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História Consequence of power (imagine kim seokjin) - Capítulo 19


Escrita por:


Notas do Autor


podem abaixar o chinelo que eu voltei, tive tantos imprevistos que só continuei mandando zhuque street por ter capítulos salvos no drive.

não é pra chegar com tantas desculpas mas eu realmente só achei uma parte do capitulo e fiquei tentando fazer ele se encaixar da forma que eu estava pensando.

beijos da tia moon e boa leitura

Capítulo 19 - The truth always comes


Enquanto eu comia e assistia um filme na televisão a porta foi aberta  me dando  visão de jin  o que me fez fraquejar e derrubar o balde de pipoca apoiado em minha barriga. Quem  havia o chamado ali ? e como havia passado pela segurança, me levantei rapidamente tentando fugir do homem que só me trouxe sentimentos desagradáveis

 

 – não adianta fugir, é com você que eu quero  falar!

 

 – O QUE? EU NÃO TENHO NADA A TRATAR COM...

 

meu espanto foi tanto  que acabei gritando  assim fazendo o homem por a mão sobre a minha boca, mordi sua mão o fazendo gritar de dor e o gasto ferroso adentrar o meu paladar

 

- lá fora!

 

- você está na minha casa e ainda quer mandar em mim ?

 

Ele bufou e agarrou meu braço e me levou a seu carro sem se importa se eu estava descalça ou não, machuquei meu pé nas pedrinhas do jardim, ele me carregou em um pequeno gesto humano

 

- eu estou grávida e você não aprendeu a ser educado!


 

 Coloquei o cinto de segurança, nem sei o porque de eu ainda confiava nesse maluco; assim que ele deu partida indo por um caminho totalmente desconhecido  me causou um tremor. Pronto é agora que ele me mata e mata o seu filho junto 

 

 –  eu sei que essa criança é minha

 

 Eu podia jurar que  meu coração havia parado de bater por alguns segundos puxei o ar rapidamente e vi que estávamos no em frente ao rio han  e antes de ele continuar achei a brecha para sair do carro e indo diretamente até o parapeito  e me apoiei ali tentando buscar a calma para o que viria depois. Como que ele havia descoberto ?  só eu e  Hiroshi sabíamos que o bebê em meu ventre era filho de  outro 


 

- você iria me contar ou  fingiria ser a família perfeita com seu japonês ?

 

 –  meu filho não merece ter um pai como você! Imagina o desgosto dessa criança se visse as coisas que você fazia comigo ein ? – virei para o em encarar  e um sorriso maldoso adornava meus lábios era a hora de despejar tudo o que eu sentia instalado em minha garganta e me trazia dor 

 

 – eu não vou voltar com você.  Filhos não mantém a mulher presa a um homem não mesmo, eu não vou virar apenas mais um número jin. Eu me recuso a isso!  Eu me recuso a acreditar numa mudança que você diz ter tido, EU ME RECUSO A ACREDITAR QUE UM DIA TE AMEI; QUE ACHEI QUE VOCÊ SE TORNARIA MELHOR SE EU MOSTRASSE QUE TE AMAVA 

 

gritei a ultima parte pondo pra fora toda a mágoa guardada em meu peito, meus olhos ardiam  avisando que eu choraria se continuasse o encarando por mais tempo 

 

 –  o filho é meu e ele vai ter meu sobrenome — gritou me assustando. 

 

Não, não, eu não cairia na sua novamente o meu tempo com ele foi efêmero. Eu não vou repetir o mesmo erro  novamente, virei- me novamente  para encarar o rio a minha frente soltando um longo suspiro, enquanto as lágrimas banhavam minhas bochechas.

 

 –  um simples nome em um papel, só pra se gabar ? “olha eu fiz um filho naquela mulher ali”—

 

 imitei sua voz o que aconteceu era que minha mão tremia e se eu não me apoiasse sobre o parapeito com toda certeza eu estaria indo de encontro com o chão e quase foi assim quando não tive mais forças para apertar o parapeito as mãos do homem envolveram gentilmente minha cintura.

 

 –  eu quero te poupar da vergonha –  seu tom de superioridade fez o tremor de meu corpo desaparecer  dando lugar a raiva  em meu peito, como doía ainda gostar desse homem infantil  e que achava que era dono do mundo e que achava que sendo assim teria meu coração sendo que ele só  me afastava 

 

 – vergonha de ser uma mulher divorciada e com um filho do ex marido ?- eu havia me virado e com um impulso me virei e acertei seu rosto fazendo minha mão arder e ficar completamente vermelha com o impacto, ótimo doeu mais nele do  em mim. 

 

– vergonha deveria ter você! Eu vou proteger meu filho de você custe o que custar, e quando eu digo isso é porque eu não terei nenhum tipo de remorso quando eu te matar! e  vá atrás de um psiquiatra 

 

 Não esperei qualquer forma de revide do maior e sai dali as pressas  como se fugisse talvez eu estivesse fugindo mesmo que diferença iria fazer, dei de ombros e vi que algumas pessoas que faziam exercícios  me olhavam e o motivo era obvio  eu  não levava nenhum tipo de calçado nem mesmo o celular estava comigo, admito seria uma presa fácil a um assassinato céus eu acho que fiquei um pouco paranóica, mas a qualquer hora a minha vez chegaria mas eu orava para que fosse quando meu filho estivesse no mundo;  acenei pela décima terceira vez  assim conseguido um táxi, com muito esforço, minha aparência deveria está deplorável  dei o endereço ao motorista que não parava de me perguntar se eu estava bem 

 

-- eu estou bem, senhor —disse  pela  enésima  vez assim tomando coragem para olhar parte do meu rosto no retrovisor e céus eu estava realmente terrível.

—muito obrigado!o senhor foi o único que parou pra mim.



 

 lá estava eu conversando com o senhor que eu descobri que tinha seus 60 anos  e fazia corridas para ajudar a pagar a faculdade do filho mais novo;

Demorou algum tempo até  que o carro parasse em frente ao portão com o brasão dos Jung, dois dos seguranças conhecidos por mim pararam ao lado do taxi  me fazendo abaixar a janela 

- agora que os senhores são cautelosos ? – pus a mão sobre a testa eu já havia perdido a paciência --  oppa  pegue a minha carteira e abra os portões por favor.


 

Assim que foi feito que  respirei  fundo antes de descer do carro e machucar a palmilha plantar dos meus pés por causa das pedrinhas que haviam ali , céus me tira a vontade se surtar com o Jung Taekwoon  e esganar o mais velho com minhas próprias mãos revivendo cenas da nossa infância quando saiamos na porrada por qualquer coisa e quando eu digo isso era qualquer coisa mesmo como o último pacote de biscoito na dispensa. O homem de seus vinte e sete anos apareceu me trazendo meus chinelos e minha carteira as peguei agradecendo com uma leve reverência, calcei meus pés que agora estavam machucados e doloridos mais ainda. Sorri para o homem que ainda esperava de forma paciente retirei mais do que deveria pela corrida e entreguei meu cartão o homem queria devolver o dinheiro que havia dado a mais, porém continuei a insistir para que aceitasse como forma de agradecimento

 

 – se precisar de algo eu estarei disposta a lhe ajudar, pode me ligar a qualquer  momento – sorri sendo retribuída na mesma intensidade – eu estou muito grata!

- não tem que a agradecer senhorita

 

O moço voltou a seu carro e assim pude entrar observando meu irmão sentado em uma das poltronas 

 

-- você está horrível

 

- você viu o jin chegar porque não o barrou ? responsabilidade por sua irmã grávida é zero não acha – ele bufou  e quando menos esperei já estava frente a frente com ele – que diabos você tem na cabeça Taekwoon?

 

- me desculpa eu pensei que ele não faria mal a ti – passou as mãos pelos cabelos parecendo está arrependido -- juro se soubesse que ele tentaria fazer algo eu não teria permitido

 

- o seu mal é achar que certas coisas são benéficas pra mim! quando elas só me fazem mal

 

Meu humor era realmente instável e  havia piorado principalmente  nessa fase da gravidez. subi  para o meu quarto rapidamente enquanto reclamava de dor fiz questão de bater a porta com força mostrando que eu estava furiosa. tomei banho para retirar a sujeira do meu corpo e fui dormir mas quase sem sucesso já que acordei assustada e com os pés enfaixados e vendo um vulto sumir pela janela, o cheiro amadeirado permanecia em minhas narinas era ele! 

 

Levantei me assustada e corri até a janela vendo o carro luxuoso partir, suspirei  e voltei a me sentar sobre a cama vendo que ao meu lado havia um papel, segurei o mesmo e liguei o abajur receosa para com estava escrito; as letras de jin um tanto que garranchadas 


 

eu me odeio por te machucar e esconder a verdade de ti… 

 

suspirei e voltei a ler o papel, vendo que havia uma pasta de papel, ele era o meu gatilho  meu círculo vicioso  por mais que tentasse me afastar  eu ainda estava presa a ele presa aos sentimentos que deveriam estar enterrados com parte da minha humanidade. 

 

sei que errei por querer te proteger, e não saber como expressar o meu amor, eu realmente quero conviver com o nosso filho mesmo que não seja a mim que ele chame de pai eu só quero ter a sensação de amar essa criança que você carrega em seu ventre.

 

suspirei tentando engolir as lágrimas e o nó que se formou em minha garganta, eu sempre soube que ele desejava ter uma família mas do jeito em que me tratava era quase que impossível manter algo, não quero  que meu filho cresça e seja tão manipulado quanto jin que vivia com sua mãe biológica servindo como empregada da família  e não podendo fazer nada já que o caráter da mulher era horrível por pensar somente no dinheiro que o filho herdaria tanto que havia assassinado a primeira esposa do kim mais velho e tornando a segunda infértil para que seu filho se tornasse o único sucessor e livrasse ela da miséria. 


 

bom esse dossiê mostra a verdade que foi escondida a anos, essa é a primeira coisa talvez boa que eu posso fazer por você.

 

ass: kim seok jin


 

larguei o pedaço de papel na cama e puxei meus cabelos um tanto que transtornada o que eu estava pensando, não iria voltar atrás em minhas palavras já que isso havia me custado tantas coisas que pareceria impossível voltar atrás.


 

peguei a pasta de papel mas antes de abri-las busquei meu óculos pois não conseguiria enxergar devidamente pela pouca luz e as letras em cinza que dificultava um pouco, apoiei o acessório em meu nariz tendo coragem de abrir, já de início as fotos anexadas me chocaram; parecia que a cada foto vista  a trilha sonora de um filme de terror ficava intensa em minha cabeça, quando achei que ficaria um pouco mais suave  o conteúdo escrito fez minha cabeça latejar 

-- henry lau. 25 anos, canadense treinado pelos Bratvas  desde os doze anos --

 

respirei fundo para não surtar ali  e acordar meu irmão no quarto ao lado causando uma confusão maior com esse dossier 

 

-- foi mandado para a coreia assumindo a identidade  de Nam Dong Sun  com intuito de matar Jung _____ a herdeira da organização spectrum-

 

um nó se formou em minha garganta tudo que eu havia vivido era uma horrível mentira ele realmente me usou pra subir na vida ? respirei fundo antes de continuar a ler mas parecia que havia se aberto um buraco que levou meu mundo abaixo, minha voz se transformou em um fio enquanto eu lia em voz alta para mostrar que não era uma alucinação 

 

-- após ter sua missão abortada pois o mandante havia sido assassinado ele forjou a própria morte e assumiu a fortuna do falecido se tornando rival das sete famílias--


 

a vontade de vomitar era gritante mas ainda continuei a ler firme e forte quando algo me fez parar e a náusea bateu com força me obrigando a correr para o banheiro e vomitar na pia já que não havia tempo para descarregar no banheiro.


 

A  JISOO ERA A AMANTE DELE 


 

era juntar 1+1 que o resultado era dado era tão óbvio quanto o movimento de um carrossel 

 

escovei meus dentes e corri para o quarto pegando o celular e o dossier, corri para o escritório que havia sido transformado com minha chegada  abri a porta  e com minha digital desbloqueie o teclado que ficava sobre a mesa fazendo surgir uma tela azul junto dos monitores, agir sem um plano custaria minha cabeça já que eu fui treinada pela máfia rival dos bratvas o que seria um alívio a meus superiores na rússia que buscavam mais poder. digitei algumas coisas  logo tendo a chamada de vídeo aceita. logo o cabeça de dragão aparecer na tela do meio junto  dos outros homens que me treinaram 


 

-- eu sei como desbancar os bratvas 


 

-- mas você está grávida garota  -- yifan disse quase que alterado ele havia assumido os negócios do pai deixando minha equipe


 

-- eu não vou está grávida pra sempre e você sabe disso 

 

-- e como vais fazer isso ? -- o homem sérvio me perguntou com um forte sotaque no mandarim que usava, sim era estranho mas usávamos mandarim como língua oficial   


 

-- eu preciso de cerca de alguns anos de planejamento, tenho pretensões em atingir as colunas de sustentação e isso vai causar uma chacina  então temos que matar os líderes e incriminar alguns com associação ao governo 


 

-- acha fácil fazer isso ? 


 

bufei e girei na cadeira  rindo do italiano focado em minha tela 


 

-- lucca o que eu disse por acaso foi difícil de se assimilar ?  pra isso eu preciso de dois anos mas vamos começar com o mais fácil que é incriminar  alguns integrantes fazendo ela fraquejar e por espiões lá 


 

olhei com desdém o homem que se calou eu estava amando isso, poder e glória retornando a minhas mãos assim eu vou vingar a minha mãe e de quebra expandir o meu domínio para a parte ocidental 


 

-- yifan lembra daquele carregamentos de rosas vermelhas ?


 

comecei a brincar com a arma que ficava enfeitando a mesa retirando e carregando a munição com o  pulso  todos os presentes sabiam o que iria acontecer, as flores eram cultivadas em um jardim onde a equipe de limpeza jogava os corpos de nossos rivais, as tornando vermelhas quanto sangue  e de um perfume extraordinários alguns morreriam para ter essas rosas e entregar a seus amados mas desistiram ao saber que eram adubadas com carne humana. 

 

-- sim, sim elas estão prontas estão vindo ao país com cocaína

 

essa altura estávamos apenas eu e yifan conectados  


 

-- ótimo faço questão de mandar um buquê com noventa rosas para kim jisoo. 


 

_______ off


 

 a conversa entre os dois líderes fluíam mas ainda sim tinha um pouco de hesitação sobre o que a jung havia tramado pela raiva  mas ao contrário do que muitos pensavam que a raiva criava uma névoa em pensamentos os tornando falhos  a ela era uma ótima forma de arquitetar  seus planos considerado malignos por muitos.


 

já jin parecia um tanto aliviado por retirar um peso de suas costas assim que cuidou de sua garota  e deixou as informações em sua mesa de cabeceira, talvez seguiria os conselhos dela já que sua vida totalmente confusa foi exposta uma vez fazendo que todos soubessem que era filho ilegítimo e sua mãe era uma golpista que só pensava em mudar de vida às custas da herança que agora considerava como a maldição de sua vida, e assim achava que havia se tornado dessa forma porém ainda tinha a confiança de que podia mudar.

 

três meses depois...


 


Notas Finais


as partes decisivas de concequece of power está chegando

beijinhos e até próximo sábado


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