História Confidence - Capítulo 76


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Visualizações 67
Palavras 2.432
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Festa, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 76 - 41. Conection


Fanfic / Fanfiction Confidence - Capítulo 76 - 41. Conection

Um mês depois

Blair Steinfield

O Julian chorava alto, eu tinha acabado de preparar sua mamadeira e estava indo pro quarto pra acabar com a fome e o choro dele e a campainha tocou. 

-Ai meu Deus. -Disse sem saber se atendia a campainha primeiro ou se alimentava o Julian.Eu estava ficando doida. -JULIAN, MEU AMOR, ESPERA SÓ MAIS UM POUQUINHO. EU JÁ VOU. -Corri até a porta e atendi. Era a Alicia. Ela riu da minha cara no minuto que me viu, eu devia estar péssima.

-Meu Deus, amiga. Você tá um caos. -Eu não pude deixar de rir também.

-Pois é, esse menino tá me deixando maluca. Entra aí. 

-Nossa, como ele chora alto. 

-Demais. Imagina de noite! Entra aí que eu vou lá antes que ele descubra como anda e pule do berço só pra buscar essa mamadeira. -Saí correndo pro quarto enquanto a Alicia ainda ria da minha cara. -Vem meu amor, desculpa pela demora. Vem cá. -O peguei no colo e coloquei a mamadeira em sua boca, ele realmente estava faminto, parecia que iria engolir a mamadeira. Logo a Alicia entrou no quarto. 

-E aí, como estão as coisas na boate? -Perguntei, o Justin não falava muito sobre isso comigo.

-O Justin tá lidando muito bem com tudo, Blair. É um talento natural, ele nasceu pra isso. A boate já está funcionando normalmente como antes e tá tudo certo.

-Ele chega tão cansado as vezes. 

-Ah, faz parte. Logo logo o ritmo diminui um pouco pra ele, a gente tenta ajudá-lo o máximo.

-É, eu sei. Sou grata por ele ter vocês. 

-E como você tá se saindo com esse bebezinho lindo?

-Ele me deixa zoada, Alicia. Minha cabeça fica doida. Acredita que esses dias eu achei um desodorante na geladeira? -Ela riu alto. -Mas eu faço qualquer coisa por esse maluquinho aqui, somos malucos juntos. -Ele me olhava atento enquanto tomava sua mamadeira, com os olhinhos bem abertos. Parecia que sabia que eu estava falando dele. 

-Você vai ser a melhor mãe de todas. Ou melhor, já é. -Ela disse sorrindo. Mãe ainda era uma palavra muito forte pra mim, eu jamais iris querer substituir a Hanna e me sentia balançada quando alguém me chamava de mãe. Vou demorar pra me acostumar, talvez nunca me acostume.

-Vai com a tia Alice. -Disse quando ele terminou de mamar e ela pegou ele. 

-Vem aqui, seu gostoso. 

-Esse fim de semana ele vai ficar com a Tracy e apesar de eu ficar morrendo de saudade só de passar uma hora sem ele, eu não vejo a hora porque eu e o Justin não temos mais tempo pra ficarmos juntos. 

-Nossa, ficar sem sexo deve ser a pior coisa. Ainda bem que meu Ryan tá sempre disposto pra mim. -Eu ri da cara de pau daquela menina. 

-Quem disse que eu tô sem sexo?

-Sua cara. -Eu gargalhei alto. 

-Mas e aí, porque veio aqui? -Saí e fui na cozinha colocar a mamadeira do Julian na pia e ela veio atrás com ele no colo, ele se divertia com os cabelos e brincos dela. 

-Vim te fazer uma proposta. 

-Proposta? -Abri a geladeira e coloquei uma cerveja no balcão pra ela. Peguei o Julian de seu colo e ele se aconchegou em meus braços.

-Como o Justin tá indo muito bem na boate, eu resolvi sair desse meio e começar meu próprio negócio. Nós podíamos começar juntas. 

-Como assim? Decidiu isso assim, de uma hora pra outra? E que negócio?

-Não, eu tenho esse sonho já faz um tempo. O Ryan me ajudou a juntar dinheiro e agora é o timing perfeito pra começar. E eu sei que o Chaz deixou uma boa quantia pro Justin, ele pode te emprestar e quando tudo começasse a dar certo, você pagava ele de volta. -Não era uma proposta ruim, era bem interessante. Estava mais do que na hora de eu parar de viver as custas do Justin, apesar de ele nunca ter reclamado, eu sentia que tinha que fazer o meu próprio dinheiro. O Julian já estava quase dormindo em meu colo.

-Tá, mas você ainda não me falou que negócio é esse. 

-Põe o menino lá no berço primeiro. -Concordei e fui até seu quarto, deitei ele com cuidado, coloquei a chupeta em sua boca e esperei ele dormir, o que não demorou muito. Dei um beijo em sua testa e fiquei alguns segundos apenas o admirando. Era difícil sair de perto dele. Fechei a porta e deixei ele ali. 

-Pronto, agora desenvolve. -Peguei um cigarro e acendi, estava louca pra fumar mas estava tentando parar aos poucos por conta do Julian. A Alicia também acendeu um. Me sentei à mesa junto com ela.

-Então...

Justin Bieber

Meu sangue fervia, fechei o punho com força tentando não socar algo ou alguém. Eu só queria matar aquele desgraçado do Blackburn, queria dar tanto tiro até ele ficar todo estourado, até não sobrar mais nada.

-Drew, mano. Fica calmo. Eu sei que é revoltante, nós todos sofremos com a morte dele e também estamos com raiva daquele filho da puta. Mas pra nos vingarmos da maneira certa, a gente não pode perder a linha, senão vai dar tudo errado. O cara é esperto.

-Como você quer que eu fique calmo, Chris? Aquele arrombado matou o Chaz e a Hanna. Foi ele, aquele filho da puta. -Não pude me conter e derrubei tudo que estava em cima da minha mesa no chão. Incluindo o notebook.

-Ele vai pagar, mano. A gente vai cuidar disso. 

-Vocês não vão cuidar de nada, eu vou. Me deixem sozinho por um minuto, por favor, eu preciso pensar. -Eles assentiram e saíram. Me joguei no sofá que tinha ali em meu escritório. 

Havíamos contratado um detetive para averiguar o que realmente tinha causado a morte do Chaz, todos concordávamos que um acidente assim tão repentino era muito estranho, podia até ser possível mas não podíamos deixar isso passar sem ter certeza de que tinha sido apenas um acidente. Ele estava na mira de muitas pessoas, tínhamos que pelo menos investigar pra ter certeza. E então, descobrimos que quem forjou todo o acidente foi o Blackburn, o desgraçado conseguiu tirar o Chaz da reta e ainda ia sair impune, ileso. Nós nunca iríamos descobrir nada. Meu amigo e irmão estava morto e o Blackburn ia pagar muito caro, eu mesmo fazia questão disso.

Por enquanto, ele acha que tá tudo bem pro lado dele. Tá vivendo a vida despreocupado, vou pegá-lo desprevenido e tratá-lo do meu jeito. Justin Bieber não iria brincar, o bagulho ia ser sinistro, ele ia pedir perdão ajoelhado, ia implorar pela vida e só depois de vê-lo sofrendo é que eu o mataria. 

A Blair jamais poderia ficar sabendo disso, é arriscado demais envolver o Julian e ela nisso. Depois de matar o Blackburn e apagar qualquer rastro, eu ia pegá-los e sair de Los Angeles. Recomeçaríamos nossa vida e nossa família em outro lugar, longe de tanta gente louca.

Blair Steinfield

A Alicia havia me explicado que ela sempre teve o sonho de ter uma marca de roupas com o nome dela e realmente era a cara dela. Ela sempre usava roupas impecáveis e linda e qualquer um via que ela tinha uma paixão por moda. E ela queria que eu fosse sua sócia. Disse à ela que pensaria, porque não é uma decisão pra se tomar de um dia pro outro, mas fiquei realmente interessada. Estava na hora de eu sair debaixo da asa do Justin.

Mais tarde, o Justin chegou parecendo estar mais cansado do que nunca. Quando é assim, eu sei que ele quer ficar na dele. Já o conheço o bastante pra saber como lidar com o Justin mal humorado. 

O Julian era fascinado por ele e o Justin parecia que tinha nascido pra aquilo, era natural. A relação deles era algo lindo. Parecia que eles eram realmente pai e filho. 

-Ei garotão, já tá tarde pra você estar acordado. -Eu os observava encostada na porta, com um sorriso leve no rosto. Não importa pelo que ele estivesse passando, ele jamais descontava no Julian. As vezes sobrava até pra mim mas nunca pro Julian.  -Vou fazer você dormir, se despede da sua mamãe. -Fiquei parada. As outras pessoas me titulavam como mãe mas pra mim, isso nunca soava certo. Quando me toquei que ele estava falando de mim, fui até eles. 

-Nada disso, nós dois vamos ficar aqui até ele dormir. Ele não pode se acostumar só com você fazendo ele dormir. 

-Ele sempre fica agitado com você por perto e demora pra dormir. Só hoje, amor, por favor. Eu preciso de um descanso.

-Tudo bem. -Acabei cedendo, peguei o Julian em meu colo e ele pareceu não gostar muito de eu ter tirado-o do colo do Justin. -Calma aí, deixa eu pelo menos me despedir de você. -Eu ri e logo ele começou a chorar, querendo voltar pro colo do Justin. -Tá bom, tá bom. Boa noite, meu amor. Sonha com os anjinhos. Eu te amo. -Beijei seu rosto, minha vontade era de apertá-lo até esmagar de tanta fofura mas seus gritos eram altos demais pra isso. Devolvi ele pro Justin que sorriu pra mim, dei um beijo no rosto dele também e saí do quarto deixando os dois a sós. 

Fui pro quarto tomar um banho, tinha que aproveitar ao máximo o tempo sozinha que eu tinha porque isso havia se tornado raridade. Até tempo pra tomar banho era difícil de eu arranjar. Preparei a banheira, me despi, prendi o cabelo em um coque e entrei. Coloquei uma música em meu celular e fechei os olhos. Pensei na proposta da Hanna, teria que contar ao Justin e pedir o dinheiro emprestado mas já era quase certo que eu aceitaria, estava bastante empolgada. 

Eu sentia falta do Justin, da nossa vida sem muitas responsabilidades, do sexo à qualquer hora e de muitas coisas. Estava difícil de acompanhar tudo mas eu me sentia feliz, apesar de cansada. Só queria que o Justin estivesse mais presente. Me assustei ao sentir algo me tocar, era o Justin que estava pelado e entrando na banheira. Estava tão perdida nos meus pensamentos que nem tinha percebido que ele havia parado a música.

-O que você tá fazendo? 

-O Julian dormiu e preciso de um tempo com a minha mulher. -Eu sorri abertamente, adorava quando ele me chamava assim.

-Pensei que você ia querer ficar sozinho hoje.

-Não. -Ele se aproximou e beijou meu pescoço. -Hoje eu quero te foder a noite inteira. -Disse e desceu o beijo pro meu colo, passando a mão em meu seio. Meu corpo todo se arrepiou, eu precisava dele e de seu toque desesperadamente. Precisava sentir a nossa conexão.
-Vem. -Ele se levantou e estendeu a mão pra mim, eu abri o meu melhor sorriso e peguei sua mão. Esses momentos se tornaram tão raros que cada segundo já me deixava extasiada.

Quando fui pegar a toalha, ele pegou a minha mão e me puxou. Envolvendo meus lábios com os seus. Fomos caminhando aos beijos até a cama, onde ele me deitou.

-Você é maravilhosa. -Disse ele, observando meu corpo nu. Avivando cada célula existente em meu corpo. -Eu te amo demais. -Ele começou a beijar minha barriga e foi descendo, meu coração já estava acelerado. Eu começava a sentir meu corpo todo pedir por ele.

-Eu te amo, Justin. -Quando eu disse isso, sua língua encontrou minha intimidade, fazendo-me arfar e segurar o lençol com força. Ele sabia exatamente o que fazer pra me enlouquecer, eu tentava gemer baixo mas estava difícil. Ele adorava me deixar daquele jeito, e eu adorava tudo nele, adorava saber o quanto ele era perfeito pra mim. Senti aquela onda de calor invadir meu corpo, dos pés à cabeça. Naquele momento, eu transbordava de amor e de prazer. Quando eu abri os olhos e voltei pra mim mesma, ele me olhava com um sorriso satisfeito no rosto. 

-Sua vez. -Me levantei e o empurrei pra deitá-lo, ele mordeu o lábio inferior, me encarando. Ele era tão lindo, tão sexy que dava até vontade de xingá-lo. Segurei seu pau duro em minha mão e abaixei a cabeça, lambendo-o até colocá-lo em minha boca. Ele soltou um suspiro e eu continuei o chupando, quando senti que ele estava quase lá eu parei e passei uma perna pro outro lado de seu corpo, seu pau roçou na minha intimidade. Peguei uma camisinha, a abri com os dentes e a coloquei nele. Sentando lentamente em seu pau em seguida, sentindo-o me preencher e se encaixar perfeitamente. 

-Meu Deus. -Ele sussurrou baixinho. Coloquei as mãos em seu peito pra me apoiar e comecei a fazer movimentos lentos, fechei os olhos e a boca com força pra não gemer alto. Eu queria continuar fazendo aquilo a noite toda, era bom demais. Mas ele parecia estar sem paciência, segurou minha cintura e me deitou, me penetrando com força. Eu sorri ao ver sua pressa e ele deu um sorriso safado, me beijando em seguida. Ele fazia movimentos bruscos, coloquei as unhas em suas costas e quando senti que ia machucá-lo, passei as mãos pros seus cabelos, quando comecei a gemer alto demais, ele colocou a mão na minha boca. Nossos suores se misturavam e eu sentia que estava quase lá novamente. Estávamos ambos fora de si, sentindo aquele prazer intenso que nos levava à loucura. Ele se distraiu e tirou a mão que estava em minha boca, colocando-a em meus cabelos, logo nossos gemidos se misturaram. E eu gozei pela segunda vez, sentindo meu coração bater forte, sentindo-me mais viva do que nunca. Ele gozou logo em seguida. 

Ao jogar a camisinha fora, ele se deitou ao meu lado e acariciou meu rosto.

-Desculpa por estar ausente. Tá tudo meio caótico.

-Tá tudo bem, eu entendo. -Encostamos nossas testas suadas uma nas outras. Nossas respirações ainda aceleradas se encontraram. -Eu te amo. -Sussurrei. O silêncio preencheu o quarto e percebi que ele já estava dormindo. Dei um beijo em seus lábios e passei os dedos pelo seu rosto cansado. Esperando que ele pudesse ter um pouco de paz. Logo, a babá eletrônica denunciou o choro do Julian. Respirei fundo e me levantei, antes que o Justin acordasse. Cobri ele, coloquei um roupão e fui até o quarto do Julian. 

Aqueles dois haviam se tornado as únicas pessoas na minha vida, as mais importantes e meu coração doía e transbordava de tanto amor. Eu não precisava de mais nada, estava completa. Nós éramos uma família, e isso ainda parecia muito surreal. 



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