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História Connected to you. - Capítulo 7


Escrita por:


Notas do Autor


Aqui estou eu, lutando contra o meu sono pra colocar essas idéias tudo pra fora! Por vocês, é claro. 💜
Minhas férias estão acabando... Logo começo a estudar e trabalhar e não sei se vou conseguir dedicar tanto tempo assim por essa fic, por isso não vou poder postar capítulos novos todos os dias, se não eles saem ruins. 😭
Ah! Outra coisa... Não sei se sou boa em escrever cap hot, por isso, quem estava esperando que isso chegasse logo... Desculpa, mas acho que ele vai demorar mais um pouquinho pra sair. 😬
Por favor, não desistam de mim ainda!
Beijos da Thay e boa leitura! 💜

Capítulo 7 - Você é a minha estrela favorita. (Pt.2)


Yeonjun P.O.V's:

Então... é isso que as pessoas chamam de paixão? Esse sentimento que me invade por inteiro, me faz sentir um frio na barriga e uma ansiedade imensa por tê-la comigo. Esse sentimento que domina minha mente e me faz pensar somente nela, na proteção dela, na sua felicidade. Que me faz dizer tudo que penso sem medo, que me deixa confuso, mas ao mesmo tempo maravilhado. Estou me sentindo sortudo... Sortudo por tê-la conhecido, sortudo por ser o músico que ela decidiu observar naquela noite, sortudo por tê-la escolhido sem querer como verdadeira admiração, sortudo por tê-la aqui, agora, em meus braços, beijando docemente enquanto sinto o gosto da paixão, o gosto de morango, o gosto de Jung S/n.

Paramos por um momento e afastamos nossas bocas, mesmo assim, ainda estávamos conectados. Nossas testas estavam grudadas uma na outra. Ouvi seu riso baixinho e foi o suficiente para me fazer arrepiar por inteiro, sentindo o ar quente de sua boca tão perto da minha. Olhei para os seus olhos e obtive uma surpresa. 

Suas íris brilharam intensamente durante alguns segundos em uma cor nova para mim, elas estavam laranjas! Que eu saiba, nenhum submundano obtém essa cor nos olhos...

— O que foi? — Ela perguntou ainda sorridente, não conseguia parar de sorrir, assim como eu. É tão bom saber que meu sentimento por ela é recíproco. — Parece assustado.

— É que suas íris... brilharam por um curto período de tempo na cor laranja. — Respondi.

— Laranja? — Ela perguntou curiosa. — O que isso quer dizer?

— Eu também não sei. — Respondi confuso. — Nunca ouvi falar em nenhum submundano com essa cor nos olhos.

— Devemos falar com Taehyun? — Indagou ela.

— Agora?! Não... — Respondi em um tom de ironia e ela sorriu. — Talvez mais tarde...

Virei meu rosto para cima e encarei as estrelas no céu. Várias testemunhas daquele momento mágico, talvez somente elas poderiam saber a intensidade do que eu estava sentindo àquele momento. A felicidade por saber, que eu sou a estrela dela.

— Vocês ouviram isso, donas estrelas?! — Perguntei olhando para o céu, ouvindo a risada gostosa de S/n e sentindo ela tombar a cabeça em meu ombro. — A fedorenta disse que eu sou a estrela favorita dela, por favor, não fiquem com inveja, sintam a felicidade que eu sinto!

Ouvi ela rir deliciosamente como uma criança e ri também, segurando sua mão. E ali ficamos, por longos minutos observando as estrelas, sem dizer nada, pois não precisávamos. Como eu já disse, estamos conectados.

— Lembra do dia em que eu disse que eu gosto muito de coiotes? — Ela perguntou, cessando nosso silêncio.

— Lembro. — Respondi.

— Eu menti. — A pequena disse, soltando uma risada e eu sorri.

— Eu sei disso. — Respondi vendo ela me encarar incrédula.

— Sabe? — Ela perguntou e eu apontei para os meus ouvidos, tentando lhe explicar sobre eu ouvir muito melhor do que um humano e ela sorriu envergonhada voltando a se encostar em meu ombro.

— Quando eu tinha 7 anos de idade... — Ela começou com uma voz mais doce, eu a escutava atentamente. — Meu pai me levou para uma viagem de estudos. Era para ser só mais uma dentre todas as outras que já fizemos. Eu não lembro para qual país nós tínhamos ido, mas ele ia estudar raposas! Era a véspera do meu aniversário, foi quando ele me deu aquela câmera. Estávamos no campo e nos escondíamos deitados atrás de arbustos... Mas ele estava longe de mim, acreditava que desse jeito eu ficasse um pouco mais quieta, pois eu nunca parava de falar.

Soltei um riso anasalado, pensando em como ela deveria ser fofa naquele tempo. Ela riu também.

— Foi então que eu tive uma surpresa, e meu pai também... — Ela continuou. — Uma raposa começou a vir em minha direção. Eu não estava assustada, meu pai sempre me disse que se a gente não mexer com os animais, eles não mexem conosco também. Então permaneci imóvel, quieta. A raposa veio até mim e começou a acariciar sua cabeça em meu queixo, ela tentava entrar em baixo de mim e fazia cócegas, mesmo comigo dando risada ela não ia embora, tentava se esconder dentro da minha camiseta.

Meu coração acelerou ao escutar atentamente o que ela dizia, se eu estiver certo...

— Meu pai tirou uma foto nossa aquele dia, se quiser eu te mostro depois! — Ela disse animada. — Ainda tenho ela guardada...

— O que aconteceu depois? — Perguntei ansioso.

— Meu pai escutou um barulho na floresta e avisou que eu ficasse ali com a raposa até que ele voltasse... E eu obedeci, passei um bom tempo ali brincando com a raposa, tínhamos ficado amigas! Parece bobo dizer isso agora, mas naquele tempo, ficar amiga de uma raposa tinha sido a melhor coisa que já aconteceu na minha vida! Quando o meu pai voltou, perguntei se eu podia adotá-la, mas ele disse que era muita responsabilidade cuidar de uma raposa, então tive que deixar ela lá... Foi muito triste pra mim naquela época, até fiquei brava com o meu pai e não falei com ele pelo resto do dia!

Ouvi ela rir, mas não pude acompanhá-la, estava surpreso demais para isso. Foi por isso que eu senti algo desde o primeiro momento em a vi, eu sabia que tinha algo a mais acontecendo...

— O que foi? — Ela perguntou ollhando para mim preocupada e eu sorri bobo.

— Aquela raposa... era eu. — Respondi sorridente, vendo ela fazer a mesma cara de surpresa que eu fiz há alguns segundos atrás.

— Tá falando sério?! — Ela perguntou e eu afirmei.

— Eu estava fugindo de caçadores naquele dia, quando eu te vi lá escondida pensei que estava como eu, então decidi me esconder com você. — Respondi e ela riu, por mais estranho que fosse aquele momento.

— Depois que você e seu pai saíram, eu voltei para a floresta e os caçadores haviam sumido, acho que seu pai havia despistado eles. — Respondi vendo ela ficar mais uma vez surpresa.

— Será então... que o meu pai sabia? — Ela perguntou séria.

— Eu não sei... — Respondi. — Foi a primeira e a última vez que vi ele em toda a minha vida.

A pequena ficou pensativa, olhava para as estrelas e seus olhos brilhavam pelas lágrimas que ela não permitia que caíssem.

— E a sua mãe? — Perguntei curioso. — Você nunca fala dela... tem certeza de que ela não sabe de nada também?

— Minha mãe morreu quando eu nasci... — A pequena respondeu e mais lágrimas surgiram em seus olhos, dessa vez ela não conseguiu segurá-las e eu me arrependi de ter perguntado.

— Desculpa, eu não devia...

— Tudo bem! — Ela me respondeu. — Nós precisamos desvendar esse mistério, não é?! Nunca se sabe... Minha mãe pode ter vindo do submundo também.

Ela respirou fundo e limpou as lágrimas, formando uma linha reta em seus lábios.

— Meu pai sempre me dizia que eu lembro muito a minha mãe, que eu tenho os olhos dela. Mas agora, acho que nem isso eu tenho mais... meus olhos são laranjas né? — Ela disse fungando o nariz e forçando um sorriso, algo que me cortou o coração. — Meu pai mentiu pra mim a vida inteira! Porque?! Porque ele nunca me contou?! Porque decidiu esconder isso de mim?! Eu precisava tanto dele agora, mas ele me deixou aqui sozinha!

— Talvez ele tenha feito isso pra te proteger... — Falei afagando seus cabelos, tentando acalmá-la. — Você tem uma barreira protetora ao seu redor, não tem?!

Ela fungou o nariz mais uma vez e pensou. Puxei ela para mais perto e lhe dei um abraço apertado.

— Você não está sozinha! — Eu disse, ouvindo sua respiração se acalmar e beijei sua testa. — Eu estou aqui com você, nós vamos desvendar isso juntos!

Ficamos um bom tempo abraçados, só a soltei quando percebi que ela estava mais calma.

 — Vamos mudar de assunto... Me conta mais sobre você. — Ela disse limpando os restos de lágrimas que ainda estavam em suas bochechas. — Eu quero te conhecer melhor.

— O que quer saber? — Perguntei, vendo ela dar de ombros.

— Sua história de vida... — Ela respondeu. — Como chegou até aqui?

— Com o mesmo Corolla que eu saí daqui hoje de manhã... — Brinquei e ela me deu mais um empurrão.

— Não tô falando do carro, idiota! — Ela respondeu e eu ri.

— Eu sei, eu sei! Bom... se quer mesmo saber, eu vou te contar. — Respondi, me deitando em meio às almofadas, para observar melhor as estrelas e ela fez o mesmo, usando meu peito como almofada. — Como você mesma viu, a minha espécie é diferente de todos os outros submundanos.

— Porquê você consegue mudar o seu corpo? — Ela perguntou e eu afirmei.

— As raposas conseguem mudar a sua forma, pois foi um castigo dado pelos feiticeiros há muito tempo atrás...

— Castigo? — Ela me interrompeu levantando a cabeça e me olhando confusa.

— Nos tempos antigos, há mais ou menos um século atrás, a primeira família de feiticeiros havia formado o submundo. — Comecei a explicar e ela voltou a deitar a cabeça sobre mim. — Vendo que vários humanos sobrenaturais, que era como nós éramos chamados na época, estavam sendo caçados pelos humanos, decidiram construir um refúgio, um lugar para onde o sobrenatural pudesse se esconder.

— Vocês eram caçados por humanos?

— Sim, éramos. — Respondi. — Os humanos tinham medo de nós e se sentiam ameaçados, não queriam dividir o seu mundo com seres que à qualquer momento poderiam deixar o seu lado selvagem vir à tona e destruir tudo que vissem pela frente.

— Eles podiam fazer isso? — Ela perguntou.

— Naquela época ninguém tinha informação, ninguém sabia controlar os seus poderes, tinham que aprender por conta própria e do seu próprio jeito.

— Isso deve ter sido muito triste. — Ela respondeu. — Mas o que aconteceu para que as raposas recebecem esse castigo?

— As raposas sempre foram as mais espertas das espécies, foram as primeiras à perceberem que o que a primeira família estava fazendo não era nos dar um refúgio... e sim nos usar como meros soldados. Eles planejavam formar um exército submundano para dominar os mundanos. Claro que nem as raposas, nem qualquer outra espécie iria querer isso, eles não queriam dominar os mundanos, apenas fazê-los entender que não tinham a intenção nenhuma de machucar alguém.

— E o que eles fizeram? — Ela perguntou com um tom de voz diferente, parecia preocupada. Estava prestando mesmo atenção no que eu dizia.

— As raposas tentaram negociar com a primeira família, dizendo que aquilo nunca daria certo e que teriam que mudar o seu plano. Óbvio, que eles não aceitaram a negociação, então as raposas ameaçaram contar para todos do submundo o que eles planejavam.  A primeira família furiosa, decidiu jogar um feitiço para que as raposas não falassem nada, transformaram todos em animais e soltaram na floresta para que os caçadores nos achassem.

— Isso é cruel! — A fedorenta comentou e eu concordei. — Mas o feitiço deu errado, não foi?

— Não exatamente... — Eu respondi. — O que aconteceu foi que o resto dos feiticeiros, quero dizer, os que não faziam parte da primeira família, concordavam conosco e decidiram se rebelar contra eles. Foram até as raposas, mas não conseguiram desfazer o feitiço por completo, pois a primeira família era muito poderosa. O que haviam conseguido fazer era com que somente durante o dia as raposas conseguissem voltar a forma humana. Com o tempo, elas aprenderam à se controlar, não deixavam mais com que seu lado animalesco tomasse conta de seu corpo.

— O que aconteceu com a primeira família? — Ela perguntou curiosa.

— Houve uma guerra. Alguns submundanos ainda concordavam com a primeira família, então tiveram que lutar uns contra os outros. Enquanto isso, as raposas ainda aprendiam à se controlar.

— Elas não participaram da guerra?

— Infelizmente elas estavam tendo a própria guerra acontecendo na floresta para se preocupar. — Respondi vendo a pequena me olhar atenta. — Os caçadores estavam atrás delas e não tinham aonde se esconder. Várias morreram nesse tempo, quase foram extintas... e eu nasci nesse meio.

— Essa guerra durou todo esse tempo?!— A pequena perguntou, incrédula e eu assenti.

— Eu só sobrevivi por que meus pais me esconderam assim que eu nasci. Me colocaram em uma pequena festa numa caverna escura no meio da floresta. Acho que o plano deles era vir me buscar depois que tudo acabasse... — Falei o mais calmo possível, para mostrar a fedorenta que eu estava bem, pois ela me olhava preocupada e com pena, não gosto desse olhar. — Porém quem me achou naquela noite não foram eles.

— Foi a família do Youngjae, não foi? — Ela deduziu.

— Foi... — Respondi respirando fundo, lembrando do lugar onde eu cresci. — Eles eram uma família de feiticeiros que estavam fugindo da guerra, por Youngjae ter apenas três anos de idade, eles não queriam que seu filho crescesse naquele meio. Os pais dele me ajudaram a controlar meu lado raposa assim que eu comecei a me transformar com 5 anos de idade. Nós crescemos juntos em uma fazenda bem longe daqui.

— Porque que Youngjae tem os olhos vermelhos? — Ela perguntou e eu respirei fundo, lembrando daquele tempo.

— Ele fez uma coisa muito cruel, talvez eu conte à você outra hora... tudo bem? — Respondi vendo ela afirmar com a cabeça. A verdade é que eu não queria que ela escutasse essa história agora, ela não precisa saber de algo tão cruel assim, é muita informação de uma vez.

— Tudo bem... — Ela disse sem tirar a cabeça de meu peito. Envolveu seu braço em minha cintura e me abraçou.

Passei um tempo ainda à observar as estrelas. Talvez minha família estivesse ali no meio de todas aquelas luzes brilhantes... talvez ainda estivessem olhando por mim.

— Pra onde você acredita que nós vamos quando morremos? — Perguntei para a pequena, mas ela não me respondeu. — Fedorenta?

Senti a cabeça dela pesar mais sobre meu peito e sua respiração ficar mais leve. Ela havia pegado no sono.

Deve estar tão cansada de tudo isso... Até semana passada ela ainda era uma humana, vivia uma vida normal, saía com suas amigas e tinha uma faculdade. Em questão de apenas alguns dias descobriu um mundo totalmente diferente do que estava acostumada e tinha poderes sobrenaturais crescendo dentro dela. Eu a admiro pelo jeito com que ela lida com tudo isso.

★ ★ ★

S/n P.O.V's:

Acordei mais uma vez com aquela dor de cabeça irritante, mas dessa vez havia um copo com o chá quente e delicioso de Taehyun ao meu lado.

Tomei um banho e desci para encontrar os meninos. Já faz seis dias desde que o círculo decidiu nos deixar em paz, mas ainda não sabemos o motivo de meus olhos ficarem na cor laranja aquela noite, pois segundo eles nenhum submundano possui essa cor nos olhos. Taehyun vem tentando descobrir o que é, mas pelo o que ele diz eu continuo com uma barreira sobre mim que impede ele de avançar em suas pesquisas.

— Bom dia garotos. — Falei vendo todos eles sentados à mesa da cozinha.

— Olha só, mas que novidade é essa?!  — Soobin falava em seu tom de ironia. — Sendo a última a acordar, nunca aconteceu antes!

— Cala a boca, Soobin! — O respondi rindo. — Você sabe que eu venho me sentindo exausta essa semana por conta de todos esses treinamentos.

— Tá falando do Taekwondo? — Ele perguntou e eu afirmei. — Sinceramente, não  sei porque Yeonjun hyung cisma em ensinar Taekwondo pra você, você vai ter poderes sobrenaturais, não precisa saber artes marciais.

— É por isso que você briga feito uma criancinha perdida. — Yeonjun o respondeu debochado e todos riram. — Do que adianta ter garras e presas se não sabe usá-las?!

— Aposto que sei usá-las melhor que você. — Soobin respondeu se levantando e encarando Yeonjun, que sorriu ladino.

— Ele está mesmo desafiando o Yeonjun?! — Cochichei em português para HueningKai que soltou uma risada anasalada.

— Espera só para ver... isso vai ser divertido. — Ele respondeu também em português e eu ri.

Terminamos nosso café da manhã e seguimos para o jardim, onde tinha um gramado enorme onde eles poderiam lutar à vontade.

— Vamos lá, Soobin! — Beomgyu gritou sorridente. — Não vá passar muita vergonha na frente da S/n!

Os dois estavam frente a frente se encarando de longe, sorridentes. Soobin liberou suas garras e rosnou, seus olhos amarelos brilhavam em orgulho. Yeonjun estava como ele, só esperando o lobo vir pra cima.

E foi o que ele fez. Soobin correu na direção de Yeonjun e atacou primeiro, tentou arranhá-lo no rosto, mas ele desviou. Enquanto isso os outros mais novos se divertiam sentados em um banco. A cena era até engraçada.

Soobin tentou várias vezes golpear Yeonjun, mas seus reflexos eram mais rápidos, parecia até que conseguia ver qual seria o próximo passo de Soobin. Eles estavam apenas brincando, Yeonjun mal tentava atacar, estava fazendo Binie cansar primeiro.

E então Soobin fez algo que não deveria... tentou dar um chute na cabeça de Yeonjun. Junie segurou sua perna e acertou um chute em seu peito, fazendo-o girar no ar e cair no chão logo depois.

Os meninos aplaudiam e gritavam o nome de Yeonjun, que sorria satisfeito com sua vitória, decidi acompanhar os aplausos sorridente.

— Tem vaga pra mais um aluno nesses treinos?! — Soobin gritou ainda caído no chão e todos riram.

— Foi mal, mas eles são exclusivos para a fedorenta! — Yeonjun gritou de volta, vindo em nossa direção.

— Esse é o nosso líder! — Beomgyu disse apontando para Yeonjun.

— Tá maluco Beom?! — HueningKai respondeu e todos olharam para ele. — Nós temos uma nova líder agora! Não vê que a S/n manda no Yeonjun também?!

— Quem te disse isso, garoto?! — Respondi rindo alto ao comentário do mais novo.

— Nessa eu tenho que concordar com o Kai... — Taehyun se manifestou rindo também. — Ontem mesmo você estava reclamando de dor no pé e Yeonjun não pensou duas vezes para começar a lhe fazer massagem! Acho que se você pedir pra ele pular de uma ponte, ele pula mesmo.

— É verdade... — Beomgyu concordou e Yeonjun apenas riu ladino. — Palmas para a nossa nova líder!

Todos começaram a bater palmas para mim, inclusive Yeonjun e eu não sabia onde enfiar a cara! Esses garotos são tão extras...

— Pessoal, o que eu perdi? Porquê estão batendo palmas agora? — Soobin gritou lá de trás e todos rimos novamente, estar com esses garotos me faz rir a todo momento, mesmo com tantos problemas passando por minha cabeça, eles me fazem feliz.

— S/n, venha até o laboratório depois do seu treino, nós vamos tentar uma última vez, ok? — Taehyun disse e eu afirmei.

Ouvi um ronco de carro se aproximando da casa e me virei. Na verdade, eram dois carros...

Estacionaram na frente da casa e os garotos sorriram surpresos, imagino que eles reconheçam esses carros.

Sete homens com caras sérias saíram desses carros e vinham em nossa direção. Olhei mais ao fundo e me assustei...

— Hoseok?! — Perguntei para mim mesma, incrédula.

— Você conhece ele?! — Yeonjun me perguntou e eu confirmei com a cabeça.

— Meu primo!



Notas Finais


Ufa! Terminei mais um capítulo! E então??? Gostaram das revelações?! 🤩

Meus senhor... Jung Hoseok é primo de S/n! 😱 Será que ele vai poder finalmente explicar tudo??? Esperem pelo próximo capítulo! 😊
Ps: O próximo capítulo vai sair no sábado! Sem capítulo novo amanhã. ☹️

Obrigada a você que leu até aqui! 💜


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