História Condenados - Capítulo 45


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Angst, Aventura, Bts, Condenados, Crime, Dark, Drama, Hopekook Mention, Jikook, Jimin!top, Julgamento, Jungkook!bot!, Jungkook!centric, Jungkookbottom!, Juventude, Kookmin, Longfic, Multilação, Namjin, Reformatório, Suícidio, Vhope Mention
Visualizações 1.672
Palavras 5.605
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Adolescente, Lemon, LGBT, Policial, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


AVISO IMPORTANTE NAS NOTAS FINAIS NÃO PULEM!

VOLTEI MAIS CEDO; NÃO CORRIGI; SE TIVEREM ERROS ME AVISEEEEEEEEEEEEEEEM

O JIMIN DA CAPAAAAAAAAAAAAAAAA LINDOOOOOOOO S2

Queria dizer que alguns dos comentários do cap passado me fizeram chorar, SERIO! eu AMO VCS DE PAIXÃO. E sempre destaco o comentário que mais me impressionou, então vez ou outra dêem uma olhadinha no comentário de vcs. Caso não saibam, o comentário destacado aparece no perfil da fic também s2

Capítulo 45 - Capítulo 37.


Fanfic / Fanfiction Condenados - Capítulo 45 - Capítulo 37.


— Tem certeza que vai fazer o que disse? E se der errado?

— Não se preocupe. Meus planos são infalíveis. — riu largo, mas por dentro sabia que havia 90% de chance de dar tudo errado. — E se por acaso não der, e acontecer algo comigo, pelo menos você já sabe de tudo.

— Eu não sei não, é uma história complicada, é muito perigoso.

— Ta tudo bem, não precisa se envolver. Só foi bom ter contado isso tudo pra alguém.

— Eu não disse que não iria ajudar, estará guardado a sete chaves, até segunda ordem. — riu soprado deixando um afago no ombro do rapaz, quando viu que este já havia terminado de se arrumar.

— É bom saber que posso contar com alguém.

— Ok, — desconversou sem jeito. — Os policiais estão te esperando. Vou te levar até lá fora.

Jimin assentiu ajeitando o casaco bege pesado, em seu corpo, e seguiu pelo corredor até a grade que separava as alas.

O policial a destrancou, dando passagem aos dois, permitindo que o mais velho o acompanhasse até a porta do hall.

Jimin pode observar alguns oficiais com fardamento canadense, que sabia ser da NorthGate, e sentiu um breve frio no estômago. Haviam também alguns homens de terno, conversando com Spencer, nos portões de saída.

Quando se aproximou mais, viu os policiais – que usavam gorros que só deixavam seus olhos a mostra –, se porem em posição. Notou Domain para de caminhar ao seu lado, e então parou também, se virando para o encarar.

— Bem, é isso então. — o homem disse cruzando os braços. — Vê se toma juízo e o- — se assustou com o gesto repentino do mais novo.

Jimin tinha o nariz ardendo, e um nó na garganta, enquanto envolvia os braços ao redor do corpo do homem muito mais velho e alto que ele.

Estava fazendo algo que julgou incapaz de fazer, algo que estava segurando a muito tempo.

— Obrigado... — sussurrou. — Obrigado por tudo. — sentiu a mão do homem bagunçar seus cabelos e o encarou.

— Não agradeça. — sorriu reconfortante. — Agora vá, vá resolver sua vida. Nos vemos em breve.

— Nos veremos? — riu surpreso.

— Bom, se por acaso um dia... — coçou a nuca sem jeito. — Você sair da prisão, e não tiver onde ficar... Ou, queira passar o Natal em algum lugar sabe... Eu já vou ter minha casa e...

— Tá me chamando pra ir ficar com você? — Jimin ergueu as sobrancelhas, surpreso, sentindo sua garganta entalar.

— Não diria ficar... Sabe, ainda tem o seu pai, mas se caso não o encontre, e quiser um local pra descansar, eu não me incomodaria de te-

— Eu quero — o interrompeu. — Claro que quero. — sorriu com a possibilidade.

Seu coração nunca havia ficado daquele jeito.

Palpitava tão forte só de imaginar passando o Natal com algo que pudesse chamar de família.

Não que fosse algo que ele sempre tivesse desejado. Mas não sabia que queria tanto, até aquele exato momento.

E Deus... como ele queria.

— Então esperarei por você.

— Por favor, faça isso. Eu vou entrar em contato sempre que der, eu prometo. — dizia enquanto caminhava para trás, já em direção aos policiais.

Viu o mais velho fazer uma continência, e se por a caminhar de volta para dentro do estabelecimento, e seu peito se apertou por estar deixando o amigo. Seguiria sem ele a partir da li.

Só esperava poderem cumprir a promessa de se encontrarem mais uma vez.

— Park... Jimin. — revirou os olhos ouvindo aquela voz irritante o chamar. — Parece que finalmente sua espera acabou não é mesmo? — riu se inclinando para frente. — Espero que tenha gostado das nossas acomodações.

— E eu espero nunca mais precisar olhar pra sua cara. — devolveu.

— Se tiver sorte... — fez uma cara debochada. — Vai, vai logo. — o espantou com as mãos vendo os fardados se aproximando. — Não quero mais ver sua cara também. — fez uma careta dramática. — Mande lembranças ao senhor Russell. — gritou da onde estava, quando já iam saindo. E tudo que Jimin quis, foi oferecer seu dedo do meio.


Palhaço.


Já do lado de fora, os homens armados o algemaram e escoltaram até a van policial. Já com a tornozeleira eletrônica, adentrou o veículo, sendo cercado pelos mesmos.

Assim que a porta se fechou com força, pôs-se a observar agoniado, – quando a van começou a andar –, a penitenciária ficando para trás.

Aquele local horripilante, que tanto tirou seu sono.

Os maltratos, os abusos de autoridades dos próprios presos. A falta de cuidados; A fome que passou, e as agressões que sofreu...

A dor.

O medo...

Os gritos que ouviu.

O choro dos homens doentes e famintos.

A falta de piedade...

Se Jimin sempre havia se julgado forte o suficiente para suportar todo tipo de situação;

Provou a si próprio que não era.

Nada daquilo seria esquecido. Nada seria apagado.

Ficaria tudo cravado em sua pele e sua mente. Para sempre.

~•~

— Anda logo.

— Calma, essa droga machuca! — reclamou tendo dificuldades para caminhar com a tornozeleira apertada.

— Olha, hoje é um daqueles dias milagrosos que amanhece ensolarado e com certeza eu não quero disperdiçar ele com você.

Jimin revirou os olhos com o falatório do policial que praticamente o arrastava pelo aeroporto.

Já haviam chegado no Elliott Trudeau, aeroporto internacional de Montreal. Era manhã, de um verão quentinho e aconchegante.

Ele chegou a prometer a si mesmo, que quando chegasse, se deitaria na grama do pátio, e só se levantaria, quando o sol se fosse.

Os homens armados o guiaram pela passagem especial do aeroporto, até chegarem na garagem onde uma van já o esperava.

Entraram na mesma e quando esta deu partida, pegando caminho cidade a fora; pode sentir os raios de sol adentrarem pela janela de vidros fumê, da van, e tocar deliciosamente em sua pele. Quase gemendo em deleite.

— Tava numa masmorra por acaso? Você tá quase cinza. — murmurou o policial.

— Acredita se eu te disser que estava mesmo? — disse baixinho, ainda com os olhos fechados, aproveitando o calor.

— Então deu sorte... Previsão de sol pro mês inteiro.

Jimin quis gritar de felicidade. Queria comer, tomar um banho quente, e dormir...

Somente.

Observou a paisagem mudando aos poucos, dando lugar para os vários pinheiros altos, que tanto conhecia. E um longo tempo depois, avistou aquela bifurcação, que fez seu coração bater forte no peito.

Estava quase tendo uma síncope de ansiedade.

— Que horas são? — perguntou nervoso.

— 06:58. — o homem respondeu apenas.

Pelo horário, ainda era horário do café da manhã. Ou seja ele poderia ir direto para o refeitório.

Ou deveria ir direto para o quarto? – pensou.

Estava apreensivo. Seus joelhos tremiam, as unhas já quase inexistentes.

Como estariam seus amigos? Ainda estariam todos lá? Já teriam sido liberados? Onde estariam suas coisas? Como as coisas estariam, pra falar a verdade.

Em sua cabeça rondavam um turbilhão de perguntas.

Ele sentia que poderia desmaiar de tanta ansiedade.

Esta que só se intensificou ao visualizar os muros altos com cercas elétricas e guaritas, se aproximando.

Viu os policiais se identificarem e os portões altos se abrirem os dando passagem.

A NorthGate continuava a mesma por fora. Agora sendo iluminada pelos raios calmos do sol que ia se pondo cada vez mais alto no céu.

Parecia até mesmo mais viva. Ou era apenas sua mente a comparando com o local anterior.

— Vamos. — o homem desceu o dando passagem.

Tocou o chão com a solas gastas de seus tênis, quase sentindo seus joelhos fraquejarem.

Caminhou em direção ao portão de entrada, indo direto pelo saguão largo, pelos corredores cheios de funcionarios, indo até a sala de recepção, onde suas algemas foram retiradas, juntamente com a tornozeleira.

— Chaves do seu novo quarto — a senhora o estendeu.

E Jimin se perguntou, o que teria acontecido com o seu anterior. Mas nem pensou em questionar naquele momento. Estava nervoso. Suas pernas bambas.

Apenas jogou os fios pretos para trás, passando as mãos fortemente pelo rosto. Precisava tomar coragem...

Ajeitou a roupa grossa, que se consistia num jeans gasto folgado que chegava a escorregar por seus quadris, uma camiseta branca cumprida até de mais chegando até às coxas e um casaco bege grosso que fez questão de tirar, e o por sobre um dos ombros.

— Ok..... — suspirou forte enquanto seguiu o guarda até o portão que o daria acesso a parte de dentro.

Assim que o metal da tranca rangeu e o portão foi puxado, pode ter a visão do saguão de entrada.

O homem lhe entregou um papel, este que teria que ser entregue ao diretor, e então mandou que entrasse, para que a porta voltasse a ser fechada.

E assim que adentrou, ouviu o baque da mesma sendo trancada atrás de si.

Respirou fundo, passeando o olhar por todos os cantos alí.

Jimin se pôs a descer os degraus de madeira segurando o tecido folgado da calça que quase cobria seus tênis.

Aquele local, num dia qualquer, estaria lotado pelo horário. Mas como estavam em um sábado, ninguém era obrigado a levantar cedo. Tirando aqueles que já estavam acostumados, o resto deveria estar na cama ainda. E isso explica o porque de apenas alguns funcionários, estarem rondando por ali.

Caminhou despreocupado por entre a passagem que separavam as mesas, onde a maioria costumava estudar ou jogar xadrez, e se pôs a caminhar em direção ao refeitório.

Lá ele sabia que talvez conseguisse encontrar algum de seus amigos. Pois sabia o costume destes de acordar cedo para treinar. Se tivessem permanecido com o hábito, teria a chance de os ver.

Seguiu corredor a dentro, com aquela sensação de estranheza a cada olhar que recebia, de alguns gatos pingados alí. Ao fitar o chão, as paredes os policiais, e até o cheiro do local, estava lhe causando náuseas de nervoso.

Sua testa estava molhada e a garganta seca. Era uma sensação que se assemelhava com a de ser "o aluno transferido no meio do ano, e não conhecer ninguém ao redor".

Parecia que não havia ninguém na instituição. E aquilo só piorava a sua situação. Queria encontrar alguém logo. Poder respirar aliviado, e finalmente dizer "voltei".

Mas a cada corredor vazio que virava, ele se sentia cada vez mais perto disso. Quando se recordava de cada caminho alí. Cada marca no chão, ou manchas nas paredes... Nada havia mudado

E por mais que nunca fosse achar que pensaria isso um dia, mas... tinha que admitir tamanha saudades que sentiu de estar ali dentro.

Então parou no meio daquele corredor onde seus pés o guiaram automaticamente. Conseguiu ouvir o som abafado das vozes conversando lá dentro. Barulhos dos talheres, canecas, portas se abrindo e fechando... O refeitório estava finalmente logo a sua frente.

Então caminhou hesitante e lentamente, até lá. Sentindo que suas pernas o trairiam a qualquer momento, conseguia ouvir os sons que sua barriga fazia, se revirando em seu interior.

"— Acho que vou vomitar..." — disse inaudível pra si próprio.

Nunca imaginou que estaria tão tenso, tão nervoso... eram apenas seus amigos oras. Era praticamente sua casa.

Estava nervoso, inseguro, ansioso, com medo...

Medo de seus amigos não mais o verem como antes.

Precisava tentar.

Assim que se viu frente a janelinha das portas duplas; metálicas, do refeitório, passou a procurar atravéz desta, rostos que lhe fossem conhecidos.

A maioria alí tomava seu café tranquilamente enquanto outros apenas conversavam. Rostos novos, muitos rostos novos. Concluiu que muitos novatos deveriam ter chegado com o tempo, e só por um momento, temeu que mais ninguém o reconhecesse ali.

Mas seus olhos buscaram atentos e não demoram muito a encontrar.

Seu coração acelerou na mesma hora e sua respiração parou, quando fitou a figura de Yoongi alí. Sentado entre alguns garotos que não conhecia, este tinha as madeixas agora num tom escuro assim como os seus. Usava um moletom na mesma cor, e estava com alguns papéis em mãos enquanto debatia algo com as tais pessoas.

Como ele sentiu falta de seu amigo...

Estava tão longe, mas tão perto ao mesmo tempo.

Finalmente estava diante de seus olhos, ele estava realmente alí. Precisava se mexer! Mas suas pernas não iam.

"— Anda Jimin... — disse a si próprio novamente.

Estava soando. Sua pressão caía aos poucos. Se sentia fraco.

"— Vamos..."

Seu coração gelou quando finalmente suas mãos tocaram nas duas maçanetas, e resolveu fazer algo que sempre fez a muito tempo atrás, algo que não daria tempo de voltar atrás;

Empurrou ambas as portas com força o suficiente para que estas batessem contra as paredes internas.

Fazendo assim, com que o aglomerado cessasse o burburinho aos poucos, e que olhares curiosos fossem lançados para sua imagem, estática e pálida, parada na entrada.


E um deles fora o de Yoongi.


Achou que pudesse desmaiar quando o olhar deste caiu em si. Yoongi parecia forçar a vista para ter certeza se estava vendo realmente o que achava que estava vendo.

E Jimin apenas permaneceu parado, com aquele olhar que não dizia absolutamente, nada. Apenas demonstrava nervosismo e ansiedade.

Os olhos do outro se arregalaram e sua boca se abriu espantada quando teve certeza de que era seu velho amigo ali, soltando uma única frase muda em seus lábios:


— Puta. que. pariu... — espantou-se ficando de pé, e Jimin só pode abrir um sorriso largo, quando todos começaram a o notar ali.


— Eu tô ficando doido ou tem um Park Jimin parado bem na nossa frente? — ouviu outra voz dizer, e se virou a seguindo, dando de cara com um Santiago espantado com a colher parada no meio do caminho, entre o prato e a boca. Em uma mesa mais afastada com os outros garotos que também faziam parte de seu círculo. E por um momento ficou feliz em saber que estes se manteram juntos.

Já em outro, se assustou com o baque em seu corpo quase o fazendo cair pra trás, e dois braços o agarrarem fortemente, afundando a cabeleira negra em seu ombro.


— Seu desgraçado! — Yoongi proferiu enquanto o apertava mais, e Jimin quis chorar fortemente.

— Eu também senti sua falta. — riu sem conseguir respirar direito.


— Caralho mano dá pra acreditar nisso? — ouviu o rapaz do outro lado dizer e se virou vendo Santiago vir em sua direção pulando algumas mesas somente para se jogar em si sem delicadeza alguma, junto aos outros rapazes. — Puta merda Puta merda! Caralho, o que você tá fazendo aqui seu puto?! — gritou iniciando uma algazarra, quando os outros rapazes se levantaram ainda boquiabertos para o cercar.

Jimin riu alto com a bagunça, e ao mesmo tempo quis chorar com a quantidade de garotos que se levantaram de suas mesas para o cumprimentar, o enchendo de perguntas, e ignorando os pedidos dos guardas que desistiram de tentar os controlar. Talvez estes já soubessem que seria assim.


— Cadê o Nam cara? — gritou entre os meninos um tempo depois, sendo puxado de um canto a outro.

Todos queriam saber o que havia acontecido, ou o que iria acontecer. E então toda aquela insegurança e medo de antes se esvairam, quando percebeu finalmente, que ainda era o "ruivo" dos seus companheiros.

— Tá vindo mano, acabei de ir chamar ele, acredite quando eu digo que ele caiu da cama. — Miguel adentrou a aglomeração informando. — Saiam da frente que ele tá vindo aí.

— Cadê esse desgraçado! — ouviram a voz grossa soar junto ao estrondo das portas se chocando contra as paredes, mas uma vez naquela manhã. E então abriram caminho, para que Jimin pudesse o observar.

Com os cabelos agora róseos totalmente desgrenhados, uma regata branca do avesso e uma calça moletom quase caindo do corpo, Namjoon pôs os olhos em Jimin, e aquela troca de olhar valeu por cada coisa que ele passou.

— Mano — Jimin disse sentindo os olhos arderem ao se encararem por alguns instantes.

La puta madre... — Namjoon marchou duro até o amigo, e o apertou forte nos braços. Sentindo o Park o apertar com tanta força quanto. — É você mesmo mano! — o apertou mais. — Cara... Eu... Eu senti tanto...

— Eu também irmão...

— Vem vem vem, vamos sair daqui. Vamos botar esse papo em dia cara! — Namjoon praticamente gritou, ainda desnorteado se separando, sem acreditar que o amigo estava realmente alí.

— Nada. disso. — Jimin ouviu a voz de Yoongi cortar as vozes dos garotos que já comemoravam de novo. — Ele vem comigo. — Yoongi o puxou pelo braço pra fora do tumutuo. — Precisamos conversar primeiro.

— Nos vemos daqui a pouco! — Jimin gritou, sendo levado repentinamente.

Porra Yoongi!

— Estraga prazeres!

E conforme foram andando pra fora da li, foram ouvindo as reclamações ficando para trás.

...


Já no quarto do mais velho, Jimin adentrou o local tão conhecido, fitando a cama macia e se controlando para não pular na mesma.

— Antes de qualquer coisa, — Yoongi iniciou, deixando um forte tapa no rosto do ex ruivo, o deixando espantado. — Isso é por ter me feito chorar dias seguidos. — disse e logo em seguida o abraçou fortemente, afundando o rosto em seu pescoço. — E isso é por ter voltado. — O apertou com mais força.

— Yoon... Chorou por minha causa? — Jimin disse surpreso.

— É seu filho da puta, mas foi só um pouquinho. Coisa de um minuto e meio por dia. — se afastou se recompondo.

— Porra, não me larga não. — o abraçou novamente. — Eu achei que nunca mais fosse te ver. — foi sincero colando suas testas.

— Além de mais fortinho, você voltou muito mais dramático nossa. — riu — Mas eu tô tão feliz que podia te beijar agora mesmo.

— Então beija, eu nem lembro mais como faz isso — se aproximou afobado dos lábios do outro.

— Ya ya ya ya! — o parou no meio do caminho fazendo uma careta, com uma mão na boca do mesmo.

— Quê? — o olhou chateado.

— Park Jimin mas nunca nesse universo que eu te beijaria do jeito que você tá. Ta maluco? você fede, já sentiu o seu bafo? Você tá podre, não dá pra conversarmos assim.

— Yoongiiii..... — choramingou sabendo que era verdade.

— Só vai — apontou pro banheiro com a outra mão na cintura. — Você tem muito o que me contar ainda.

— Só se vier comigo... — brincou.

— Jimin...

— Ok, ok.

Sem pestanejar mais, Jimin foi largando toda sua roupa pelo caminho, até adentrar o cômodo. Buscou o banquinho debaixo da pia, e ligou a água, se sentando no objeto, e sentindo o líquido morninho massagear seu corpo.

— Que floresta é essa aí em meu filho. — riu fazendo o outro cobrir as partes íntimas, enquanto se deliciava com a água, sem se importar muito.

— Puta merda.... — suspirou em deleite. — Tá tão bom que é capaz de eu ficar duro só com isso.

— Tá no desespero mesmo hein? — Yoongi brincou se aproximando com o shampoo, sem se importar em cuidar um pouquinho do amigo.

— Você não faz ideia... — resmungou, vendo o mais velho adentrar o box só de short.

— Vai fala, quanto tempo?

— Você vai rir — riu fazendo uma careta.

— Sério? 1 ano?!— chutou.

— Mais — abaixou o rosto.

— Porra, 2? — arregalou os olhos se afastando.

— Quase isso já.

— Puta merda Park Jimin, quase 2 anos sem uma fodinha, quem diria. — riu debochando do outro. — Mas nem uma mão amiga? — o encarou massageando seus cabelos.

— Nem uma bronha a gente podia, quem dirá uma mãozinha. — fechou os olhos aproveitando o contato.

— Porra nem isso? — Jimin negou.

— Não era como se eu sentisse falta também.

— Tá bom... — Yoongi riu em descrença enquanto aproveitava a espuma do shampoo, para espalha-la pelo corpo do outro.

— É sério... — falou mais sério agora. — Lá aconteceram tantas, coisas... que a última, que eu conseguia pensar era isso.

— Tsc... — estalou a língua suspirando fundo. — Desculpe brincar com isso, não consigo imaginar pelo que você deve ter passado. — parou os movimentos, para o encarar tristonho e compreensivo.

— Vai ficar tudo bem... — sorriu fraco, enquanto jogava a cabeça para trás, enxaguando os cabelos.

— Não que eu esteja achando ruim, longe disso, mas... por que voltou? Digo, se foi transferido-

— Não fui transferido — o interrompeu, puxando-o para mais perto, e o deixando entre suas pernas, enquanto descansava sua cabeça na barriga do mais velho, que estava de pé. — Sabe que não fui... — ouviu o outro suspirar acariciando suas costas.

— Eu queria mata-lo, sabia?...

— Só você? Era tudo o que eu pensava cada dia que se passava naquele inferno. — apertou o amigo com mais força. — Mas agora que eu estou aqui-

— Mas agora o que Jimin? — se afastou apressado. — Você não me inventa de fazer merda, você acabou de voltar. E pra piorar nem sabe se vai ficar mesmo aqui, o-ou se vão te mandar pra outro lugar de novo — pareceu aflito. — Uma hora você tá com a gente, depois some do nada, e agora você aparece do nada também...

— Ei... relaxa Yoon — o puxou de volta com o cenho franzido. — Não vão me mandar.

— Como pode ter tanta certeza?

— Eles estão fodidos... querem me manter perto, e nós sabemos o porquê. — apoiou o queixo na barriga do outro. — Eles diminuíram minha pena — contou vendo o outro arregalar os olhos.

— Quê??

— Tenho só mais 1 ano e alguns meses aqui.

— E depois? — perguntou surpreso.

— Cumpro mais 1 ano e pouco em Wester e tô fora.

— Como sabe que vai pra Wester?

— Só deduzi, tenho certeza que vai ser lá. — pegou o sabonete no suporte ao lado e começou a se ensaboar, pois lembrou que água era limitada ali. — Ele já havia mencionado, sobre algo.

— Então... não faça nenhuma besteira. Aproveita isso Jimin.

— Eu juro que vou — mentiu, levando a mão ensaboada para o meio das pernas. — Yoon? — disse em meio ao silêncio.

— Hum?

— Vamos transar?

— Qual seu problema cara?! — se afastou incrédulo.

— Quê??

— A gente tá aqui falando de um assunto sensível, e tu me larga uma dessas! — franziu o senho irritado.

— A pelo amor de Deus Yoongi. Tenha dó de mim. — fez uma cara manhosa tentando o puxar de volta. — Anda... como nos velhos tempos...

— Nem pensar. Pode esquecer isso. — tentava se esquivar. — Nos velhos tempos você era todo limpinho, perfumado, dava até um tesão.

— Então pega lá um perfume e a gente resolve isso.

— Deus... — fez uma careta.

— Ah qual foi... Uma mãozinha então hum? — o puxou de vez o fazendo sentar em suas pernas.

— Porra Jimin. — gritou se esticando às pressas pra desligar o registro, parando a água que lhe molhava. — Você ta maluco se acha que eu vou por minha mão nisso aí! — apontou irritado para o meio das pernas do mais novo.

— Ah para, — fez uma careta. — Qual o problema??

— Vai saber quantas doenças minha mão pode pegar. — revelou vendo o ex ruivo erguer uma sobrancelha chocado e ofendido. — Ah não faz essa cara de cachorro abandonado não cara. Me dá um desconto vai. Você acabou de chegar de um presídio cheio de gente doente, quer que eu ache o que hein?

— Tá Yoongi. Você tem razão. — disse revirando os olhos dramaticamente e tentando o tirar de seu colo.

— Ya, não, 'pera Jimin. Não faz assim. — riu da cara emburrada do Park.

— Não faz? Eu acabei de voltar, e você já tá desfazendo de mim. Vai, deixa eu terminar isso aqui sozinho. — tentou o levantar novamente.

— Dramático... — resmungou revirando os olhos. — Yaa, tá, vai, eu vou fazer isso. — se acomodou melhor no colo do outro.

— Não, agora eu que não quero. Até broxei.

— Broxou nada que eu tô vendo — riu enfiando a mão entre as pernas do amigo.

— Yoongi, não! É sério e-eu não...

— Cala a boquinha vai — selou seu pescoço começando a movimentar a mão. — Você fala demais.

— Não! E-Espera, Yoongi! — apertou os olhos com força sentindo aquele contato depois de tanto tempo naquele lugar.

— Para de fingir que ainda tem orgulho e aproveita. — acelerou.

— N-não é isso... Oh... não tão rapido — seu corpo se arrepiou.

— Uh, você cresceu hein?? — o mais velho brincou, sentindo o outro tensionar os músculos. — O que andou tomando?

— Yoon... assim não! Eu... — arfou forte apertando os quadris do outro.

— Para de fa- Uh... — o mais velho estancou.

Yoongi então ergueu uma das sobrancelhas, entendendo, quando o mais novo o apertou com força, ficando em silêncio por alguns ssgundos, num gemido mudo.

— Tá de brincadeira Jimin... — o encarou surpreso. — Sério? — se afastou encarando a mão suja. — Eu não contei 30 segundos!

— Desculpe... — arfou com o cenho franzido. — Eu tentei avisar...

— E eu que tivesse aceitado transar com você... — se indignou religando o chuveiro para lavar a mão. — Não teve nem graça.

— Desculpe... — abaixou a cabeça envergonhado. — Eu não esperava que fosse assim.

— Tsc... — o mais velho estalou a língua. — Chega de drama. Quase dois anos Jimin, o que você esperava hum? Não sei nem por que fiquei surpreso... — ergueu seu queixo. — Vai, ô Flash, termina esse banho, e escova bem esses dentes, pode usar minha escova, depois eu pego uma nova. — riu da cara que o outro fez.

— Eu preciso de roupas — se levantou para terminar, ignorando o nome que o amigo o chamou.

— Pode vestir algo meu enquanto não buscamos suas coisas no depósito. Se bem que com esses braços não tem muita coisa que vá servir não.

— Qualquer coisa serve. — murmurou ainda dentro do cômodo.

Enfiou a cabeça e debaixo d'água ainda frustrado por não ter conseguido aproveitar mais o momento. Seu corpo estava frágil e sensível. Sucetivel a qualquer toque. Chegava a ser vergonhoso.

Terminou de se lavar, desligando o registro, e buscando a toalha que já estava ali. Viu o espelho ao lado, e sem pressa se colocou em frente a este.

A muito tempo não se via daquela forma. Não se lembrava da última vez em que vira seu próprio reflexo.

Os poucos hematomas já sumiam, restando somente as cicatrizes e feridas. Olheiras fundas, e pele apática.

— Que droga em... — Yoongi disse adentrando o local e fitando o corpo machucado do outro.

— Tá horrível né?

— Tá mesmo.Você precisa tomar um sol cara.

— Vai comigo? — pediu o encarou através do espelho.

— Claro né. Não vou largar do seu pé tão cedo. — o abraçou por trás, com saudades. — Temos muito que conversar.

— Tudo bem. — sorriu com aquele sentimento morninho em seu peito, vendo o outro sair.

— Ah, se enxuga que eu tenho um presentinho pra você. — sorriu já do lado de fora exibindo a maquininha de corte.

— A fala sério Yoongi!

— Anda, se duvidar tem até carrapato aí. — apontou para o local entre suas coxas.

— Você me envergonha. — espremeu os lábios.

— Se não fosse pra isso, nem tinha entrado na sua vida.

~•~



— Come devagar. — Yoongi o encarou abismado.

Ambos estavam sentados na cozinha do refeitório, soboreando antes de todos, o que seria a refeição do almoço, daqui algumas horas.

— Cara.... Eu nem me lembrava que gosto tinha frango. — disse de boca cheia chupando os dedos sujos.

— Que porra vocês comiam lá?

— Uma espécie de lavagem — riu assemelhando o alimento do local antigo, com comida de porco.

— Aí, não fala mais nada, só come. — fez uma careta não querendo imaginar.

— Hum... porque pintou o cabelo?

— Ah, — ajeitou as madeixas. — Teve uma época que eles quiseram nos padronizar. — riu lembrando. — Foi ridículo. Tranca nas portas, nada de piercings, cabelo colorido, vistoria toda semana, foi um saco...

— Oh... Namjoon me falou sobre algo, nas cartas. — lembrou.

— É mas não durou muito. Quando a poeira baixou, tudo voltou ao normal.

— E por que não pintou de volta?

— Preguiça — riu.

— Hum...

Ambos ficaram em silêncio.

— Aí Jimin... vai...

— Quê?

— Tá se mordendo por dentro.

— Por que estaria? — desviou.

— Tá louco pra perguntar que eu sei.

— Num tô não.

— Tão transparente... — revirou os olhos.

— Por que todo mundo diz isso? — indignou-se.

— Porque é a verdade. — disse ouvindo um suspiro do outro. — Não vai querer saber nadinha sobre ele?

— Por que eu iria? — deu de ombros sentindo seu estômago ficando estranho. Óbvio que estava curioso.

— Não se importa? — o analisou com o olhar.

— Não mais.

— Que bom... — o espiou de canto de olho, o vendo parar de comer.

— Por que que bom?

— Tá interessado agora?

— É só curiosidade, mas que droga. — disse fazendo outro rir soprado.

— É porque meio que a gente... ficou algumas vezes sabe... — Jimin o encarou imediatamente com uma sobrancelha erguida. — Pra falar a verdade, a gente transou também. — encarou as próprias unhas.

— Mesmo? — sentiu o peito bombear forte. — Bom pra você, então... — voltou a comer, mas não com a mesma vontade de antes. O que não passou despercebido ao olhar do outro que sorria largo.

— Foi tão bom cara, nossa... eu nunca ia imaginar que ele fosse deixar alguém comer ele.

— Comeu ele? — franziu o cenho parando de mastigar.

— E muito. Não foi só uma vez. E também não fui só eu. Teve o Taehyung também. O Josh do boxe, ah o Zhao também, e o Matt... — contava nos dedos tentando lembrar os nomes —... Teve o profe-

— Ô Yoongi! — largou o talher com força. — O que você tá querendo com isso? — proferiu com o rosto vermelho.

— Nada... — riu. — Tava tentando ver se batia alguma coisa aí dentro, ainda. — apontou para seu peito.

— Já disse que não me importo! — voltou a comer com mais agressividade agora.

— Tá certo, se você diz... — riu se levantando. — Só pra você saber, eu tava brincando ok? — sorriu com a cara que o outro fez. — Que cara de alívio foi essa hum?

— Não fiz cara nenhuma.

— Tá certo, acaba logo isso. Vai dar 10 horas.

Assim que terminado de comer e limpado a sujeira. O park — agora usando uma calça moletom preta e uma regata. Juntamente com as laterais do cabelo, mais baixas, graças a máquina de Yoongi — seguia para fora do local, junto ao Min, corredores a fora.

De segundo em segundo sendo parado por conhecidos, tanto garotos quanto policiais. Os abraçando dando apertos de mão, ou tentando tirar alguma informação da sua volta.

Yoongi já estava perdendo a paciência, quando finalmente, tocaram os pés, no gramado do pátio.

— Aaaaah... — Jimin correu até o meio do campo, se jogando neste, como havia prometido a si mesmo que faria. — Sol, eu te amo... — suspirou profundamente sentindo os raios em sua pele.

— Aproveita que você tá parecendo um vampiro cara. — Yoongi se sentou ao seu lado.

Como sentiu falta daquilo. O vento, o calor, o cheiro forte dos pinheiros. Apertou mais os olhos, se concentrando nós sons das árvores, das vozes conversando. Dos poucos passarinhos que passavam por ali, e os gritos e apitos que vinham da quadra de esportes externa ali ao lado.

— Dormiu?

— Nem se eu quisesse. — sorriu ainda de olhos fechados.

— Aproveitando a mordomia? — A voz grossa soou a sua frente, enquanto seu sol fora tapado.

— Porra mano — abriu os olhos sorrindo. — Meu sol, seu poste.

— Respeito cara, respeito. — Namjoon se jogou ao seu lado. — Esse está sendo o melhor verão de todos cara. Nunca vi fazer sol assim.

— É porque eu voltei. — gargalhou. — O calor veio me receber.

— Vai se achando. — Namjoon deixou um tapa na pele exposta de seu braço. Enquanto alguns garotos se juntaram a eles no gramado.

Seu peito se enchia de alegria a cada minuto mais que se passava ali. Fitava sorrindo os rostos dos garotos ao seu redor, respondendo vagamente algumas perguntas que lhe eram feitas, relacionadas a sua volta e a todo acontecimento anterior.

Mas sem intenção, deixou que seu olhar corresse para a fenda entre os dois corpos sentados a sua frente, o prendendo na imagem que se passava não tão distante da li, atrás destes.

Pareceu reconhecer aquele rosto. Aquela forma esguia de andar, com seus cabelos jogados para trás com uma tiara de pano, que também cobria parte da testa. Com uma roupa larga, e confortável sobre o corpo, caminhava calmo, mantendo uma garrafa descartável, de água, em mãos.

Ele sabia quem era; Kim Taehyung.

Os cabelos um pouco mais cumpridos, mas nunca se esqueceria daquele rosto.

O observou caminhar em direção a quadra, arrastando seus chinelos pelo caminho. Quando bocejando, cumprimentou um dos guardas, e seu olhar tropeçou no seu.

Sentiu um imenso arrepio correr por seu corpo, quando viu este estreitar as vistas sem acreditar muito, em sua visão.

E então Taehyung deixou sua boca abrir minimamente, como se estivesse vendo um fantasma, cambaleando um pouco para trás, desviou rapidamente o olhar, retomando seu caminho. Vez ou outra dando pequenas olhadas para trás, como se para ter certeza, de que Jimin não sumiria da li.

Já o Park então, não fez questão, de desviar olhar. Estava intrigado. Curioso. Taehyung parecia... preocupado?

Ainda seguindo os movimentos do outro em direção a quadra, seu corpo paralisou completamente, quando constatou a quem Taehyung, entregaria sua garrafa de água.

Naquele momento, deixou de prestar atenção em qualquer coisa ao seu redor.

Era apenas ele, em seu campo de visão.

Viu o acastanhado, sussurrar algo em seu ouvido se virando para o Park, e em poucos segundos, viu aquele rosto virar lenta e tortuosamente, até que seus olhares, finalmente se encontrassem. Assim como fantasiou em todos aqueles anos em sua mente.

Não existiam mais vozes ao seu redor. Nem imagens. Nem ninguém.

Era só... ele.

E então Jimin deixou sua boca se abrir minimamente, com a imagem daquele "Homem". Que de longe fora o Jungkook que havia conhecido um dia.




Puta merda...


Notas Finais


ENTOOOOOON VOU COMEÇAR PEDINDO, NÃO, IMPLORANDO. POR FAVOR! NÃO. REPOSTEM. MINHAS. CAPAS. E FICHAS. Ah um tempo atrás recebi muitos prints de pessoas postando as fichas criminais no Facebook! NÃO FAÇAM ISSO! eu posso me ferrar legal por conta disso. "Pois estou criando uma falsa realidade dos meninos e pode ser considerado como se eu estivesse denegrindo a Imagem deles, uma vez que tem 'o rosto deles numa ficha, dizendo que eles cometeram um crime" POR FAVOR NÃO REPOSTEM.
Eu realmente não quero ter que tirar as fichas de circulação, mas se isso continuar acontecendo, vou excluí-las.

Entaaaaaum espero que não me matem pelo momento yoonmin ali T...T
Não é novidade pra ninguém o passado e a relação que eles tem um com o outro né???

É isso pessoal, hoje eu só postei pq fui ameaçada de morte no grupo do wpp T...T amo vc s2

É isso! SIGAM A FIC NO TWITTER @_QueenOfLemon


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