História Connection - Capítulo 23


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Categorias Diego Alves, Diego Ribas da Cunha, Éverton Ribeiro, Gabriel "Gabigol" Barbosa Almeida, Gustavo Cuéllar, Rodrigo Caio
Personagens Gabriel "Gabigol" Barbosa, Personagens Originais
Tags Flamengo, Futebol!, Gabigol, Gabriel Barbosa
Visualizações 73
Palavras 2.793
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Ficção, Ficção Adolescente, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


oi amores!❣

eu disse que iria trazer um capítulo ontem, não é?
eu sei
eu não tive tempo ontem, então por favor não fiquem bolados comigo. tô aqui trazendo um agrado pra vocês pq os amo hihihi ❣
boa leituraaaa ❤

Capítulo 23 - Capítulo 23


Fanfic / Fanfiction Connection - Capítulo 23 - Capítulo 23


Gabriel Barbosa Pov's 



Rafaella iria me ouvir, custe o que custar!


(...)


Dirigi até o shopping aqui da Barra. Eu sabia que se Rafaella ainda estivesse por aqui, era lá onde ela, provavelmente, estava. Conhecia ela, sabia das coisas que ela gostava de fazer e uma delas era gastar a fortuna de seu irmão.

Ney sempre fora um ótimo irmão para Rafaella. Dava tudo o que ela queria a todo tempo, sem medir esforços. Se ela queria algo que estivesse ao alcance dele, não tinha por que ele negar não dar aquilo a ela. Ela era realmente mimada pelo irmão! Quer dizer, não só por ele mas como a família toda. Sua mãe também a mimava dando coisas que ela gostava e dizendo tudo que ela queria ouvir. Era difícil conviver com uma pessoa desse tipo, ela era fria e mesquinha.

Em momento algum da nossa relação houve amor de alguma parte, era tudo uma troca de favores. Eu ainda era novo e ingênuo demais; ela, na verdade, estava comigo por interesse! Interesse na fama que eu estava conquistando e no meu início de carreira, meu dinheiro, meu carro. Meus pais nunca aprovaram o que insistiamos em chamar de relacionamento, sempre disseram que ela não era mulher pra mim; Dhiovanna nunca gostou dela e sempre me disse que aquilo não duraria, e ela estava completamente certa!

Eu fui idiota demais por não ter escutado meus pais antes. Poderia ter perdido o início da minha carreira por causa dela e, talvez, eu nem estivesse aqui hoje; jogando no Flamengo, apaixonado pelo o que faço e completamente apaixonado pela mulher que o Rio de Janeiro reservou pra mim!

Louise sim era a razão de tudo aquilo!

Meus pais a amavam mesmo tendo-a visto apenas algumas poucas vezes; acho que nem preciso dizer sobre o que Dhiovanna achava dela. Se davam tão bem e aquilo me deixava extremamente feliz! Era importante pra mim que Lou se desse bem com a minha família, já que isso era uma coisa das quais minha ex-namorada não fazia questão.

Ao chegar no VillageMall e me deparar com aquela infinidade de lojas, me senti completamente perdido e, por um instante, desorientado. Ao recuperar a consciência sobre o que eu tinha ido fazer lá, finalmente pude seguir até o meu principal objetivo que era achar Rafaella.

Eu sabia sobre algumas lojas que ela gostava e costumava frequentar, então essas seriam minhas primeiras paradas. Fiz um "mapa mental" daquele lugar que eu já conhecia razoavelmente e conclui que aquilo seria mais difícil do que eu pensava!


(...)


As duas horas seguintes se passaram rapidamente e a cada minuto que corria, cada loja percorrida em vão, fazia com que minha esperança de encontrá-la diminuísse consideravelmente.

Eu estava começando a ficar frustrado ao ver que minhas opções se diminuiam rapidamente. Estava sentado em um banco completamente distraído enquanto pensava no que eu podia fazer até que, de relance, vi uma mulher de cabelo loiro um tanto quanto volumoso e as roupas exageradamente curtas para se conviver em sociedade, sair da loja da Gucci que ficava à minha esquerda um pouco mais a frente de onde eu estava sentado.

Eu levantei imediatamente assim que percebi que ela estava sozinha. Fui a passos largos em sua direção antes que desistisse do que eu tinha ido fazer. Quando já estava numa distância menor dela, chamei seu nome e quando ela se virou um misto de felicidade e raiva me invadiu; felicidade por ter finalmente a achado para poder dizer o que estava guardado a quase três semanas; raiva por tudo que ela fez no passado, por todos os seus joguinhos idiotas que quase custaram minha carreira, por quase ter acabado com meu namoro, por ser uma pessoa baixa e sem caráter algum!

- Eu disse que você voltaria se arrastando pra mim e não é que eu sempre estive certa? - Rafaella disse enquanto enrolava uma mecha de seu cabelo entre os dedos - Em que posso te ajudar, amor? Finalmente percebeu que aquela lá não é mulher pra você? - perguntou obviamente se referindo à Louise e aquilo me deu nos nervos. Eu estava tentando me controlar mas ela não colaborava pra que isso acontecesse

- E quem seria mulher pra mim? Você? Uma pessoa que precisa estragar o relacionamento dos outros pra ficar feliz? Que precisa armar joguinhos? Uma pessoa como você que só liga pra bens materiais e é mimada e fútil como você? - cuspi as palavras em cima dela - Se manca, Rafaella! Por que você não pode entender que o que tinha entre a gente já acabou? Ou melhor, nunca nem existiu.

- Gabriel, eu nem fiz nada. Do que você tá falando? - perguntou se fazendo de desentendida

- Não se faça de sonsa porque nós dois sabemos que você é espertinha demais. Louise viu aquele beijo tosco que você me deu e quase terminou comigo - respirei fundo e controlei a raiva que me dominava - Afinal qual é a sua, hein garota? Por quê você não consegue superar o término? Você sabe mais do que ninguém que na nossa relação nunca existiu amor vindo da sua parte e que você não passa de uma interesseira!

- Não fala isso, você sabe que eu sempre te amei, Gabriel - ela disse forçando lágrimas

- Quem ama não trai. Quem ama não está interessado nos bens materiais do companheiro.

- Gabriel, você já sabe o que aconteceu naquele dia. Eu não te trai porquê quis, tá legal? Eu estava bêbada e pensei que era você ali e não o Lucas. Gabriel, entenda: eu jamais teria feito uma coisa dessas com você, eu juro! - ela disse com um olhar arrependido (completamente forçado) e eu ri falsamente

- Rafaella, você tem noção de que quase acabou com minha carreira? - perguntei e ela deu de ombros - Era isso o que você queria? - perguntei novamente e ela se calou - Me responda. Era isso o que você queria desde o início, não é? Era por isso que estava comigo! Como você pôde ser tão suja a esse ponto?

- Você quer a verdade? - perguntou e eu assenti, sentindo minha paciência se esvaindo - Eu não tô nem aí pra você, Gabriel. Eu queria ter te deixado sem um real no bolso mas eu vacilei e ferrei com meu plano! Eu tive dó de fazer isso com você, ouviu? Eu tive dó!

- E o que você ganharia com isso? Quer dizer, o que você ganhou com isso? - perguntei frisando bem o "ganhou"

- Te garanto que nem metade do que eu havia planejado e eu me arrependo disso, acredite! Eu não suportava conviver com sua família e muito menos com você! Não aguentava seus abraços, seus beijos, não aguentava dormir com você. Eu tinha nojo de você, Gabriel. Eu não sei onde estava com a cabeça quando inventei de me "envolver" com você!

- Você tinha nojo de mim? Engraçado, acho que quem tinha que ter nojo de alguém aqui seria eu de você, não é? E eu sinceramente também não sei o que vi com você mas eu estava hipnotizado, cego de amor por você. Eu confiava em você, Rafaella. Eu gastei muito tempo da minha vida com uma pessoa que não merecia, no caso você!

- Olha, Gabriel, o que você quer, hein? Me encher o saco? Ótimo, você conseguiu. Tem mais alguma pergunta?

- Você veio pro Rio de Janeiro com o objetivo de ferrar a minha vida com Louise, não é? Você já tinha tudo isso planejado, eu aposto! Você é baixa, Rafaella!

- Foi por isso mesmo. Na verdade eu nem sabia que você estava namorando. Não saiu nada na mídia, pensei que você ainda vivesse nas baladas passando a noite com várias garotas diferentes, se lembra, Gabriel? - ela perguntou

- Isso já não vem mais ao caso. Fazem meses que eu não frequento uma balada, isso já não tem mais graça pra mim. Eu sou comprometido e amo Louise, não a trocaria por uma noite sendo que tenho uma vida inteira pra amar àquela mulher - Eu disse e ela fez cara de nojo, revirando os olhos em seguida

- Era isso o que você queria? Jogar essas coisas na minha cara? - ela perguntou enquanto olhava as unhas de forma cínica - Acho que você já pode ir embora

- Vou sim, até porquê não aguento ficar um segundo sequer olhando pra essa sua cara! Só te peço um favor: nunca mais chegue perto de mim novamente e nem tenta estragar o que eu e Louise temos. Nós iremos dar um jeito de passar por isso, então nem perca seu precioso tempo - joguei na cara dela - Até nunca mais, Rafaella. - disse e saí dali pisando duro. Eu sentia a leveza me consumir, parecia que eu havia tirado um peso enorme das minhas costas.

Estava mais feliz e disposto depois de tudo o que disse à Rafaella. Tenho certeza de que ela não irá mais incomodar eu e Louise, isso era bom e me deixava feliz em pensar sobre.

Caminhei até o estacionamento e entrei no meu carro, dando partida e saindo dali o mais rápido que pude. Durante o caminho de volta eu pensava no dia agitado que tive hoje; desde o treino hoje mais cedo até esse "encontro" com direito a uma pequena discussão com Rafaella num dos principais shoppings da Barra. Me permiti relaxar enquanto dirigia meu carro, cantava as músicas que passavam de forma aleatória pelo aparelho de som do mesmo e sorria facilmente ao pensar em Louise e no quão bem estávamos.

Cheguei em casa e tomei um banho longo. Eu ainda tinha bastante tempo até ir buscas as meninas na faculdade. Em seguida desci até a cozinha e lá encontrei minha mãe.

- Oi, meu filho - ela disse assim que notou minha presença

- Oi, mãe. Tudo em ordem por aqui? - perguntei indo em sua direção para abraça-la

- Tudo certo. Por onde você esteve durante todo o dia? Te liguei várias vezes e você não atendeu, já estava começando a ficar preocupada com você - a mais velha disse enquanto lavava alguns pratos

- Precisei resolver algumas coisas - respondi simples e respirei fundo

- Conversou com Louise, filho? - perguntou me olhando

- Sim, finalmente! Eu passei em frente à faculdade dela e nos acertamos. Já estava ficando louco longe daquela menina - ri levemente sendo acompanhado pela minha mãe

- Isso é realmente muito bom. Fico feliz por vocês, sei o quanto se gostam e o quanto ela te faz bem - sorriu - E pra onde você foi depois? - perguntou novamente, curiosa como sempre!

- Fui no VillageMall. Encontrei com Rafaella e disse boas verdades à ela - respondi e caminhei até o armário - Mãe, preciso de um remédio pra dor de cabeça, tem?

- Na segunda porta à esquerda no armário de cima - localizou e eu logo pude achar

- Discutir com Rafaella me deu uma dor de cabeça incômoda e chata - disse e ouvi minha mãe rir

- Deus me livre, aquela lá nem a mãe aguenta mais - a mais velha disse e eu gargalhei - Gabriel, você descansou depois que chegou do treino?

- Na verdade, não. Mas eu tô bem e daqui a pouco vou sair de novo, disse à Louise que iria buscar ela e Dhio na faculdade daqui a pouco - respondi olhando meu relógio de pulso

- Mas falta bastante tempo pra elas saírem, aproveita pra descansar um pouco! - minha mãe disse

- Não precisa, eu tô realmente bem. Vou arrumar umas coisas no meu quarto, ok? Se precisar de mim é lá que eu estou - eu disse e saí da cozinha

Às horas se passaram voando e logo eu já estava em meu carro novamente, dessa vez dirigindo em direção à faculdade das meninas de novo.

Eu havia planejado, inicialmente buscar ambas na faculdade e levá-las à minha casa, depois levaria Louise para a casa dela e no caminho iria propor um jantar; já que fazíamos aquilo quase sempre antes de Rafaella - quase - estragar tudo e por quê eu queria fazer uma proposta importante para Louise. Depois de três semanas longe, precisávamos recuperar o tempo perdido de alguma forma e eu tinha a solução perfeita para isso!

Em meio a esses pensamentos, nem percebi que já havia chegado ao meu destino final e que ambas já caminhavam na direção em que eu tinha estacionado. Conversavam e riam naturalmente sobre um assunto que parecia interessar à ambas. Fiquei feliz com a cena, elas se davam bem e isso era algo novo e importante pra mim.

- Boa tarde, senhor Gabigol - Louise disse quando abriu a porta e se acomodou no banco do carona, eu ri me lembrando da "discussão" que tivemos ainda antes de iniciarmos nosso namoro sobre Gabriel ou Gabigol:

"- Você já percebeu que nós somos um completo clichê?

- Como assim um clichê?

- Você sabe... a garota que vai no treino/jogo do time, conhece seu jogador preferido, eles trocam olhares, conversam, flertam, trocam números, saem juntos, aos poucos descobrem uma paixão...

- Definitivamente nós somos um clichê - eu disse rindo, sendo acompanhado por ela

- Nós somos um belo e previsível clichê, Gabigol - ela disse e eu fiz una careta ao ouvir a forma que ela me chamou

- Gabigol não pô - eu disse fazendo a mais baixinha rir

- Não gosta de ser chamado de Gabigol, Gabigol?

- Por você não. Você tem que me chamar de Gabriel. Anda, repete comigo. Gabriel - eu disse pausadamente

- Gabigol - ela disse também pausadamente

- É Gabriel, Lou. - eu disse praticamente implorando para que a loira não me chamasse de Gabigol novamente e segurei em sua cintura, a fazendo vir mais pra perto de mim. Muito perto na verdade. Soava muito formal e era estranho ser chamado pelo apelido fora de campo, ainda mais por ela

- Gabigol - ela disse em um tom baixinho, até porque a distância que tínhamos um pro outro era mínima, então não havia motivos pra falarmos alto. Eu apertei sua cintura

- É Gabriel - eu disse completamente perdido em sua dimensão verde e acabei com o espaço que restava entre nós, a puxando para um beijo lento e profundo. Suas mãos foram parar em minha nuca onde ela deu um leve arranhão, me fazendo arrepiar com o toque e sorrir entre o beijo, enquanto a minha estava em sua cintura dando leves apertos de vez em quando. Nos separamos somente quando o ar se fez necessário.

- Nada mal, Gabriel - ela disse com uma de suas sobrancelhas arqueadas me fazendo sorrir vitorioso"

- Boa tarde, minhas meninas! Como foram as aulas hoje? - perguntei e liguei o carro assim que as duas se acomodaram

- Bem produtivas, não é, Lou? - Dhiovanna disse num completo sarcasmo

- Aham, produtivas. Claro, claro! - Louise "concordou" e riu

Seguimos o caminho inteiro conversando e rindo, eram raros os momentos em que o silêncio se fazia presente. Às vezes podia ouvir Louise cantarolando baixinho algumas músicas que passavam no rádio enquanto olhava pela janela; eu, vez ou outra, dividia meu olhar entre ela e a estrada. Era impossível não olhar para Louise e admirar a beleza surreal que ela possuía!

- Chegamos - disse enquanto ajeitava o carro na garagem, soltando o cinto em seguida. Dhiovanna desceu rapidamente e correu para dentro de casa, quando Lou ameaçou fazer a mesma coisa eu travei as portas imediatamente, recebendo um olhar confuso da loira

- Que isso, garoto? Vai me sequestrar em plena luz do dia? - ela perguntou divertida

- Não ia, mas sua ideia é mil vezes melhor que a minha! - respondi e rimos juntos - Você tá bem?

- Eu tô, e você? - ela respondeu ainda confusa

- Eu senti sua falta durante essas três semanas, sabia? Acho que me torne dependente de você - eu falei

- Também senti sua falta, quase enlouqueci. Não faz mais isso com a gente não, por favor - respondeu suspirando

- Não vou, eu prometo - disse e peguei em sua mão direita, depositando um beijo delicado sobre a mesma

Passamos segundos nos olhando até que Louise me surpreendeu com um abraço apertado, parecia querer depositar toda sua saudade nele, eu retribui rapidamente.

Separei nossos corpos e segurei seu rosto, selando nossos lábios lentamente em um beijo calmo repleto de saudade e que transbordava amor. Pedi passagem e foi cedida rapidamente pela loira. Não sei quanto tempo aquele beijo durou mas só foi desfeito por nós quando a falta de ar se fez presente. E, ali, dentro do meu carro, com nossas testas coladas e as respirações desregularizadas eu percebi que estava apaixonado por Louise e que ela era a mulher da minha vida. Sem dúvidas a minha escolha perfeita era Louise Rodríguez!


Notas Finais


FINALMENTE ESSA CONVERSA COM A RAFAELLA SAIU MDS. eu realmente espero que ela não interfira mais na vida dos meus protegidos!
eu tô toda boba apaixonada por esse finalzinho, espero que vocês tenham gostado tanto quanto eu hihihi ❤

obrigada pelos comentários no capítulo anterior e pelos 85 favoritos, vocês são os melhores! ❤

o que acharam? comentem, a opinião de vocês é hiper importante!


até o próximo meus amô, love vcs! ❣


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