História Conscious freedom - Capítulo 3


Escrita por:

Postado
Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Visualizações 20
Palavras 2.014
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Desculpaa a demora. Minhas aulas estão de volta </3 e eu não tenho mais tempo igual nas ferias.
Queria agradecer as opiniões sobre o nome do doguinho da Chloe.
B
O
A

L
E
I
T
U
R
A

Capítulo 3 - Because


Fanfic / Fanfiction Conscious freedom - Capítulo 3 - Because

Minha cabeça pesa e lateja. O ambiente é escuro e amplo. Levanto para explorar mais o ambiente.

Uma fresta de luz me chama a atenção, com certeza é à saída desse lugar. Começo a caminhar, mas tropeço em algo que se mexe embaixo de mim.

- Aí – a coisa geme, mas continuo parada – espero que esteja confortável em cima de mim.

- Onde que eu estou? – pergunto enquanto levanto.

- Desculpa por cair em cima de você Sebastian. Você esta bem? – ele resmunga tentado imitar minha voz – A claro, estou ótimo, principalmente depois de ter que dormi no chão e acorda com uma elefanta caindo por cima de mim. Obrigado por pergunta.

- Eu não falo desse jeito – sento no sofá em que dormi e cruzo os braços – oque aconteceu ontem?

- Você desmaiou em cima de mim e te trouxe para a minha casa. – reponde levantando.

- Poderia ter chamado algum dos meus amigos para me levar para casa. – o encaro enquanto ele coloca a blusa.

- Tá falando daquele cara que te agarrou na pista de dança? – ele me encara. – acho que ele não te levaria para casa.

- Eu nem te conheço direito – bato a mão na testa – a gente não tranzo né?

- como assim você não lembra? – diz incrédulo.

- Como lembrar? A gente não fez nada, não pode ter feito. – tento me lembrar da noite passada, mas é tudo um borrão.

- Ei relaxa. Pega isso - me joga algumas roupas. – você tá fedendo, ali tem um banheiro. Vou pegar alguma coisa pra comer.

Ele vai em direção à porta e acende a luz. Cheiro meu vestido e meu cabelo, que estão realmente fedidos. Tomo um banho frio para acorda completamente. A blusa de frio é longa e as mangas ficam grandes, igualmente a calça que certamente é dois números maior. Faço um nó na cintura e um coque no cabelo.

- Nossa – um garoto ruivo fala do sofá – você está parecendo uma sacola.

- Quem é você? – pergunto.

- Fred – se apresenta – e quem é você?

- Chloe – me aproximo do mesmo.

- A louca do cachorro – ele gargalha.

- Chloe eu só ... – Sebastian se interrompe quando vê o amigo – iae cara.

- Iae – se cumprimentam com um aperto de mão diferente – cadê a comida?

- Na cozinha, o Nick já está lá.

- Então vou logo antes que ele coma sozinho. – Fred corre para fora do cômodo como se estivesse pegando fogo. – foi bom conhecer você, garota do cachorro.

- A roupa ficou grande. – percebe Sebastian. – era a menor que eu tinha.

- Está tudo bem, obrigada – aperto a manga da blusa como os dedos.

- Que tomar café? Tem pizza – sugere.

- Claro – falo e o sigo ate a cozinha.

A casa é arrumada e bem decorada. Na cozinha encontramos Fred, e um garoto que acho ser o Nick. Eles já comeram metade da pizza e discutem entre si pelo que acho ser o ultimo pedaço da de calabresa.

- você já comeu três – Fred puxa o pedaço.

- Eu tenho o direito da ultima, eu que pedi – o garoto justifica.

- O pedaço é meu, eu paguei – Sebastian pega o pedaço e morde.

- Ela é sua namorada, Bash? – O menininho pergunta me encarando.

- O que? Não, ela é... – ele me encara sem saber oque falar.

- Uma amiga – falo sorrindo.

- Oi, sou o Nicolas, mas todo mundo me chama de Nick – me cumprimenta.

- Eu sou a Chloe – falo.

- Senta e come com a gente. – Sebastian me oferece uma cadeira.

Depois que a pizza acabou, voltei para oque descobri ser a garagem e o quarto do Sebastian, para arrumar minhas coisas, preciso ir para casa, esta tarde e meu cachorro está sozinho. Minha mãe não estava em casa à noite então ele está seguro.

- Pronta? – Bash pergunta.

- Estou – pego as coisas.

- Ei Bash – escuto uma voz estranha vindo da sala.

- Espera só um minuto – fala e sai.

Vou ate a porta para ver quem é. Um garoto de cabelo platinado esta de frente para o Sebastian e eles parecem discutir.

- Porque você não foi pro racha? – diz zangado – a gente perdeu a aposta com Josh por sua causa.

- Eu tive um imprevisto cara – Bash parece decepcionado.

- Agora estamos devendo uma grana – o garoto balança a cabeça.

- Relaxa que a gente da um jeito, vai ter outro essa semana é só eu ganhar – coloca a mão no ombro do platinado – não vou ter outra distração.

Volto para dentro da garagem. Preciso ir embora aqui. Não acredito que fui uma distração, um imprevisto. Oque eu estava pensando.

Pego minhas coisas e saio pela porta da garagem. Caminho por algumas quadras sem rumo.

- Ei gatinha – um garoto fala enquanto passo – você não me ouviu princesa?

- Ela tá querendo se fazer de difícil – o colega do cara fala, então começam a me seguir.

- Vão se foder – falo irritada.

- Ela é atrevida – o tarado número um, fala.

- Bora ensinar boas maneiras, para essa vadia – um deles me segura pelo braço.

- Me larga – me debato e acerto um chute nas bolas do que me segurou, e corro, mas eles correm atrás de mim.

- A gatinha é selvagem – o cara mais alto pula em cima de mim, me derrubando.                                                                                                                        

- Solta ela – escuto a moto de Sebastian parar.

- E quem você acha que é para mandar em mim? – o cara em cima de mim levanta, vejo seu amigo ainda no chão.

- Um cara que você não vai querer mexer – Sebastian da um soco no cara que cai, acho que quebrou o nariz. – sobe.

- Não – levanto e começo a andar, quero sair o mais rápido dali.

- Oque você acha que esta fazendo? – me segue na moto.

- Indo para a minha casa e tentando ficar o mais longe possível de você – falo com raiva.

- Tá ficando louca? – pergunta descendo da moto e vindo à minha direção.

- Segundo seus amigos e segundo você, eu já sou – ele segura meu braço me fazendo parar.

- Oque você tem? Há dez minutos estava rindo – fala me soltando.

- Desculpa, é porque há dez minutos eu não sabia que era somente uma distração – ele me encara serio.

- você ouviu minha conversa? – levanta a voz

- Não disse que era particular, e não disse que era sobre mim ou suas dividas de racha.

- A divida não é do racha e eu não sabia que era sobre você – grita.

- Eu só não quero te atrapalhar, ok? – me controlo para não gritar – Eu quero ir embora, e nunca mais te ver.

- Tem certeza que é isso? – pergunta se controlando.

- Tenho.

Chegamos alguns minutos depois, a rua esta deserta. O vento frio atinge meu rosto assim que desço da moto.

Caminho até em casa, buscando coragem para entrar e encontrar minha mãe chorando, mas me surpreendo em não a encontrar em casa. Vou até o quarto para encontrar meu cachorro e trocar de roupa.

- Vem cá – chamo quando não o vejo na cama – ei bebê.

Procuro por todo o quarto, mas não o encontro em lugar algum. Corro até a rua e encontro Sebastian encostado na moto.

- O que aconteceu? – pergunta.

- Não importa, não quero te atrapalhar – cruzo os braços e procuro pelo quintal.

- Me deixa ajudar, se deixar eu prometo ir embora – para na minha frente.

- Minha mãe levou meu cachorro – suspiro – acho que para o canil.

- Troca de roupa e a gente vai lá – concordo e volto para casa.

Coloco um short e uma regata, faço um rabo de cavalo e volto para a rua. A viagem é longa e silenciosa.

Não sei o porquê de ter ficado zangada, ele é só um garoto que se acha. Tem tantos desse tipo na escola. Mas oque eu queria de verdade era sumir e nunca mais vê ele. -

- O carro dela – grito para ele poder escutar.

Ele para na frente da entrada, desço rapidamente e corro para a recepção, meu cachorro esta em uma caixa com grades e minha mãe fala com o recepcionista.

- O que você acha que esta fazendo? – grito pegando a caixa – ele é meu.

- Não, ele não é – ela fala com a voz tranquila – eu não te autorizei.

- Não preciso da sua permissão para ter um cachorro – abro a caixa e o tiro de lá.

- Na verdade, você precisa – diz o recepcionista enquanto pega alguns papeis – ela é sua responsável, você querendo ou não.

- Eu tenho meu pai, ele também é meu responsável – dou alguns passos para traz e bato no Sebastian – presta atenção, eu não vou deixar ele aqui.

- você é uma irresponsável, não cuida nem de você – minha mãe me insulta.

- Na verdade acho que ela cuidaria muito bem desse cachorro – Sebastian me defende.

- E quem é você? – ela se vira para ele – outro namorado.

- Outro? – ele me encara.

- Eu só namorei um garoto e você sabe – falo irritada – e eu não vou entregar meu cachorro, não sem brigar primeiro.

- Me dê ele aqui – ela estende a mão e seu tom é de ameaça – agora Chloe.

Corro para a moto de Sebastian com ele atrás de mim. A moto é veloz então preciso colocar meu cachorro contra o peito e segurar firme em Sebastian. Viajamos por alguns quilômetros. Meu cachorro chora contra meu peito, esta com medo, mas não posso fazer nada para protegê-lo se não fugir.

O lugar em que paramos é um campo verde, cheio de arvores e distante de toda a civilização.

- Aqui é lindo – admiro, coloco meu cachorro no chão.

- Eu vinha aqui com a minha mãe – seu olhar parece distante.

- Vinha? – pergunto.

- É complicado – ele acaricia o cabelo.

- Entendo coisas complicadas – sento na grama e sinto o sol bater no meu rosto.

- Porque a sua mãe fez aquilo? – se senta ao meu lado.

- Não sei, ela sempre foi um pouco fria comigo – sinto lagrimas que logo passam.

Vejo meu cachorro correr atrás de uma borboleta. Sorriu com a imagem. Queria ter a minha câmera aqui.

- Qual o nome dele? – pergunta.

- Ainda não sei – admito – não tive tempo para pensar. Oque você acha de Arthur?

- Que tal Arth? Combina mais com cachorro – sugere.

- Arth – o chamo. Ele me olha e corre até mim, de uma forma atrapalhada.

- Acho que ele gostou.

- É – comento.

- Escuta, eu não quis te magoar – ele sussurra.

- Agora não, por favor.  – falo tentando mudar de assunto.

- Agora é o melhor momento. – insiste. – eu não queria te magoar.

- Por que você disse aquilo? – pergunto levantando. – Eu não desmaiei de proposito, não queria atrapalhar o seu racha, não queria atrapalhar sua diversão, muito menos fazer você dever para alguém.

- você bebeu de mais e desmaiou. – ele levanta – eu me senti responsável por você, não podia te deixar lá sozinha.

- Então você esta mesmo me acusando de ter perdido. Vai à merda, - altero o tom da voz. – eu não fiz de proposito, mas pode ter certeza não faço de novo, não quero nem chegar perto de você. Sabia que era um erro.

- Para de gritar, Chloe – diz irritado.

- Parar de gritar? É serio que você esta me mandando calar a boca. Vai se foder. – grito. – eu não deveria ter vindo com você, você é um idiota Sebastian.

Bash se aproxima quebrando o pouco espaço entre a gente, me segurando pela cintura, me beija.

Fico assustada de inicio, mas logo correspondo. Coloco meus braços ao redor do seu pescoço e o puxo mais para perto. Suas mãos apertam minha cintura e me pressiona mais contra o seu corpo. O beijo é intenso e calmo ao mesmo tempo. Paramos o beijo, mas continuamos próximos, minha respiração esta irregular e meu coração disparado.

- Eu te ajudei porque precisava ficar com você. Preciso de você. Mesmo não sabendo o porquê.


Notas Finais


Eitaaa kkk
Espero que tenham gostado
Deixe a opinião de vocês
Vou tenta postar o próximo o mais rápido possível !!!!
XoXo


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...