História Conselhos Duvidosos - Por Arthur, de Avalon - Capítulo 2


Escrita por:

Postado
Categorias Michael Sheen
Tags Alice Cullen, Arthur, Ashley Greene, Crepusculo, Michael Sheen, Passageiros
Visualizações 3
Palavras 770
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Ficção, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 2 - Confusão e Desordem


Fanfic / Fanfiction Conselhos Duvidosos - Por Arthur, de Avalon - Capítulo 2 - Confusão e Desordem

Frequentemente boatos chegavam aos ouvidos de Arthur que absorvia tudo, mas não falava nada, pois sem uma interação inicial o seu comando de respostas automáticas não responderia.

- Ah ai, eu disse, “Você está enlouquecendo, o espaço está afetando a gravidade da sua cabeça” Hahaha – Um homem disse para o seu amante ao lado.

Sem que pudesse calcular a reação, Arthur se pegou rindo junto aos homens, mas, imediatamente, fechou o riso e pôs a se concentrar nas taças. Sua inteligência artificial o ensinou que deveria rir quando alguém ria também, demostrando empatia pelos assuntos alheios. Os homens se viraram e foram embora.

 

- Oi, Arthur – Alice o cumprimentou e sentou numa cadeira alta do balcão.

- Oi, Senhorita Cullen. Vai querer algo especial hoje?

- Cerveja.

- Saindo...

- Não sei se você ficou sabendo da confusão que rolou no 306 lá em cima, mas teve uma discussão de casal barulhenta ontem. Passei a noite inteira em claro.

- Não soube de nada.

- Parece que a mulher ficou boladona com alguma suspeita do marido e resolveu tirar a par da situação.

- Boladona?

- É. Ficou louca, neurótica, sabe.

- Ah, sim. (Arthur esfregava o paninho continuamente) – Mas o que houve para tanta discussão?

- Parece que o cara tá traindo ela com outro homem – Alice disse baixinho para que só o bartender ouvisse.

- Mm... (Arthur abaixou a cabeça e imitou o gesto discreto da moça). – E porque ele faria isso? – Perguntou. Seu cérebro estava em constante aprendizado; fazer perguntas ajudaria expandir seu conhecimento.

- Não sei, vai entender, tem gosto para tudo. Ainda mais por aqui onde pessoas estão em numeração limitada. Elas acabam se envolvendo uma com as outras. É assim.

- Ah!... Segundo meus cálculos há mais homens do que mulher nessa nave, o número de mulheres para cada homem está desequilibrado.

- Deve ser isso, então.

- Porém não entendo. Por que o homem se comprometeria com outra pessoa do mesmo sexo se ele já tem sua companheira?

- Aí é que está, adultério descarado. (Alice piscou para Arthur e bebeu sua cerveja)

 

- Uma dose de whisky, por favor. – Uma mulher pediu sem olhar para cima.

- Saindo... Dia cheio hoje?

- Mais ou menos,... complicado.

- Entendo.

- Pra você a vida deve ser mais simples. A única coisa que você deve fazer é servir bebidas e dar respostar apropriadas para as pessoas.

- Sim, mas se serve de consolo, eu também tenho meus dias difíceis.

- É mesmo? Tipo, quais dificuldades você tem enfrentado desde que acordou nessa nave?

- Bem eu não acordei, eu fui ligado, enfim. Ontem mesmo um cara se exaustou e quebrou uma garrafa em mim. O que foi pavoroso, tive que ser deslocado para concerto e eu não gosto nada quando abrem minha caixa tórax. Eu tive que ficar acordado e ter que conduzir o procedimento junto ao técnico. (Suspirou e ergueu a mãos para cima) – Um dia horrível.

- É, deve ter sido. (A mulher entortou a boca dando descaso)

- Mais uma dose?

- Aceito. Mas aposto que o que está acontecendo comigo não fica atrás de você.

O androide deu uma olhada para trás em busca de algo.

- O que está acontecendo? Percebo que no seu semblante parece meio cansada e preocupada.

- Moro no 306, sabe. (Arthur abriu sua expressão facial) – Você já deve estar sabendo, todos sabem.

- Uh.

- Meu marido está me traindo.

- Está sim.

- O que?!

- Ah, nada. Só estou afirmando o que você disse, continue.

- Como assim só está afirmando?

- Você disse que ele está te traindo e eu apenas corroborei com a resposta.

- Está sabendo de algo que não sei, Arthur?

- Não, apenas ouço o que as pessoas falam.

- O que você ouviu do quarto 306?

- Apenas fofocas. – Disse numa expressão tranquila.

- Apenas fofocas? (A mulher apoiou suas mãos no balcão enraivecida pelo o afronto) – Você vai me dizer logo tudo o que sabe ou eu mesmo irei abrir seu tórax com isso (Mostrando uma faca de cortar limão que achou ali)

- Você está boladona.

- Como é que é?

- O espaço está afetando a gravidade da sua cabeça.

- QUE!

- Isso é adultério descarado. (Arthur piscou para a mulher furiosa a sua frente)

- MAS QUE PORRA É ESSA?!

Todos que estavam perto pararam suas atividades e encaram a mulher fumegando no salão. A mesma, então, desceu a faca e saiu em passos ligeiros para outro aposento. Voltaram a se mexer e Arthur continuou com seu paninho limpado um copo.

 



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...