História Confidencial: eles. - Capítulo 10


Escrita por: ~

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Categorias Hetalia: Axis Powers
Personagens Alemanha, América (Estados Unidos da América), China, Inglaterra, Itália do Norte "Veneziano", Itália do Sul "Romano", Japão, Prússia, Rússia
Tags 2ps, Hetalia, Oliver, Países
Visualizações 15
Palavras 2.716
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Policial, Romance e Novela, Sobrenatural, Survival, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Canibalismo, Estupro, Homossexualidade, Incesto, Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Como prometido! Uma capítulo para hoje ! Como apenas uma pessoa disse algo então vai ser o que a maioria diz! Arthur e Oliver para alegrar nossos corações, upupupu. Espero que gostem desse capítulo e até a próxima!

Capítulo 10 - Uma força para lutar


Drip...Drip...Drip...Drip...

Que pinga-pinga mais irritante. Será que Arthur esqueceu de fechar bem o chuveiro novamente? Ou era a pia da cozinha?

Drip... Drip...Drip...Drip...

Oliver suspira internamente, não quera se levantar agora. Queria descansar mais um pouco. Só mais um pouco.

Drip... Drip... Drip...Drip...

Oliver abre seus olhos de um azul límpido e se vê mergulhando em uma escuridão parcial. Ele se senta rapidamente e olha em volta, as memórias voltando compulsivamente acompanhadas por um medo viscoso. Onde estava todo mundo? Onde... Onde estava Arthur? 

Drip...Drip...Drip...Drip...

E aquele ruido mordaz? O que poderia ser naquele lugar? 

Oliver se abraça e olha em volta assustado. Ele estava aparentemente sozinho no final sem saída de um corredor escuro, o qual era apenas iluminado limitadamente por uma luz etérea vinda dos quadros ao redor. Ao perceber isso, o britânico se levanta rapidamente e se afasta dos quadros, temeroso de eles ganharem vida e o atacarem justamente como o grito.

O grito...Ele tirou o Francis deles. Oliver gostava dele, apesar de Arthur não aprovar isso evidentemente. Mas Francis era cortês e cavalheiresco, ao menos com ele. E ele sabia muito bem que, apesar de tudo, Arthur e Francis não se odiavam de verdade. 

Lágrimas começam a brotar dos olhos de pequeno, mas ele as seca rapidamente. Estava com medo, sozinho e triste por Francis. Porém tinha que achar alguém. Não era justo, não era justo estar sozinho naquele lugar repleto de uma energia estranha.  

Repentinamente, ao andar por ai sem realmente perceber aonde estava indo, Oliver escorrega e cai com um barulho seco.  Ele havia escorregado em algum liquido escuro derramado em frente a uma coluna que tinha a forma de um paralelepípedo e de onde mais quadros estavam pendurados.  Ele engole em seco e leva a mão que tinha se melado do líquido escuro ao nariz e ele rapidamente reconhece o cheiro metálico emanando dela. Seu estômago se contorce e ele se levanta rapidamente. 

Sangue. Sangue...Ele havia escorregado em uma poça de sangue! 

Ele limpa a mão rapidamente na calça, mas o cheiro enojante continua a persegui-lo. Ele engole em seco. De quem era aquele sangue?

Drip...Drip...Drip...Drip...

O som de pinga-pinga estava bem alto agora. E pequenas ondas se formavam na poça a cada drip. Oliver engole em seco e junta coragem para olha para cima. 

O que ele vê tira o ar de seus pulmões e desenrola a sua língua. 

-ARTHUR!

Ele grita dominando pelo mais puro terror e corre para socorrê-lo. 

Arthur estava inconsciente, deitado na coluna e uma posição no mínimo desconfortável com seus braços e pernas pendurados como se tivesse sido erguido por uma lança. De sua cabeça, um montante assustador de sangue fluía sujando seus cabelos loiros. Oliver corre até ele, quase escorregando novamente, e puxa seu braço fazendo ele escorregar pro lado, mas Ollie o pega no colo rapidamente, deitando-o bem longe da poça e, principalmente dos quadros. 

Ele olha para o rosto anormalmente pálido de Arthur com preocupação e rapidamente tira o casaco que estava usando rasgando-o em tiras com mãos trêmulas. Ele sentia vontade de vomitar e chorar ao mesmo tempo. 

-Arthur! Wake up, please. 

Ele falava com a voz fina, enquanto improvisava um curativo na cabeça do outro. Era tanto tanto sangue. 

E então Arthur gruni e abre os olhos confuso, quase imediatamente se arrependendo de ter acordado ao lembrar que Francis estava morto. Todavia, tudo é varrido de si quando Oliver o abraça com força, muita força. 

-Oliver!

Ele arqueja e o empurra com força, mas Oliver esta aos soluços em seus braços, murmurando que pensava ter perdido ele também. Arthur estava mais confuso do que tudo, mas abraça o outro levemente e tenta acalmá-lo a medida do possível até Oliver explicar o que tinha acontecido. 

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-Então você estava chorando só por causa disso? Bloody hell, Oliver! Muito sangue sempre sai de cortes na cabeça, por mais pequenos que sejam! 

-M-Mas...Eu não sabia! 

-Se lesse mais saberia! 

Oliver deixa a cabeça pender tristemente pra baixo, mas Arthur suspira e afaga seus cabelos levemente rosados com carinho. Ele estava feliz por estar ali com Oliver e por ambos estarem bem, não que ele fosse dizer alguma coisa a respeito. Ele olha em volta rapidamente e suspira.

-falando serio agora... Não deveríamos ficar em um só lugar por mais tempo, Oliver. 

Com isso, ele se levanta para constatar que estava meio groque, mas nada diz para o outro para não preocupá-lo. Ele não precisava adicionar isso. O outro, por sua vez,  também se levanta e olha para Arthur com curiosidade. 

-Por quê? 

Eles começam a andar a um bom paço enquanto Arthur pensava em como Responder seu irmão sem chocá-lo ainda mais, porém Oliver não era mais uma criança e deveria estar por dentro de tudo. Ademais, Oliver muito provavelmente poderia sentir também, aquela aura mágica forte toda em volta do local, e o pior. Aquela aura não era nem um pouco amigável. 

-Você não sente nada?

Ele fala austero, enquanto não tirava os olhos dos quadros ao seu redor. Não iria baixar a guarda e, pela tensão em seus ombros, nem Oliver iria dar o braço a torcer. O outro fica em silêncio por um tempo sentindo as coisas ao seu redor. Não ignorando dessa vez aquela sensação fria e hostil. Ele estremece e pega na mão de Arthur, apesar deste não apreciar seu espaço sendo invadido.

-Actually... Sinto...Essa sensação perpetua de que algo desagradável está me observando o tempo todo, sem descanso. Tramando algo ruim...

Ele fala baixinho, não querendo que nada o ouvisse. Contudo, naquele corredor sem fim, o som se amplifica e ele pôde ser ouvido em alto e bom som. 

-Yes, I do know what you mean. 

Arthur suspira, impressionado no quão sensitivo Oliver podia ser para aquilo. Ler auras e presenças. Ele, Arthur, Não era tão bom assim naquela parte, apesar de ser melhor do que o outro com magia. 

Eles haviam sentido aquilo desde o começam, por isso mesmo hesitaram muito em entrar naquele lugar, contudo ao tentar avisar os outros foram ignorados. Arthur pensa amargamente em como ele foi ridicularizado ao tentar preveni-los, contudo não consegue se obrigar a pensar que estavam merecendo aquilo tudo. Nem ele era tão malvado assim. 

Outro problema ainda maior do que a boa vontade do museu era o combate físico, é claro que que Arthur Kirkland ainda tinha sua agilidade do seus tempos de pirata não tinha se mantido completamente sedentário, mas ele não era mais o mesmo dos seus tempos de juventude. Ademais não tinha uma espada consigo, apenas sua velha pistola inseparável e, por um leve descuido, estava sem o seu Grimoire. Além disso, com uma palpadela rápida em seus bolsos, constatou que sua varinha mágica não estava com ele, havia desaparecido... Ironicamente.

"Merda!" Arthur pensa consigo mesmo, bastante preocupado. Ele olha rapidamente para Oliver, o qual observava os quadros tenso. O outro nunca tinha sido muito bom com lutas e, pelo que ele sabia, não costumava andar com armas. Apesar de ser bastante... Energético quando encolerizado. 

Já as temores de Oliver eram bastante diversificados dos do Arthur. Estavam sem comida nem bebida e naquele local enorme não sabiam quanto tempo demorariam para achar os outros. Arthur estava ferido (mesmo que tivesse dito ser um pequeno corte) e precisaria repor nutrientes. Além disso, precisariam descansar. Quando tempo será que aguentariam? 

Assim, pensando, continuaram andando em silêncio. Um silêncio enervante e hostil que não os deixavam relaxar de jeito nenhum. O qual com o tempo, que parecia não passar, e a extensão do corredor estava os deixando aos poucos paranoicos e ansiosos. Onde estava o fim do corredor? Quanto tempo tinha passado? Seus pés já estava começando a doer e nem um sinal de portas ou janelas, apenas quadros, quadros e mais quadros. E escuridão, eles simplesmente não aguentavam mais aquela luz abnormal  dos quadros, não havia lâmpadas ali? Nem interruptores? 

Oliver estava odiando tudo aquilo, queria estar em sua casa, preferivelmente em sua cozinha. Preparando algo gostoso para Arthur. E este por sua vez queria estar em seu escritório lendo um bom livro, mesmo que eles soubessem que não estariam fazendo uma coisa nem outra se estivessem são e salvos. Por que precisariam resolver o problema dos desaparecimentos. 

Aliás, sobre isso, Allen parecia saber de alguma coisa não era mesmo? Ou o que mais ele estava prestes a contar para eles? Arthur deveriam falar com ele quando tivesse a chance. Porque tinha uma leve suspeita do que estava acontecendo. 

E continuaram andando e andando. Passando por vários quadros, cada um mais absurdo e agoniante que o outro. Até pensaram consigo mesmo que quando saíssem de lá iriam passar bem longe de museus e afins por todo um milênio. Entretanto, uma moldura em particular havia chamado a atenção de ambos, um quadro com várias e várias mãos pintadas com cores escuras, o qual quase não iluminava nada. Parecia que a qualquer momento mãos reais iriam saltar do quadro e agarrá-los, e, justamente por isso, decidiram passar bem longe daquele quadro em particular. 

-Você acha que falta muito, Artie? 

Oliver tenta puxar conversa não aguentando mais aquele silêncio desconfortável e tentando distrair-se da dor nos pés. 

-Não sei...Talvez já estamos andando por um bom tempo...

-Espero que sim... Não aguento mais isso... 

-Nem eu, sinceramente. Eu gostaria de tomar um delicioso e agradável c- E então tudo aconteceu muito rapidamente para Oliver tomar alguma ação. 

Alguma coisa agarra subitamente os pés de Arthur e ele cai de cara no chão, muito provavelmente quebrando o nariz pelo seu grito de dor e o sangue. Porém antes de cair, e pensando muito mais rápido do que Oliver, ele empurra o outro para longe impedindo que ele seja agarrado também. todavia, no calor do momento, Arthur o empurra com muita força e Oliver bate contra a parede com força e fica lá estupefado e perdido. 

Arthur tenta soltar os pés desesperadamente, pois o que quer que tenho o agarrado parecia ser feito de uma lamina bastante afiada, uma vez que ele conseguia sentir 5 facas de diferentes tamanhos entrando em sua pele. Isso doía muito, era uma dor excruciante que fazia seu pensamento embaralhado e confuso. Ele é puxado mais para perto e então algo agarra também o seu braço, e ele vê. Uma mão negra e borrada o segurando com toda a força, seus dedos entrando em sua carne como se ele fosse feito de fumaça, e o sangue escorrendo por sua pele e pingando no chão. Ele não consegue segurar o grito que sai como adagas perfurando o cérebro de Oliver e forçando-o de volta para a vida.  

O britânico pula com o grito dilacerante de Arthur e olha atemorizado para a cena diante de si: várias mãos de cores escuras pairando em volta do loiro, duas agarrando seus pés e mais duas agarradas ao braço da pistola quase como se elas soubessem que ele tinha uma. Arthur si debatia enfurecidamente, mas aquelas coisas não o soltavam de jeito nenhum e só apertavam mais e mais, tanto que Arthur podia sentir os dedos em seus ossos.  A dor era tanta, que ele quase desejou morrer. 

E Oliver ali, estancado. Sem saber o que fazer. Sem ter a quem recorrer. Sem ter como defender o outro. 

O que fazer? O que fazer? 

Ele não era bom em luta. Ele nem tinha uma arma para ajudar! 

Alguém! Alguém nos ajude! 

Deus... Por favor! Ajude-me! Poupe Arthur!

As lágrimas rolavam em sua bochecha sem esperança, ele se sentia abandonado por tudo e por todos. E então ele sente, uma sessação estranha em sua mão direita. Como um vento leve batendo nela assim como objetos sólidos. Mas era uma batida leve e não dolorosa. Ele olha para o lado acobardado e então vê, sua mão adentrando em um quadro.

Ele não conseguia ver com os olhos cheios de lágrimas, mas O quadro era o natureza morta viva de Salvador Dali. E nele podia ser visto um céu bem assim e um chão de uma cor cinza-azulada,um parapeito parecendo ser feito de metal ou de madeira e uma mesa coberta por uma manta vermelha e branca com vários objetos flutuando em cima dele como uma garrafa com água aberta, um copo com vinha, uma fruteira, uma faca de cozinha, maçãs, uma folha-

Não espera. Uma faca! Era uma faca! E de aparência bem afiada! Oliver podia usar como uma arma! Oliver agarra o cabo rapidamente e, mais para a sua surpresa, a retira do quadro. Ele se vira para Arthur que continuava a lutar com as mãos e engole em seco. Ele não era um bom lutador, mas ele sentia que não tinha nenhum jeito. Ele simplesmente tinha que ser bom em luta. Tinha que salvar Arthur. Ele precisava salvar Arthur. Ele não podia perdê-lo, não queria perdê-lo. 

 Oliver corre, corre como nunca correu na vida. Em direção ao quadro, em direção a Arthur. Ele não iria aceitar perder Arthur assim, Ele não iria aceitar que as coisas simplesmente acontecessem sem mais nem menos. Que os quadros se danassem! Ele não iriam falhar! Não iria! 

Ele levanta a fala, decidido. Um fogo diferente brilhando em seus olhos azuis. Quase como as próprias chamas do paraíso. Arthur vê isso e teria se admirado se não sentisse tanto desespero e dor. O que aquele idiota estava fazendo? Ambos iriam acabar mortos! 

Uma mão se estende para agarrar Oliver, e Arthur vê que era o fim... Não! Oliver esquiva! Ele decepa a mão! Que ao cair no chão se dissipa em uma fumaça negra agourenta. 

Até o próprio Oliver parecia surpreso com aquilo, mas ele não teve muito tempo para se admirar, pois lá vinham mais duas mãos para agarrá-lo sem nenhuma cerimônia. Oliver pula uma e se abaixa. E corta as duas.  De onde vinha toda aquela habilidade? Ele não sabia, ma agradecia internamente. E então ele sente uma dor terrível em seu tornozelo. Essa não! Uma mão havia o agarrado! Ao ver o seu próprio sangue, Oliver sente vertigens. Ele grita de dor e corta a mão com perplexidade. Porém, ele não podia se dar ao luxo de hesitar agora. Ele precisava continuar. E reprime tudo com dificuldade e  continua seu caminho passando por Arthur que não entende. Aonde ele estava indo? 

Esquiva, se abaixa, pula. Corta, corta, corta. E então, Oliver chega ao seu objetivo: a tela. Ele não tinha certeza de nada. Não tinha certeza se daria certo ou se isso salvaria seu querido irmão. Mas ele confiava em seu extinto. Mais mãos estavam saindo do quadro e ele não tinha muito tempo, pois as outros que seguravam Arthur tinham-no soltado e se aproximavam por trás para agarrar Oliver. 

Ele levanta a faca, fechando os olhos, e... Rasga a tela em várias e várias partes que ficam penduradas ao redor da moldura como pano. As mãos desaparecem em fumaça, mas Oliver continua perfurando e perfurando com força. Rasque, rasque, rasque. O barulho se espelhava e se amplificava pelo corredor. 

Arthur fica observando sem palavras e ainda sentindo demasiada dor para colocar os pensamentos em ordem. Porém, quando finalmente percebeu que não havia sinais de Oliver parar, ele chama com a voz fraca. 

-Oliver...

Rasque. Rasque. Rasque. 

-Oliver...

Nada. Nem uma hesitação.

-OLIVER SEU CABEÇA OCA! IT IS OVER ALREADY! 

A voz de Arthur se eleva e o outro se assusta deixando cair a faca. Ele estava ofegante e subitamente seu tornozelo recomeça a doer novamente. Ele solta um gemido e se vira para o loiro segurando o choro. Arthur suspira.

A essa medida, seu braço estava quebrado e suas pernas sangravam muito. Ele e Oliver precisariam de curativos e ambos estavam exaustos. Oliver estava com calor e sede.

Porém, ele não podia negar, Oliver havia sido incrível. Não sabia que ele podia fazer tudo aquilo, mas muito provavelmente estaria morto se não fosse por ele. Tinha que agradecer depois e, decididamente, nunca mais subestimar Oliver Kirkland. 

Ambos se ajudam e Oliver pega a faca de volta e eles se afastam do quadro destruído. Todavia não andam muito até chegarem a uma bifurcação: duas portas de madeira pesadas. Contudo, nenhum deles tinha mais forças para continuar andando ou ao menos ficarem curiosos sobre as portas. Eles se jogam em frente a elas e adormecem instantaneamente sendo selados pela luz fantasmagórica dos quadros silenciosos.


Notas Finais


Espero que esteja bom haha e que eu não tenha decepcionado ninguém. Sei que não revelei muito, mas temos outros capítulos para revelar mais hehehe E eu realmente estava ansiosa para que os britânicos aparecessem Lol foi muito gostoso escrever isso XD NO REGRETS muahahahah


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