História Condenados - Park Jimin - Capítulo 16


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Park Jimin (Jimin)
Tags Romance
Visualizações 162
Palavras 1.526
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drabs, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Hentai, Lemon, LGBT, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi meus amores, puta merdaaa eu demorei muito, desculpa eu tô trabalhando, estudando pra provas e academia... Desculpa 😔

Mas boa leitura, e desculpa qualquer erro 💜

Capítulo 16 - Chá de sumiço


Fanfic / Fanfiction Condenados - Park Jimin - Capítulo 16 - Chá de sumiço

Quase um mês, entende que já é quase um mês em que Jimin saiu de casa para trabalhar e não voltou mais? não que eu me preocupe, mas fala sério né... Sim, eu estou preocupada, mas só por um lado, porque ele avisou para Jiwon que faria uma viajem, mas voltaria em uma semana, e agora? vai que alguém o machucou, sequestrou ou até mesmo o... Não... E essa marca, como ficaria?

Que droga, ele não tem responsabilidades não? Até Jiwon sendo a desgraçada que é está me ajudando mais que meu próprio Alfa, que inferno, Park Jimin só pode ser um demônio enviado para foder com minha vida.

Eu não espero a hora de conseguir desenvolver junto dele a desmarcação, sumir da vida dele, e viver finalmente a minha, SOZINHA!

Eu não aguento mais acordar com dores constantes na marca pela distância que afeta meu ômega, que mesmo com ele agora próximo ainda não cicatrizou, que inferno.

Taehyung no trabalho está literalmente estranho, quando me pega o olhando pigarreia disfarçadamente, e as vezes me faz perguntas aleatórias sem sentido algum sobre os mais próximos de mim, e quando cito Jin, ele prolonga o assunto e é só eu desviar que a tensão reinicia no lugar.

As brincadeiras na casa de Jin realmente foram ao ápice, e estrapolamos todos os limites de forma excessiva.

Nós acordamos de uma maneira intimidadora, mesmo nem lembrando como e a que hora dormimos.

Namjoon e Jackson estavam agarrados, Hoseok e Yoongi de conchinha, Hoseok tinha marcas roxas nos braços, como se eles tivessem brigado. Jiwon e Jungkook pareciam disputar pelo sofá, e o cenho franzido de Jungkook assumia sua derrota, como também a forma que ele caia do sofá. Jin e Taehyung estavam parecendo um casal, encolhidos estando um de frente para o outro, narizes em fricção e os lábios tão próximo quanto antes. Foi constrangedor para todos, principalmente para mim e Jimin que quase não tinham mais roupas no corpo e estavamos um por cima do outro.

Além que antes de partirmos ouvimos uma discussão dos Namjin...

E no trabalho, eu ainda não entendo que segredo é esse que a empresa carrega, ou mais fácil que segredo ela é.


(• • •)


Cheguei em casa depois de um dia longo e cansativo, na empresa eu nem vi a sombra de Taehyung, ele não costuma sumir assim, estranho.

As pessoas ultimamente vêem sumindo bastante.

Larguei minha bolsa no sofá e me estiquei o suficiente me espreguiçando, largando um pouco do meu cansaço e preguiça nos ares, acariciei minha marca pulsante e suspirei pesadamente.

— Jiwon — Chamei educadamente a garota, esperando por algum sinal dela — O Jiwon...

— Ooi... — Apareceu nas escadas soltando um sorrisinho fechado.

— Jimin chegou? — Perguntei novamente á mais nova que deu uma negada confusa — tá... E você, já comeu? — É incrível como eu tento de alguma forma me dar bem com está criatura

— Não, vai fazer a janta? — Questionou ansiosamente

— Vou

— Eu te ajudo — Ele disse rapidamente descendo as escadas, franzi o cenho e inerte fiquei a encarando — Que foi? — Perguntou fitando meus olhos, agora de perto

— Porque quer me ajudar? — Perguntei arqueando uma sobrancelha

— Oque, não quer ajuda...? tá, t..tudo bem — Mormurou timidamente esfregando sua nuca

— Não... tudo bem, eu aceito ajuda — Proferi rapidamente, e preferi conferir seu sorriso, vai que ela está tramando uma contra mim.

Fomos direto para cozinha, ela pegou as penelas e preparou oque tinha de preparar. Eu comecei a picar legumes, e depois a carne.

Fiz o Lámen, e o Arroz. Jiwon terminou a salada e foi a sala de jantar, para arrumar a mesa.

Eu organizei as refeições, e depois de nos servir me sentei junto dela a mesa.

Um papo leve e sem sentido de vez em quando enquanto comiamos, ela terminou primeiro e agradecida se curvou, retirou oque usou da mesa e levou para a cozinha.

Eu em seguida terminei e fiz o mesmo, mas tirei a mesa e limpei a cozinha toda aproveitando a minha paciência.

As horas voaram, cerca de 00:56 e eu havia terminado de limpar a sala, me sentei um pouco para relaxar os músculos doloridos e já subir para um banho, o sofá realmente ficou muito confortável naquele instante e meus olhos pesaram ao ponto de se fechar despercebidamente.


(• • •)


despertei no susto, onde a porta foi batida com força, eu estando um pouco distante pelo sono levemente virei o rosto para porta, um vulto passou-se com pressa indo direto para escada, a luz cegou levemente meus olhos e eu os cocei.

Um cheiro forte adentrou minhas narinas, e eu parei para aprecia-lo acabei raspando os dentes e puxando muito ar, e quando soltei Implorei para inalar novamente, mas o cheiro foi se afastando.

Abri meus olhos e busquei pelo dono do cheiro forte e do barulho estrondoso de pouco tempo atrás.

— Jiwon — Mormurei dando um leve impulso para me levantar do sofá. — Jiwon, é você? — Indaguei perdida, e um pouco mais alto. Caminhei até a escada, e me apoiando no braço dela subi por completo indo direto para o corredor.

A porta do meu quarto estava arreganhada, em passos rápidos cheguei até ela, e abri por completo.

— Jimin? — Indaguei perdida, pra mim mesma e para silhueta parada de costas para mim — Jimin? é você? — Ele deu uma leve virada, mostrando-me uma parte de seu rosto. — Seu desgraçado — Ralhei entre dentes, em passos firmes me aproximei dele e estapeei as costas alheia — Seu I.di.o.ta, onde se tava? — Indaguei entre dentes descontando uma raiva que invadiu meu peito, mas as forças que mantinham os tapas foram cessando, mas não parei por aí. Empurrando as costas dele de leve, ele se virou de pressa e segurou minhas duas mãos pelo pulso, com seu peito exposto, rosto sádico, ele ficou cerca de segundos me encarando mortalmente, apertou levemente meu pulso e me jogou para o lado, me fazendo cair na cama.

Me olhou de relance na cama e fitou a porta apertando seu punho, ele seguiu para fora do quarto e sumiu de minha visão.

me levantei agora na força do ódio e fui em passos rápidos até ele.

— Jimin — Dei o primeiro grito — Park Jimin — Ralhei irritada, e já ofegante.

Desci as escada, para provavelmente encontrá-lo pela sala ou cozinha.

Na sala ele não estava, passei pela sala de jantar e adentrei a cozinha. Ele estava parado em frente a geladeira, fitei suas costas agora exposta a claridade e cocei meus olhos para me certificar do que eu via.

— Jimin, oque é isso? — Questionei fraquinho dando um passo a frente — Oque é isso Jimin? — Vociferei me aproximando mais e tocando em uma das feridas que tinham em suas costas. — Meu Deus — Ele se virou e me afastou com força, segurei seu pulso dessa vez o impedindo de ir — Para de fugir de mim

— Isso não é da sua conta — Ralhou sério, me causando calafrios, principalmente por ver o estado exageradamente machucado de seu rosto.

— É sim, eu sou sua esposa — Esbravejei incrédula, e senti uma pontada na nuca

— Só quando lhe convém — Completou me empurrando e saindo novamente do cômodo.

Fiquei inerte, encostada no armário e respirei fundo tentando manter a calma, fitei as panelas a minha frente e imaginei que ele esteja com fome, olhei ao redor e me aproximei das panelas, comecei a montar alguns tipos de pratos e ao terminar organizei em uma bandeja.

Caminhei para fora da cozinha, e fui direto para as escadas com dificuldade pelo peso em meus braços.

Passei pelo corredor, e empurrei a porta do quarto com o pé. O cômodo continuava escuro, iluminado pela luz do luar que refletia pela janela.

— Jimin, eu trouxe comida — Proferi alto e busquei por ele, notei um movimento na cama e me aproximei

— Eu não quero — Respondeu-me ríspido

— Aqui tem oque você gosta, antes de dormir se alimenta e depois toma um ban... — Quando me sentei ao lado dele com a bandeja, ele bateu o braço contra, jogando tudo longe — JIMIN

— Eu disse que não quero — Falou duramente

Odeio meu Ômega, precisei prender a respiração para conter um choro, me levantei da cama e me abaixei para recolher a bagunça da comida espalhada. Uma mão forte agarrou meu braço me levantando do chão. A força fora o suficiente para me pôr por cima do corpo sentado na ponta da cama.

— Quer saber qual a minha fome S/n? — Jimin questionou fraquinho, por estar rente ao meu rosto, me dei conta e esquivei rapidamente, mas sem intenção friccionar nossos sexos. —  É á de você, o acordo desse casamento tá seguindo do jeitinho que você planejou, não é assim que você quer? Meu alfa está entendendo direitinho... Eu realmente vou tomar um banho, mas não é o suficiente para relaxar sabe, quer servir para alguma coisa? Eu te espero no banheiro...




_ Continuação


Notas Finais


Me desculpa por favor, eu tinha muita coisa pra fazer e pouca inspiração, eu passei noites em claro, mas não consegui nada, mas estou aqui, assim que tiver inspiração eu volto 💜 até o próximo...


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