História Consequences Of a Wrong Decision - Capítulo 7


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Categorias Histórias Originais
Tags Drama, Medieval
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Palavras 2.803
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Luta, Magia, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 7 - Lorencio Bagh


O dia havia começado cedo novamente para os moradores de Mankar, principalmente para Sir. Johnny, o capitão da frota imperial, que também era responsável por resolver os problemas das tentativas de invasão pirata. Aquilo o irritava, ter que deixar seu único momento de folga para expulsa-los de lá, sempre era a mesma coisa, sempre na mesma época. Após mais um problema resolvido, ele caminhou até o soldado responsável pelo porto, vendo que tudo estava em seu devido lugar, resolveu notificar seu imperador. Seguiu o caminho principal pegando apenas alguns atalhos para não ter que enfrentar a multidão das manhãs no reino.

 

~

 

Na sala onde o imperador passava a maior parte de seus dias, beijos e abraços eram trocados. Todos silenciosos, afim de não alertarem as pessoas que passavam pela porta do local.

— Majestade...é melhor pararmos. — A menina disse ofegante.

— Como quer que eu pare? Se é você quem está me provocando? — Ele respondeu beijando-a no pescoço.

— Mas a rainha...pode descobrir.

— Não pense nela. Não pense em nada que está lá fora, afinal, aqui e agora, só há nós dois. — Ele a beijou novamente.

Pegando a menina no colo ele a posicionou na mesa, “a pose perfeita” como gostava de chamar. A garota estava ofegante, mas queria aquilo tanto quanto ele e seu olhar dizia isso. Sabendo dos riscos que corriam, Lorencio hesitou em tirar o vestido da menina, então apenas ergueu o suficiente para ter acesso a “aquele lugar”. Sem hesitação, adentrou a garota, que teve seu grito abafado por um beijo. Lorencio se movimentava habilidosamente fazendo a garota soltar gemidos baixos de prazer o deixando mais excitado, se movimentando mais rápido. Ambos estavam chegando ao seu ápice, mas foram interrompidos por alguém que abriu a porta bruscamente, sem antes bater.

— Majestade! — Sir. Johnny disse ao entrar. — Os piratas...esquece. Me desculpem! — Fez uma rápida reverência e saiu da sala, fechando a porta atrás de si.

 

...

 

Uma hora após o ocorrido, Johnny finalmente teve coragem de olhar na cara de Lorencio. Mas só tomou essa decisão quando se viu obrigado a falar com ele. “Aquele idiota” pensou enquanto ia até o lugar “Como pode trair uma rainha como aquela? Ele tem algum problema?”. Chegando no local, bateu na porta antes de flagrar algo, de novo.

— Posso entrar? — Perguntou.

— Pode. — A voz vinda de dentro do cômodo respondeu. — Johnny! Eu precisava mesmo conversar com você.

— Ah, sobre o que? — Johnny disse desanimado sentando-se em um dos sofás.

Lorencio se levantou e caminhou até seu velho amigo, sentando-se de frente para o mesmo, começar a passar a mão pelos cabelos como se procurando um modo de falar algo.

— Desembucha. — Johnny falou revirando os olhos.

— Então, eu estava pensando...e você sabe que essa mulher com quem estou casado, não é quem eu realmente amo. Então...eu estava pensando em...sabe...me separar. — Ele fez uma cara de garoto quando faz algo errado.

— É o que?! Você está louco, Lorencio?! Por que diabos você faria isso?! És idiota?! Quem deixaria uma mulher dessa fora de sua vida?!

— Não é isso, é só que não nos amamos, então não compensa continuar com isso.

— Lorencio, não me diga você...ah não. Não. Não. Não. Por favor, me diz que você não é... — Johnny falou andando de um lado para outro.

— Sou o que? — Lorencio perguntou confuso.

— Ah não. Você é mesmo. — Ele suspirou, um pouco decepcionado. — Olhe, Lorencio. Respeito seus gostos, só, por favor, não se apaixone por mim.

— Hein?! Por que diabos eu me apaixonaria por você? — Lorencio disse se levantando. — Espere. Hahaha. Você não acha que eu... Hahaha. Isso é hilário. E eu sempre achei que você quem era apaixonado por mim. Hahaha. Não se preocupe, eu não me apaixonaria por você nem que eu fosse gay.

— Sou tão feio assim? — Johnny perguntou indignado.

— Não é questão de beleza. Porque na verdade, você é mais bonito do que eu, mas a questão é que seu jeito de ser não é atraente.

— Como assim?

— Deixe quieto. Voltando ao assunto inicial. O que você acha?

— Idiotice.

— Hã?

— Isso é uma baita idiotice. Veja bem, Lorencio. Você é um rei, e reis precisam continuar com seus legados. E para isso necessitam ter filho com outras famílias também da realeza de preferência. Essa é a tradição. Você é casado com Eliza, deve ficar com ela, até que a morte os separe. Não há lei que mude isso. — Lorencio suspirou, apesar de ser um pouco triste, Johnny estava certo. — Eu sei que é ruim se casar com quem não amamos, mas infelizmente a vida não nos deixa escolher.

Lorencio passou o resto do dia pensando, aquilo havia sido a mais dura realidade que havia escutado desde que ascendeu ao trono. Ao cair da noite, ele teve que se encontrar com Eliza e infelizmente teria que conversar com ela. Não se sabia o porquê, mas a voz da menina o irritava, tão infantil, mimada, irritante. Aquele jeito de ser, passos tão leves, fala muito mansa, os cabelos sempre do mesmo modo, nunca mostrava ter interesse nele, o olhava com nojo. Revirando os olhos pela terceira vez, ele se sentou na cadeira da ponta da mesa. Johnny se sentou ao lado direito e Eliza ao esquerdo, o resto da mesa continuou vazio, afinal, não tinham convidados.

— Como foi seu dia? — Eliza perguntou.

— Está falando comigo? — Lorencio perguntou e recebeu um aceno positivo da menor. — Ahem*. Foi normal, e o seu?

— O meu foi bom. Revi um amigo de infância. Revê-lo realmente animou meu dia.

Lorencio engoliu em seco, mas uma palavra proferida por ela e ele surtaria, tinha certeza disso. “Maldita filha única” pensou a olhando de canto. Johnny percebeu o clima estranho e chutou-o na canela. Recebeu um olhar irritado de Lorencio, mas devolveu-o no mesmo nível.

— Então, minha rainha. O que pretende fazer amanhã? — Johnny perguntou.

— Estou pensando em comprar alguns vestidos.

— Quem sabe Lorencio pode ir com você, o que acha?

 —  O que?! — Lorencio disse quase se afogando — E-Eu odeio fazer compras.

— Bem, seria legal passarmos um tempo juntos. — Eliza disse sorridente.

E aquilo foi o fim da picada para o rei, odiava a garota e agora teria que passar um dia com ela? Isso só podia ser um pesadelo.

 

...

 

O dia acabou passando rápido e quando perceberam, já havia acabado. Rei e rainha voltaram para o castelo, como um casal deveria ser, mãos dadas, olhos nos olhos, sorrisos, palavras trocadas. Jantaram e subiram para o quarto, a garota passou a tirar a roupa, mas estava mais difícil do que o costume. Pediu ajuda ao seu marido e o mesmo a ajudou, dando-lhe beijos e leves mordidas no pescoço.

 

( ͡° ͜ʖ ͡°)

 

A cama rangia a cada estocada que Lorencio dava na menor e os gemidos de ambos já foram ouvidos por todos que passavam pela porta do quarto. Ambos estavam em seus limites, mas se seguravam, pareciam realmente querer aquilo.

— E-Eu vou... — Ela tentou, mas estava difícil formar uma frase.

— Só mais um pouco. — Ele disse mudando a posição, deixando a garota de frente para ele, abrindo mais as suas pernas, podendo assim a penetrar melhor.

Ao chegar ao seu limite, ele retirou o membro do canal da garota, deixando seu esperma sujar os lençóis de sua cama. Após isso, deitou-se ao lado da menina e dormiu, sem dizer nada, nem a abraçar, apenas se deixou levar pelo cansaço.

 

Aproximadamente 3 meses depois.

 

— O que ela fez? — Johnny gritou realmente irritado — Como assim fugiu?! Por que?

— Eu não sei. Mas isso é bom! Vou poder me casar com outra!

— Outra?! Já parou para pensar que ela pode estar grávida? Se você morrer sem um herdeiro, o filho dela irá assumir! Pense antes!

— Ela não está gravida. Eu tenho certeza disso. Raramente fazíamos, e quando faziam eu não conseguia chegar ao ápice.

Johnny revirou os olhos.

— Interessante é que com a empregado do outro dia foi fácil, não é?

— O que?! Do que você...

— Não me diga que é com ela que queres se casar.

— Não! A mulher que tenho em mente é outra. — Lorencio disse com um sorriso travesso.

Nunca, no império de Mankar, um cidadão havia visto seu rei tão feliz quanto naquele dia. Muitos esperavam vê-lo triste, já que ele havia sido deixado por sua rainha, mas ele não ligava, “Antes que ela fuja e seja feliz, do que fique enchendo meu saco para o resto de minha vida” pensava enquanto andava tranquilamente por seu reino, procurando o presente perfeito para oferecer para sua futura nova rainha.

Depois de quase um dia caminhando e escolhendo as palavras certas, finalmente, Lorencio se mostrava confiante o suficiente para falar para seu amigo quem era sua amante. Correu pelo castelo procurando-o, mas estava realmente difícil encontra-lo.

— JOHNNY! — Gritou.

— O que? — A voz e seu velho amigo disse atrás dele, fazendo com que o mesmo se assustasse. — Haha. Desculpe, não queria ter te assustado.

— Finalmente te achei. Veja isso! É perfeito, não é? O pai dela com certeza vai aceitar! Eu espero. Veja, Johnny! — Entregou a carta para o amigo.

Johnny analisou, mas antes de dizer algo, releu a destinaria da carta. Ele olhou para seu “pobre” amigo, “Como pode ser tão inocente mesmo tendo 22 anos?”, pensou.

— Lorencio, lamento lhe informar, mas... — O outro o olhou fixamente, aqueles olhos azuis, brilhando daquela maneira, aquilo era tão...difícil de se lidar. — Essa mulher já está casada.

— J-Já? Tem certeza? As vezes pode ser outra, você pode ter se confundido.

— Não, tenho certeza absoluta de que ela se casou com meu irmão mais novo.

O brilho sumiu do olhar de Lorencio, mudou completamente sua posição, passando a parecer muito com um mendigo, se não fosse pela alta costura em suas roupas. Deixou a carta e o presente que daria para moça com Johnny, dizendo para que devolvesse e seguiu para seu quarto, onde passou o resto do dia.

No final da tarde, Johnny se viu na obrigação de falar com seu amigo, sabia que ele estaria chorando em seu quarto, o conhecia bem. Pegou o caminho que levava até o quarto do mesmo, e ordenou que os soldados saíssem do local, pelo menos até ele dar outras ordens, os dois novatos encarregados do serviço saíram com um sorriso no rosto após agradecerem muito pelo momento de folga. Johnny suspirou fundo e abriu a porta, desejando não ver algo indesejado.

— Lorencio eu... — Começou a falar mas parou ao sentir algo o apertando, olhou para baixo e viu seu amigo agarrado a seu peito, chorando como uma criança. Correspondeu ao abraço, sabendo que o mesmo precisava daquilo.

Permaneceram assim por um tempo, até que Lorencio o soltou e se sentou em sua cama, ainda limpando as lágrimas, soluçando muito e por fim sorrindo. Johnny estranhou, estaria o rei ficando louco?

— Como você sempre diz, Johnny... — Ele disse limpando as lágrimas das bochechas. — Eu sou mesmo um idiota.

— Hã? Por que? Por que está falando isso? — Johnny falou sentando-se ao seu lado.

— Olhe para mim. Um rei, chorando como uma criança. Isso é muito...idiota.

— N-Não. Todos choram, até mesmo reis! Eu já chorei, mesmo sendo do jeito que sou. — Lorencio o olhou, um pequeno brilho crescia em seu olhar. — Não tem problema chorar as vezes, é humano. Você vai chorar muito nessa vida. Isso é comum, e se você chorar em seu quarto, ninguém vai saber. Além de mim, é claro. — Deu um sorriso, tentando animar o clima.

O brilho no olhar do outro voltou, dessa vez maior. Sorriu para seu melhor amigo e o abraçou novamente, certamente, Johnny sempre foi e sempre será seu melhor amigo.

 

— Eu tive uma ideia, para me casar novamente. — Lorencio disse após tomar mais um gole de sua cevada.

— E qual seria? — Johnny perguntou um pouco descrente, sabendo que palavras de bêbado não passam de lorota.

— Eu compro ela de seu irmão! Dou uma boa quantia! Ele me entrega ela, e eu serei feliz com a mulher que eu amo. — Falou com um sorriso travesso.

— É o que?! Novamente com isso? Você está bêbado, Lorencio. Amanhã falamos sobre isso.

— Não! Eu quero isso! Quero aquela mulher! Eu preciso, Johnny! Preciso dela! E-Eu amo ela!

— Você precisa descansar! É isso que você precisa! E você não a ama! Mal a conhece. Sabe o nome dela pelo menos?! Aposto que não! Você só está bêbado, Lorencio. Vá descansar, amanhã conversamos. — Falou indo em direção ao quarto.

— Não! Eu não vou dormir! Eu quero ela! Sou o rei! Posso fazer o que eu quiser! E agora eu quero ela! — Johnny encolheu os ombros, aquilo o irritava, desde a infância Lorencio foi birrento, mas agora parecia ter piorado.

—Ela é a esposa do meu irmão.

— Eu não ligo! Traga-me aquela mulher!

Em passos rápidos, Johnny alcançou Lorencio. Pegou-o pelo colarinho de sua blusa e o empurrou contra uma parede.

— Você não me ouviu, por um acaso? Eu falei que aquela mulher é a esposa do meu irmão! — Gritou. — Você não ouviu, ou seu orgulho ignorou esse comentário?! Você está agindo como criança! E isso está me irritando! Quer aquela mulher? Dê seu jeito! Mas não envolva nenhum dos meus soldados! Resolva seus problemas sozinho, majestade. — Soltou-o, fazendo com que o mesmo caísse e deu as costas. — Espero que não precise mais de mim, pois eu não te ajudarei em mais nada.

Johnny saiu daquele cômodo realmente irritado, bufou por muito tempo até encontrar com um de seus soldados, deu as ordens e partiu para seu quarto. 

Lorencio se encontrava no mesmo local onde cairá a alguns minutos atrás. Se não bastasse o fato de ter perdido sua esposa, agora havia perdido seu único amigo. Como podia ser tão idiota? Por que essas duas coisas tinham que acontecer no mesmo dia? Nada fazia sentido naquele momento. Soluçando alto, ele adormeceu naquele, imaginando como seriam os dias que se seguiriam.

 

...

 

— Os piratas invadiram os portos! São muitos! Precisamos de ajuda. — Um soldado disse ofegante, na porta da sala de guerra do reino.

— De novo? — Sir. Johnny disse suspirando. — Vamos lá.

— Eles declararam guerra, senhor. Querem dominar o reino.

Johnny correu até seu rei, “Apenas diga o necessário e saia”, pensou no caminho. Ao chegar, não se admirou ao vê-lo triste. Respirou fundo, tomando coragem para falar algo, depois de 3 semanas sem trocarem olhares.

— Os piratas invadiram os portos. Querem dominar o império. — Não obteve respostas. — Vou levar todas as tropas comigo, com a exceção da guarda imperial, eles ficaram para lhe proteger. — Reverenciou e virou as costas.

— Eu quero ir junto. — Lorencio disse terminando de colocar sua armadura. — Essa luta também é minha, afinal, é meu império. — Johnny deixou um pequeno sorriso aparecer entre seus lábios. — Prepare as tropas, vamos vencer essa batalha.

...

O porto havia se tornado o lugar mais assustador de todos, corpos para todos os lados, sangue em todos os corpos, tantos nos vivos como nos mortos, navios pegando fogo, outros chegando ao porto, era uma batalha sangrenta, mas Mankar estava no lado vitorioso. Ao final, tudo estava acabado, poucos haviam sobrevivido e agora partiam no único navio que havia restado. No porto, Lorencio e Johnny assistiam o navio partir, sorrindo diante a vitória.

— Foi uma boa luta. — Johnny disse.

— Sim, a primeira de muitas. — Lorencio respondeu. — Me desculpe pelo o que eu disse no outro...

Se virou para seu amigo, que nesse momento estava caído, arfando e com uma mão sobre o lado direito de seu abdome, ajoelhou-se ao seu lado. Pegou sua cabeça e deixou a mesma erguida, na intenção de impedi-lo de se afogar com o próprio sangue que escorria de sua boca. Os olhares se encontraram, porém, os lindos olhos castanhos de Johnny estavam perdendo seu brilho a cada segundo que passava.

— Chamem os médicos! Rápido! — Lorencio gritou entendo o que o outro queria dizer.

Lágrimas passaram a escorrer em seu rosto, mesmo que ele tentasse as segurar.

— Lorencio, eu... — Johnny começou.

— Não fale, guarde suas forças. — Falou o abraçando. — Vai ficar tudo bem. Você vai sobreviver só precisa esperar um pouco.

— Eu te amo, Lorencio. — Johnny falou puxando o rosto o outro para próximo do seu. Um rápido beijo foi trocado naquele momento. Um beijo de despedida, que fez Lorencio chorar mais. — Foi um prazer lutar uma última vez ao seu lado.

Johnny fechou os olhos lentamente, deixando seu espirito ser levado, seja lá para onde quer que fosse. Enquanto Lorencio chorava, mais do que as outras vezes, um choro desesperado, como uma criança que acabou de se perder de seus pais.

 

...

 

Muitos homens haviam morrido durante a batalha e todos mereciam suas despedidas, foram feitas na tarde depois do conflito, antes mesmo de limparem o local da batalha. Moedas de ouro nos olhos, para pagar a passagem, todos em balsas—que agora pegavam fogo—, levados pelas ondas marinhas, para o outro lado.

— Que Zeus os receba. — Lorencio disse vendo as balsas ao longe queimarem.


Notas Finais


1= som que fazemos ao preparar a garganta para falar
Desculpem os erros
Obrigada por ler :3


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