História Confia em mim - Capítulo 18


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Categorias Shingeki no Kyojin (Attack on Titan)
Personagens Annie Leonhardt, Armin Arlert, Bertolt Hoover, Connie Springer, Eren Jaeger, Erwin Smith, Hange Zoë, Historia Reiss, Jean Kirschtein, Kenny Ackerman, Levi Ackerman "Rivaille", Marco Bott, Mikasa Ackerman, Petra Ral, Reiner Braun, Sasha Braus, Ymir
Tags Bissexual, Ciumes, Drama, Eren, Homossexual, Levi, Possessividade, Riren, Romance, Shingeki No Kyojin, Yaoi
Visualizações 493
Palavras 2.881
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Saudações terráqueos, cheguei atrasado como sempre, mas não demorei tanto quanto antes né?! >< kkkkk eu ia postar ontem, mas não deu muito certo sabe :(
Queria vos pedi desculpas por não ter respondido aos leitores cap passado, vou fazer isso ainda hoje, é que não é fácil responder pelo app e ir no site é difícil no meu cell todo lascado coitado, eu respondia vcs pelo PC, porém ele veio a falência meses atrás e tá complicado kkkkk tô de luto ainda serumaninhos.
Outro motivo pelo atraso é que tou fazendo um manhwa (algo bobo mas que queria melhorar e futuramente desenvolver mais e mais), e uma fic Nova que martela na cabeça, além de estudos e procura de emprego kkkkk enfim, deixando de bobagens.
OBRIGADO PELOS 600 FAVORITOS EU AMO VCS MANO, MUITO OBRIGADO PELOS COMENTÁRIOS E APOIO, UM BEIJO NA BOCA DE VCS (E NA BOCHECHA PROS NÃO SOLTEIROS) Mano eu chorei com o tanto de favoritos carai😢

Boa leitura!!!

Capítulo 18 - Vaga Lembrança


Fanfic / Fanfiction Confia em mim - Capítulo 18 - Vaga Lembrança

Cansado do tédio de se viver num país como aquele, fumava o terceiro cigarro no terraço do apartamento onde morava com o que de tão ausente, tornava o apartamento apenas seu. Se lembrar do seu pai o tirava do sério, franzindo as sobrancelhas finas sem se dar conta de tal, olhando a fumaça escapando do cigarro com desinteresse, iria voltar para o Brasil nem que para isso precisasse entrar ilegalmente, pois sem dinheiro para passagens areias se via como essa sua única saída.

Estava pensando demais, era óbvio, por isso tentou acalmar sua cabeça já estressada pela briga que teve com o velho antes de ir ali, era noite e tudo o que queria era um pouco de bebidas e sexo para aliviar a cabeça que estava prestes a explodir, o deixando cada vez mais ansioso e impaciente por um futuro incerto.

"Seria tudo mais fácil se ela não tivesse morrido... " inspirou novamente a fumaça tóxica, expulsando-a em seguida.

- Já chega dessa merda. - começou a caminhar para longe dali com o cigarro entre os dedos, imaginando se por acaso seu pai já tinha terminado de comer a puta que ele chamava de mulher no apartamento, mas não é como se tivesse real interesse na resposta.

Ao entrar no elevador, avistou um rapaz um pouco maior do que si, mas apenas fez como sempre e ignorou o "Boa Noite" que o vizinho lhe deu, podia sim está com um fone e fingir que não ouviu, no entanto estava sem o celular consigo, e somente se fez de desinteressado mesmo.

Podia ter acabado ali, podiam ter saído do elevador e ido para lugares opostos em direções opostas, só que não foi bem isso...

- Cê não é muito de falar, não é? - ignorou ele novamente - Eu sei que é brasileiro, então entende o que falo.

- Não querer te responder devia ser suficiente. - olhou o outro que continuava a olhá-lo.

- Talvez eu goste coisas complicadas. - deu de ombros e sorriu.

- Talvez cê só goste de vácuo. - devolveu.

- Talvez eu goste de vácuo bonitos, eles me dão puta tesão. - brincou, ouvindo o outro dar um riso baixo e leve.

- Que cantada de merda.

- Ao menos eu tento ué. - riu-se. A conversa não se desenvolveu tanto, porém foi o suficiente para o menor que inspirou mais um pouco da fumaça do cigarro um pouco esquecido, logo suspirando-a.

Quando as portas do elevador chegou a portaria, Levi voltou-se para o loiro e sem o menor ânimo de puxar assunto, foi direto ao ponto com sua típica expressão de "simpatia".

- Me diz onde há um lugar para eu morrer na bebida enquanto transo. - curto e direto.

- Uau, cê enrola tanto num assunto. - falou sarcástico ao revirar os olhos - Eu vou para um lugar assim agora mesmo, se quiser vamos juntos.

- Tanto faz. - não admitiria em voz alta, no entanto estava contente por não ir só num lugar desses. Geralmente quando queria se desestressar dessa forma, sempre fazia outras coisas como simplesmente jogar até sentir dos dedos dormentes, dormia ou mesmo andava sem rumo, sobre alívio sexual ficava com sua mão, sua parceira mais fiel da qual não precisava pagar por uma noite ou ouvir gemidos escandalosos, além de que ela sabia onde tocar e como fazer, entretanto naquele dia havia chegado ao seu limite.

Havia menos de um ano que havia se mudado e por sua falha comunicação com franceses e seu temperamento muitas vezes arrogante ou explosivo, não conseguiu falar com ninguém mantendo simpatia, e mesmo sua beleza, não era suficiente para conseguir algo, até porque, quem disse que amizade assim o interessava?

Quando foi obrigado a morar com seu pai em outro país, já sabia como seria. Conhecendo o merda pelo que sua mãe o dizia quando era viva, era um nojento velho rico achando que podia tudo na vida, e apesar de muitos empresários gostarem de seus filhos com conhecimento extraordinário, num colégio renomado para serem herdeiros de suas fortunas e glorificar mais ainda seu sobrenome, o mesmo não acontecia na sua situação, era filho bastardo e negado pelo pai, não que se incomodasse, odiava aquele velho e o negava no mesmo modo.

Aquele apartamento não era do velho morar, era apenas o de se divertir com putas e voltar pra casa e fingir ser o marido fiel e pai responsável, enquanto ele era obrigado a ficar ali enfurnado fingindo de morto, saindo apenas quando seu "pai" ia comer alguma mulher no apartamento.

Com a família na Espanha, indo para a França apenas a negócios e ver se estava vivo, e ali permanecia ele, esperando o velho morrer por alguma doença ou um meteoro caindo sobre sua cabeça, porém tinha pena do meteoro.

- Que discussão tu teve com teu coroa? Se ouvia gritos desconexos do meu apartamento. - começou como se não quisesse saber, mas na verdade queria muito.

- A curiosidade matou o gato... - revirou os olhos, chutando uma pedra pequena no seu caminho, seguindo o outro atravessando a rua.

- Está me chamando de gato? - olhou para o loiro ao seu lado vendo-o mordendo o lábio indiscreto.

- Cê não sabe esconder o tesão?

- Impossível!

Levi nunca foi de sexo casual, não fazia seu tipo transar com qualquer pessoa e depois fingir que nunca aconteceu nada, preferia não se envolver apenas de momento pois achava isso meio desnecessário. Não levaria aquelas segundas intenções daquele loiro muito adiante, mesmo que ele fosse muito bonito e até um pouco interessante, seria estranho para o menor pois nunca havia tido relação com uma pessoa do mesmo sexo.

Não havia preconceito, muito menos negaria caso tivesse vontade de experimentar, olhou para o loiro com mais atenção, este que falava com um dos vários seguranças daquele tipo de boate em que nem percebeu está de frente, somente naquele momento se deu conta, com o outro o chamando com um sinal com a mão e um sorriso de lado. Não demorou muito a entrar, e o que menos/mais queria aconteceu, ele bebeu e com isso a necessidade sexual veio a tona, resultando em uma noite agita num dos quartos que havia sobre a boate.

Na primeira relação sexual que teve foi com uma garota que achava bonita do Colégio, lembrava bem da sensação do primeiro orgasmo, e admitia que ali havia descobrido um precioso similar do paraíso, e mesmo os sexos seguidos que teve, não chegava aos pés de algo muito mais intenso do que foi sua primeira experiência com um homem, não levando em consideração o companheiro e novo colega, mas sim o ato em si, obviamente completamente diferente e incrivelmente mais prazeroso.

》》》

- Uau, bem interessante mano. Mas sabe, cara, eu acho que cê devia esquecer essa parada ai de ter um rolo com o tal Francês e segui teu rumo, sacô? - falou a morena, fumando o segundo cigarro na sacada do seu apartamento.

- Você fala como se eu estivesse apaixonado. - falou em desdém, revirando os olhos. - O que está longe da verdade, apenas me dei bem com ele, sacô?!

- Que transaram mais de uma vez e marcaram encontros? - olhou o amigo que deu uma cotovelada nela sem violência, olhando os carros pequenos na avenida a frente da Espanha, com tons alaranjados por causa do por do Sol.

- Já disse que não eram encontros, e sim sexo casual em lugares diferentes.

- Tu mermo que disse que não gosta disso, pô. - franziu a testa, suspirando a fumaça.

- E não gosto, mas admito que por ele valeu a pena, tinha bom papo. - se defendeu, bebendo a vodka que restava na garrafa.

- E pelo visto o cu também. - murmurou próximo da orelha do outro, rindo do amigo que deu um sorriso discreto de lado, negando com a cabeça.

- Cê não presta pra porra nenhuma, quatro olhos. - deu os últimos goles do álcool, colocando a garrafa vazia no canto da sacada. - O sexo era bom, admito, mas não tinha nada além de sexo, ser bonito e bom papo.

- Mas isso não devia ser suficiente? - não era uma pessoa curiosa no geral, no entanto a vida do amigo a deixava curiosa por ele justamente não falar muito e ser reservado.

- Não, não havia sentimento algum... - franziu a testa olhando o por do Sol. - Não passava de prazer e passa tempo, e garanto que para ele era o mesmo, deixei claro isso.

- E se ele tiver se confundido?

- Hanji, eu tô na Espanha, nem sei se ele é Francês ou não, e se for, não vou pisar na França nunca mais, o lugar que vou depois daqui é o Brasil, minha favela, não caralho de um apartamento de riquim num país daquele.

- Você que sempre reclama da sociedade pensar que favelado não deve sair da favela e morrer lá como rato no esgoto.

- Entenda, estou falando de uma vontade minha, não tô falando de todo mundo... - bocejou com sono, cansado pelas três noites sem dormir, bebendo álcool como água e cigarro como refeição.

Hanji fazia o possível para impedir o amigo, mas sabia que este era impossível de se convencer quando este dizia não, entretanto entendia como o outro estava, o estresse e tristeza se tornava uma dificuldade que mesmo não querendo, mexia muito com seu apetite, não tendo fome de forma alguma. Era impressionante o amigo sobreviver com isso e algumas xícara de café.

- Vamos jantar na lanchonete ai na frente. - apontou, olhando a movimentação.

- Não tô com fome, Hanji.

- Não te perguntei, carai. Tu tem que comer e tu vai comer. - falou simplista, não querendo saber da opinião do outro - Sei que tu é cabeça dura, só que eu sou pior quando sou contrariada, e num tô afim de te enterrar hoje não.

- Ao menos é melhor do que voltar pra mansão de riquim que o merda daquele homem me fez ir.

- Até eu sou mais homem que aquele ali. - brincou a morena, jogando o cigarro no chão, o que não agradou o amigo que a olhou com reprovação fazendo a outra rir.

- Ele é o reflexo e resumo de uma sociedade de merda da qual tenho nojo. - seu tom era áspero sempre que tocava nesse assunto.

- Sua raiva me relação a isso não muda.

- Tenho nojo dessas pessoas que acham que são donas do mundo por ter dinheiro, diminuindo as pessoas que nasceram na simplicidade ou pobreza.

- Nossa infância não é tão diferente das milhares espalhadas por ai. - escorou seus braços na grade de proteção, olhando o amigo que olhava para baixo pensativo.

- Esse o problema...

- Virou filósofo? - brincou.

- Das poucas coisas que aprendi no colégio, todos são filósofos, é só saber pensar.

- Ok professor, continue seu raciocínio.

- Você não esperava que eu tivesse conhecimento? Tá virando uma deles é? - olhou Hanji com confusão, vendo ela negar com a cabeça. Sabia bem que ela pensava como si, não duvidava dela até porque vieram do mesmo buraco. - Aquela casa é um inferno em formato de lar. Não há um local que não seja ostentação de poder, com filhinhos mimados com a merda de pensamentos de superioridade, com empregados a suas ordens, com uma mãe ambiciosa e escrota pra caralho, e o pior de tudo é "meu pai". - fez aspas com os dedos - Nega o próprio filho por ele ter nascido e crescido na favela, negando mentalmente os direitos dele.

- O pior é saber que ele faz parte de uma grande maioria. Quantas vezes estava vendo um sapato de estilo na vitrine e me expulsaram de frente da loja pensando que eu ia roubar. - sorriu amargo - Se tu dizer que é de um morro no Brasil, escondem a bolsa e forçam um sorriso.

- Ou gritam dizendo que você é um marginal. - balançou um pouco mais a cabeça - Nasceu na favela, tem que crescer e morrer nela, não ter educação e se submeter ao crime.

- Enquanto filhinhos de papai ganham mesada de sei lá quantos de cem por dia e vão ao shopping gastar as grana, banhados de jóias e mente fechada. - suspirou, apoiando o queixo na mão - Mas eu tenho orgulho de dizer da onde eu vim e quem sou, não sou um imbecil que assalta e mata pai de família... tenho a cabeça no lugar e só faço merdas que possam atingir só a mim ou a quem merece.

- Quando eu voltar, vou mudar tudo o que me desagrada. - olhou Hanji com seriedade - Aqueles professores que antes admitiam nos ensinar pelo dinheiro e não por querer, dizendo que éramos marginais mirins e daqui uns anos nenhum tava vivo... Ah, isso vai mudar.

- Tô contigo mano, pode contar comigo pra tomar conta de lá. - sorriu sincera, levantando o punho num comprimento que foi correspondida do mesmo modo. - Não tou satisfeita com nada disso.

- Cê vai ver, o morro vai ser meu e eu vou por minha lei ali. Aquela favela vai mudar. - se escorou na parede, olhando o céu com algumas estrelas a aparecer.

Hanji sorriu calma, prendendo melhor seu cabelo num coque desajeitado, se aproximando do outro na parede ao lado, separados pela entrada pro quarto, olhando o mesmo céu com admiração.

- Daqui a uns anos nós vai tá numa laje, bebendo e sorrindo olhando o céu no Brasil, cê vai tá com alguém e ser dono do morro, e eu solteira como sempre porque não tenho paciência para vida amorosa. - arrancou um riso divertido e calmo do amigo, sentindo a mão do outro em seus cabelos os bagunçando ainda mais.

- Guardarei suas palavras, espero que elas se cumpram...

- Vão se cumprir. - seu tom era convencido, se agachando e pegando a garrafa de vodka vazia que o outro havia deixado ali. - Vambora, tô com fome e tu tem que comer. Queria tá olhando o céu, mas já que lembrei que tenho que alimentar meu filho invisível, tô com pressa.

- Que filho invisível é esse? - seguiu a amiga saindo da varanda com esta que apontou pra barriga - Quem é o louco pai da criança? - zombou, vendo o dedo do meio de Hanji para si.

- Meus dedos. - respondeu simplista, jogando a garrafa na lixeira da cozinha, pegando a chave do apartamento sobre o balcão ônix.

- Me pergunto por qual motivo sou teu amigo.

- Porque eu sou incrível, linda, sexy, porque sou inteligente e rica. - deu de ombros - Além de plena.

- Quem é Pinóquio perto de você.

》》》

- Levi, acorda. - balançou o ombro do outro que escorado na parede de forma desconfortável, levantou a cabeça com lentidão, porém a expressão séria permanecia por breves segundos.

- O que foi? Já terminaram? - sua voz estava tão fraca que parecia não ter falado nada a décadas. Sentia a garganta seca e suor pelo calor que estava a fazer naquele dia. "Não acredito que dormir no chão... que merda." odiava pensar que além de dormir no chão, estava suado e não podia tomar banho naquele momento. "Nojento."

- Sim, mas Hanji quer falar com tu. - olhou o outro com curiosidade, percebendo o mal humor evidente - Cê tá horrível... como Eren te acha bonito quanto tu acorda em?

- Talvez meu pau tenha algum feitiço. - deu de ombro em desinteresse com a provocação de Mikasa, se levantando e pegando a calibre sobre o braço do sofá.

- Sua língua é imunda. - fez uma expressão de desagrado, recebendo um suspiro e olhar cortante de sempre, mas sem a seriedade.

- Ele não reclama do que tem provado. - guardou a arma no cós da calça, coçando a nuca e bocejando, se dirigindo pra fora de casa. "Ela tá mais abusada do que o normal." - Anda logo, não quero perder tempo.

Não viu o revirar de olhos da morena que o seguiu em silêncio, mesmo meio impaciente com as respostas do outro, mas já acostumada o suficiente para não perder a cabeça com ele.

Levi sabia que ela não ficava nada satisfeita, porém conhecia o suficiente para saber que esta não levava nada pro lado pessoal. Com o passar de anos ela aprendeu a acalmar os nervos e não agir com infantilidade.

"Menos mal, pirralhos impulsivos é o que menos preciso..." Se lembrou do seu garoto, sentindo um certo desconforto no peito ao, em seguida, lembrar do sonho meio lembrança do passado, apertando as mãos em punhos e mantendo o mínimo de calma possível, recordando do rosto meio vago daquele rapaz que conhecera. Não era isso que ele queria, lembrar de coisas do tipo em momentos como aquele em que ele devia ser racional e calculista, no entanto algo o dizia que era bastante relevante relembrar daquele certo loiro.

Fechou os olhos em um pedido silencioso para simplesmente se esquecer, assobiando para chamar atenção de algum dos seus homens para se aproximar, tinha muito trabalho para pensar em merdas.

No entanto, nada é em vão.


Notas Finais


Queria dizer para todos que me desculpem pelos erros de ortografia, eu não betei o Cap, além de que quem quiser entrar no grupo no whats podem mandar o número aqui nos comentários ou por mensagem, ainda não o fiz por ter poucas pessoas ainda.

AVISO IMPORTANTE: Vcs querem um Cap especial de 600? Se sim, mandem perguntas ou desafios para os personagens pf, caso não, avisem que postarei um Cap normal.

Amo vcs♡ até o próximo capítulo♡


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