História Conflitos com um serial killer - Capítulo 6


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Morte, Psicopata, Sangue, Serial Killer
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Palavras 701
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Policial, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oi oiii
Mais um capitulo né :3

Capítulo 6 - Fazer ou não fazer?


Me virei e o vi passar do meio da sala para a mesa, ele puxou uma cadeira e se sentou.


- S-sobre oque você quer c-conversar?


O medo voltou a me tomar, será que ele não gostou de eu ter convidado o Bryan para entrar? O que ele vai fazer?! 


- Eu tenho que falar alguma coisa ou você mesma vai perceber e vir terminar de costurar o meu braço?


Ele estava me olhando fixamente, a sua voz era calma, mas mesmo assim eu sinto que ele esta irritado, ele parece uma bomba relógio, a qual eu não sei que hora pode explodir. Andei até o balcão e peguei o quite de sutura que tinha pego do chão a poucas horas atrás, fui andando em direção a ele, por um breve momento pareceu que a minha perna ia parar, mas eu apenas a forcei a continuar andando. Eu estava nos últimos pontos quando ele pegou em meu braço, o toque dele foi rápido, porém leve, como se estivesse sendo cuidadoso, uma coisa que me arrepiou, com medo daquele toque leve, virar alguma coisa além do simples e leve toque, porém violento, mas eu fiquei imobilizada.


- Eu o machuquei?! - eu disse tirando as minhas mãos dele - Desculpa, eu não queria, eu... 


- Tudo bem, você não me machucou - ele me cortou antes que eu falasse algo mais, eu então voltei a respirar e tentar me acalmar - Você já terminou?


- Só falta colocar as bandagens...


- Não precisa - mais uma vez ele me cortou - senta em uma cadeira - ele falou com uma voz séria, como se ele tivesse acabado de mudar de humor, peguei uma cadeira e me sentei, comecei a estralar os meus dedos, estava muito nervosa - Pare com isso, é irritante.


- Desculpa. 


Abaixei a minha cabeça e fiquei encarando os seus tênis.


- Você vai me ajudar - olhei para ele meio confusa e ele me encarou - Você vai me colocar dentro do hospital para acabar com aquele doente.


Eu me espantei, ele estava mesmo querendo aquilo?! Não pode ser, eu não vou ajudar ele a matar aquele homem, eu vou estar sendo cúmplice, e se alguém ver, ou se descobrirem, minha vida acabou! Não, eu não posso fazer isso, eu estaria matando um homem, mesmo que não seja com as minhas mãos.


- Não! - eu levantei da cadeira rapidamente, estava surtando - Eu não vou fazer isso, pode me matar se você quiser, mas eu não vou participar disso.  


- Eu não pedi, eu ordenei! - ele se alterou e levantou a voz, e logo virou para mim e me encarou - Você vai me colocar dentro daquele hospital, vai me mostrar aonde ele está, e eu vou acabar com aquele pedaço de carne, e assim ele não vai me entregar.


- Eu não posso fazer isso - as lágrimas começaram a sair de meus olhos - Eu não posso matar esse homem, porque isso está acontecendo comigo? 


Sentei na cadeira, apoiando meus cotovelos nas pernas e apoiando minha cabeça nas minhas mãos, fiquei encarando as minhas pernas, enquanto o pavor me tomava e as lágrimas rolavam pelo meu rosto. 


- Olha, calma ta bom, eu só preciso que você me deixe entrar lá e eu faço o resto, você não vai estar contribuindo com a morte dele - ele nem se quer se aproximou de mim e eu continuava surtando - Eu só preciso disso, preciso que você me ajude com isso, depois disso eu não te mato.


Eu levantei um pouco a minha cabeça e olhei na direção dele, ele estava falando sério? Ele me deixaria em paz depois disso? Mas... Mesmo se ele estivesse, eu não poderia contribuir para que ele mate um homem. Mas e se eu não o ajudar, talvez ele me mate, eu não posso correr esse risco, eu não quero morrer nas mãos desse homem, eu estou com a minha cabeça latejando, mas eu tenho que tomar uma decisão e não ficar encima do muro, entre a minha vida ou a vida daquele homem.


- O que eu vou ter que fazer? 


Me endireitei na cadeira, e mas uma vez estava estralando os dedos, acho que eu já tinha tomado a minha decisão. 




Notas Finais


É isso.... Espero que tenham gostado! <3


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