História Con Calma - Capítulo 2


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Categorias Paolo Guerrero
Personagens Paolo Guerrero, Personagens Originais
Tags Futebol!, Internacional, Paolo Guerrero, Peru, Romance
Visualizações 58
Palavras 1.172
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Esporte, Festa, Hentai, Musical (Songfic), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Bom dia, meninas!

Muito obrigada pelos favoritos e comentários do prólogo, significa demais pra mim!!! Queria me desculpar desde já pela demora em postar esse, mas faz dias que escrevo e apago o capítulo, e ainda acho que não estou 100% satisfeita com ele.

Enfim, boa leitura!!!

Capítulo 2 - Capítulo 1


"I wanna feel your hands all over my body

So pull me in closer, 'cause I need you tonight

Feel my heart beating, now I'm burning for more

Am I flying or falling in your arms?"

- Você é a Beatriz? - Levei um susto ao ouvir a voz feminina me chamando. Estava tão concentrada desenhando um dos jogadores já durante o treino que nem percebi a aproximação dela.

- Sim, sou eu - Respondi com um sorriso e ficando em pé ao seu lado.

- Prazer, Ana - A loira platinada me cumprimentou com um beijo na bochecha - Faço parte da equipe de fotógrafos do clube e fiquei muito feliz quando fiquei sabendo da sua contratação! Já tem com quem almoçar?

- Ainda não, na verdade nem sei como isso funciona por aqui.

- Então vem comigo! - Ela disse me puxando pela mão - Vou te mostrar o CT inteirinho! Sabia que Marlon, desligado que só ele, iria te mostrar apenas sua sala e o campo onde os caras treinam.

Enquanto Ana me mostrava o CT, nós duas conversávamos animadamente e logo me dei conta de que ela, ao que tudo indica, seria uma ótima colega de trabalho, ou até mesmo uma grande amiga futuramente. Ela me levou até a academia, ao vestiário, ao "espaço zen" que era reservado para as pessoas que queriam um pouco de paz quando estivessem de folga e, por fim, me mostrou o refeitório, que era nossa parada final já que era hora do almoço e meu estômago roncando. Pegamos nosso almoço e nos sentamos em uma das mesas vazias.

- Todos os funcionários do clube se tratam em pé de igualmente e como se fossem uma família. É claro que os jogadores têm regalias, mas não se sinta intimidada por eles, eles são ótimas pessoas e vão fazer você se sentir muito à vontade aqui dentro - Conforme ela explicava, pude ver que os jogadores chegavam aos poucos ao refeitório.

- Se eu te contar um negócio você promete que não vai rir? - Perguntei.

- Atenta!

- Eu sou extremamente leiga quando o assunto é futebol, não sei o nome de nenhum dos jogadores!

- Tá zoando? - Ela riu levemente - Nós vamos resolver isso já! - Ana virou-se para alguns jogadores que se serviam e os chamou - Nico! Sentem com a gente! - O jogador assentiu e passou a mensagem aos que estavam junto dele, que no caso eram um moreno dos olhos castanhos, um com os olhos azuis e o outro cheio de tatuagens e com cara de mau que eu tinha visto mais cedo.

- Fala, meninas! - Nico disse animado enquanto se sentava ao meu lado - Muito prazer, moça, me chamo Nico! - Afirmou gentilmente se apresentando - Estes são Cuesta, Sobis e Guerrero.

- Olá, meninos - Cumprimentei um tanto quanto tímida e com as bochechas vermelhas por sentir novamente o olhar do tatuado sobre mim.

- Cuidado com ficar andando com essa daí - Sobis disse apontando para Ana - Vai te desvirtuar - Enquanto o resto da mesa ria, Ana olhava incrédula para ele fingindo que estava ofendida.

Engatamos numa conversa animada e foi justamente como ela havia dito, em poucos minutos de conversa eu já estava me sentindo a vontade com a presença deles, inclusive de Guerrero que, apesar de ter aquela cara de marrento, tinha se mostrado um cara tão legal quanto os outros, o que tinha sido uma ótima surpresa.

O resto do dia correu tranquilamente e eu estava feliz que apesar do meu nervosismo no início da manhã, tudo tinha dado certo, feito novas amizades e já me sentia mais confortável tanto com o ambiente de meu novo trabalho, quando com as pessoas que eu veria todos os dias.

Finalizei alguns desenhos que eu tinha feito durante a tarde, organizei minha sala, peguei minhas coisas e fui embora satisfeita com meu primeiro dia. Caminhei calmamente pelos corredores até a saída do CT e assim que cheguei à entrada pedi um uber para ir embora, apesar de ter carteira de motorista há anos, ter um carro nunca foi um sonho para mim, na minha visão, carro era sinônimo de despesa.

- Bia! - Olhei para minha esquerda e vi que Guerrero vinha em minha direção - Está esperando alguém?

- Não, quer dizer, chamei um uber que deve chegar logo - Ele tinha acabado de tomar banho e o cheiro de seu perfume estava invadindo meus pulmões, me dando vontade de grudar em seu pescoço instantaneamente.

- Não quer carona? Posso te levar até sua casa.

- Não, não precisa, já ele chega aí.

- Por favor, eu faço questão, é perigoso ficar sozinha aqui essas horas.

- Tudo bem - Cedi e cancelei o uber. Suspirei enquanto o seguia até seu carro preto, imaginando como seria o trajeto até minha casa sozinha ao lado daquele homem maravilhoso.

Entramos no carro - que era muito bonito por sinal - e expliquei onde ficava meu prédio para ele. 

- Por que seu namorado não vem te buscar? - Perguntou assim que o assunto que conversávamos antes terminou.

- Namorado? Eu não tenho namorado - Ri e pude ver um brilho diferente nos seus olhos com a minha resposta - E você? - Perguntei para evitar que ficássemos num silêncio constrangedor.

- Faz um tempo que estou sozinho -  Respondeu e voltou a prestar atenção na estrada.

Devo confessar que eu tenho uma pira estranha por homens dirigindo, pra mim é algo extremamente charmoso e naquele momento eu estava me controlando ao máximo para não ficar observando-o descaradamente. O braço esquerdo apoiado no encosto da porta do carro, a mão direita segurando firmemente o volante no carro, me permitindo uma visão privilegiada de suas tatuagens e aquela cara de mau que eu JAMAIS vou superar.

- Você mora com seus pais? - Fui retirada de meus devaneios com sua pergunta.

- Ah, não - Neguei - Eu vim do Paraná - Sorri - Na verdade faz apenas duas semanas que estou em Porto Alegre, me mudei exclusivamente para trabalhar no Inter.

- Somos dois sozinhos aqui então - Ele sorriu - Já teve tempo de conhecer a cidade?

- Ainda não, desde que cheguei eu só tive tempo de correr atrás de organizar minha mudança e a documentação pra entrar no clube.

- Bom, eu ainda não conheço tudo por aqui, mas se quiser eu posso te levar pra conhecer alguns lugares... Ou quem sabe conhecer novos lugares juntos também - Vi que ele parecia se atrapalhar com as palavras, mas eu estava preocupada que ele pudesse ouvir meu coração disparado a milhão por hora com o convite inesperado.

- Se não for te atrapalhar, eu aceito - Respondi e recebi um sorriso de lado em aprovação.

- Bom - Ele iniciou enquanto parava em frente ao meu prédio - Que bom que aceitou, porque agora que eu sei onde você mora você não vai se livrar de mim tão fácil.

 


Notas Finais


Música do capítulo: Heaven - INNA

O que acharam?


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