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História Connatre l'amour - Capítulo 1


Escrita por: e Riren_Yuuki


Notas do Autor


Olá amores!

Aqui estou, com minha duas contas postando uma nova fic com um dos meus casais favoritos!

Bom, eu pensei nessa fic ouvindo uma música de um cantor sertanejo brasileiro e pensei: "Cara, eu preciso escrever uma fic baseada nessa música!" e aqui está ela.
Na verdade iria ser uma one ou talvez uma twoshot, só que, bem, eu tinha que escrever os acontecimentos anteriores ao acontecimento baseado na música, kkk, logo após, eu ouvindo a rádio, ouvi uma música do Sorriso Maroto e pensei novamente: "Porque não complementar a fic com essa música?" kkkkk e acabou que eu tenho uma shortfic, não sei exatamente com quantos capítulos.

Então, era pra postar a uns minutos atrás, antes de ser dia 17, já que seria, digamos assim meu presente de aniversário; só que eu meio que me afundei em leituras de fanfics kkkk.

Agora algumas explicações para caso vcs não entenderem:

* A história se passa no século 21;
* Os títulos presentes peguei de alguns ingleses (tava sem ideia para tal, kkk);
* A diferença de idade entre Levi e Eren, será mínima;
* Os casamentos nessa fic, ocorrem tanto entre pessoas do mesmo gênero, quanto pessoas de gêneros opostos.

Acho que é só, qualquer coisa me perguntem nos comentários, Okay?


PS.: Capítulo não revisado, mas não se preocupem, logo, logo eu reviso e ajeito;
PS2.: Capa temporária, ainda vou fazer uma.

No mais, boa leitura!!!

PS3.: Capítulo Revisado.

Capítulo 1 - Toi et Moi: Comment On S'est Rencontrés


 

CAPÍTULO 1 – TOI ET MOI: COMMENT ON S’EST RENCONTRÉS

Você e eu: como nos conhecemos

 

-Vamos, Eren! Você sabe que seu pai odeia atrasos. – Fala Carla Jaeger, atual rainha do reino de Rose e mãe de Eren Jaeger o segundo na linha de sucessão da Coroa.

- Ora mamãe, a sua majestade, não odeia somente atrasos, ele odeia tudo que tiver a ver comigo e a senhora sabe disso. – Afirma o príncipe de madeixas castanhas com reflexos dourados, falando o título de seu pai em um tom irônico. – Se não tiver haver com o seu amado primogênito, nada mais o interessa. – Comenta o jovem desinteressado, caminhando calmamente ao lado de sua mãe.

Fazia tempo que o rei de Rose – Grisha Jaeger – tratava o filho mais novo com total desinteresse, sem ao menos se importar, fazendo o garoto – no começo uma criança de 7 anos – se sentir indesejado e sem valor. Com esse tratamento o Jaeger sênior esperava que o jovem se tornasse uma criança reclusa e de uma obediência cega a todos os seus quereres, lego engano; com isso o rei só conseguiu fazer o acastanhado se tornar forte por si mesmo, e ter uma voluntariedade sem limites e totalmente sem ‘papas na língua’, mas o jovem não conseguiu esse feito sozinho; obtendo ajuda de seus dois amigos de infância, sendo eles: Armin Arlet e Jean Kirstein – marqueses de Dorset* e de Windsor* – com o último apelidado carinhosamente de ‘cavalo, cavalinho, pônei’, entre outros derivados. Ambos o ajudaram a recuperar sua verdadeira natureza obstinada, além é claro, da ajuda da rainha e mãe do garoto.

 

- Eren! Pelos deuses. – Chama a atenção Carla – Você está fazendo isso de propósito? – questiona a acastanhada, com ambas as mãos no quadril olhando para o esmeraldino com um olhar repreendor.

- Poxa mamãe, eu sinceramente não estou afim de ir nesse tão ‘maravilhoso’ jantar. – diz o jovem com um revirar de olhos – Até porque seu marido, nunca fez questão da minha presença neles, afinal o queridinho dele já participa de todos. Ele não precisa da presença de seu filho desprezado.

- Meu amor, seu pai não lhe despreza. – Fala a Jaeger, com as mãos no rosto do adolescente.

- Despreza sim, a senhora que não quer ver mamãe. Não que isso me importe, só quero completar meus 18 anos e sair viajando pelo mundo.

- Filho, isso é impossível! – exclama a rainha soltando as mãos do rosto do esmeraldino – Além de seu pai não deixar, o fato de você ser da realeza será um chamariz para você e do tipo que você nunca aí de querer.

- Discutimos isso outro dia mamãe, apesar de que eu nunca irei me curva a uma decisão tão descabida como essa de me proibir do que quer que seja, afinal, estamos em pleno século 21 e não na idade das trevas, por Cristo. – Finaliza recomeçando a andar – Vamos logo, quanto mais cedo ir pra essa droga de jantar, melhor.

Com isso jovem foi na frente, deixando para atrás Carla, que tinha na face um semblante triste.

 

 

***

 

 

“Quanto tempo tenho que esperar essa merda terminar?”

 

Era esse o pensamento do jovem príncipe, que mirava cada lado do salão de festas do castelo, mal esperando a hora de poder sair daquele lugar que sempre o deixava claustrofóbico. Não mais esperando o início do jantar, Eren se dirige até uma das inúmeras varandas do local apoiando seu corpo no parapeito de ferro trabalhado, o jovem inclina a cabeça para trás olhando para a enorme lua enfeitando o céu estrelado daquela noite.

- Se eu tivesse a sorte de ver uma estrela cadente e desta poder fazer um pedido e o ver ser realizado. – Murmurava o jovem ainda a olhar para o céu, completamente desligado do seu arredor, tanto que não percebeu a chegada de um homem de baixa estatura com fios negros cortados em um estilo único – todo repicado e raspados nas laterais e na nuca – e olhos da cor de um azul acinzentado como em um dia de tempestade.

- E qual seria esse seu desejo? – indaga o recém chegado, com um arquear de sua bem delineada sobrancelha.

O príncipe se sobressalta ao ouvir a voz rouca e bela do recém chegado, levando sua destra ao coração o sentindo bater loucamente com essa chegada repentina e sentindo o rosto totalmente pintado de vermelho, tamanho era o seu corar. Não havia se apercebido do moreno ao seu lado.

- Poder ser livre. – Responde o Jaeger olhando de rabo de olho para o homem de fios negros.

- E vossa alteza, não é? – Questiona o menor da dupla encarando o adolescente ao seu lado.

Ao ouvir ser chamado por seu título, Eren fez uma leve careta de desagrado.

- Para falar a verdade, me sinto preso a um título que não pedi pra ter e que tenho certeza de que meu digníssimo pai, adoraria que eu não tivesse; a situações em que tudo que esperam de mim, é que me sente em um local e espere obedientemente, como se fosse um mero objeto a enfeitar esse lugar. A não poder ir a um simples shopping sem necessitar de uns 10 ‘gorilas’ me acompanhando. Só queria poder ser um adolescente normal, sem o peso de uma coroa sobre mim. – Desabafa o jovem esmeraldino voltando a fitar o céu noturno.

- Infelizmente para sua alteza, você nasceu com essa dita coroa a lhe enfeitar a cabeça. Quanto a ser considerado um ‘enfeite’, só cabe a você mesmo retificar isso, mostrar que não nasceu para ser considerado uma pessoa frágil, que não é um objeto e nem nada parecido. Só seja você mesmo, alteza. Agora se me der licença. – O moreno faz uma pequena reverência e volta ao salão, deixando o jovem com seus próprios pensamentos.

 

“Ser eu mesmo!” pensava o jovem, “Não é diferente do que o Armin e o cara de cavalo dizem, mas é de longe um conselho que irei seguir com ainda mais gana.”. Como que saindo de um transe o Jaeger olha para o local onde até alguns instantes atrás estava o homem baixo e de fios negros e murmura baixinho:

- Eu nem ao menos sei o nome dele!

 

 

***

 

O capitão do esquadrão especial real, Levi Ackerman, mais conhecido como Rivaille, saía da varanda onde estava até poucos minutos atrás balançando a cabeça imperceptivelmente para os lados. A imagem do jovem perdido em pensamentos foi o que chamou sua atenção até ao local, para onde se encaminhou segundos depois de o visualizar e ao ouvir o que o adolescente havia falado, uma parte sua teve uma leve curiosidade sobre qual seria o pedido de uma pessoa que todos consideravam que tinha tudo nas mãos, somente por ter uma coroa na cabeça. E qual não foi sua surpresa em escutar que o que jovem mais desejava era ser livre daquela coroa que cada cidadão de Rose desejava para si?

Para quem estava de fora, era realmente uma posição de total glamour, sem nenhuma responsabilidade aparente, somente a de sentar em um local e ser adorado(a) por seus súditos. Quem estava de fora, não via o enorme peso que a tão desejada coroa tinha.

“Esse pirralho não é nada como eu havia imaginado!”, pensava Rivaille mirando o local a procura da sua tenente maluca. “Quem diria que o jovem desejava se ver livre de tudo aquilo mais desejado por todos. Me pego agora desejando conhecer cada detalhe desse pirralho.”

Ao se dar conta do seu pensamento interno o Ackerman arregala minimamente os olhos azuis acinzentado em surpresa a esse desejo de conhecer melhor ao garoto que ele intitulava como ‘pirralho’ e que todos tratavam como se fosse um cristal que a qualquer atitude brusca poderia vir a quebrar.

- Se acha que eu não ouvi essas tuas passadas de elefante, então tu és mais maluca do que eu pensava inicialmente, Quatro-olhos de merda! – Afirma Levi, ao ouvir os passos silenciosos de Hanji Zoe.

- Estes teus ouvidos continuam super sônicos Ravioli! – Diz a morena acastanhada, com sua risada maníaca, chamando o capitão por um dos inúmeros apelidos dado a ele por si. – Pra mim tu estavas perdido em pensamentos e que não ouviria minha chegada até aqui.

- Até comigo dormindo eu ouviria teus passos, ou maluca. E Ravioli é o caralho, perdeu o medo de morrer foi óculos de merda? – Falava o Ackerman começando a andar para um local onde estivesse menos pessoas amontoadas, agora que encontrara a pessoa que procurava.

- Você não me mataria aqui com várias testemunhas, Baixinho! – Dizia rindo loucamente a Zoe acompanhando o moreno. – Vi que estava procurando alguém, quem é que procurava?

- Tava te procurando lunática. Tenho que ficar de olho em ti pra que não faça nenhuma merda aqui.

- Oxe Levizinho, assim ‘cê magoa meu pobre coraçãozinho. – Fala a tenente com um sorriso mínimo no rosto.

_ Não vou falar mais nada, esses apelidos ridículos tem que parar, ou eu não respondo por mim. – Ameaça o capitão. – Enfim, vamos temos que nos apresentar a família real.

Finaliza a fala ao chegar num local menos ‘povoado’ e a procura de um caminho sem tantas pessoas para assim poder se apresentar a realeza do país.

 

 

***

 

 

- Onde estava Eren? Seu pai estava te procurando, meu filho. – Murmurava Carla ao pegar na mão do esmeraldino e o puxando calmamente em direção ao trono real, onde se encontrava o pai do adolescente.

- Mamis, meu amor! Eu pouco me importo com o que o papai quer. – Sussurrava o príncipe.

- Eren Jaeger pare de ser tão voluntarioso, menino! Não crie problemas para si mesmo, meu filho, seu pai não atura essas suas atitudes.

- Meu pai nunca atura nada nos assuntos que me dizem respeito e isso não é de agora. E problemas para mim é o que não falta, se até o ato de eu respirar o irrita e foi a senhora de me ensinou a ser “voluntarioso” assim.

- Não sei o que fazer para unir vocês dois! Na verdade, vocês três. – Sussurrou a rainha bem baixinho, ainda a puxar o jovem príncipe consigo.

- Mamãe, não precisa me puxar. – Se irrita Eren, soltando seu braço das mãos de sua mãe e caminhando com um franzir de lábios. – Queria a merda de uma vida normal.

 

xxx

 

Após uma pequena caminhada até o trono real, o jovem Jaeger visualiza seu pai e seu irmão – Zeke Jaeger – acompanhado de mais três outras pessoas, sendo uma delas o homem de cabelos negros com quem conversara por poucos minutos na varanda, uma mulher que usava óculos e que tinha cabelos castanhos escuros e um outro homem alto e loiro com as sobrancelhas mais grossas que já havia visto.

- Quem são aqueles com a sua majestade, mamãe? – Questiona o adolescente, ainda a usar o título do pai com certa ironia e que mais uma vez não passada despercebido pela mãe.

- Essa sua mania de ser irônico com o título do Grisha tem que parar, Eren! – repreende a matriarca – E aqueles são: o Capitão Levi Ackerman, a Tenente Hanji Zoe, ambos são do esquadrão especial real de Rose; já o loiro alto é Erwin Smith, o Grão-duque de Sina.

- Hum, esse capitão Levi é o tão falado Rivaille? – indaga o jovem, dispensando o comentário inicial da genitora com um dar de ombros imaginário.

- Sim, é ele mesmo. O famoso Rivaille, o homem intitulado o mais forte da humanidade. – Comenta a rainha.

- Sempre o imaginei maior, mas mesmo daqui da para ver a aura de poder que ele tem. É até mais forte do que a do ‘gigante’ loiro ao lado dele. – Murmura o acastanhado observando atentamente o menor de todos os presentes perto do trono.

- Eu também o imaginei maior, mas o capitão tem realmente uma enorme ‘aura de poder’, como você mesmo diz meu filho. E por favor, não chame o Grão-duque de Sina de gigante na frente dele. – Fala com um puxar de lábios Carla. – Vamos até lá.

Com isso a dupla enfim chega perto dos presentes no trono.

 

 

***

 

 

 

- Ah, aqui está meu amado filho mais novo. – Diz Grisha caminhando até Eren, colocando seu braço esquerdo no ombro do jovem; suas palavras causando um arquear de sobrancelhas do esmeraldino. – Filho, esses são: o capitão Ackerman e a tenente Zoe, do esquadrão especial. – Apresenta os dois citados ao adolescente, apertando imperceptivelmente o ombro alheio, fato percebido pelo Ackerman que franziu o cenho para o gesto. – E esse aqui é o Grão-duque de Sina, Erwin Smith. Veio hoje representando a família real de Sina, que não poderiam comparecer.

- Boa noite a todos, é um prazer conhece-los. – Diz o príncipe, afastando o braço do rei de seu ombro delicadamente e fazendo uma reverência ao representante da família real.

 

O rei achando que a atenção do adolescente iria ficar no único com título real entre os três apresentados, sentiu uma tremida em seu olho direito em desgosto por ver que o jovem dedicava sua atenção ao capitão presente no recinto.

- Agora finalmente sei seu nome, passei os 20 minutos após sua saída sem saber ao menos seu nome. – Dizia Eren mirando calmamente o homem mais baixo que si.

- Minhas sinceras desculpas, alteza. Não queria ter sido indelicado. – Fala o capitão fazendo uma mensura ao príncipe.

- Não precisa pedir desculpas, eu também não havia pedido para você se apresentar. Não considerei esse seu gesto como indelicado. – Murmura o adolescente, se sentindo corar.

- Como quiser, alteza. – Responde o Ackerman.

Logo ao fundo, se podia ser ouvido o início de uma valsa fazendo com que o jovem príncipe desejasse a dançar com o homem de fios negros.

- Prí...

- Capitão, me daria a honra de dançar essa valsa comigo? – Pergunta o acastanhado, mais vermelho do que tomate interrompendo sem querer a fala do Grão-duque.

Levi é pego de surpresa pelo pedido do jovem príncipe, pensando se deveria ou não aceitar o pedido de dança do adolescente, no entanto a ‘força’ para o pedido do segundo na fila de sucessão veio da sua amiga maluca, Hanji Zoe.

- Vai Levizinho, sua alteza deseja dançar contigo.  – Falava a chamada tão carinhosamente de Quatro-olhos.

- Maldita, Quatro-olhos! – sussurra o moreno. – Será um prazer, sua Alteza.

Dito isso, Rivaille pedi licença aos outros e pega na mão delicada do adolescente o levando gentilmente à pista de dança, fazendo uma vênia em frente ao jovem, colocando a mão na cintura delgada juntando seus corpos e tocando as mãos – antes separadas – uma na outra e iniciaram a valsar.

- Não queria que tivesse parecido como um pedido real. – Murmura Eren baixinho, perto do ouvido do moreno mais baixo seguindo sua liderança na dança.

- Não aceitei por achar que fosse um pedido real, alteza. – Responde o Ackerman, rodopiando o acastanhado e o trazendo junto a seu corpo novamente.

- Então porque hesitou a aceitar meu pedido em primeiro momento e o aceitou após as palavras da tenente Zoe? – questiona o Jaeger olhando nos olhos azuis acinzentados do outro.

- Não saberia a reação de seu pai o rei, ao ver o filho dançar com um simples capitão.

- Eu não me apego a títulos e muito menos a fortuna, capitão Ackerman. – Dizia o esmeraldino fechando os olhos ao ser conduzido pelo capitão. – E o que o meu pai pensa ou deixa de pensar, não me interessa. Já faz tempo que não ligo para opinião dele, meu belo capitão.

Falou a última parte em um sussurro rouco e levemente sedutor, falado ao pé do ouvido do moreno de fios negros.

 

- Sua Alteza pode não ligar, mas seu pai liga e muito; mesmo você não dando tanta importância para a opinião dele. – Afirma o capitão - E ainda tão jovem e já querendo seduzir, sua alteza? – Pergunta Rivaille em baixo tom para o adolescente.

- Está tão na cara assim? – Pergunta Eren com um sorriso tímido no rosto – Que vergonha, não sei o que me deu, me perdoe capitão.

- Tsk! Pode me chamar apenas de Levi, Alteza. – Comenta o mais baixo – E não é preciso sentir vergonha e muito menos pedir perdão. Sua voz é bem sedutora quando falada em baixo tom e tem uma rouquidão bastante excitante.

-  Assim, fico com vergonha cap... eh, Levi. – Diz o jovem encostando o rosto vermelho no ombro do mais baixo. – E me chame de Eren.

- Oh, então agora você está com vergonha? – Indaga Levi, sorrindo imperceptivelmente para o acastanhado. – Mas na hora de falar com essa voz ao pé do meu ouvido e me chamar de “meu belo capitão” você não sentiu, né?

- Saiu sem eu ao menos perceber. – Afirma o jovem se aconchegando mais ao corpo menor e mais trabalhado que o seu. – Desde a nossa pequena troca de palavras lá na varanda que minha língua – que já era solta – agora solta palavras sem que eu perceba. Você me deixa tão a vontade, capitão; de um jeito que jamais pensei que estaria.

- Por incrível que pareça, eu também me peguei querendo te conhecer melhor e isso após nossa “pequena troca de palavras”. Sempre o julguei igual a seu pai, que só pensa em status e poder de aquisição, que bom que estava errado.

- O que acha que está acontecendo conosco, Levi? – questiona Eren olhando para as piscinas azuis que eram os olhos do outro.

- Não tenho certeza, Alteza. – Responde o moreno.

- Eren, já disse que pode me chamar de Eren. – Sorri o acastanhado – Podemos nos encontrar outra vez, longe desse circo todo?

- Pedi isso, como sua alteza real Eren Jaeger, segundo príncipe do reino de Rose? Ou como o jovem Eren? – questiona o Ackerman com um arquear de sobrancelha e um puxar de lábios.

- Qual das duas opções teria mais chances? – indaga o adolescente.

- O jovem Eren teria mais chances. – Responde

- Então, eu Eren um jovem quase que normal, lhe pergunto, poderemos nos encontrar novamente, meu belo capitão?

- Consegui decorar alguns números, pirralho? – O capitão questiona ao invés de responder o Jaeger.

- Oh, então de “sua alteza” eu passei a ser chamado de “pirralho”? Pode ter certeza de que decorarei sim, Levi.

- Então decore esses nove números aqui, 987654321. É meu número pessoal, depois me manda uma mensagem com seu número. E pirralho é o que você é, comparando a mim.

- Vou fazer isso sim, capitão. – Afirma o jovem – Ah e antes de finalizar nossa dança, me diria a sua idade, Rivaille. – Sussurra com a voz baixa e rouca considerada sexy pelo Ackerman. – Não acredito que a diferença de idade entre nós é tão grande assim.

- Pensei que não chegaria a perguntar, pirralho. Pode não ser muito grande, mas minha experiência de vida é maior. – Fala com a contração dos lábios de volta aos lábios – Mas eu tenho 24 anos.

 

E ao final dessas palavras a valsa é finalizada e ambos fazem uma reverência de um para o outro.

O que o casal não percebia era que eram encarados por dois pares de olhos, sendo um azuis gelados e o outro castanhos, um observando a interação entre a dupla, sentindo uma possessividade para com o jovem príncipe e o outro feliz com o desenrolar entre o amigo e o jovem príncipe.


Notas Finais


Bem, espero que vcs tenha gostado, fiz com todo carinho e amor!

Comentem o que acharam, caso tenha algumas críticas construtivas, eu as aceito.

Meus lindos(as), quero comunicar uma coisa; minha fanfic Eternitate vai ficar mais um tempo em hiatos, sinto muitíssimo por isso, mas eu tinha começado a escrever e por burrice e falta de atenção, não salvei as alterações e acabei excluindo o documento de recuperação e isso meio que me desanimou a escrever, e esse desanimo meio que afeitou minha criatividade para essa fic, então por enquanto, eu não tenho data de quando irei atualizar a fi.

I Turn to You eu começo a escrever assim que acabar essa daqui e quando reler os capítulos passados para não deixar nada batido e assim ter mais ideia do que escrever.

Por isso peço a compreensão de quem acompanha as duas estória, principalmente Eternitate, já que vcs tem uma paciência de Jó, afinal, passar 3 meses sem atualização, é ter muita paciência mesmo, kkkk!

Qualquer dúvida, não hesitem em perguntar!

Próxima atualização: 23/05 (Sábado)

Mil e um ~Beijinhos e até!!!


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