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História Condenados Ao Casamento - Capítulo 2


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Notas do Autor


Hello! Boa tarde! Olha só! Eu conseguir postar o segundo capítulo antes de 2 meses depois haha! Eu vou tentar me manter assim, tentar. Hoje postei mais um capítulo de Condenados Ao Casamento e esperam que se divirtam lendo!

Boa Leitura!

Capítulo 2 - A Chegada


De todos os animais selvagens, o homem  jovem é o mais difícil de domar.

                                                 ㅡ Platão

                                •••

Me espreguiço na cama. Sentindo uma mão em meu rosto, um sorriso involuntário pousa em meus lábios. Ainda meio sonolento, abro os olhos e dou de cara com visão mais bela de todas.

Minha namorada.

Ela me fita por alguns segundos e logo se joga em meus braços. Ela sabia oque iria acontecer hoje, ela sabia quem iria chegar. Abraço Yui ainda mais forte, mesmo sabendo que ficaria noivo de outra garota eu não largaria Yui.

Não abriria mão dela assim, tão fácil. Ela foi a primeira garota que amei e será a única. Ela é meu primeiro amor, cacete, eu mudei pra caralho. E eu amo o meu eu novo também. E eu digo e repito, nunca irei me arrepender daquele dia em que me declarei para ela.

Eu queria que ela fosse ser minha mulher, na verdade ela será minha mulher, minha esposa um dia. Nem que eu me case as escondidas com ela.

Ninguém irá tomar o lugar dela.

A tomo em meus braços e lasco-lhe um beijo em seus lábios macios e pequenos. Ela desfaz do abraço, franzo o cenho a encarando, mas logo um sorriso sapeca surge em meus lábios.

Yui se aproxima, colando seu corpo ao meu. Ela chega mais perto e toca meu peitoral nú com a pontas dos dedos e aproxima sua boca da minha orelha. Aquilo me causou ondas que fez minha nuca se arrepiar por inteira.

Antes que ela pudesse ousar a fazer qualquer coisa, a seguro pelos pulsos e fico por cima de seu corpo frágil e dou beijos molhados pela região de seu pescoço, enquanto suspira contra minha orelha me causando mais arrepios.

***

Já era noite e todos estavam presente à mesa, uma vez no mês Reji organizava um jantar em família. As vezes era até legal, mas a maioria das vezes entediante.

Reviro os olhos, quando enfim, Reji autoriza nós à nos servi para o jantar. Pego uma grande porção de Takoyaki e envio uns quatro em minha boca. Escuto a risadinha de Yui ao meu lado.

Todos comiam em um completo silêncio, até um empregado chegar interrompendo o jantar. Qual é! Continuo comendo, até o mordomo vir em minha direção e me entregar uma carta. Eu gelei.

Eu, possívelmente, sabia o que talvez estivesse escrito nessa carta. Engulo em seco, quando o nome de Karlheinz está escrito na carta.

É Eu sabia o que veria nesta carta.

Sentia o olhar de todos sobre mim, a pequena mão de Yui pousou em minha coxa enquanto a mesma passa a me encarar aflita.

Abro a carta lentamente, logo após começo a ler em voz alta e em bom tom.

Para: Meu querido filho, Ayato.

Saudações, meu caro filho. Sei que você talvez saiba o que tem escrito nesta hulmide carta. E se seus pensamentos estavam certos sobre do que se trata a carta. Sua noiva chega no Japão amanhã às 6:00 no aeroporto e eu quero que você! Vá busca-lá. Quero que se conheçam melhor e quem sabe, se tornem amigos. Minhas felicidades ao casal.

De: seu querido pai, Karlheinz. 

Suspiro pesadamente, como ele ainda tem a cara de pau de desejar felicidades ao casal?! Amasso a carta e jogo sobre a mesa, logo meu irmãos saem da sala de jantar e  voltam às suas atividades como se nada tivesse acontecido.

Yui me encarava com a expressão triste, aquilo estava acabando comigo. Minha vida estava mudando dessa forma repentina, como se fosse uma rotina. Estava sendo tudo muito rápido. A agarro em meus braços, seus soluços podem ser ouvidos em todo o salão. Apoio meu queixo em sua cabeça e permanecemos em silêncio, apenas com a companhia um do outro.

***
Caminhava pelo corredor perdido em meus pensamentos, andando vagarosamente em direção ao meu quarto, queria ocupar minha mente com alguma coisa, porém estava sem ânimo para isso.

Bufo, quando viro à direita. Tomando um susto quando dou de cara com Laito. Ele por sua vez me fita de cima à baixo com um sorriso sapeca brincando em sua boca. Já eu, bem eu o encarava esperando algumas de suas piadinhas idiotas pra cima de mim.

Mas eu não estava com um pingo de paciência

Bufo pela segunda vez naquela noite. Já ele solta uma risadinha nem um pouco engraçada.

ㅡ Eai, irmãozinho! ㅡ Ele fala comigo, porém o ignoro e me forço a andar em direção ao meu quarto. Mas sua voz irritante se faz presente, novamente, no corredor.

ㅡ Ahh! Qual é! Já sei, que tal você me dar sua querida e doce Yui, enquanto você se casa com essa garota e vive sues felizes e para sempre? Hum?? ~Nfu ㅡ Ele estava tentando me provocar a todo custo, e eu sabia disso e também sabia que não era para eu dar importância para o que ele falava. Porém!  Eu odeio quando citam o nome da Yui no meio de algo assim.

Dei meia-volta já pronto para encher sua cara de socos. Enquanto ele ainda zombava de mim. Grr. Vamos ver quem iria zombar agora. Estendo meu punho para dar um soco em Laito, mas uma mão me impede e me mantém distante de Laito.

Encaro Shu sem o entender. Metido de uma figa.

ㅡ O que você quer aqui?! Não está vendo que estamos ocupado, morto-vivo! ㅡ O ordeno para sair da minha frente, ameaço ir para cima dos dois, quando Shu me encara com um sorriso malicioso no canto da boca.

Tsc. Quer saber não quero perder meu tempo com idiotas como eles. Giro meus calcanhares e ando em direção ao meu quarto. Mas antes de entrar nos meus aposentos, escuto a voz preguiçosa de Shu.

ㅡ Não precisa ficar descontando sua raiva... ㅡ Ele boceja. ㅡ Nos outros porquê vai casar. E sem cogitar da idéia de vocês quebrarem algo aqui.

Dessa vez foi a vez minha e de Laito encararmos Shu. Solto uma risadinha, bem forçada por sinal.

ㅡ  Desde quando faz papel de irmão mais velho? ㅡ O questiono, com um sorriso convencido plantado em meus lábios.

Laito revira os olhos com um sorriso malicioso de sempre em sua boca, e se encosta na parede ao seu lado. Ele arruma seu chapéu como de costume antes de sumir pelas sombras.

Shu me fita sem, realmente se importar com algo. Mais uma vez ele boceja. Me encosto no batente de minha porta e puxo um cigarro.

ㅡ Eu não faço. Só não quero um Reji no pé, enchendo o saco. ㅡ Depois de um tempo em silêncio, ele responde dando de ombros . Assinto sem me importar com qualquer coisa que ele tenha dito.

Dou uma tragada no cigarro, e bato a porta. Caminho em direção a varanda do quarto. Encosto um dos meus braços na coluna e observo toda a visão da floresta, apenas para mim.

Dou outra tragada e sinto a nicotina me envolver. Merda, isso era viciante pra cacete.

Observo a bela paisagem sem nenhum ânimo. Aquilo era um completo tédio. Reviro os olhos lembrando que amanhã levantarei cedo, para buscar uma garota qualquer.

Jogo o cigarro no chão e piso nele antes de entrar no quarto e me jogar na cama macia.

Uma boa noite pra mim.

***

Acordo sobressaltado, com o som do despespertador do meu celular. O pego ainda meio sonolento, mas quando vejo a hora logo desperto correndo já em direção ao banheiro.

Merda, merda!

Já eram 6:45 da manhã e eu não estava nem com uma roupa ainda. Me apresso para escovar os dentes, jogo água no rosto e passo a mão nos cabelos. Logo após, visto as primeiras roupas que vejo na frente, pego as chaves do carro. E me teletransporto para a garagem da mansão.

Dou partida no carro e dirigo em direção ao areoporto.

***

Chegando lá, pego uma placa escrita " Emeline Evans", ela de alguma forma estava no capô do carro. Corro adentro no aeroporto, sinto alguns olhares sobre mim, mas ignoro todos.

Levanto a placa para o alto. Cadê essa menina?! Vou ao local de desembarque, fico lá que nem um idiota com uma placa na mão. Minha garganta já estava queimando de tanta cede e com esse local lotado, não estava nada fácil.

Já segurava a placa olhando para o teto do aeroporto. Tsc, se soubesse que fosse demorar tanto assim eu tinha dormido mais um pouco. Bocejo.

Sinto alguém me cutucar e me viro rapidamente na esperança de ser a garota que procuro. Me decepciono quando vejo que é um garotinho me pedindo para sair da frente dele, saio de mal agrado da frente do menino.

Se eu soubesse que fosse demorar tanto assim, teria vindo umas 8:00 horas!!

ㅡ É... oi? ㅡ Escuto uma voz atrás de mim, vejo uma garota britânica. Talvez seja ela! Logo me apresso a perguntar.

Emelaine?! ㅡ Pergunto a garota à minha frente, a vejo assentir com a testa franzida. Ótimo, já estava mais do que na hora dessa garota aparecer!

ㅡ Emeline. ㅡ Ela corrige seu nome. Dou de ombros andando pelo corredor, hora de ir para casa!

***

Estamos em um profundo silêncio dentro do carro. Ok. Já estava meio desconfortável aquele silêncio, mas para ela não parecia a incomodar nem um pouco.

Limpo a garganta, pensando em um assunto qualquer.

ㅡ Então...Emeline, é como foi a viajem?... ㅡ Que pergunta meio merda.

ㅡ Boa.

Ela responde. Só boa?! É. Estou percebendo que ela não quer muito papo comigo. Respiro fundo, segurando fortemente o volante sem tirar os olhos da estrada.

Paramos no sinal vermelho, desvio meu olhar por alguns segundos para a garota ao meu lado. Bem, digamos que ela é bastante bonita, até. Mas o que mais gosto até então são suas poucas sardas em suas bochechas e nariz, parecendo que está um tipo de "corada". Tirando isso, não vi nada de mais nela. Não que eu tenha a achado bonita, só as sardas, Yui é mil vezes mais bonita que essa aí. Ela olhava para a janela, sem se importar com meu olhar sobr ela.

Volto a dirigir quando o sinal dá verde, volto minha total atenção para a estrada.

Fomos, praticamente, todo o trajeto da ida em silêncio para casa. Chegando lá, a ajudo a tirar suas malas do capô e dos bancos de trás do carro.

Ela murmura apenas um "obrigada", sem até mesmo me encarar. Aish, garota estranha.

Entro em casa, e vejo todos os meus irmãos e Yui no hall. Coloco as malas de Emeline no chão, todos tentavam ver o ser atrás de mim, saio da frente dela e vou para o lado de Yui.

Ela acena para todos com um pequeno sorriso, mas para forçado, para todos nós. Percebo que Laito não demora sequer um segundo para retribuir.

ㅡ Olá, nova Bitch- chan! ~Nfu ㅡ Ela o fuzila com o olhar "discretamente", meu irmão mais novo por sua vez apenas solta umas de suas risadinhas irritantes com a reação da garota com o apelido tradicional que ele dar para todas as garotas que já pisaram aqui.

Reji, por sua vez começar a se apresentar. Ignorando o showzinho de Laito agora à pouco.

ㅡ Boas- Vindas, senhorita?...

ㅡ Emeline. Emeline Evans. ㅡ Sua voz suave e sua expressão séria, de poucos amigos não combinava nem um pouco.

ㅡ Bem, seja bem-vinda senhorita, Evans. Eu me chamo Reji, o segundo mais velho e aquele lá sentado é Shu, o mais velho, e aquele com um ursinho é Kanato o quarto filho, e de chapéu lá na escada é Laito o quinto filho e aquele outro à sua direita é Subaru, o caçula da família. E aquele lá perto da garota é Ayato, seu futuro noivo. ㅡ  No momento em que ele finaliza, a garota me encara de olhos arregalados por alguns segundos. Bem, até a entendo, se eu fosse noivo de mim mesmo ficaria assim, assustado, por ser noivo de uma beldade como eu.

Sorrio, com os meus pensamentos. Logo após Reji apresentar todos nós, Yui que até esse momento não tinha se pronunciado se apresenta para a garota nova.

ㅡ Oi! Me chamo Yui Komori, noiva de sacrifício de Ayato. É um prazer conhecer você!ㅡ Sua apresentação me faz arregalar os olhos, meus irmãos passam a fitar a garota de cabelos loiros ao meu lado. Eu, particulamente não sabia meio ao certo como reagir a esta situação, já que ser noiva de sacrifício particular de apenas um vampiro em uma casa com total de seis, era algo bem íntimo.

ㅡ O prazer é todo meu, Yui. ㅡ Ela não expressava nem um tipo de reação o quanto a Yui falou, percebi que as bochechas da panqueca estavam rosadas. Logo após a voz de Emeline se faz presente novamente.

ㅡ Onde que irei ficar? Por favor. ㅡ A garota pergunta direcionando seus olhos azuis à Reji.

Dois de nossos mordomos aparecem atrás da garota, pegando as malas lilás de Emeline e sumindo com elas. A garota ver aquilo meio assustada, mas  logo volta com sua expressão tranquila.

ㅡ Bem, enquanto ao seu quarto, Ayato irá a lhe guiar você até ele. ㅡ Ele afirma para a menina, já eu o encaro incrédulo. Volto meu olhar para Yui, que dessa vez me encarava meio desapontada. Eu não podia fazer nada. Assentir para Reji e voltei meus olhos para a garota, que observava tudo ao seu redor sem se importar com os alguns olhares sobre si.

Reji e Kanato, já tinham saído do Hall. Fisgo sua atenção para mim a peço por sinais, para me seguir. Subimos as escadas meio distantes um do outro. Que continue assim. Enquanto subiamos podia sentir todos os olhares sobre nós dois.Tsc, idiotas.

Enquanto ainda não tínhamos chegado ao seu novo quarto, tento puxar, novamente, assunto com ela. Passo a mão na nuca, enquanto pensava em algo para poder começar uma conversa.

ㅡ Então... como se sente ao saber que irá se casar comigo? ㅡ Pergunto com um pouco de receio. Não queria que ela perguntasse a mesma pergunta para, pois nem mesmo eu saberia o que responder.

Observo sua testa franzida, enquanto caminhávamos pelos corredores vazios. Passávamos por uma das grandes janelas da mansão, dando uma bela visão do jardim às 10:00 horas. Percebo que o grande jardim lá fora fisgou sua atenção, mas logo ela desvia o olhar da janela e responde minha pergunta anterior.

ㅡ Nada. Absolutamente nada. ㅡ Apenas assinto. Talvez eu sentisse o mesmo que ela.

ㅡ Você é tão tagarela, né? ㅡ Faço uma pergunta irônica. Dou um sorriso de canto, quando percebo que ela não gostou nadinha da irônia, porém me ignora com sucesso, me fazendo desmanchar o sorriso que estava plantando em meus lábios.

Argh! Mas que garota sem senso de humor.

Chegando ao seu quarto, a ajudo carregar as malas até ele. É um quarto até que bonito, para uma garota. Ela coloca uma mala de mão encima da cama, e despacha tudo que tinha nela sem se importar com minha presença no quarto.

Pigarreio tentando chamar sua atenção. Sem sucesso, ela se mantinha  concentrada em suas roupas jogadas na cama. Aquilo era uma calcinha preta com renda?! Balanço a cabeça afastando esses tipos de pensamentos da minha mente. Me concentro em minhas próximas palavras.

ㅡ Como pôde ter notado este aqui é seu novo quarto. Bem, mas vamos falar o que, realmente interessa à você.

Nisso ela me encara com uma cara de como se algo realmente a interessase aqui, ignoro seu olhar queimando nas minhas costas.

ㅡ Talvez Reji faça um jantar para a sua chegada, já que você é meio que uma hóspede aqui na mansão, então se realmente tiver um jantar te aconselho a chegar lá antes da 6:10.

Falava caminhando em direção a porta.

ㅡ Ok? ㅡ Pergunto. Para saber se ela entendeu tudo ou apenas ignorou tudo que falei.

ㅡ Tá. ㅡ Vou aceitar esse "tá" seco, como um ok doce e gentil. Passo pela porta, mas antes de dar o fora daquele espaço afirmo algo para ela.

ㅡ Hey! Se precisar de algo, não me chama. ㅡ Saio radiante do quarto da garota nova, posso escutar o baque da porta e um "idiota", bem baixinho. Dou uma risada com tudo isso.

Talvez isso tudo possa ser até divertido.




Notas Finais


Então o que acharam do capítulo de hoje?? Vocês não estão estranhando esses comportamento de "bom moço" do Ayato?? Haha! E a Yui sentindo ciúmes do seu amado namorado? Me divertir bastante escrevendo esse capítulo de hoje e espero ter divertido vocês também! Ah! E não se esqueçam de me darem algumas dicas para a escrita, queria muito melhorar a minha. Bem, eu também queria pedir uma ajudinha de vocês, queria apenas o apoio de vocês com a fic, isso motiva bastante os autores e é bastante legal saber que outras pessoas gostam do que escrevemos. Não os quero obrigar a nada, gosto de escrever apenas por diversão. Mas enfim, espero que tenham gostado! Tenham um boa tarde!

Kisses! xxx


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