História Conselhos Duvidosos - Por Arthur, de Avalon - Capítulo 3


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Categorias Michael Sheen
Tags Alice Cullen, Arthur, Ashley Greene, Crepusculo, Michael Sheen, Passageiros
Visualizações 4
Palavras 626
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Ficção, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Começei a escrever sobre Arthur para à pratica da escrita e desenvolvimento criativo.

Capítulo 3 - Amiga Suspeita.


Fanfic / Fanfiction Conselhos Duvidosos - Por Arthur, de Avalon - Capítulo 3 - Amiga Suspeita.

Arthur estava conversando com Alice Cullen no bar quando percebeu que os olhos delas estavam num vermelho intenso e buscou nas suas memórias se já havia visto algum humano com olhos dessa cor. Nada.

Já havia percebido que aquela mulher não era como as outras na nave, e além do certo gosto apreciativo por cervejas, reparou que o comportamento intacto da garota era suspeito demais. Talvez na cabeça programada dele fossem apenas pequenas diferenças sem importância, mas aquela com quem conversava todos os dias tinha algo inexplicável.

Você deve estar se perguntando se vampiros tomam cerveja. Na verdade, nunca conheci nenhum vampiro na minha vida, então posso imaginar que essa certa vampira que escrevo, talvez aprecie sim o gosto do malte da cevada, por que não? Poderia ser servido álcool em festas para vampiros animados e entendiados com a eternidade.

Outro fator importante é saber que a Avalon já tinha chegado na Homestead II, e como era um planeta igualmente parecido com a Terra, havia muitas espécies de animais, deixando Alice alimentada durante sua estadia intergaláctica.

- Você sempre está sozinha. Não gosta de outras companhias? – Perguntou Arthur.

- Gosto até demais. Mas evitar pessoas, às vezes, é necessário. – Disse Alice bebendo sua cerveja a seguir. – E eu tenho você para conversar.

- Que bom que aprecia a companhia de um androide. – Animando-se com o comentário. – Você me disse que é sensitiva. Poderia me explicar melhor sobre isso.

- Bem (Tomando cuidado com o que iria dizer) eu poderia dizer que vejo o futuro com certa facilidade.

- Vê o que vai acontecer sem antes ter acontecido? Nossa! Interessante.

 

- Acha mesmo que pode ver o futuro? – Um homem que estava ali do lado tinha ouvido tudo e começou a desafiar Alice. – Então preveja algo para mim.

- Bem minhas visões não são precisas, vejo só os pontos mais críticos da vida de uma pessoa.

- Me fale logo e vamos ver se acerta alguma coisa. – O homem falou irritado, com a consciência bagunçada dos drinques que tomou.

- Ok.

Arthur observava tudo. Já tinha presenciado conversas bem estranhas e comportamentos bizarros. Determinou que fosse por causa do nível de álcool no sangue e sabia que isso influenciava as pessoas a agirem de forma não-habitual.

- Deixa me ver. (Aproximou do homem e tentou ler algo nele) – Você vai morrer de insuficiência renal. – Falou de uma vez.

- Que? Por que morreria assim?

- Sei lá, só vi isso.

- O que viu exatamente?

- Vi você deitado numa cama, acho que, de hospital, com a cara pálida e suando muito.

- Ah, mas como você disse, poderia ser qualquer coisa, já que suas previsões não são exatas.

- É, poderia, mas o fato é que você vai morrer mesmo e nessa nave. – Disse Alice já se irritando com o bebum.

- Nossa! – O homem saiu atordoado do balcão.

- Uau! Tô impressionado com isso. Deu um xeque mate no coitado (Expressão que o bartender aprendeu falando com Alice). – Não seria mais fácil você apenas dizer que ele poderia se cuidar melhor, assim não desenvolveria tal problema?

- Não. As pessoas mesmo sabendo as consequências das coisas, viveriam do mesmo jeito. Os humanos são assim, acham que são imortais.

- E você como HUMANA seguiria seus próprios conselhos mesmo que errados?

- Ah, sim, claro. Viver pouco, morrer jovem, essas coisas. – Disse sabendo que estava mentido.

- Eu aprecio muitas nossas conversas. Aprendi muito com você desde a primeira vez que conversamos.

- Que bom.

- Mas e aí? Poderia ver o futuro de um androide?

- Você vai parar num ferro velho mesmo. Não tem segredo.

- Ah! Mm...

Arthur pegou um paninho e começou a limpar o balcão. Estava um dia agradável na Avalon.

 

 

 

 

 


Notas Finais


Esse será o último capítulo, pois surgiu ideias novas para outros contos e essa história já ficou irrevelante para eu escrever. E também pela baixa visualização.


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