História Confused Dreams - Imagine Suga - Capítulo 7


Escrita por:

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS), Black Pink, EXO, Got7
Personagens Ashley Benson, Bae Suzy, Barbara Palvin, Chanyeol, J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Kai, Lisa, Mark, Personagens Originais, Rap Monster, Rosé, Suga, V
Visualizações 641
Palavras 1.120
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, Luta, Mistério, Musical (Songfic), Poesias, Policial, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


oi genteee
mais um capítulo pra vocês
obrigada pelos comentários ❤❤❤
algumas pessoas estão desconfiando do Kai, será que estão certas?
vamos saber!
boa leitura nenéns ❤❤❤

Capítulo 7 - Seven


Fanfic / Fanfiction Confused Dreams - Imagine Suga - Capítulo 7 - Seven

7

 

Kim (S/N) Points Of Views

 

Os dias se passaram rapidamente, Lanna ia sempre na minha casa conversar comigo, acho que estamos criando um tipo de amizade, Jimin ia lá sempre que ela estava e eu ficava de vela.

Min Yoongi havia parado de falar comigo, não que ele falasse comigo antes, mas ele parou de me irritar, enfim, está literalmente me ignorando. Kai e eu estávamos namorando desde aquela noite, ele havia me pedido na manhã seguinte, na cozinha da minha casa, ele disse que compraria o anel comigo, então ainda não uso um.

Era sábado de manhã, eu estava no orfanato que costumava ajudar nas manhãs dos fins de semana, quando eu tinha tempo.

Me dirigi até o escritório da diretora daquele lugar e bati na porta, logo a velha senhora a abriu e deu um sorriso doce para mim, me curvei, retribuindo o sorriso da mais velha.

- (s/n). que bom que veio. – disse, parecia animada – os documentos estão prontos. Poderá leva-lo hoje mesmo, se quiser.

- quero sim. – eu disse sorrindo – ele está ansioso faz semanas.

- sim, sim. Que bom que conseguiu fazer aquela criança falar novamente. – disse e suspirou, eu sorri de leve, me lembrando de como Mark era antes de eu começar a visitar o orfanato.

Ele era bem fechado, não tinha amigos e não falava no psicólogo, apenas dedilhava o piano da sala de música quando podia, em silencio. Até que eu o vi e resolvi ensina-lo. A cada aula ele falava mais, interagia mais, sorria mais, coisa que surpreendeu a todos que lhe cuidavam, ele era um menino bem fechado. Seus pais haviam morrido em um incêndio quando ele tinha um ano, ele era bem pequeno e aquilo lhe deixou um trauma profundo, aquele menininho roubou meu coração assim que o vi, então decidi adota-lo, mas não o contei, pois não queria dar falsas esperanças, a assistente social me visitara algumas vezes, verificara se eu tinha condições de cria-lo e se fizera perguntas sobre mim, os documentos haviam ficado prontos faziam três semanas, então eu o contei, Mark ficou muito feliz com a noticia, e hoje os documentos da adoção haviam finalmente chegado em minhas mãos, eu poderia leva-lo. Uma felicidade enorme se apoderou do meu coração quando vi aquele menininho de quatro anos cruzando a porta da diretoria do orfanato com uma pequena mochila nas costas e um grande sorriso no rosto.

- Omma! – gritou, correndo até mim, me abaixei e o peguei no colo – finalmente vamos para casa! – comemorou, me abraçando, eu ri e o abracei de volta.

- está aqui, senhorita Kim. Você é, agora oficialmente, mãe de Kim Mark Tuan. – disse sorrindo, peguei as folhas de sua mão e observei minha assinatura com um sorriso no rosto, guardei o documento na minha bolsa e coloquei o menor no chão.

- agradeça à diretora, filho. – eu disse, comecei a chama-lo assim desde que ele me chamou de mãe pela primeira vez, quando eu o contei sobre a adoção.

- obrigada, Ajumma. – se curvou para a coreana de idade, que sorriu e se curvou para o menino.

- tchau, Mark. – disse e ele se virou para acenar, já que andávamos em direção à porta.

- tchau. – sorriu.

 

Assim que entramos no meu apartamento, Mark olhou em volta com um sorriso, ele era bem pequenininho para sua idade, suas bochechas rosadas eram gordinhas e seus olhinhos eram puxados, suas mãos gordinhas apertavam as alças da mochila que ele carregava, como se estivesse ansioso ou nervoso.

- o que tem em sua mochila, Mark? – perguntei e ele tirou a mesma, me estendendo, tinham algumas peças de roupas, bem poucas – vem cá, vem. – o chamei, pegando sua mão.

 O puxei até o antigo quarto de hospedes, que eu estava preparando a semanas para ser seu quarto, a parede era azul e branca, alguns pôsteres de personagens animados, uma cama de criança, um banheiro, com alguns cuidados para que uma criança esteja segura dentro dele, como tapete antiderrapante na banheira e chuveiro, um assento de plástico no vaso para que ele não caísse lá dentro quando fosse sentar, um guarda roupas não muito alto e uma penteadeira, não havia nada de vidro ou afiado no quarto, as janelas tinha grade, já que era um prédio com vários andares. Esse tipo de cuidado com crianças pequenas é sempre preciso, principalmente para mim, já que nunca criei uma criança na vida.

- gostou? – perguntei – tem um baú de brinquedos ali – apontei para o baú ao lado do guarda roupas, ou seja, em baixo da janela. – comprei roupas para você também. – caminhei até o guarda roupas, o abrindo e mostrando as milhares de peças que eu havia comprado.

- eu gostei, Omma. – ele disse, rindo – não precisa ficar nervosa. – disse, soltei uma risadinha, ele era esperto, apesar de cortar algumas letras das palavras, fui até ele, me abaixando em sua frente e bagunçando seus cabelos, ele inflou as bochechas e desviou o olhar.

- o que foi? – perguntei, já sabendo que ele queria algo, ele sempre fazia aquilo quando tinha vergonha de pedir.

- eu sempre quis fazer uma coisa. – ele disse e me fitou, suas bochechinhas estavam mais avermelhadas – qual sua cor favorita, Omma? – perguntou, tombando a cabeça para o lado, franzi o cenho, mas lhe respondi:

- azul céu, por quê? – perguntei.

- eu posso pintar o meu cabelo dessa cor? – perguntou

- ahn... – murmurei, eu realmente não esperava por essa pergunta, pelo menos não tão cedo – que tal a Omma levar você para conhecer a sua babá? – perguntei, me levantando e mudando de assunto.

- sim, sim, sim! – respondeu animado, batendo palminhas.

- pegue um casaco que gostar no guarda-roupas e vista antes de sairmos. – mandei e ele me fitou

- mas eu não estou com frio. – disse

- mas vai ficar. – retruquei e ele assentiu, indo pegar o casaco, ele escolheu um moletom marrom com listras pretas na barriga, ficou fofo nele – vamos? – perguntei

- sim. – disse e abriu um enorme sorriso, correndo para fora do quarto, sorri e o segui, em passos rápidos

- Omma vai te deixar com ela quando precisar trabalhar nos fins de semana, sim? – perguntei e ele assentiu – é só de noite, de dia eu vou ficar com você. Você vai estudar em outra escolinha, okay?

- sim. Eu não gostava daquela escola que eu estudava mesmo. – disse e eu ri, ele balançando os ombros era uma cena fofa.

- vai se perto da escola da Omma, vou te buscar todos os dias na hora da saída. – avisei e ele assentiu, e então saímos do apartamento, indo para a casa da babá dele, afinal, eu teria que ir para a boate em menos de uma hora.

 

Continua...


Notas Finais


foi issoo
comentem e digam suas teorias e opiniões
até a próxima ❤❤❤


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...