História Conexão Perfeita - Capítulo 14


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Categorias Karol Sevilla, Michael Ronda, Ruggero Pasquarelli, Sou Luna, Valentina Zenere
Personagens Ámbar Benson, Gaston, Karol Sevilla, Luna Valente, Matteo Balsano, Michael Ronda Escobosa, Nina, Personagens Originais, Ruggero Pasquarelli, Simón, Valentina Zenere
Tags Brasil, Lutteo, Seleção Brasileira, Simbar
Visualizações 112
Palavras 2.808
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Ficção, Ficção Adolescente, Romance e Novela

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


OIE <3
Estou muito triste. Penúltimo capítulo de CP. *Todos choremos*😭
Eu espero muito que gostem!
Os agradecimentos a gente deixa para o capítulo final, porque imagino que estejam querendo ler o capítulo primeiro, rs.
Sem mais delongas..

BORA LER?

Capítulo 14 - Feliz Aniversário, Papai!


Matteo Balsano

São Paulo, Brasil - 12:00, sábado.

Tudo estava uma loucura. Alguns parentes chegaram essa madrugada para o meu aniversário e a casa está completamente cheia e movimentada. Recebemos muitos familiares, e ainda faltam pessoas para chegarem.  Todos estão ajudando e colaborando em alguma coisa que falta para a festa. Não consegui nem conversar com meus pais e Luna hoje. É tantas pessoas que deixam a gente louco. 

Pedi a Mari que cuidasse de Téo enquanto terminavamos toda a decoração. Seria difícil cuidar dele, já que ele quer ficar andando para lá e para cá, mas ela disse que não haveria problema algum.  Matias estava na cozinha ajudando na parte dos comes e bebes. A palavra certa não é "ajudando" e sim "experimentando" a comida. Conheço bem o meu irmão. 

Minha mãe e Luna coordenavam tudo e dona Clara sempre estava ajustando alguma coisa que estava torta, ou fora do lugar. Ela tem "toque", e sempre quer que tudo fique perfeito, e milimetricamente correto. Meu pai estava ajudando alguns caras a arrumarem a sala de jogos, e eu, bem, estava fazendo de tudo um pouco. 

- Mãe, está ótimo. Ninguém vai reparar tanto na mesa. - ela negou com a cabeça. 

- Você sabe que sua tia Natália repara em tudo. Se está tudo perfeito, ou se não está. Sabe que não gosto quando ela repara, meu filho. Me dá nos nervos. - eu ri e a abracei. 

- Quem tem que gostar sou eu, mãe. Deixe a tia Natália, talvez ela estará distraída demais para reparar nisso. - pisquei para ela e minha mãe riu. 

- Ok, ok. Vou parar! - rimos. 

- Ótimo. - sorri. - Se a senhora puder, dê uma olhada em Matias. Garanto que ele está comendo toda a comida, ao invés de ajudar os cozinheiros. 

- Ok, vou ir dar uma olhadinha nele. Também tenho minhas dúvidas sobre ele estar ajudando ou não. - rimos e minha mãe foi até a cozinha do salão. 

Luna terminou de decorar a mesa e ficou olhando-a. Certamente para verificar se tudo estava em ordem como minha mãe queria que ficasse. A abracei por trás e deixei um beijo em sua bochecha. Ela sorriu e repousou sua cabeça em meu ombro. 

- Decorar uma festa chega a ser cansativo. - eu assenti e ela riu. 

- Eu imagino que seja. - ri. - Eu estou quase louco por fazer tudo de uma vez. - fiz uma careta e ela riu. - Ainda bem que as malas já estão prontas. 

- Ainda bem mesmo. - ela riu. - Imagino que eu e Téo iremos dormir no avião. Ele está gastando todas as baterias durante o dia. Quando o avião começar a voar, ele já vai estar no seu terceiro sono. - gargalhamos. 

- Concordo. - sorri. Observei Luna sorrindo, e vi que seus olhos verdes esmeralda estavam mais brilhantes do que os outros dias. - Amor, porque seus olhos brilham tanto hoje? 

- Estou feliz mais do que o normal. - ela sorriu. - Tenho uma surpresa para você. Mas saberá apenas na hora de sua festa de aniversário. - riu sapeca e selei nossos lábios em um beijo calmo e doce. 

- Eu te amo tanto. - rocei nossos narizes. 

- Eu te amo muito. Muito, muito. - sorriu. - Você foi a melhor pessoa que apareceu em minha vida. Você trouxe a ela, mais alegria ainda. - a abracei e deixei um selar no topo de sua cabeça. - Agora temos que voltar a arrumar tudo. - riu. 

- Sério? - fiz biquinho. - Não podemos ficar assim? Juntinhos? - sorri. 

- Bem que eu queria. - riu. - Mas precisamos arrumar o resto das coisas, amor. - deu um sorriso fraco. 

-Tudo bem. - me rendi. - Vamos voltar ao trabalho. - roubei um selinho dela e voltamos a arrumar as coisas.

...

14:25.

O salão já estava todo decorado. Nós voltamos todos para casa. Iríamos nos arrumar e passarmos o resto do horário até a chegada da festa, aproveitando a nossa família. Eu estava conversando com meus primos. Estava esperando Luna descer para apresentá-la a eles. Flor, Ágata, Lucas e Caio estavam me contando como andavam as coisas. Flor estava na Itália, junto com o namorado. Ágata e Lucas estavam viajando por todo o mundo juntos. Caio, fez um teste para entrar para um time de futebol também. 

Luna apareceu na área da piscina e fui até lá. Meus primos continuaram conversando entre eles, então aproveitei a distração dos mesmos. Abracei Luna e deixei um beijo demorado e calmo em seus lábios. 

- Fique tranquila. Eles são muito legais, irão gostar de você. Não se preocupe. - beijei sua mão e a guiei até eles. 

- Ah, primo. - Flor sorriu. - Você sumiu do nada. - ela riu. 

- Eu fui falar com ela. - a abracei e eles sorriram. - Flor, Ágata, Lucas e Caio, essa é a Luna. 

- Prazer, Luna. - eles sorriram. 

- Então você é a famosa Luna? - Ágata sorriu. 

- Famosa eu não sei, mas sou a Luna sim. - rimos.

- Sente-se. Vamos conversar. - Flor disse e empurrou Ágata para o lado, dando espaço para Luna se sentar ao lado delas. - Soube que você e meu primo estão noivos. - Flor sorriu. - Parabéns! Meu primo é um gatão, né? - deu uma piscada para ela. 

- Flor! - Ágata a repreendeu. - Daqui a pouco ela vai achar que você tá dando em cima do Matteo. - Luna riu. 

- Imagina, Ágata. Nunca vou imaginar isso. - sorriu para Ágata. - Sei que a Flor namora. 

- Como você sabe, garota? - a olhou incrédula.

- Tenho minhas fontes. - piscou para Flor e riram. 

A conversa fluiu muito bem entre nós. Meus primos adoraram Luna,  e Flor e Ágata já estavam marcando um dia para irem na nossa casa no Rio de Janeiro. Elas subiram para o quarto de Luna para conversarem entre elas. Lucas me olhou maliciosamente e já imaginei o que viria pela frente. 

- E ai? - Lucas sorriu. - Você gosta realmente dela, não?  

- Não é nem gostar. - sorri. - Com ela eu descobri o que era a palavra amor. 

- Cara, nunca imaginei você todo apaixonado e noivo. - Caio disse. - Pensei que você iria entrar para o meu time. 

- Nunca que eu iria entrar, Caio. - revirei os olhos. - Não sou igual a você. Mulher não é um objeto sexual, que você usa e depois descarta. - ele revirou os olhos. - E não adianta revirar os olhos para mim não. Quando você vai aprender isso? Mulher não é um objeto, Caio! Mulher merece ser cuidada, e amada. - Lucas segurou meu braço pedindo para eu me acalmar. - Olha, eu não quero discutir hoje. Mas, pensa bem no que eu te disse. - apontei o dedo para seu rosto e sai.

- Irmão, tá tudo bem? - Matias me parou na cozinha da casa. 

- Quando o Caio vai parar de ser tão idiota? Um lixo, digamos assim. - revirei os olhos. 

- Ei, já imagino o que aconteceu. Você quase brigou com ele por ele achar que mulheres são objetos sexuais, certo? - assenti. - Cara, se acalma. Hoje é o seu aniversário, não estrague ele com uma discussão com o Caio. Sabemos que ele é um babaca, e que se um dia ele mudar aquela opinião ridícula dele, vai ser um milagre. - ele me deu um copo d'água. 

- É que eu não entendo, Matias. Eu não consigo entender! - respirei. - Quantas vezes eu já disse a ele que uma mulher não é um objeto sexual, cara. A mulher merece ser cuidada e amada. E não deve ser tratada assim. - revirei os olhos. 

- Fica calmo, irmão. - ele me abraçou. - Você sabe que o Caio sempre teve essa opinião ridícula, apenas não se exalte tanto assim. - eu respirei fundo e me recompus. 

- Ok, já estou mais calmo. - sorri. 

- Ótimo. - Matias riu. - Sobe lá para conversar com Luna. - ele sorriu. - Vai te fazer um pouco melhor. 

- Certo, eu vou subir.

...

- Não fique assim, amor. - Luna acariciou minha bochecha e sorriu. 

Flor e Ágata haviam saído para deixarmos a sós. Elas disseram que iriam conversar com Caio sobre essa opinião dele. Eu ainda estava muito furioso. Não admito que meu primo fale de uma mulher assim. 

- Você sabe que existem muitos caras assim, que acham que a mulher é um objeto sexual. Nós sabemos que não. - mexeu em meus cachos embranhados. - Não fique tão axaltado assim, meu amor. - selou nossos lábios. - Eu sei que você é super contra a opinião de seu primo. - beijei sua mão. 

- Obrigado por me acalmar. - olhei em seus olhos. - Você é incrível. - acariciei sua bochecha com o dedão da mão. 

- Você já me disse isso muitas vezes. - sorriu. 

- Que tal fazermos outra coisa agora? - fiquei por cima dela.

- Matteo.. O Téo pode chegar a qualquer momento aqui no quarto e.. - ela respirou fundo quando sentiu minha boca contra a pele de seu pescoço. - Matteo.. 

- Temos 15 minutos até Téo aparecer. - a beijei e logo pedi passagem com a língua. Senti os mesmos arrepios de sempre, que me faziam sentir um garoto de 15 anos de novo, assim como ela.

...

 16:18.

Estávamos todos nos arrumando. A festa começaria às 17:00. Luna estava arrumando Téo para a festa. Eu estava terminando de me arrumar. A fantasia de Luna era da Cinderela. Eu, estava vestido de príncipe. Combinamos as nossas fantasias.  Téo estava vestido de super-herói. 

Estava observando atentamente Luna e Téo juntos. O cuidado de Luna com ele, é tão lindo. Como ela arruma Téo, como ela o ensina as coisas. Como ela ama esse pequeno que chegou em nossas vidas e revolucionou tudo. Eu a amo muito. Amo o seu jeito menina, sem deixar de ter o seu jeito mulher. Amo quando ela desfila pelo meu quarto com apenas uma camiseta minha, que parece que foi feita especialmente para caber em seu pequeno corpo. 

Amo o jeito como ela sorri e também como uma das mechas de cabelo dela insiste em cair no rosto. Como ela observa a paisagem, com os olhos fechados, sentindo o vento no rosto. Como ela olha atentamente a tudo. 

Amo estar com ela. Amo quando ela fica no meu quarto para dormir.  Amo vê-la junto com Téo no café da manhã. Amo quando ela sorri por saber que eu estou encostado na porta,  feito um idiota, admirando o quanto ela é linda. 

Amo os olhos verdes. Amo a personalidade e a maneira de ver a vida que ela tem. Amo não importa como eu esteja, me aproximo dela e automaticamente um sorriso brota em meus lábios. 

Amo nossas mãos entrelaçadas e sentir ela me abraçar. Amo cada mínimo detalhe sobre ela. Amo que ela seja tão ela. Amo ela por inteiro. 

Luna percebeu que eu a olhava fixamente e sorriu. Me olhou e silabamos um "eu te amo" juntos. Foi como uma conexão.

- Prontinho, terminei. - Luna beijou a bochecha de Téo e ele desceu do banquinho.
- Obrigado, mamãe. - sorriu e abraçou Luna.

- Agora que as duas pessoas muito importantes para mim estão prontas, vamos?

- Vamos. - sorrimos e descemos para a sala.

- Todos prontos? - minha mãe perguntou a nós.

- Sim!

- Ótimo. Que a festa comece!

...

18:00.

Todos estavam comemorando. Muitos outros familiares haviam chegado. A festa estava realmente muito boa. Todo o trabalho duro valeu a pena.  Estava tomando um copo de refrigerante. Eu, Luna e Téo iríamos viajar depois da minha festa de aniversário. Não queria subir no avião embebedado.

Estava conversando com Simón. Ele também iria viajar coosco. Estava de coração partido em ter de deixar Âmbar aqui.

-Eu a amo muito. Não queria deixá-la aqui. - suspirou. - Mas ela quer continuar a faculdade, então não posso fazer muita coisa. - fez uma careta.

-Poder você pode. Só não usou a cabeça. - ri. - Ela logo termina a faculdade, não é? - ele assentiu. - Quando ela terminar, você vem para São Paulo e faz a ela uma surpresa. E depois ela viaja com você de volta.

-Ótima ideia. - ele sorriu. - Não passou isso pela minha cabeça.

-Imagino que não tenha passado. - ri.

-Mas, mudando de assunto. Sua festa tá muito boa, irmão.

-Que bom. Trabalhamos duro para isso. - ri e fiz uma careta.

-Bem, vou ir lá passar minhas últimas horas com Âmbar. Até mais. - acenei para ele e Simón saiu.


Luna estava conversando com Ágata e Lucas, quando cheguei perto deles. Eles conversavam sobre a nossa viagem. Ágata estava combinando com Luna para ela e Lucas irem até nossa casa no Rio, passar um fim de semana conosco lá.

-Eu quero fazer uma visita para vocês lá. Com certeza iremos nos divertir muito, amiga. - Ágata sorriu e abraçou Luna.

-Com certeza. - elas sorriram uma para a outra.

Ágata se deu muito bem com Luna. Se tornaram amigas muito rápido. Parece que se conheciam a anos. Nós ficamos conversando sobre vários assuntos, por longos minutos. Muitas gargalhadas estavam contidas na nossa conversa.

-Filho, vamos cantar parabéns para você. - sorriu e nós entramos no salão. Fui até a mesa do bolo e coloquei Téo no banquinho para ele ficar maior, e conseguir enxergar a todos. Luna ficou um pouco longe. Imaginei que ela faria a surpresa depois de cantarmos o parabéns.

-Parabéns pra você, nesta data querida, muitas felicidades, muitos anos de vida… - todos cantamos a tradicional música do parabéns. Eu estava sem reação. Acho que todos nessa hora ficam.

-Pessoal, antes de tudo, eu tenho uma surpresa para o Matteo. E quero que todos saibam dela. - Luna disse e todos os olhares se atraíram para ela. Escutei uma música tocar ao fundo, e vi Téo chegando devagarinho com uma caixinha na mão.

-Feliz aniversário, Papai! - Téo entregou-me a caixinha e o agradeci. A abri e vi um papel. Comecei a ler e logo uma lágrima rolou pelo meu rosto. Uma lágrima de felicidade.

-Meu amor. - Luna sorriu. Ela já estava emocionada. Percebi que ela estava com uma outra roupa. Ela ergueu a blusa, aparecendo sua barriguinha. Ainda não estava grande.

Estava escrito em tinta guache: “Nos vemos daqui a nove meses, papai!”

Luna limpou minhas lágrimas e abraçou-me. Selei nossos lábios em um beijo apaixonado e doce. Um filho(a). O que nós dois sonhamos estava se tornando realidade. O primeiro sonho nosso estava se tornando real. Formar uma família.

-Meu amor. - juntei nossas testas. - Eu te amo. - sorri e ela também.

-Eu te amo. - todos aplaudiram e assobiaram.

-Eu fico muito feliz por vocês. - meus pais disseram e nos abraçaram.

Toda a família nos desejaram os parabéns. Estavam todos emocionados e sorrindo.  Nós nos despedimos de meus pais depois de mais um tempo de comemoração. Meu irmão chorou.

-Por mais que nós tenhamos as nossas brigas, eu amo você, seu chato. - nos abraçamos e sorri.

-Eu também te amo, idiota. - sorri. - Nos vemos  breve. - ele sorriu e abraçou Luna.

-Boa viagem, cunhada. - Matias sorriu para Luna. - Vou sentir a sua falta.

-Nós também. - ela sorriu.

-Vou sentir saudade de você, pequenino. - Matias pegou Téo no colo e o abraçou.

-Eu também, titio. - ele beijou a bochecha de Matias. - Muita saudade!

-Bem, chega de chororo. - Mari disse. - Cuide bem um do outro vocês dois, e do Téozinho também. - ela me abraçou e abraçou Luna. - Eu amo vocês, tá Lutteo? - sorrimos. - Até breve, coisinha mais goxtosa da titia. - beijou a bochecha de Téo e o abraçou.

-Até breve, meu filho e minha nora querida. - minha mãe sorriu e abraçou nós dois. - Até breve, netinho. - abraçou Téo. - Eu amo vocês.

Meu pai se despediu de nós dois, depois de muito choro.

-Eu desejo toda a felicidade do mundo a vocês três. Que você meu filho, cuide muito bem de tua mulher. E que você cuide dele também. O amor de vocês é muito forte, nada os separará. - abraçou nós dois. - Até breve, meu querido netinho. - abraçou Téo. - Eu amo você, viu?

-Eu também te amo, vovô. - abraçou meu pai.

-Bem, vamos indo. Se não vamos ficar nos despedindo e não viajaremos. - todos nós rimos.

-Até breve. - entramos no carro e o motorista nos levou até o aeroporto.


-Voo 1240 no portão 7. O avião partirá a dez minutos. - a mulher disse.  

Nós fomos para o portão de embarque e esperamos a nossa vez de entrarmos. Nos acomodamos nas poltronas depois de guardarmos as nossas malas. Téo já estava dormindo.  Luna realmente acertou.

-Bem - respiramos juntos. -, aqui vamos nós!


Notas Finais


E ai?
O que me dizem?
Lutteo foi com o Téozinho viajar pro Rio❤️
Comentem, responderei todos vocês :)
Bjssss❤️


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