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História Confusion between Stars - Capítulo 2


Escrita por: e Tsukasa_Yugi


Notas do Autor


Capítulo ainda está fresco, tome suas migalhinhas 😔👌🏻
~ Viih



Beije o peixe, eu sei, ele tá morto, mas não custa nada aquela necrofilia de leve, beije, beije 😔🐟 ~ RatRat

KAKAKAKKA deixa o peixe descansar em paz amor pqp 😔
~Viih

Capítulo 2 - Família Yugi


Depois de um banho quentinho nessa manhã fria, Amane apressou-se em se arrumar, vestindo o uniforme e calçando os seus sapatos. Em frente ao espelho, colocou a gravata listrada do uniforme. Sentia seus olhos pesarem, mesmo que tenha dormido a noite toda, ainda estava muito cansado.


Saindo do cômodo, olhou em direção ao quarto de seu irmão, o vendo sair de lá totalmente desarrumado, tropeçando em seus cadarços desamarrados. Foi engraçado vê-lo tentar amarrar a gravata, mas logo desistiu, apenas a enrolando ao redor do pescoço. Quando percebeu seu irmão mais velho se aproximando, o mais novo deu um largo sorriso. Amane podia jurar que viu seus olhos transbordarem em alegria.


— Você está uma bagunça Tsukasa — deu uma leve risada. Se aproximou do mais novo, e com cuidado amarrou sua gravata — não demore a descer.


Dirigiu-se até as escadas, descendo e indo até a cozinha. O Yugi mais novo apenas conseguiu sentir seu coração acelerado, e sua mão formigar. Abaixou-se para amarrar os cadarços e tentar ignorar seus sentimentos, que novamente tentavam tomar conta de si. Queria muito entender como Amane conseguia dominar seus pensamentos a todo momento, e causar leves calafrios em uma aproximação tão suave.


Adentrando a cozinha, Amane se deu de cara com sua mãe sentada na cadeira em frente à mesa, tomando uma xícara de café, as vezes soltando certos murmúrios. Abaixo de seus olhos continham fortes olheiras, a esclera de seu olho dava um destaque naquela mancha negra. Seu rosto amassado dava indícios de que acabara de acordar. Aquela era Isabella Yugi, sua mãe, uma mulher jovial, porém, uma alcoólatra desempregada e irresponsável.


— Bom dia — a mulher cumprimentou o garoto ao perceber sua presença na cozinha.


— Bom dia… — evitou a olhar, admitia estar irritado. Encheu sua xícara de café e adoçou. 


Prevaleceu um silêncio desconfortável entre eles, podendo escutar apenas o barulho da colher mexer o café, colidindo com a xícara. Amane estava encolhido, conseguia controlar aquele sentimento ruim, de querer se distanciar mais e mais daquela mulher, mas Isabella mantinha uma expressão neutra e relaxada. Ela havia notado. Ela sempre notava o comportamento do gêmeo. Mas nunca falava.


— Então, cadê seu irmão? — perguntou, quebrando o silêncio, bebericando seu café. Amane finalmente dirigiu um olhar até ela. Sua mãe não costuma se importar com Tsukasa, então era uma surpresa vê-la questionar sobre — não vá se atrasar por causa daquele encosto — ah, era isso. Nunca perde uma oportunidade pra rebaixar seu irmão mais novo, o considerando inútil. E isso irritava Amane profundamente.


— Não vou — respondeu seco, com sua paciência se esgotando. Aquela mulher conseguia o tirar do sério, mas tinha que se controlar, não queria desrespeitá-la ou se alterar. A conhecia bem, sabia como Isabella era cabeça-dura, insistente e ignorante, apesar de ter certas coisas que lembram seu irmão, como os olhos, alguns costumes e expressões.


— Não vai o quê? — Tsukasa perguntou. Desde quando ele estava ali? Ambos encararam o rapaz, que aproximou-se do irmão mais velho rapidamente, e o abraçou por trás de forma íntima, passando os braços ao redor da sua barriga — aliás, bom dia.


— Bom dia, Tsu — o respondeu com um sorriso gentil.


Amane teria se importado com aquela aproximação repentina, mas não conseguiu se concentrar quando sentiu sua mãe revirar os olhos.


— É melhor se mandarem, não vão querer se atrasar, né? — falou de forma cínica, encarando intensamente Tsukasa — e não fique grudado no seu irmão, ele precisa de espaço.


Tsukasa desviou o olhar. Era um costume dele sempre está calado diante daquele problema em pessoa. Se não fosse por Amane, ele já teria tomado as rédeas daquela situação e feito besteira.


— Eu estou bem — se pôs a falar, de alguma forma ou de outra, ela iria tentar afetar Tsukasa com palavras ou ações — Tsukasa, está com fome? Eu botei seu café — ofereceu sua xícara de café pro garoto atrás de si, que assentiu freneticamente animado, o soltando e logo depois pegando o copo.


Se Isabella pudesse livrar-se de alguém, Tsukasa com certeza seria seu alvo.


— Precisamos ir — observou Tsukasa terminar de bebe o café, lhe encarando curioso.


— Não vai comer? Mikami foi comprar pão, bolo e outras coisas, não seria bom ir de barriga vazia — antes mesmo de Tsukasa falar, Isabella o interrompeu, se Amane ficasse doente e indisposto, quem a sustentaria?


— Sem apetite — Amane não queria ter que gastar saliva com a aquela mulher, talvez no caminho fosse comprar algo pro seu irmão comer. Com pressa, segurou na mão do mais novo, e o puxou em direção a sala.

 

Olhando em volta, achou as mochilas em cima do sofá, provavelmente Mikami arrumou os matérias de acordo com o horário de aula. 


— Escuta, Tsu — agarrou a alça de sua bolsa e apoiou no ombro, entregando a segunda para o seu irmão — não ouça o que essa mulher tem pra dizer. Um dia a gente sai dessa.


— Claro — respondeu no seu mesmo tom animado, dando seu sorriso costumeiro.


Ao abrir a porta, se depararam com Mikami Meyo, a empregada da casa. A senhora apenas encarou os dois jovens, com as sacolas em mãos.


— Bom dia, sra. Meyo — Amane a cumprimentou de um jeito formal, não sentia que tinha intimidade o bastante, não costumava conversar com os inquilinos da casa, por ser ocupado e não ter tempo.


— Bom dia Mikami-san! — porém, Tsukasa gostava bastante dela, ambos conversavam muito e se davam bem. Era como uma segunda mãe, só que melhor.


— Bom dia meninos — ela respondeu, surpresa pelo entusiasmo do Yugi logo pela manhã — já estão indo? 


— Ah, bem, vamos nos atrasar, além de que ocorreu alguns conflitos na cozinha, se é que me entende — Amane apenas puxou Tsukasa consigo, saindo da casa, caminhando as pressas. Sabia como Mikami insistiria pra ficarem mais um pouco e comer, o que é uma perca de tempo, e não estava fim de voltar e encarar a cara daquela mulher de novo.





(...)





Durante todo caminho, Tsukasa havia quebrado aquele jeitinho tímido e começou falar a beça, com Amane ele parecia mais a vontade. Já o mais velho, tentou se concentrar em cada coisa aleatória que ele contava, mas ficou difícil quando nem ele mesmo sabia o que estava falando. Ambos gêmeos passaram em uma cafeteria, e Amane pagou alguma coisa pro seu irmão comer. E assim, voltaram focar no caminho pra escola. Estavam atrasados mesmo, então não se importaria em ter tirado um minuto pra comprar alguma coisa, não era a primeira vez que isso acontecia.


Por sorte, os corredores dos armários estavam vazios, então não correria  nem um risco de fãs o atrasarem mais do que já estava.


Porém, um certo alguém apareceu.


— Bom dia, Amane-kun! — de longe, em um dos armários, Yashiro acenou para os gêmeos. Aproximou-se com certa pressa, e abraçou Amane, que rapidamente retribuiu em um abraço apertado — e Tsukasa-kun…


Com um sorriso mais fraco, ela encarou o Yugi mais novo e acenou fracamente pra ele, que olhava pro chão, paredes, mãos e pés, menos pra garota, parecia até não escutar.


— Esse final de semana foi corrido? — ela perguntou pro mais velho. Tsukasa e Yashiro já tiveram certos conflitos, e mantinham uma certa rivalidade por conta disso.


— Mais ou menos, não sei quantas vezes fui entrevistado em um dia só — passou a mão na nuca, estava nervoso. Amane nunca falaria, nem mesmo para seu irmão, mas tinha uma quedinha por Nene. Não confiaria falar isso pra alguém, principalmente pra Tsukasa, que já demonstrou atitudes violentas por pessoas com quem já desenvolveu laços afetivos — você vai tá livre hoje?


— Hoje sim. Por quê? — o olhou esperançosa, enrolando uma mecha de cabelo no dedo indicador. Mesmo que Amane fosse um amigo de longa data, não mudava o fato de que o Idol mais famoso da atualidade estava na sua frente.


— É que hoje você poderia vir na minha casa, pra--


Nem mesmo terminar a frase conseguiu ao ter seu braço puxado pra longe, Tsukasa nem mesmo o encarava ou sorria. Após está situação pode-se ouvir somente o sinal tocar, anunciando a 2° aula.


— Depois a gente se fala, Yashiro — gritou pra garota, sendo arrastado pelo mais novo.


A garota apenas suspirou animada com a idéia. Amane está a chamando pra casa dele, ela teve a grande sorte dessa oportunidade. O que ninguém mais vai ter. No entanto, uma pessoa em específico não ficou nem um pouco feliz em saber disso.




Notas Finais


Se vc não gostou da mãe deles, continue assim *patpat*

Agora só falar um negócio aqui que vem mexido comigo desde do último capítulo... PQP A ESCRITA O RATO É MUITO BONITA estou apaixonada 😔❤️
~Viih



Onwtttt vlw 🥺❤️❤️🥺❤️ ~ Mc RatRat


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