História Condemned - Capítulo 12


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Anjos, Demonios, Dirty Talk, Exilados, Guerra, Hot, Jungkook, Longfic, Romance Sobrenatural, Sobrenatural, Taehyung, Threesome
Visualizações 11
Palavras 1.693
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, Mistério, Misticismo, Poesias, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Obs: Capítulo feito com meu esforço junto com um bloqueio criativo entonnnn deem amor à ele, porque em breve vai começar as tretas.

Os poemas são interligados aos capítulos porém não estão na ordem cronológica da história. Em todos eles tem um spoiler de algum capítulo podendo ser o anterior ou o posterior 😏

Capa maravicherry e linda da minha fic. @MochiDesigner

Boa leitura 🌈

Capítulo 12 - Inferno frio


Fanfic / Fanfiction Condemned - Capítulo 12 - Inferno frio

"De tudo, ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.

Quero vivê-lo em cada vão momento

E em louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento.

E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama

Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure."


2° camada do Sheol

Narradora Pvo

Ele se sacode e abre os olhos aos poucos verificando se estava bem. Se levanta rapidamente e depois percebe que não há ninguém no pico da montanha cheia de pilares e macabras esculturas de gelo, um lugar bastante conhecido por ele, particularmente o melhor. Havia umas milhares dessas montanhas até onde sua vista alcançava, essa em particular parecia um castelo aberto dentro ficavam os chamados "abutres" que eram os demônios que cuidavam da condenação, nenhum demônio permanece no Sheol por muito tempo apenas eles chamavam de lar.

Se aproxima devagar até o precipício daquela montanha e olha para baixo. Por ele não se escutavam gritos nem murmúrios muito menos gemidos, apenas o som do silêncio.

Lá embaixo acontece a atrocidade, um vento tão forte arranca a carne das pessoas aos poucos, uma tortura horrenda que dilaceravam–lhe o rosto deixando em carne viva, eles gritavam por certo, mas nenhum dos que estavam no alto da montanha de gelo se dispunham a ouvir, para eles os gritos eram sileciosos e irrelevantes. O lago de gelo quase infinito embaixo dos pés dos condenados não tinha umazinha rachadura, e é colorido por um vermelho quase artístico, o vermelho do sangue dos que cometeram atrocidades. Espalhado pelo lago de gelo há pedaços de carne humana, que se reconstruia no corpo de cada um apenas para a ventania levar–lhe de novo. Cada camada havia uma dessas, específicas para cada pecado e com diferentes torturas.

As trevas se remexem dentro dele sussurando uma música infantil que combinava perfeitamente com aquela cena macabra. Ele ri se sentindo tão justo, e apreciando sua visão com a mão nos bolsos.

—My sweetie— a voz feminina se arrasta pela montanha fazendo um eco. Ele reconhece a voz melódica que já exalava volúpia. Continua olhando para baixo quando sente uma respiração quente no pescoço e mãos se direcionado para dentro de suas calças.

—Pare de brincadeiras Lilith!— ele ri e se vira para ela. A mulher tem lábios carnudos e vermelhos de onde trepidava de vez em quando a língua igual a de uma cobra, os olhos verdes e misteriosos, o corpo cheio de curvas, e o enorme cabelo preto, sua aparência daria medo se ela não fosse tão linda. Não era boba muito menos gentil, uma mulher fria e sem escrúpulos, que nunca fora enganada nem pelo próprio Lúcifer mas que fazia qualquer coisa pelo Kim.

—Eu que mandei eles te resgatarem, senão fosse por mim os arautos já teriam te matado— ela pisca e passa as grandes unhas vermelhas pelo rosto dele. Ele segura as mãos dela com força e ela faz uma carinha triste que enganaria qualquer um— Se você precisar de algo, pode me dizer Honey— ela diz dando um beijo em seu rosto e depois sorri indo em direção a boca passando a língua eroticamente pelo lábio do loiro, ele vira o rosto e mete–lhe um tapa forte na face e ela cai.

—Você é uma vigarista Lili, porém felizmente eu sou mais que você— menciona o apelido carinhoso que dera a ela...Lili— E eu não acho que ser carregado num saco de lixo seja tratamento especial.

—Seu canalha! Diabo maldito! É assim que me agradece? O que é agora? Estás fazendo voto de castidade?— ela vocifera com a fuça vermelha e se levanta espanando o vestido preto— Saiba que em um estalar de dedos eu posso te massacrar!

—Porque não faz isso Mon Amour? Tão simples e rápido— ele disse irônico e ela também se perguntou porquê não o fazia se era o que queria secretamente.

—Vá se foder Kim!— ela diz e repentinamente ele se lembra de algo indo para perto da mulher como quem não quer nada.

—Então boneca, me perdoe por isso— ele passa a mão no arranhão que seu anel fez no rosto dela—Não vai ficar marca mas eu preciso que me ajude com uma coisa... Sabe a mulher que meu irmãozinho morre de amores?— ela concorda caindo na lábia do loiro novamente e olhando para a boca que engana tão bem, que mente tão bem. Ele se aproxima da orelha dela e sussura:

—Me traga ela viva... você sabe onde— a medida que ele dizia isso ELAS aplaudiam sua fala, ovacionado ele. Ela concorda e sai batendo os saltos para sabe–se lá onde.

O amor suga aos poucos todos os pontos fortes dos demônios até fazê–los tão fracos e incapazes que repugnava qualquer um aqueles seres tão fortes e "superiores" serem diminuidos de tal forma. Dentre toda a liberdade e libertinagem que eles tinham, aí não era um ponto fraco porque nenhum deles amava, já viam com essa condição amortecida desde o começo, porém havia os que se arriscavam e acabavam como um simples nada.

Ele relembra todos os momentos que o fizeram chegar ali, desde seu plano fracassado, até a conversa insignificante com aquela cobra.

Ele iria matar S/n, sugar todo o sangue do seu corpo depois da–lo de presente aos sanguessugas da noite, fazer eles se esbaldarem na tinta vermelha e enferrujada. Mas ELE interrompeu.

"Se não fosse aquele maldito..."

"Mate ela primeiro, doeria mais"

"Torture aquele coração puro e o arranque, o faça igual a você"

As trevas cochicham baixinho dentro de sua alma e ele concorda com tudo que elas disseram. Às vezes secretamente as trevas tomavam conta do corpo do loiro, o fazendo virar uma sombra que se esgueirava como um maldito rastejante, isso acontecia quando elas corroiam toda a alma que ele tinha, todo o resto de compaixão que poderia virar algo a mais.

Vira–se novamente para o precipício da montanha olhando por último os corpos congelados.

As pontas afiadas das suas asas negras furam o sobretudo e se esticam ao máximo ficando enormes. A beleza dele tem um quê de mistério que envolvia qualquer um em uma dança erótica e devassa, até mesmo os mais puros.

As asas se debatem e ele vai desviando sobre as montanhas colossais que pareciam alpes. Quem diria; o inferno é tão frio quanto os próprios demônios.

Seoul, Coréia do Sul

Eles voltaram para Seoul, e ela pensou que seria perigoso porém o moreno assegurou que mataria qualquer ser que a fizesse mal sem antes pensar duas vezes. A natureza Ofanim dele é cada dia mais prensada no fundo de sua alma como se fosse sua vergonha, mas ressurgia de vez em quando para lembra–lo de todas as bondades da castidade e inocência.

Antes de ser um exilado vivia vagando pelo mundo ajudando os enfermos e infelizes, era tão gentil e atencioso e com o tempo observou que mesmo aquelas pessoas não tendo nada, elas tinham tudo. Tudo se passava e ele se sentiu mais perdido e infeliz do que aquelas pessoas, apenas mais uma alma vagando por aí como um saco vazio ao vento apenas com um sorriso aconchegante para quem precisasse, e tanto sentiu medo de se tornar igual ao irmão que acabou por arriscar amar alguém, e esse alguém em sua primeira viagem gostava de rosas e de ficar descalça, de dançar na chuva e que tinha um marido Mongol.

Ele achou que seria mais seguro ela ficar em sua casa. Jungkook sabia que tinha pecado contra a castidade e que é costume teria um castigo, mas preferiu viver o momento e deixar tudo se passar até chegar algum arauto com sua punição.

Ela se encosta pesadamente no tronco da árvore e repentinamente se lembra de Taehyung numa noite semelhante à essa; o canalha do Taehyung que ela odeia tanto. Se lembra do jeito como ele enganou–a naquela noite apenas com palavras, que confiou nele o tempo inteiro, e também se lembrou que preferiu ter confiança do que acreditar no que Jungkook dizia. E naquele dia quando ele apontou–lhe a arma, ela teve certeza que não se exprimia nenhum pingo de compaixão naquele coração pútrido.

Olha para a lua que se torna mais enorme e amostrada àquela hora da noite e acha tão grande as conhecidências que acontecem em sua vida, as lamparinas amarelas em cima dos arbustos do labirinto que é bem perto, dão um ar confortável ao jardim.

—Posso ficar aqui com você?— escuta a voz melódica de Jungkook.

—Sim— ele se senta ao lado de S/n encostando–se na árvore.

—O que acontece com um anjo que comete pecados?— questiona e ele sabe que aquilo era 'pra ele.

—Arracam–se as asas, e... na maioria das vezes viram demônios do mais baixo calão— ele diz com a voz aflita e meio falhada.

Eles ficam em silêncio, um silêncio tão barulhento que incomoda os ouvidos, os minutos se passam e nenhum dos dois sabem o que falar. Ele ficou por cima da garota e beijou seus lábios com a língua dançando eroticamente com a dela, uma dança gostosa que nenhum dos dois queria parar. Não precisava se dizer nada e com o tempo Jungkook aprendeu a abominar as regras assim como S/n, principalmente as regras divinas, agora gostava mesmo era de quebra–las do jeito que mais lhe dava prazer.

Naquela noite ele lhe contou ao pé do ouvido as frases mais obscenas e sujas enquanto os corpos mexiam–se num ritmo rápido banhados à luz da lua curiosa. Nada se ouvia além de gemidos, a respiração ofegante dos dois e o vento ralhando com as árvores.

⏱⏱⏱⏱⏱⏱⏱

—Quando eu fui embora, eu tinha certeza que você choraria mas eu fui mesmo assim— ele diz em voz baixa como um segredo. A grama fria roça a pele nua dos dois e eles se arrepiam.

—Por que?

—Porque eu sabia que ela melhor para você... porém não acabou sendo como o planejado— a expressão triste denúncia algo a ela— Eu fiquei sabendo da notícia através de boatos, quando eu já estava na Grécia em 1920. Realmente bastante tempo tinha se passado e...


Notas Finais


Sheol= inferno

PS: Não postarei nos próximos dias devido a uma "leve" morte que vou ter amanhã⚰ volto quando ressuscitar (Alma de kpopper que fala né?)


Beijão da Unnie 😘😘


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