História Conscious freedom - Capítulo 3


Escrita por: e Lua__s2

Postado
Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Visualizações 89
Palavras 2.609
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Desculpaa a demora. Minhas aulas estão de volta </3 e eu não tenho mais tempo igual nas ferias.
Queria agradecer as opiniões sobre o nome do doguinho da Chloe.
B
O
A

L
E
I
T
U
R
A

Capítulo 3 - Because


Fanfic / Fanfiction Conscious freedom - Capítulo 3 - Because

Minha cabeça pesa e lateja. Levanto para explorar mais o ambiente, mas não a nada para explorar esta tudo escuro e só vejo a silhueta de alguns objetos.

Uma fresta de luz me chama a atenção, com certeza é à saída desse lugar. Começo a caminhar, mas tropeço em algo que se mexe embaixo de mim, me fazendo cair.

— Aí – a coisa geme, mas continuo parada com medo de me mexer – espero que esteja confortável em cima de mim.

— Onde que eu estou? – pergunto reunindo forças enquanto levanto.

— Desculpa por cair em cima de você Sebastian. Você esta bem? – ele resmunga tentado imitar minha voz – A claro, estou ótimo, principalmente depois de ter que dormir no chão e acordar com uma elefanta caindo por cima de mim. Obrigado por perguntar.

— Eu não falo desse jeito – sento no canto em que dormi e cruzo os braços – oque aconteceu ontem?

— Você desmaiou em cima de mim e te trouxe para a minha casa. – reponde e acende a luz. Meus olhos ardem e os fecho rapidamente.

— Poderia ter chamado algum dos meus amigos para me levar para casa. – o encaro enquanto ele coloca a blusa. Tampando a visão do seu lindo corpo.

— Tá falando daquele cara que te agarrou na pista de dança? – ele me encara. – acho que ele não te levaria para casa.

— Eu nem te conheço direito – bato a mão na testa – a gente não transou né?

— como assim você não lembra? – diz incrédulo.

— Como lembrar? A gente não fez nada, não pode ter feito. – tento me lembrar da noite passada, mas é tudo um borrão.

— Ei relaxa, não aconteceu nada. Pega isso - me joga algumas roupas. – você tá fedendo, ali tem um banheiro. Vou pegar alguma coisa pra comer.

Ele vai em direção à porta. Cheiro meu vestido e meu cabelo, que estão realmente fedidos. Tomo um banho frio para acorda completamente. A blusa de frio é longa e as mangas ficam grandes, igualmente a calça que certamente é dois números maior. Faço um nó na cintura e deixo meu cabelo molhado solto.

— Nossa – um garoto ruivo fala do sofá – você está parecendo uma sacola.

— Quem é você? – pergunto.

— Fred – se apresenta – e quem é você?

— Chloe – me aproximo do mesmo.

— A louca do cachorro – ele gargalha.

— Chloe eu ... – Sebastian se interrompe quando vê o amigo – iae cara.

— Iae – se cumprimentam com um aperto de mão diferente – cadê a comida?

— Na cozinha, o Nick já está lá.

— Então vou logo antes que ele coma sozinho. – Fred corre para fora do cômodo como se estivesse pegando fogo. – foi bom conhecer você, garota do cachorro.

— A roupa ficou grande. – percebe Sebastian. – era a menor que eu tinha.

— Está tudo bem, obrigada – aperto a manga da blusa como os dedos.

— Que tomar café? Tem pizza – sugere.

— Claro – falo e o sigo ate a cozinha.

A casa é arrumada e bem decorada, com certeza trabalho de uma mulher detalhista. Na cozinha encontramos Fred, e um garoto que acho ser o Nick. Eles já comeram metade da pizza e discutem entre si pelo que acho ser o ultimo pedaço da de calabresa.

— você já comeu três – Fred puxa o pedaço.

— Eu tenho o direito da ultima, eu que pedi e estou em fase de crescimento – o garoto justifica.

— O pedaço é meu, eu paguei – Sebastian pega o pedaço e morde indo até a geladeira e levando uma jarra de suco.

— Ela é sua namorada, Bash? – O menininho pergunta me encarando.

— O que? Não, ela é... – ele me encara sem saber oque falar.

— Uma amiga – falo sorrindo.

— Oi, sou o Nicolas, mas todo mundo me chama de Nick – me cumprimenta. - você é a primeira garota que o Nash trás para casa depois da ...

— Já chega de informações - Bash enfia um pedaço de pizza na boca do irmão.

— Eu sou a Chloe – falo um pouco envergonhada.

— Senta e come com a gente. – Sebastian me oferece uma cadeira.

Depois que a pizza acabou, voltei para oque descobri ser a garagem e o quarto do Sebastian, para arrumar minhas coisas, preciso ir para casa, esta tarde e meu cachorro está sozinho. Minha mãe não estava em casa à noite então ele está seguro, mas não por muito tempo.

— Pronta? – Bash pergunta.

— Estou – pego as sacola com minhas coisas.

— Ei Bash – escuto uma voz estranha vindo da sala.

— Espera só um minuto – fala e sai.

Vou ate a porta para ver quem é. Um garoto de cabelo platinado esta de frente para o Sebastian e eles parecem discutir.

— Porque você não foi pro racha? – diz zangado – a gente perdeu a aposta com Dylan por sua causa.

Racha? Dylan? 

— Eu tive um imprevisto cara – Bash parece decepcionado.

— Agora estamos devendo uma grana – o garoto balança a cabeça.

— Relaxa que a gente da um jeito, vai ter outro essa semana é só eu ganhar – coloca a mão no ombro do platinado – não vou ter outra distração.

Volto para dentro da garagem. Preciso ir embora daqui. Não acredito que fui uma distração, um imprevisto. Oque eu estava pensando, ele fez isso tudo por que se sentiu obrigado a cuidar de mim.

Pego minhas coisas e saio pela porta da garagem. Caminho por algumas quadras sem rumo.

— Ei gatinha – um garoto fala enquanto passo – você não me ouviu princesa?

— Ela tá querendo se fazer de difícil – o colega do cara fala, então começam a me seguir.

— Vão se foder – falo irritada.

— Ela é atrevida – o tarado número um, fala.

— Bora ensinar boas maneiras, para essa vadia – um deles me segura pelo braço.

— Me larga – me debato e acerto um chute nas bolas do que me segurou, e corro, mas eles correm atrás de mim.

— A gatinha é selvagem – o cara mais alto pula em cima de mim, me derrubando.                                                                                                                        

— Solta ela – escuto a moto de Sebastian parar.

— E quem você acha que é para mandar em mim? – o cara em cima de mim levanta, vejo seu amigo ainda no chão.

— Um cara que você não vai querer mexer – Sebastian da um soco no cara que cai, acho que quebrou o nariz. – sobe.

— Não – começo a andar, quero sair o mais rápido dali. Estou tremendo, mas me controlo o quanto posso.

— Oque você acha que esta fazendo? – me segue na moto.

— Indo para a minha casa e tentando ficar o mais longe possível de você – falo com raiva.

— Tá ficando louca? – pergunta descendo da moto e vindo à minha direção.

— Segundo seus amigos e segundo você, eu já sou – ele segura meu braço me fazendo parar.

— Deixa de ser precipitada e deixa eu te levar pra casa. - fala me soltando.

— Eu não sou um peso. E não quero sua ajuda — ele me encara serio.

— você ouviu minha conversa? – levanta a voz - sua mãe não ensinou que é falta de educação, escutar a conversa dos outros?

— Não disse que era particular, e não disse que era sobre mim — coloco minha voz na mesma intensidade da sua.

— Eu não sabia que era sobre você – grita. — E mesmo se fosse, você não tem esse direito.

— Eu só não quero te atrapalhar, ok? – me controlo para não gritar e acabar chorarando ali mesmo – Eu quero ir embora, e nunca mais te ver.

— Tem certeza que é isso? – pergunta se controlando.

— Tenho.

{...}

Chegamos alguns minutos depois, a rua esta deserta. O vento frio atinge meu rosto assim que desço da moto.

— Amanhã devolvo sua roupa limpa. - falo sem o encarar.

Caminho até em casa, buscando coragem para entrar e encontrar minha mãe irritada por eu não ter dormido em casa, mas me surpreendo em não a encontrar em casa. Vou até o quarto para encontrar meu cachorro e trocar de roupa.

— Vem cá – chamo quando não o vejo na cama – ei bebê.

Procuro por todo o quarto, mas não o encontro em lugar algum. Corro até a rua e encontro Sebastian encostado na moto.

— Oque você ainda ta fazendo aqui? — pergunto incrédula.

— O que aconteceu? – ignora minha pergunta completamente.

— Não importa, não quero te atrapalhar – cruzo os braços e procuro pelo quintal.

— Para de ser teimosa por um minuto me deixa ajudar, se deixar eu prometo ir embora – para na minha frente com uma sobrancelha levantada. 

Ele é muitos centímetros maior que eu, talvez uns vinte, mas não me importo com o seu corpo servindo de barreira na minha frente. Não me importo com ele querendo me ajudar, não sei nem o por que dele querer me ajudar.

O encaro fazendo o máximo para deixar minhas expressões neutras e não mostrar meu nervosismo de ficar tão próxima dele. Acabamos de nos conhecer, mas parece que faz anos é uma sensação boa ter ele perto, porém, não vou deixar meu coração tomar conta, dessa vez vou usar a cabeça, que me grita para aceitar e achar o meu cachorro perdido.

Suspiro abaixando a guarda.

— Minha mãe levou meu cachorro – suspiro novamente – acho que para o canil.

— Troca de roupa e a gente vai lá – diz satisfeito, concordo e volto para casa correndo.

Coloco um short e uma regata, faço um rabo de cavalo o mais rápido que consigo voltando para a rua em seguida. A viagem é longa e silenciosa.

Não sei o porquê de ter ficado zangada, ele é só um garoto que se acha. Tem tantos desse tipo na escola. Mas oque eu queria de verdade era sumir e nunca mais vê ele. Já tive muito problema com um garoto desse jeito por uma vida.

— O carro dela – grito para ele poder escutar.

Ele para na frente da entrada, desço rapidamente e corro para a recepção, a vejo de costas com uma caixa que com certeza meu cachorro esta dentro e minha mãe fala com o recepcionista.

— O que você acha que esta fazendo? – grito pegando a caixa – ele é meu.

Ela se assusta, mas recupera a postura rapidamente. Sempre séria. Sempre fria.

— Não, ele não é – ela fala com a voz tranquila – eu não te autorizei.

— Não preciso da sua permissão para ter um cachorro – abro a caixa e o tiro de lá.

— Na verdade, você precisa – diz o recepcionista enquanto pega alguns papeis. 

Intrometido. 

– Ela é sua responsável, você querendo ou não.

— Eu tenho meu pai, ele também é meu responsável – dou alguns passos para traz e bato no peito de Sebastian, ele segura meus ombros e os aperta de leve – presta atenção, eu não vou deixar ele aqui.

— você é uma irresponsável, não cuida nem de você – minha mãe me insulta.

— Na verdade acho que ela cuidaria muito bem desse cachorro – Sebastian me defende.

— E quem é você? – ela se vira para ele – outro namorado.

— Outro? – ele me encara. - você tem quantos?

Ignoro a brincadeira e foco no problema real.

— Eu só namorei um garoto e você sabe – falo irritada – e eu não vou entregar meu cachorro, não sem brigar primeiro.

— Me dê ele aqui – ela estende a mão e seu tom é de ameaça – agora Chloe.

Não espero mais e contando com os reflexos de Sebastian corro para a moto, seus reflexos são bons pois ele já está atrás de mim. Vejo minha mãe na porta quando ele da partida e sai daquele lugar. 

A moto é veloz então preciso colocar meu cachorro contra o peito e segurar firme em Sebastian. Viajamos por alguns quilômetros. O cachorro chora contra meu peito, esta com medo, mas não posso fazer nada para protegê-lo se não fugir.

O lugar em que paramos é um campo verde, cheio de arvores e distante de toda a civilização.

— Aqui é lindo – admiro, colocando meu cachorro no chão.

— Eu vinha aqui com a minha mãe – seu olhar parece distante.

— Vinha? – pergunto.

— É complicado – ele acaricia o cabelo.

— Entendo coisas complicadas – sento na grama e sinto o sol bater no meu rosto.

— Porque a sua mãe fez aquilo? – se senta ao meu lado.

— Não sei, ela sempre foi um pouco fria comigo – sinto lagrimas que logo passam.

Já chorei e sofri tanto sobre esse assunto, que me conformei e me prometi não chorar mais por conta dele, não vou sofrer por alguém que esta tanto faz para mim.

Vejo meu cachorro correr atrás de uma borboleta. Sorriu com a imagem. Queria ter a minha câmera aqui.

— Qual o nome dele? – pergunta.

— Ainda não sei – admito – não tive tempo para pensar. Oque você acha de Arthur?

— Que tal Arth? Combina mais com cachorro – sugere.

— Arth – o chamo. Ele me olha e corre até mim, de uma forma atrapalhada.

— Acho que ele gostou.

— É – comento.

— Escuta, eu não quis te magoar – ele sussurra.

— Agora não, por favor.  – falo, sentindo o clima pesar entre nós dois.

— Agora é o melhor momento. – insiste. – não era pra você ter ouvido.

— Por que você disse aquilo? – pergunto levantando. – Eu não desmaiei de proposito, não queria  atrapalhar o seu racha, não queria atrapalhar sua diversão, muito menos fazer você dever para alguém.

— você bebeu de mais e desmaiou. – ele levanta – eu me senti responsável por você, não podia te deixar lá sozinha.

— Então você esta mesmo me acusando de ter perdido. Vai à merda, - altero o tom da voz. – eu não fiz de proposito, mas pode ter certeza não faço de novo, não quero nem chegar perto de você. Sabia que era um erro.

— Oque exatamente era uma erro, vim comigo confiar em mim? Eu não fiz por obrigação...

— Tudo, tudo isso é errado — grito — você é só mais um filhinho de papai, que quer tudo só para você.

— Então é isso que você pensa de mim, Chloe – diz irritado. — um garoto mimado que não sabe o valor de nada?

— E exatamente isso que eu penso sobre você — falo a verdade.

Meu coração se aperta, posso estar errada, mas é isso que e me motiva a ficar longe dele. 

— Olha quem fala. A garota que faz escândalos por causa de um cachorro, que acha que todos os problemas dela são o centro do mundo. — fala com calma, ele esta com raiva, mas sua máscara é mais forte. — você não faz ideia do quanto eu dei duro pra ter tudo oque eu tenho. 

— Eu não acho que os meus problemas são o centro do mundo. — o encaro queria ter a calma dele, mas cada nervo meu grita. — Não jogue a culpa para cima de mim.

— Você que está fazendo tempestade em um copo d'agua — sua voz levanta alguns décimos.

— Eu te odeio — grito.

— Você não odeia — fala se aproximando — para de gritar.

— Parar de gritar? Vai se foder. – grito novamente, mas não me afasto. – eu não deveria ter vindo com você.

Bash se aproxima quebrando o pouco espaço entre a gente, me segurando pela cintura, me beija.

Fico assustada de inicio, mas logo correspondo. Coloco meus braços ao redor do seu pescoço e o puxo mais para perto. Suas mãos apertam minha cintura e me pressiona mais contra o seu corpo. O beijo é intenso e calmo ao mesmo tempo. Paramos o beijo, mas continuamos próximos, minha respiração esta irregular e meu coração disparado.

— Porque é tão teimosa?


Notas Finais


Eitaaa kkk
Espero que tenham gostado
Deixe a opinião de vocês
Vou tenta postar o próximo o mais rápido possível !!!!
XoXo


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...