História Conselhos de Erik Durm - Capítulo 1


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Categorias Erik Durm, Julian Brandt, Kai Havertz, Leon Goretzka, Mats Hummels, Maximilian "Max" Meyer
Personagens Julian Brandt, Kai Havertz
Tags Bravertz, Durmmels, Goreyer
Visualizações 17
Palavras 1.364
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Fluffy, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Quando se fica uma semana sem internet você vê os lados mais obscuros das coisas guardadas no seu celular
Aí acabei encontrando isso que escrevi nas férias (faz só um pouco de tempo)
É bem fraquinha mais é engraçadinha de ler. E terá só outro capítulo (ambos sem correção, eu acho)
Bom, é isto

Boa leitura aí.

Capítulo 1 - Quem é esse?


Kai estava com o pé atrás em relação ao seu novo colega de classe. Julian Brandt não era tão anjinho quanto seu rosto aparentava. Já fez mais merda na escola em três dias do que Harvetz em todos os seus 11 anos.

 Mas como seu pai Erik disse uma vez, "As primeiras impressões sobre uma pessoa nova nem sempre são boas, mas devemos dar uma chance para conhecermos de verdade elas."

 Durm era experiente nisso, se ele não tivesse dado a tal chance para Mats, Kai nem existiria. Glória ao carisma de Erik!

 Seguindo o conselho do pai inteligente, Kai se aproximou do menino loiro, que sustentava um carranca no rosto. 

 A timidez de Harvetz não ajudou muito no processo. Começaria com um Oi? Ou talvez um Suave?

 Deuses, que não começasse assim.

 — O que tanto quer me olhando, Harvetz? — Ótimo, nem precisaria começar. O loiro já interrompera seu raciocínio mesmo!

 — Olá, Julian. Eu queria saber se você gostaria de fazer a atividade comigo. — Sorriso colgate, confere.

 — Por que? Não consegue fazer sozinho? 

 Kai não era metade do santo que é Erik, e também não leva desaforo pra casa – qualidade adquirida graças a Hummels. Brandt estava acabando com toda a sua mínima paciência.

 — Consigo sim, eu só queria ser simpático, mas tem certas pessoas que não aceitam gentileza. — Isso nem foi uma indireta, foi direta mesmo. — E, aliás, boa sorte em resolver esta atividade de uma matéria que você não estudou. 

 O dono da razão já ia seguir seu caminho de volta para sua mesa, mas teve seu braço segurado por Julian. 

 — Calma, garotinho. — Aquilo era um sorriso sincero? Vindo de Julian Brandt?! É hoje que a Argentina ganha um título. — Eu só estava brincando. Mas parece que certas pessoas levam as coisas a sério demais. — Eita, devolveu a indireta. — E sim, eu aceito fazer a atividade contigo.

 E não é que os conselhos de Durm funcionam?



 Depois de cinco anos tudo mudou. Em pouco tempo Kai e Julian se tornaram grandes amigos. Daquele tipo que vai na casa um do outro para brincar e até mesmo estudar – que tipo de ser humano estuda hoje em dia? Nem parece que começaram as coisas com o pé esquerdo. 

 Estavam jogando videogame na casa de Brandt quando Mario, um dos pais do loiro, avisa que há uma visita para Julian. 

 Bastou alguns segundos e um moreno animado entra no quarto abraçando fortemente Brandt.

 — Leon! Por que não avisou que viria me visitar? — disse se soltando do abraço.

 — Ah, Julinho, assim não seria uma surpresa! — bagunça – se é possível bagunçar mais – os cabelos do loiro.

 Julinho? Pelo o amor de Messi! 

 Em um momento Kai começou a sobrar ali. Quem era aquele ser e por que está lhe roubando seu melhor amigo?

 — Leon, quero te apresentar o Kai. Aquele que eu te falei.

 — Ora, ora, ora, então este é o famoso Kai Harvetz? — Estendeu sua mão para um cumprimento. — É um prazer finalmente conhecê-lo. 

 — Igualmente — Apertou a mão do moreno. —, apesar de nunca ter ouvido nada ao seu respeito.

 Aí foi a gota d'água. Goretzka fez um escândalo. Algo como: "Como não falou sobre seu melhor amigo!", "Eu não significo nada para você?" e "Nunca perdoarei você, Julian!". Leon era uma verdadeira Drama queen.

 Mas tudo se acalmou quando Brandt pediu diversas vezes desculpa – o que não funcionou muito, só deu realmente certo quando propôs que eles jogassem Street Fighter, o jogo preferido de Leon.

 E lá estava Kai sobrando mais uma vez.

 Droga, ele precisava de outro conselho de seu pai Erik.


 


 Durm não sabia há quanto estava ali no sofá de sua casa, com um Kai magoado deitado em seu colo. Desde que havia chego em casa o filho o puxou para pedir mais conselhos. E agora estavam nisso.

— Você tinha que ter visto, papai. Ele nem ligou que eu estava lá, só ficou com aquele tal Leon. — Essa era a décima vez que Harvetz repetia isso. Ele realmente não cansa.

 — Meu filho, é normal as pessoas ficarem assim quando alguém que elas gostam muito e não vêem a muito tempo visitam elas. — Começou a fazer um cafuné no menino. — Mas você tentou puxar algum assunto para se manter dentro da conversa?

 — Eh… Não.

 Oshi, puxar papo com alguém que rouba melhores amigos do outros, onde já se viu?

 — Você é filho do seu pai mesmo. — Olha só o desgosto na voz, olha só. — Sabe, uma vez aconteceu algo parecido. Quando Mats e eu começamos a namorar ele começou a andar muito com uns amiguinhos aí, não respondia minhas mensagens. Então fiz a lógica, se ele pode ter esse amigos, eu também posso ter os meus amigos. 

 — Devolvendo na mesma moeda, interessante. — Tava bolando naquela cabecinha milhões de maneiras de se vingar de Julian. —  E o que aconteceu depois?

 — Ora, você conhece seu pai. Ele ficou possesso de ciúmes. Então a partir daí ele começou a manter sua atenção 100% em mim. Botei o Hummels a coleira. 

 Colocar Brandt na coleira? Proposta interessantíssima! 

 — Obrigado, paizinho! — Abraçou o loiro e o deu vários beijos no rosto todo. — Julian vai aprender o que é bom pra tosse.

 — Xarope? — Erik e seu desconhecimento de expressões.

 — Não, pai. Vingança!



 Poucos dias depois e Harvetz já havia feito um amiguinho para sua vingança. Maximilian Meyer era a vítima. Um aluno exemplar, gostava de ler HQs, mas também gostava de se aventurar. 

 Já estava tudo arquitetado. 

 Brandt e ele iriam fazer a costumeira Sexta Geek. Onde iriam conversar sobre as coisas mais nerds possíveis, assistir diversos filmes com a temática heróis, discutir o por quê do Homem de Ferro ser melhor que o Capitão América, entre outras coisa. 

 Aí vocês pensam: Maxi gosta de coisas geek, Julian e Kai também gostam de coisas geek. Então é só juntar o útil ao agradável e… Pimba! Brandt com ciúmes.

 Seu pai Erik ajudou no plano, diferente de Mats que nem sabia que algo assim estava acontecendo. Não podia nem sonhar que Kai estava fazendo isso. Ele é o típico pai que diz: "Filho meu só beija na boca quando fizer 18" e "Sexo só depois do casamento", este último acompanhado de "Pena que não vai haver nenhum casamento".

 Kkkkkkkkk iludido pacas. Nem exemplo nessa questão ele é. Traçou Erik uma semana depois que o conheceu – teria sido antes se não fosse Durm fazendo cu doce.

 Bom, voltando agora a programação normal: plano de vingança contra Julian Brandt Götze-Reus. 

 A casa tava toda arrumadinha. Lanches feitos, DVDs escolhidos, engate para discussão também pronto, pais se divertindo fora de casa. Max daqui a pouco chegaria – marcou mais cedo com o menino só para pegar Brandt de surpresa. 

 Tadinho de Meyer, apenas mais uma peça no xadrez Bravertz.

 Os pensamentos de Harvetz foram interrompidos pelo som da campainha. Parece que nosso convidado de honra chegou.

 — Oi, Maxi! — Kai jura pelo seu pai Hummels mortinho que ele não estava sendo falso. Com o tempo realmente foi criando um elo de amizade com o menino. — Entra aí.

 — Olá, Kai. — Sempre com aquele sorriso calmo no rosto. — Seu outro amigo já chegou? — Se Brandt ouvisse esse "outro amigo", ele caçaria Meyer até o inferno.

 — Ainda não, mas em pouco tempo ele estará aqui. Julian é famoso por seus atrasos. — Não é completamente mentira.

 Eles ficaram sobre coisas aleatórias – outra palavra para "por quê odiamos Timo Werner", adoram o ódio gratuito – até ouvirem novamente a campainha tocar. É agora que o bicho ía pegar fogo.

 — Hey, Kaizinho. — disse Brandt assim que o dono da casa abriu a porta. — Tava com saudades. — Abraçou-o. 

 Olha isso, falsidade! Agora sente saudades. Faça-me rir!

 — Também, Jules. — Tinha que se envolver no jogo, né. Ou então não teria graça alguma.

 Mas foi só entrar e ver Max sentado no sofá que o sorriso de Brandt murchou. Eita, tá fazendo efeito!

 — Kai, quem é esse?


Notas Finais


Sou só eu que odeio o Timo Werner? Ainda mais como o camisa 9 da Alemanha


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