História Conquistando o Uchiha - SasuSaku - Capítulo 32


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Categorias Naruto
Personagens Akamaru, Araya, Areia de Ferro (Satetsu), Asuma Sarutobi, Boruto Uzumaki, Butsuma Senju, Chiyo, Chomaru Akimichi, Chouchou Akimichi, Chouji Akimichi, Choumei, Dan Kato, Deidara, Fugaku Uchiha, Gaara do Deserto (Sabaku no Gaara), Guren, Gyuuki, Haku, Hidan, Inari, Ino Yamanaka, Inochi Yamanaka, Inojin Yamanaka, Itachi Uchiha, Jiraiya, Kabuto, Kagami Uchiha, Kagura, Kakashi Hatake, Kakuzu, Karura, Kiba Inuzuka, Kimimaru, Konan, Madara Uchiha, Maito Gai, Mei, Mirai Sarutobi, Mito Uzumaki, Nagato, Naruto Uzumaki, Neji Hyuuga, Orochimaru, Pain, Pein, Rock Lee, Sai, Sakura Haruno, Sarada Uchiha, Sasori, Sasuke Sarutobi, Sasuke Uchiha, Shinki, Tobirama Senju, Yurui, Yuukimaru, Zetsu
Tags Naruto, Sasusaku
Visualizações 1.564
Palavras 1.194
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Fantasia, Festa, Hentai, Luta, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Terror e Horror, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa noite!!!!!
Desculpem a demora, boa leitura amores ❤

Capítulo 32 - Capítulo XXIX


Fanfic / Fanfiction Conquistando o Uchiha - SasuSaku - Capítulo 32 - Capítulo XXIX

Capítulo XXIX

Estávamos em uma parte mais afastada, então, voltei para o restaurante para fazer meu serviço. Quando o relógio na parede marcou as 13:00 p.m., a porta se abriu e dois homens entraram; o primeiro eu não conhecia, mas sorri para o segundo. Eles se sentaram na mesa indicada por um dos garçons e percebi que não haviam pedido nada, pois meu colega de trabalho apenas acenou com a cabeça e se afastou. Quando terminei de limpar a mesa, peguei meu bloco e caminhei até eles.

- Boa tarde - cumprimentei com meu melhor sorriso.

- Boa tarde - ambos disseram em uníssono. O homem desconhecido me encarou de cima a baixo e soltou um breve assovio de apreciação.

- Que linda - ele comentou.

- Obrigada - agradeci e virei meu olhar para Kakashi - como posso ajuda-los?

Puxei o bloco e a caneta do meu bolso, anotei seus pedidos e no final, com um sorriso genuíno e perfeito, Kakashi murmurou:

- E para a sobremesa, eu vou cobrar aquele café que alguém está me devendo.

- Bem, eu vou pensar no seu caso - falei, devolvendo o sorriso.

- Estarei esperando de qualquer modo - respondeu - e se não aceitar, acredite, eu posso ser bem persuasivo.

Eu ainda não havia me acostumado a tê-lo por perto depois de tantos anos e depois de tudo que passamos, e eu não sabia se eu me sentia feliz ou ofendida por sua proposta não ter soado como um flerte, apenas como um convite amigável.

- Não posso acreditar que ainda se lembre disso - eu ria de sair lágrimas nos olhos.

Quando saí do restaurante, Kakashi estava parado perto do seu carro, os braços cruzados sobre o peito e também os tornozelos, estava usando óculos escuros e seu cabelo estava um pouco bagunçado por conta do vento fresco que soprava incessantemente. Caminhamos até um dos melhores cafés da cidade, que por sorte ficava ali perto, e escolhemos uma das mesas dentro do estabelecimento. Estávamos bebendo nossos cappuccinos de chocolate com chantili, uma das coisas que tínhamos em comum, e relembrando.

- Como se eu pudesse esquecer, não é? - falou, sorrindo largamente.

- Lembro-me que eu estava quebrando a cabeça para responder uma equação, mas não encontrava o resultado de jeito nenhum - grunhi apenas com a lembrança. Eu simplesmente odiava matemática.

- E então você surtou - ele jogou a cabeça para trás e soltou uma gargalhada, chamando a atenção das pessoas ao nosso redor.

- Eu não surtei - protestei.

- Não? Pela primeira vez você xingou como um marinheiro, jogou o caderno no chão e a calculadora na minha cabeça - falou, juntando os lábios para não rir de novo - eu fiquei com um roxo na testa durante quatro dias.

- Oh, eu sinto muito - agora eu é quem não parava de rir.

- Eu sei - bebericou seu cappuccino e lambeu o que ficou em seus lábios.

- Digo sério, sinto muito.

- Realmente sei. Quando o surto passou, o que demorou apenas um minuto, você não parava de dizer: eu sinto muito, eu sinto muito - ele fez a voz mais fina como se estivesse me imitando. Sua risada leve e fácil me lembrava de alguém, assim como seu sorriso, apenas não me lembrava de quem.

- Apesar de coisas como essas, nos dávamos bem a maior parte do tempo - falei.

- Sem a menor dúvida - respondeu.

Seu celular que estava em cima da mesa começou a tocar e ele olhou para o visor.

- Com licença - ele foi para um canto isolado e enquanto falava, não parecia muito satisfeito; não demorou para que ele voltasse para a mesa e tocasse as têmporas - era minha esposa.

- Problemas no paraíso? - escapou e depois mordi a língua - me desculpe.

- Está tudo bem, o paraíso talvez não seja para mim.

- Não diga besteiras - murmurei dentro da minha xícara. Kakashi ficou me olhando por um tempo com seus incríveis olhos negros e mordeu o lábio, antes de perguntar:

- Acha que teríamos dado certo se eu não tivesse me mudado? - sua pergunta quase me fez engasgar. Ô ô, terreno perigoso.

- Talvez - lhe sorri ternamente e um pouco timidamente - podíamos falar de qualquer coisa e resolver qualquer tipo de problema, lembra-se?

- Sim - ele devolveu o sorriso e tocou minha mão sobre a minha mesa - foi a primeira mulher que eu amei.

- Eu era apenas uma garota - aquele situação estava me deixando desconfortável. Kakashi também havia sido o primeiro homem que eu amei e era inevitável sentir-me assim em relação a ele. Ele foi sempre muito educado, gentil e me tratava como uma rainha, sua rainha; apesar de ja dar ter dado uns beijos nele, Kalashi nunca havia me pressionado, o que me deixava ainda mais apaixonada. E sim, se ele não tivesse ido embora, eu nunca namoraria com Sasori.

- Mas não era uma garota cabeça oca, sabia o que queria - falou - caso contrário, não teria conseguido chamar minha atenção.

E eu acreditava em suas palavras. Eu tinha 12 anos e Kakashi 17, ele era experiente e muito ajuizado, não teria se interessado por qualquer garota tola e, não é querendo me gabar, mas tola eu nunca fui. Ergui a vista e admirei sua beleza, seus cabelos acinzentados com uma mecha teimosa que caía sobre sua testa, seus olhos pretos brilhantes, seu nariz reto e os lábios finos; Kakashi era alto e possuía um porte atlético. Entretanto, apenas por ter esse tipo de conversa com ele me deixava com um gosto amargo na boca, como se eu estivesse traindo Sasuke e isso eu não faria de jeito nenhum; e apesar de ainda sentir uma atração por Kakashi, ele era uma ex-paixao, uma fase da minha vida, já Sasuke era meu marido e o homem por quem eu estava apaixonada. Kakashi era lindo, com certeza, mas Sasuke... Oh, esse homem me deixava louca, com todo seu jeito, seu charme.

- Está na minha hora, Kakashi - falei, olhando as horas no meu celular. Ele assentiu, insistiu em pagar a conta e logo estávamos nos despedindo.
Cheguei em casa e Sasuke ainda não havia chegado, não encontrei minha mãe, nem Sarada, nem nossas convidadas. Subi as escadas e abri a porta do meu quarto, encontrando uma pequena pessoa sentada na cama.
- Ei, o que faz por aqui? - questionei, sentando-me ao seu lado e a puxando pelos ombros.
- Esperando o papai - a menina deu de ombros.
- Tem algum assunto pendente para com ele?
- O que é pidente? - Sarada perguntou, torcendo seu narizinho arrebitado e eu ri.
- Eu disse pendente - pensei por um tempo - quer dizer algo que precisa falar com ele.
- Eu... - ela parecia um pouco tímida e antes que pudesse dizer mais alguma coisa, a porta se abriu e Sasuke apareceu, os primeiros botões de sua camisa desabotoados, a gravata desatada e o blazer sobre um ombro.
- Ora, ora, uma festa do pijama e não me esperaram - disse meu marido exibindo seus perfeitos e brancos dentes.
- Você demorou e estávamos ansiosas para começar - respondi.


Notas Finais


Alo comenta ai amores ❤


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