História Condenado a tu amor (Jeon Jungkook) - Capítulo 6


Escrita por: e Blussy

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Tags Jeon Jungkook, Proibido, Romance
Visualizações 196
Palavras 1.710
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 6 - VI. Past


Fanfic / Fanfiction Condenado a tu amor (Jeon Jungkook) - Capítulo 6 - VI. Past

Estava sentada em minha cama, um tanto indisposta. Ver a senhora Jeon, não era o que eu gostaria de fazer. Além de arrogante, sempre achava um jeito de me humilhar, ou jogar em minha cara que eu não deveria estar morando com o seu filho.

Peguei meu livro embaixo do travesseiro, e comecei a ler de onde havia parado, já que era meu único passatempo naquele momento. Ficar ao lado de Jungkook na sala não iria prestar e não me ajudaria a esquecer o que houve entre nós, então achei melhor não descer mais para o andar de baixo.

Comecei a ler novamente de onde parei, que era exatamente a qual eu tanto queria chegar. A primeira vez do casal principal. Conforme eu lia, sentia um pequeno desconforto em meu baixo-ventre, e minha mente traiçoeira começou a colocar Jungkook no lugar do Grey. Me amaldiçoei por tal pensamento pervertido, e já que era para imaginar alguém que fosse o Taehyung. Senti um arrepio em meu corpo, e só me dei conta da quão concentrada estava, quando ouvi a voz de Jungkook me chamando.

Olhei para trás assustada, e ele estava em pé dentro do quarto, me olhando, enquanto eu estava debruçada sobre a cama.

— Pensei que não entrava em meu quarto sem avisar. — falei, colocando o livro embaixo do travesseiro.

— Me desculpe, eu te chamei mas parece que você não ouviu da primeira vez... Então tomei a liberdade para entrar. O que você estava lendo? — arqueou uma sobrancelha.

— Romance. — falei de forma simplória.

— Eu também gosto de romances. Mas você nunca me disse que havia comprado um livro de romance, posso vê-lo? — tentou levantar meu travesseiro e o impedi. — Deixa disso ______. Acho que temos convivência o suficiente para não termos vergonha um do outro. — acabou pegando o livro, e olhou atentamente para a capa.

— Não sabia que você gostava desse tipo de coisa... Ser dominada. — sorriu malicioso e me olhou intensamente, me deixando corada

Tomei o livro de sua mão e voltei a guarda-lo.

— Isso é invasão de privacidade, sabia?

— Me desculpe por isso. — pediu divertido, era impossível ficar brava com ele. Talvez ele esteja fazendo isso para quebrar o clima pesado do dia anterior. O que era um bom sinal, assim não ficaríamos tensos ao lado do outro.

— O que você deseja aqui? Aconteceu alguma coisa? — me sentei na beirada da cama.

— Só vim avisar que iremos sair para jantar fora. Resolvi não faze-lo em nossa casa, então combinei com a minha mãe, para irmos em um restaurante no centro. Tudo bem para você?

— Por mim tanto faz. Quanto menos tempo passar com ela é melhor. — respondi incomodada.

— Fica tranquila, vou estar do seu lado e qualquer inconveniente que ocorra, nos retiramos de lá. — falou calmo e assenti, com um pequeno sorriso.

Jungkook se retirou do quarto, e fechei meus olhos imaginando o que aquela mulher queria dessa vez.

(...)

Coloquei uma calça jeans escura, botas e um casaco azul-marinho. Fiz uma maquiagem básica e borrifei o perfume. Não estava empolgada para esse jantar, então não fiz questão de me arrumar devidamente, escolhendo algo mais básico. Terminei de prender meus fios em um rabo-de-cavalo, e sai do meu quarto, passando pelo corredor e descendo a escada até chegar na sala.

Jungkook já estava encostado na porta, com a chave do carro em mãos, e sorriu ao me ver. Jeon também havia escolhido algo básico. Um jeans escuro e uma blusa de moletom preta e nos pés tênis da mesma cor. Mesmo tão simples estava muito bonito, para variar - grande novidade.

Abriu a porta e deu espaço para que eu pudesse passar, fechando-a em seguida. Seguimos lado a lado até a sua Mercedes, que já estava nos esperando do lado de fora.

(...)

Paramos em frente ao estabelecimento, e respirei fundo, tirando o cinto. Jungkook fez o mesmo, entregando a chave para o manobrista, que logo apareceu. Saímos do carro, e percebendo meu nervosismo, Kook parou em minha frente e segurou meus ombros. Olhei para cima em sua direção.

— Não se abale com o que ela falar. Sei que fará de tudo para lhe atingir, mas estou ao seu lado. — beijou minha testa e assenti com um pequeno sorriso. — Vamos entrar? — estendeu seu braço para que eu encaixasse sua mão ali.

— Melhor não, Kook. Se entrarmos assim será pior.

— Tudo bem, como você desejar. — abriu a porta de vidro e passei primeiro, sendo seguida por ele. Olhei pelo pequeno espaço, e lá no fundo estava a "doce" senhora Jeon. Me senti até um pouco envergonhada, já que a mulher estava muito elegante para um simples jantar.

Caminhamos até ela, e nos cumprimentamos formalmente. Jungkook se sentou ao meu lado e ela do outro. Estava muito sorridente, coisa que nunca fazia em minha presença.

Fizemos nossos pedidos e tudo ia normalmente, nenhum assunto que me deixasse constrangida. Mas foi durante a sobremesa que o clima voltou a pesar.

— E então mãe, o que gostaria de falar conosco? O que seria tão importante assim? — Kook perguntou, colocando um pouco de sorvete em sua boca.

— Eu estava em casa pensando em como eu poderia ajudar a _______. Senti um pouco de pena de ela não ter tido os pais por perto. Sei que Yang foi a mãe que ela nunca teve, mas não é a mesma coisa...

— Onde você quer chegar com isso, mãe? — o moreno franziu o cenho, já um tanto irritado. — O que você fez? — aumentou um pouco a voz, e então coloquei minha mão sobre a sua por baixo da mesa, afim de mantê-lo calmo.

— Andei fazendo algumas pesquisas, e até conversei com um amigo meu que é especialista em encontrar pessoas... E acabei achando o pai da _________.

— O que? — falei incrédula. — Seja lá quem for, não quero conhecê-lo. Nunca precisei dele e não será agora que irei. — desfiz o contato com Jungkook, e me levantei da mesa. Quem ela pensa que é, para revirar meu passado?

— Querida, não se altere. — respondeu calma, mas podia sentir a ironia, na palavra querida. — Deveria ficar feliz com isso e me agradecer. Seu pai é um homem bem de vida, e disse que quer te conhecer.

— Eu não quero conhece-lo, a senhora não tinha o direito de fazer isso.

— Estou fazendo um favor para você, não ter que ir morar na rua futuramente. Ou pensa que viverá para sempre com meu filho? Que vai impedi-lo de encontrar uma boa mulher e se casar? — falou rude e Jeon se levantou.

— Chega mãe! Acho que já fez seu show por hoje! — tirou o dinheiro da carteira e jogou na mesa. — Não quero que esse homem se aproxime da ______, entendeu?

Minha cabeça parecia estar girando pelo nervosismo, então decidi sair dali em passos rápidos. Parei na calçada, com o coração um tanto acelerado. Seja lá quem fosse meu pai, não me importava mais para mim. A entrada deste homem em minha vida, só a colocaria de cabeça para baixo.

— Não vou deixar que nada de mal te aconteça. Fique tranquila. — Jungkook me abraçou por trás, e fechei os olhos tentando não chorar. — Vem, vamos entrar no carro. Está muito frio aqui fora.

Apenas assenti, e caminhamos até o carro. Entramos e Jungkook nos guiou de volta para casa. Guardou o carro na garagem e quando tiramos os cintos ficamos alguns minutos ainda ali, em silêncio.

— Você acha que o meu pai, quer realmente me ver? Ele apenas me registrou quando bebê e depois nunca mais me procurou. — falei ainda pensando sobre aquele assunto.

— Talvez tenha despertado curiosidade de ver a filha... Há muitos casos de pais que se arrependem depois de uma certa idade, mas não me sinto seguro com isso. Espero que não seja verdade. — Jungkook respirou fundo, e encostou a cabeça no banco.

— Seria estranho. Eu não sei nada sobre ele, nunca vi uma foto sequer e não sei a idade que têm. Apenas tenho o seu sobrenome, nada mais do que isso. Minha tia nunca quis-me dar detalhes disso. — mencionei Yang e me arrependi, pois de certa forma trazia em desconforto entre nós. — Me desculpe por falar dela.

— Não se preocupe. É normal que se lembre sempre, já que ela foi como uma mãe para você. — assenti e nos olhamos. O olhar de Jungkook era tão intenso. É incrível como agora toda vez que eu olho para seu rosto, sinto uma vontade louca de beija-lo. Saí do carro percebendo que o clima estava estranho, e entrei na casa. O moreno permaneceu mais alguns minutos dentro do carro.

(...)

Estava deitada em minha cama, vestindo meu baby doll, enfeitado com coelhinhos cor-de-rosa, meu preferido, pelo conforto que me causava.

Apesar do frio que fazia, gostava de dormi com roupas curtas. Me cobri com o edredom e logo meu celular vibrou. Olhei para a tela e era um número desconhecido. Abri a mensagem e comecei a ler.

"Boa noite, linda! Espero que esteja bem, e que esteja pensando em mim, do mesmo modo com que você não sai dos meus pensamentos. Não vejo a hora de poder tê-la em meus braços e tocar cada parte do seu corpo. Você não imagina como sonho com isso, desde aquela noite de natal. Beijos, Tae."

Sorri ao terminar de ler, Taehyung era uma mistura de fofo com cafajeste tudo na dose certa. Talvez não seria má idéia lhe dar uma chance. Mas espere ai... Como ele havia conseguido meu número? Talvez tivesse pegado na agenda de Jungkook, da empresa. Bom, isso é o que menos importa.

Salvei seu contato como Tae, e quando ia respondê-lo percebi que todos as luzes se apagaram, tanto de fora quanto da casa toda. Ultimamente estava sendo frequente a queda de energia em nosso bairro, o que me deixava um pouco nervosa por ter um pouco de medo do escuro. Apesar de estar com luz do celular, era estranho. Será que o Jungkook já havia ido dormir? Estava tudo tão silencioso na casa.

Tomei coragem de onde não tinha, e me levantei saindo do quarto, porém quando pisei para fora da porta, Jeon estava parado em frente a sua porta, com seu celular em mãos. Estaria ele vindo para o meu quarto, também? Nos olhamos e pude ver que o mesmo vestia apenas uma calça de moletom no corpo.



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