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História Confie em mim (percabeth) - Capítulo 4


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Capítulo 4 - Capítulo 04


Tinha alguns momentos em minha vida que eu não tinha ideia de como tinha chegado onde estava. Como, o que exatamente tinha criado a situação que eu estava?

                Rachel, usando outra saia que mal cobria sua bunda, deslizou uma mão pelo meu braço. Ela disse algo, sussurrou em meu ouvido mas eu realmente não estava prestando atenção.

                Meu olhar vagou da TV para o elástico de cabelo que estava na mesinha.

                Oh, foi assim que tudo isso começou.

                Uma mensagem de Rachel dizendo que ela tinha esquecido algo ‘super importante’ no

meu apartamento na noite da festa. Um elástico de cabelo. E se pelo menos eu soubesse que era isso que ela estava procurando, eu teria movido minha bunda para Rit Aid e comprado pra ela um pacote cheio deles.

                “Quer que eu pegue uma cerveja da geladeira?” ela perguntou.

                Ela era realmente a mulher perfeita. “Não. Estou bem.”

                Eu podia sentir seus olhos em mim enquanto levantava o copo e tomava outro gole de

água. Cerveja. Eu. Rachel. Ninguém mais no apartamento. Não era uma bora combinação. Ou, talvez, uma boa combinação dependendo de como você encarasse isso.

                Se aconchegando ao meu lado, seus seios pressionaram contra meu braço. Então eu precisava olhar para isso como uma boa coisa em vez de pensar em como um sofá que eu podia me esticar, de repente, ficou tão pequeno.

                “Então, você está virando uma nova página ou algo do tipo?” ela perguntou, seu olhar fico na TV enquanto ela passava a ponta de suas unhas sobre meu braço. Eu estava assistindo a reprise de uma luta de Boxe e eu duvidava que ela estava interessada. “Você não está bebendo mais?”

                Eu ri sobre meu suspiro. “Não. Apenas não estou com vontade hoje.”

                “Oh.” A mão de Rachel moveu do meu braço para meu peito. “O que você está com vontade hoje?”

                Pergunta capciosa, então eu não disse nada enquanto uma mão enluvada acertava um maxilar. Rachel entendeu meu silencio do jeito que queria, deslizando sua mão para baixo, sobre a pele nua do meu abdômen. Sangue corria junto à ponta de seus dedos quando eles passaram pelo meu umbigo, chegando a barra do meu shorts.

                Meu corpo estava gostando do que estava prestes a acontecer, enrijecendo e transpirando, esforçando-se para conhecer seus dedos. E meu corpo conhecia seus dedos bem, lembrando exatamente o quão habilidosa eram suas mãos. Mas minha cabeça não estava no mesmo navio que meu pênis.

                Inclinando minha cabeça para trás junto ao sofá, eu expirei devagar. Não tinha nada de errado com o que estava acontecendo. Seus dedos rápidos deslizaram sobre minha mão mole, acariciando meu quadril. Meus músculos pularam em resposta. O mesmo aconteceu com outra coisa.

                Eu fechei meus olhos, inspirando profundamente. Meu coração não estava saltitando.              Eu estava pensando sobre a reunião que eu deveria ir na Sexta a noite. E eu estava pensando sobre Sábado a noite e estrelas quando sua mão enrolou em meu pênis, me segurando sob meu shorts de nylon. Um calafrio atirou diretamente para minha espinha enquanto ela movia sua mão para cima.

                Prazer rolou pelo meu interior, e eu sabia que se deixasse ela continuar, eu teria apreciado. Já estava bom. Sempre era, mas eu não iria retribuir o ato. Semanas atrás, eu teria, por instinto. Dar. Receber. Mas agora eu não me importava o suficiente em fazer isso e não era certo.

                “Hey,” eu disse, voz rígida enquanto eu pegava seu braço, tirando sua mão do caminho.

                Seus lábios perfeitos formaram um perfeito O. “O que?”

                “Eu não estou sentindo isso.” Eu levei sua mão a minha boca, beijando sua palma antes de colocar de volta na sua coxa. Meu pênis já estava macio. “Okay?”

                Surpresa passou pelo seu rosto, e parte de mim estava realmente em choque. Teria eu, realmente, recusado sua mão? Eu tinha.

                Rosa passou por suas bochechas enquanto ela voltava sua atenção para a TV e eu me senti como um idiota. Merda. Endireitando-me, eu apoiei minhas mãos nos meus joelhos.    “Você quer algo pra comer?”

                Silenciosamente, ela rejeitou com sua cabeça.

                Merda dupla. “Veja, Rachel, não é você e eu estou sendo sincero sobre isso. Eu só estou me sentindo estranho hoje a noite. Tudo bem?”

                Rachel se virou vagarosamente em minha direção e concordou. “Okay.”

                Eu soltei meu fôlego com alívio. Como eu disse antes, Rachel era uma boa garota e nós tínhamos uma história. As coisas só eram diferentes agora. Ela ficou mais um pouco e então ela estava pronta para ir. Eu me levantei para acompanha-la. Na porta, ela virou e se esticando, deu um beijo em minha bochecha.

                Eu ri. “O que foi isso?”

                Rachel deu de ombros enquanto eu fechava a porta atrás de nós. “Você está indo para a festa da fraternidade?” ela perguntou.

                “Tenho planos.” Eu respondi.

                Ela fez um lindo beicinho. “Você não pode pular essa sexta?”

                Indo para frente, eu tirei do caminho uma mecha de cabelo ruivo. “Você sabe que não

posso, querida. Talvez na próxima vez.”

                “Você é um merda.” Mas ela sorriu enquanto me acertava com seu quadril.

                “Isso sou mesmo”.

                Nós fomos em direção ao seu carro e quando ela prendeu seu salto no chão gramado,

eu a segurei pelo braço, a equilibrando. “Você não esteve bebendo essa noite?” eu perguntei, estreitando meu olhar. “Certo?”

                A luz da lua refletiu em seu rosto enquanto ela reclinava a cabeça para trás e ria.           “Não.” Ela bateu em meu peito. “E se eu tivesse? Você iria deixar eu passar a noite?”

                “Eu colocaria sua bunda pequena no meu carro e te levaria para seu dormitório.”

                Seus olhos rolaram. “Isso parece realmente muito divertido.”

                Nós paramos ao lado do seu sedam e eu a puxei para um pequeno abraço. “Mande-me uma mensagem quando você chegar ao dormitório.”

                Ela rio novamente indo para trás. “Sério?”

                Eu a encarei. “Você sabe que eu estou falando sério. Está tarde. Várias pessoas no

mundo são péssimas então me mande uma mensagem.”

                 “E seu eu não mandar?”

                Meu olhar se estreitou. “Você vai.”

                “Okay. Eu vou.” Rachel riu enquanto ela abria a porta do motorista. “Vejo você depois, Percy.”

                Indo para trás, eu a observei ir embora do estacionamento antes deu voltar. No meio do caminho do estacionamento, eu olhei em direção ao apartamento da Moranguinho. Não tinha nenhuma luz acesa e eu apostava que ela já estava enfiada na cama. Será que ela usava manga cumprida de pijama? Ou ela dormia nua?

                Uma imagem dela nua, seu cabelo loiro espalhado em sua volta como um halo, invadiu minha cabeça.

                Meu pênis voltou a vida novamente. “Merda” eu gritei.

                Essa seria uma noite realmente longa.


***


                Quinta era uma manhã de IHOP, ou, pelo menos, foi o que Grover ordenou quando ele rolou de sua cama e invadiu meu quarto. Pegando meu boné do braço do sofá, eu vi o elástico de Rachel ainda na mesinha e revirei os olhos.
                Tão importante.
                Grover já estava do lado de fora e, enquanto eu me aproximava da porta, senti cheiro de chuva no ar. No momento que fechei a porta atrás de mim, percebi que ele não estava sozinho.
                “Annabeth,” Grover disse. “Percy me disse seu nome.”
                Nota mental: chutar as bolas de Grover mais tarde.
                Teve uma pausa e então, “Oh, Então... um, você está indo...”
                “Ei idiota, você deixou a porta aberta!” Eu enfiei o boné, dando a volta nas escadas antes deu pegar uma vista de como os jeans de Annabeth se agarravam em sua bunda. Bom.              “Hey, o que você está fazendo com minha garota?”
                Grover sorriu para mim, mas minha atenção estava voltada para Moranguinho. A menina devia estar usando pouca, ou nenhuma maquiagem pois seu rosto era... fresco.   Natural. Eu gostava disso. Seu olhar encontrou o meu e então ela mudou.
                “Eu estava explicando a ela como eu respondia por dois nomes.” Grover disse.
                “Ah é?” Eu me aproximei deles, colocando meu braço sobre seus ombros. Seus pés escorregaram e eu apertei ela ainda mais contra a minha lateral. No fundo da minha mente eu pensei que ela se encaixava perfeitamente. “Whoa, querida, quase te perdi aqui.”
                “Olhe para você.” Grover pulou pelas escadas como um sapo. “Tem a garota tropeçando toda por você.”
                Eu ri, mantendo meu braço nela enquanto virava o boné ao contrário. “Não posso fazer nada. É o meu charme natural.”
                “Ou pode ser seu cheiro.” Grover riu. “Não tenho certeza se ouvi o chuveiro essa manhã.”
                Eu engasguei. “Eu estou cheirando mal, Annabeth?”
                “Você está cheiroso,” ela disse e então um tom de vermelho subiu para suas bochechas. “Quero dizer, você não cheira mal.”
                Meu instinto me disse que ela queria dizer algo totalmente diferente. “Indo para aula?”
                Moranguinho não disse nada enquanto andávamos escada abaixo, mas seu rosto estava tranquilo, como se ela estivesse perdida em pensamentos.
                “Annabeth?”
                Ela se contorceu e meus olhos se estreitaram enquanto ela se apressava. “Yeah. Eu estou indo para aula de arte. E vocês?”
                A alcançando no terceiro andar, eu estaria condenado se ela fugisse tão fácil. “Nós estamos indo tomar café da manhã. Você deveria pular a aula e se juntar a nós.”
                Ela aumentou o aperto em sua bolsa. “Acho que já cabulei aula suficiente essa semana.”
                “Eu estou cabulando.” Grover anunciou, “mas Percy não tem aula até essa tarde, então ele é o bom garoto.”
                Minha pele se eriçou enquanto eu atirava a Grover um olhar. “Yeah, como péssimo em escrever, matemática, Inglês, limpar suas coisas, falar com pessoas e eu poderia continuar.”
                “Mas eu sou bom em coisas que contam.” Grover respondeu.
                “E o que são essas coisas?” Eu perguntei enquanto andávamos sob as nuvens cheias de chuva. Esse seria um daqueles dias.
                Grover nos encarou, andando para trás. Um caminhão vermelho começou a sair, mas ele continuou, forçando o caminhão a parar, e ele a tropeçar. Eu abaixei minha cabeça. Ele
levantou uma mão bronzeada e começou a balançar seus dedos. “Beber, socializar, snowboard e futebol – lembra desse esporte, Percy? Futebol?”
                Eu o encarei. “sim, eu lembro disso, cuzão.”
                Grover provavelmente não tinha ideia do que tinha acabado de fazer, se virando e indo para meu carro. Um músculo começou a enrijecer na minha mandíbula. Eu limpei minhas mãos em meu jeans enquanto olhei para Moranguinho. “Vejo você por aí, Annabeth.”
                A deixando para trás, eu me juntei a Grover ao lado do meu carro. Em vez de apertar o botão e destrancar todas as portas, eu só fiz isso a minha e entrei, batendo a porta fechada atrás de mim.
                “Oi,” veio uma voz abafada de Grover.
                Ignorando ele, eu liguei o carro. Uma grande gota de chuva caiu no vidro da frente e eu sorri, olhando para o céu.
                “Hey!”
                Vagarosamente, eu levantei minha mão dando a ele um dedo.
                Grover pulou quando o céu desabou e uma chuva torrencial, uivando como um animal
ferido. Somente quando seu cabelo estava grudado em sua cabeça, eu destranquei sua porta.             Ele entrou, tremendo. “Mas que porra?”
                “Você mereceu.” Eu engatei a ré, andando. Um olhar para a testa enrugada de Grover me disse que ele estava procurando em seu cérebro pelo que ele tinha feito. “Você realmente precisa aliviar um pouco o baseado.”
                “Como se não bastasse uma vez, eu já ouvi isso um milhão de vezes, mas Mary Jane me ama e ela é a única que eu amo.”
                Passando a mão pelo meu boné, eu inclinei minha cabeça. “Maldito hippie.”
                Grover balançou sua cabeça como um cachorro molhado, espirrando gotas de agua pelo interior todo. Ele deve ter soltado algo no seu cérebro porque ele relaxou contra o acento. “Merda, cara. Eu não estava pensando.”
                Eu tossi uma risada enquanto saia do estacionamento, um carro atrás de Moranguinho. “Essa é uma grande surpresa.”
                Grover encarou sua frente, o sorriso que ele normalmente tinha, indo embora. “Eu esqueço as vezes, você sabe? Parece como eras atrás.”
                Merda, eu desejei que eu pudesse esquecer, especialmente agora enquanto assistia o carro da Moranguinho virar a esquerda, indo em direção ao campus.
                Ele me encarou. “Desculpa cara. De verdade. Eu sei o quanto o futebol significava para você.”
                Eu assenti roboticamente, enquanto virava a direita, indo para o cruzamento que nos levaria a Charles Town. Futebol sempre tinha sido a minha vida desde o momento que meu pai me inscreveu na liga infantil local e durante os anos eu tinha honrado minha posição como atacante, uma posição de média pontuação. E eu era realmente bom, e não tinha sido nenhum segredo que, quando eu entrei em Shepherd, consegui uma vaga no time há três anos atrás. Eu não tinha planos de ficar aqui. Eu estava ganhando tempo antes de poder participar da seletiva para o D.C. United. Futebol era como eu tinha conhecido Tyson e Ollie. Futebol tinha sido minha sanidade.
                Mas a única coisa que eu estava fazendo com futebol agora era treinando um time durante o verão como serviço comunitário. Não haveria mais futebol. Pelo menos num futuro próximo e um ato de raiva tinha garantido isso.
                A maioria das pessoas da minha idade passavam Sexta a noite bebendo e saindo com os amigos. Eu passava a noite das minhas Sexta-feira sentado em um círculo – sim um maldito círculo – escutando o problema das pessoas. Alguns caras no grupo não eram maus. Como Leo. Ele ficou bêbado uma noite e entrou numa briga de bar. Ele não era um psicopata. Aron também não, que aparentemente, tem problemas no controle da raiva. Mas alguns dos caras, e aquela menina pálida com um delineado preto, eu já não tinha tanta certeza. Eles eram meio amedrontadores.
                Uma merda era que eu não era a pessoa mais nova aqui. Nem de longe.
                Eu tinha... dez mais malditos meses disto.
                Eu posso fazer isso. Com certeza. Eu posso facilmente fazer isso.
                “Perseu?” Dr. Bale limpou a garganta, e eu queria me socar. “Tem alguma coisa que
você gostaria de compartilhar hoje a noite?”
                Essa era a parte que eu não aguentava. Ter de falar de mim mesmo para um monte de
estranhos que ficavam me encarando. Olhei para cima e um olhar compreensivo passou pelo rosto de Leo antes dele desviar.
                “Não,” eu disse “não realmente.”
                A menina gótica, que aparentemente tinha uma queda por facas, se jogou de volta em sua cadeira e cruzou seus braços. “Ele nunca compartilha nada.”
                Eu pressionei meus lábios juntos para me impedir de ser esfaqueado.
                “Isso é verdade.” Dr. Bale ajustou seus óculos. “Você mal contribui para o grupo Perseu.”
                Dando de ombros, eu me acomodei na cadeira, puxando meu boné de Baseball mais para baixo. “Estou apenas absorvendo tudo.”
                Leo interrompeu, ainda bem, desviando a atenção e eu voei abaixo do radar até o fim da sessão mas, quando estava prestes a sair, Dr. Bale me chamou.
                Ótimo.
                Enquanto todos deixavam a sala, eu me sentei novamente na cadeira dobrável de metal e me inclinei para frente, apoiando meu cotovelo no meu joelho. “O que foi?”
                Dr. Bale se inclinou para frente, pegando uma pasta de plástico ao seu lado. “Eu queria ter certeza que você estava tendo algo bom desses encontros, Perseu.”
                Uh. Não. Não. Eu não estava. “Estou sim.”
                Ele me encarou enquanto cruzava as pernas. “Você mal falou sobre o incidente.”
                “Não tem realmente o que dizer?”
                “Tem muito a se dizer.” Ele sorriu, pausou, e a pele ao redor de seus olhos se enrugou.
“Eu sei que falar na frente de várias pessoas é complicado no começo, mas você tem coisas em comum com eles.”
                Eu enrijeci. “Não sei se tenho muito em comum com eles.”
                “Tem certeza?”
                Suspirando, eu me forcei a não olhar para o único relógio na sala, atrás de mim.
                “Bom, eu odiaria que você não pegasse essa ótima oportunidade e usasse para seu
benefício.”
                Eu mantive meu rosto sem emoção.
                “Você tem noção do quão sortudo é, Perseu?” Dr. Bale perguntou e eu não
respondi. “O que aconteceu com aquele rapaz poderia ter te colocado na cadeira por um bom tempo.”
                “Eu sei.” Eu disse, realmente entendendo. Eu sabia bem o quão sortudo tinha sido. E por um tempo eu acreditava que minha bunda deveria estar apodrecendo na cadeia. E teria estado se não posse pelo meu pai nos tribunais criminais e meu registo impecável. Eu sou realmente uma pessoa calma Dr. Bale. “O que aconteceu...”
                “A surra que você deu naquele menino infelizmente discorda.” Seu olhar caiu para meu arquivo. “Contusões na cabeça severas, mandíbula, nariz e globo ocular quebrados, junto com várias costelas.” Ele olhou para cima, encontrando meu olhar. “Isso não parece algo que um cara ‘calmo’ fosse fazer, não?”
                Meu estômago doeu, mas eu não desviei o olhar. “Eu não estou orgulhoso do que fiz. Olhando para trás, eu sei que poderia ter feito várias outras coisas.”
                “Mas?”
                Mas eu não tinha nenhum tipo de problema com minha raiva. E por mais fodido que isso soe, eu ainda não tinha certeza que me arrependia do que tinha feito. O filho da puta tinha mexido com a minha irmã e, bem, eu tinha perdido o controle.
                E falando a verdade, se eu tivesse na mesma situação novamente, eu não tinha certeza que faria diferente. Você machuca minha
irmã, você está mexendo comigo. Era simples assim.    



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