessoas, mas dessa vez, eu juro pela minha vida que vou te fazer feliz, vamos viajar e ficar na casa antiga do meu pai, é um bom lugar apesar de quase sempre chover. Eu tenho uma vida aqui e uma família, mas agora eu estou maduro o suficiente para dizer que estou disposto a viajar com você e criar uma família com você. Eu sinto muito, por tudo,por todas as vezes que eu bati em você e que me descontrolei... Não vai se repetir.

— Como pode garantir, Jeno? Eu sou uma pessoa sensível e que precisa de muito amor, se eu implorar por sua atenção você vai se descontrolar e gritar comigo ou me bater. — Abaixou a cabeça, quase começando a chorar ali mesmo. 

— Me desculpa, por favor. — Se ajoelhou. — Eu prometo, prometo cuidar de você, e dessa vez ninguém vai nos atrapalhar.

— Eu seria idiota demais por te perdoar? — Riu com lágrimas nos olhos. 

— Eu faço o que você quiser, qualquer coisa mesmo, qualquer coisa. — O olhou. 

— Se você gritar comigo ou me bater eu posso te matar quando estiver dormindo? — Riu e Jeno riu junto. 

— Pode sim, corta meu bem mais precioso enquanto eu estiver dormindo, mas aceita ir comigo, eu já arrumei tudo. 

— Tudo bem, um minuto. — Correu para dentro da casa e depois voltou acompanhado de Yukhei.

O coração de Renjun era bom demais, não importa quantas vezes diga que não irá perdoar, no fim acaba se entregando para os olhinhos. 

— Tem certeza que vai ficar bem? — O chinês mais velho perguntou em chinês. — Se precisar de alguma coisa é só chamar e eu acabo com a vida dele.

— Obrigado, Yuk! Eu vou chamar sim. — Respondeu em chinês e Jeno revirou os olhos por não entender nada. — Obrigado por tudo, você é uma ótima pessoa, de verdade. — Abraçou o mais velho que sorriu e o apertou. 



—  Você está se sentindo bem? — Jeno perguntou preocupado ao ver que Renjun não ficava quieto no avião. 

— Medo, medo, medo. — Apertou os olhos e fechou as mãos. — Eu não sei se estou com mais medo da altura, se estou com medo de cair, se estou com medo de você me matar longe pra ninguém saber que foi você e não sei se é medo de você me deixar e eu ter que ficar lá sozinho sem ter como voltar, eu não me despedi dos meus irmãos...

— Eu mandei mensagem e eles disseram: cuida bem do nosso irmãozinho ou eu te procuro até no inferno pra cortar seu pau. Eu não sei qual o problema de vocês com o meu pau mas tudo bem, e disseram também que ama muito você.

— Será que vai dar certo, Jeno? — Renjun o olhou. — Eu sei lá, acreditei em você muito rápido, eu odeio ter um coração fraco. 

— Vai dar tudo certo, confia em mim. — Abraçou o Huang. — Eu prometo cuidar de você. 

— De verdade? Tipo, você jura que não vai me bater ou me fazer sofrer? — O olhou. 

— Sim, Renjun. Eu sei que pode ser estranho eu querer isso do nada, mas olha, eu pensei tanto nas coisas que eu fiz que se eu não desse um jeito de arrumar eu iria acabar me matando. — Explicou. 

— Merda, eu estou com mal pressentimento. Isso foi muito aleatório, eu preciso voltar pra minha casa Jeno eu não confio em você. — Se levantou.

— Senta aqui. — Riu. — O avião já vai sair, não se preocupe é por uma semana apenas, pode ser menos se você quiser. Pare de pensar nas coisas ruins.

— Nem tivemos tempos bons. — Cruzou os braços e Jeno riu.

— Então pense nas coisas que podemos fazer. — Propôs. — Aqui, um papel e uma caneta pra você dizer o que quer fazer por um dia inteiro. Escolha qualquer coisa e nós vamos fazer, hm? — Sorriu.

— Você pode falar que me ama? 

— Eu te amo, Renjun. Eu te amo muito mesmo, amo até mais do que um ser humano pode amar alguém. — Deitou no ombro do chinês que sentiu a sinceridade do Lee e sorriu abertamente. — Vou dizer quantas vezes for preciso.

{...}

— Johnny... — Jaehyun chamou o americano em um sussurro, sabia que o Seo tinha sono leve. — Você pode ir dormir comigo? 

— Estou cuidando do Ten, Jaehyun, vai no quarto do Taeyong. — Respondeu no mesmo tom. 

— Mas eu tive pesadelo, eu estou com medo, juro que foi o pior que eu já tive. — Johnny se virou e levantou com cuidado, saindo da cama assim que Jaehyun começou a andar. Jaehyun se lembrava de quando tinha pesadelos na infância e Johnny o abraçava para dormir bem outra vez. Com esse pesadelo eu não acho que tenha paz, mas quem sabe Johnny possa concertar isso. 

Jaehyun deitou na cama e Johnny o cobriu, logo se deitando também. 

— Desculpa por te tirar da cama a essa hora, eu fiquei com medo. — Abraçou o Seo. — Eu sonhei com a mamãe, ela estava pedindo ajuda porque o papai estava batendo nela... — Jaehyun ficava extremamente sensível quando se lembrava de seus pais. — Eu apareci, como naquela vez que eu jamais vou esquecer, o ursinho na minha mão e a chupeta na boca, ele me olhou e andou na minha direção. Minha mãe disse para ele não me machucar, mas ele não deu ouvidos a ela e me machucou...

— Não pense nisso, talvez o motivo do pesadelo é porque você pensa demais.

— Mas eu só penso em você, Johnny. Faz tempo que eu não penso nos meus pais, eu sinto falta da mamãe. — Jaehyun estava agindo como uma pessoa tão fofa, como lidar? 

— Tente pensar em outra coisa, pense no Taeyong, quem sabe você sonha que está tendo uma transa com ele? — Riu. 

— Você é um tarado. 

— Olha quem fala. — Olhou o Jung que negou com a cabeça. — Agora tente dormir, pense em coisas boas e terá um bom sonho, hm?

— Certo. Obrigado por ficar comigo. — Sorriu.

{...}

— Olha, eu fiz uma listinha que podemos fazer. — Mostrou o papel para o Lee que pegou para ler.

— Hmm, muito bem. — Sorriu ao checar as coisas. — Vamos chegar, dormir e amanhã fazemos tudo isso que está escrito aí. 

— Nós vamos chegar que horas? — Perguntou.

— Umas três da manhã talvez. — Tentou se lembrar de quando viajava com seus pais e quantas horas eram de vôo mas não se lembrava bem.

Renjun fechou os olhos e não demorou a dormir, estava um pouco cansado e o que Jeno fez foi admirá-lo e quase começar a chorar. Como poderia machucar aquela coisinha? Como chegou a esse nível que babaquice? 



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