História Consequências - Capítulo 3


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Categorias Gravity Falls
Personagens Bill Cipher, Dipper Pines, Mabel Pines, Personagens Originais, Soos Ramirez, Waddles, Wendy Corduroy
Tags Bill Cipher, Billdip, Dipper Pines, Gravity Falls, Mabel Pines
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Palavras 2.385
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Hentai, LGBT, Magia, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Pansexualidade, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Demorei por motivos de: Preguiça.

Ah, e me perdoem pelo assassinato da língua portuguesa.

OBS: Eu decidi fazer o cap um pouco mais longo, já que fiquei um mês sem postar nada aqui.

Capítulo 3 - Capítulo 3


Fanfic / Fanfiction Consequências - Capítulo 3 - Capítulo 3

   

   Finalmente haviam chegado a cidade, a mulher dirigia até a velha casa em venda no meio a toda aquela neve. Tirando ela todos estavam dormindo no carro, Dipper abraçava um dos casacos que sua irmã tinha jogado no banco de noite, Mabel babava a janela e Greg roncava.

 

   Ela avista a casa, assim que ela chega mais perto da casa ela pode ver melhor a casa, era uma cabana pintada de um verde escuro, na frente da casa havia uma varanda que para acessar precisava subir dois degraus, para a Susan aquela casa era bonita . Mas o que mais chamava a atenção, era um senhor de aparentemente sessenta e poucos anos completamente agasalho, ela estacionou o carro perto da estrada logo depois destrancando a porta dela e saindo do carro, quando começa a andar em direção ao senhor diz:

 

   - Bom dia. – Ela dá um sorriso simpático para o mesmo – Você é o sr. Miller, não é?

 

   - Bom dia! E sim sou o sr. Miller mas por favor me chama de Bob – Ele diz com um sorriso animado no rosto, aquele senhor parecia ser um daqueles super avôs que mesmo estando com dores horríveis no corpo continuam animados e com uma aura jovial ao redor de si. – Gostaria de entrar? – Fale o senhor se aproximando da porta.

 

   - Sim, sim, quando entrarmos falaremos melhor sobre e venda da casa. - O senhor destranca a porta abrindo-a em seguida, ele faz um gesto com a cabeça para que a mulher entrasse antes.

 

   [...]

 

   Em outra cabana meia hora depois uma garota acorda com o infernal barulho do despertador, a mesma bate preguiçosamente o botão para parar de apitar. Ela olha em volta se vendo no seu quarto, aquele era mais um dia em que lidaria com pessoas de todos os gostos e de todos os estilos. Ela não queria mover um musculo sequer, sua vontade era de se enterrar naqueles cobertores fofos, mas foi atrapalhada por um certo ser:

 

   - Helen, falta uma hora para a loja abrir. Ah e não esquece de colar a cabeça de coelho no corpo da tartaruga! – O homem diz após invadir o quarto da outra.

 

   - Eu te odeio! – A mulher retira seu travesseiro de deixo da cabeça e joga na direção face do outro, o mesmo desvia com facilidade do objeto.

 

   - Oww não seja mal-agradecida, afinal eu estou apenas cumprindo minha parte do acordo – Um sorriso malicioso surgiu em seus lábios – Não tenho culpa se seu desejo era ter uma vida chata. – O sorriso do mesmo aumentou, ele fechou a porta do quarto deixando a mulher sozinha.

 

   A moça bufa e sai da cama, ela anda cambaleando até o guarda-roupa e pega uma roupa simples uma blusa preta, um moletom rosa com o centro branco, calça jeans cinza, e um par de coturnos pretos. Assim ela fecha as portas do guarda-roupa e abre uma gaveta no criado mudo pegando um conjunto rosa bebê de calcinha e sutiã, quando pegou tudo que precisava saiu do quarto indo para o banheiro.

 

   Do corredor ela já sentia o cheiro de panquecas, o som de pessoas conversando e o som da gordura do bacon na frigideira, aquele som e cheiro já era parte da rotina mas ainda assim acolhia a garota fazendo-a sentir-se em casa. A mesma abriu a porta do banheiro entrando para depois tranca-la, ela começou a se despir rapidamente afinal, quem quer comer comida fria? Ela entra no box ligando o chuveiro para tomar uma ducha rápida.

 

   Quando termina o banho veste seu conjunto, ela para e se olha no espelho. Mesmo estando com esse corpo a messes ainda tem dificuldade de se identificar, a mesma passa as mãos pela barriga que só não crescia graças aos passeios que fazia para pendurar placas. A mesma se vira um pouco vendo parte de suas costas vazias, aquilo a desanimava, ela não podia fingir que não sentia falta de voar pelos céus. Ela olha suas mãos que tinham curativos coloridos, foi difícil aprender a usar as mãos, quer dizer, ela ainda está aprendendo a fazer algumas coisas com elas.

 

   A mulher acorda para realidade, ela pega a blusa preta e a veste, a mesma coisa para a o moletom, a calça jeans e os coturnos, mesmo tendo se atrapalhado com os cadarços do mesmo. Quando pronta saí do banheiro não se esquecendo de fechar a porta, ela vai até a cozinha vendo o demônio lavando a louça do café. A menor se intriga pela mesa vazia e pergunta:

 

   - O meu café? – Fala olhando curiosa o loiro, afinal ela avia sentido o cheiro de comida e tudo.

 

   - A Wendy comeu. – Diz sem nenhuma preocupação – Ela decidiu vir mais cedo hoje, eu já estou acostumado em fazer o café para eu, você, o Soos e o Robbie então como você não estava ela comeu o seu.

 

   - Por que você não disse que aquela porção era minha?! – Fala começando a ficar estressada – Tipo é muito cansativo fazer mais panquecas?

 

   - É. – Fala se divertindo com a raiva da garota.

 

   A jovem bufa controlando sua vontade de socar o demônio, depois de alguns segundos do ato a mesma se pronuncia – Ainda tem aquelas bolachas de ontem? -

 

   - Sobrou alguns biscoitos, devem estar dentro algum armário – Ela responde somente um “Ok” e abre os armários da cozinha em busca do pote de biscoitos, quando acha ela pega e leva embaixo do braço para buscar a cola.

 

   Com pressa ela caminha até o armário para pegar a cola para colocar a cabeça um dos vários cadáveres do Stan no corpo de um outro cadáver. Se ela se sente horrível em pensar que está tocando nos corpos de outros animais, que provavelmente viveram no mesmo local que ela quando pássaro? É claro que sim! Mas ele não tinha a opção de não fazer, afinal, onde acharia outro lugar para trabalhar sendo que nunca sequer frequentou a escola?

 

   Quando ela pega tudo o que precisa coloca tudo na mesa de centro, ela abre o pote de biscoitos e coloca um na boca, segurando com os lábios e podendo morder a qualquer momento, uma “estratégia” que conquistou após ficar com fome sendo que suas mãos estavam sendo enfaixadas pelo Cipher. Ela começa a colar o a cabeça do coelho no corpo da tartaruga enquanto se deliciava com um dos maravilhosos biscoitos feito pelo demônio. Não é um exagero chamar as bolachas de Bill de maravilhosas na cabeça de Helena, já que até agora em sua curta vida humana todas as melhores comidas que provou foram feitos pelo loiro.

 

   Após ter terminado o serviço ela vai a cozinha lavar as mãos, e depois volta para sala para comer mais alguns biscoitos. Estava tudo calmo até a ruiva entrar pela porta:

 

   - Aí tá você Le! – Diz a ruiva animada, ela se joga na poltrona do Stan e coloca seus pés na mesa de centro – Eu e a galera vamos a uma caverna que achamos na floresta, e lá dentro da caverna tem um lago! A gente tá pensando em fazer uma festa no lago e tudo, topa? – Fala lançando um olhar cativante para a morena

 

   - Se eu não tiver trabalhando, TOPO! – Fala se levantando e pegando o pote de biscoitos para guarda-los, “Acho que será divertido dar uma descontraída” pensa a mulher.

 

   [...]

 

 

   A respiração do garoto estava leve e regulada, o seu nariz estava levemente vermelho por conta do frio e mesmo totalmente coberto ele tentava esquentar seus pés mesmo dormindo.

    

   - O que faremos com ele? Tipo como ele reagira em saber que Mabel não vai mais sair de dentro de casa a partir de hoje? – Fala o pai preocupado com o filho

 

   - Iremos faze-lo aceitar, isso é para o bem da irmã dele. E outra, viemos aqui para achar a o motivo de nossa filha estar assim, para podermos então tentar encontrar uma cura para ela. – Fala com convicção a mãe

 

   - Não era mais fácil cortar as asas dela? Tipo anestesia-la para podermos cortar aquilo, e depois voltarmos para nossa casinha e... Fingir que nada de estranho aconteceu – A cada palavra o tom de voz dele baixava, logo ele abaixa a cabeça.

 

   - Onde encontraríamos anestesia? Ou, o que te faz ter certeza de que se nós cortamos elas não surgiriam outras no lugar? – Fala a mulher, fazendo um leve carinho com o polegar da mão esquerda no rosto do homem – Iremos conseguir livrar ela do que eu presumo ser uma maldição, confie em mim, ok? – Diz em um tom acolhedor

 

   - Ok. – Ele abre os braços e dá um abraço na esposa, logo depois se separando – Agora, acho que você devia ir indo procurar emprego né, tipo o caminhão chega amanhã com o meu material de costura e eu vou vend- A mulher fica na ponta dos pés e dá um selinho no marido.

 

   - Eu sei, mas acho que não tenha vagas por agora. De qualquer jeito você ainda pode vender roupas ou fazer doces por enquanto, mais ou menos até eu achar emprego. – Ela se retira do cômodo indo ver algo comestível que tivessem colocado em alguma mala.

 

   Ele olha mais uma vez para o filho dormindo para depois ir ao quarto da gêmea mais velha, tinha que ver se ela já estava acordada para trocar os curativos dela.

 

   [...]

 

   - Aí Thompson, trouxe os lanches? – O gordo que tinha vários salgadinhos colocados pelo corpo com fita adesiva fez um positivo com a mão – Isso! Eu trouxe as bebidas! – Diz a ruiva animada.

 

   - Aee Wendy! Conseguiu convencer a de maior vir com a gente! – Falou Lee, que agora estava com suas mechas loiras descabeladas.

 

   - É difícil fazer ela sair com a gente! – Fala Nate olhando a menor de cabelos castanhos

 

   - Ser adulta não é tão simples, ok? – Helena finge uma cara emburrada, mas depois volta a esboçar um sorriso bobo no rosto.

 

   - “ Ser adulta não é tão simples “ Diz a mulher de trinta e dois anos – Fala Nate sendo sarcástico no fim da frase, já que Helena é apenas três anos mais velha que eles, pelo menos foi o que Bill disse.

 

   - Ta, tá a gente vai ficar somente conversando ou vamos entrar logo lá dentro?! – Diz a morena

 

   Wendy anda até Tambry e arranca o celular garota de suas mãos – Me devolve! – Diz a de cabelos roxos.

 

   - Talvez mais tarde. – A ruiva piscando o olho direito para a menor, a ruiva desliga o celular mas sem antes perceber que ele estava aberto num chat escrito “Robbie S2”. Ela guarda o celular no bolso da frente da calça para garantir que a outra não pegue ele – Agora, vamos! -

 

   Os jovens adentram a caverna, todos tirando Helena já estavam acostumados com a paisagem do local. A caverna tinha no meio das pedras cristais azuladas que iluminavam o caminho com um brilho azul, também continha alguns cogumelos aqui e ali e de vez em quando algum morcego aparecia. Quando finalmente chegaram no lago a primeira coisa que ouviram foram os passos rápidos da corrida de Lee e Nate, que se jogaram no lago com roupas e tudo. Os adolescentes e a adulta riram da pressa deles, bem menos a Tambry que estava emburrado por ficar sem o celular.

 

   A ruiva assim que parou de rir deu um sorriso competitivo, ela retirou seus sapatos, blusa e calça revelando estar de maiô por baixo da roupa. Tambry vê uma oportunidade e já pega o celular de volta, enquanto isso Wendy corre para o lago fazendo uma “ bola de canhão” se lançando no lago.

 

   - Minha vez! – Helena solta a mochila que carregava no chão, e depois tira a roupa que havia colocado antes de sair, revelando usar um biquíni azul comprado alguns dias atrás. Ela corre e se joga na água gritando um “UHUUU” ao cair na água.

 

   A maior parte da noite dos adolescentes foi isso, nadar, jogar conversa fora, tacar merda no ventilador, descolar os salgadinhos do corpo de Thompson e comer e também conseguir jogar a Tambry na água, a obrigando a participar da festa. Quando já eram quase quatro da manhã eles terminaram já haviam guardado tudo,  e estavam saindo da caverna tendo: Uma Tambry usando o celular depois de secar as mãos, um Thompson com uma toalha nos ombros, segurando uma sacola de pano com os lixos dentro da sacola enquanto conversa com Nate e Lee, que tremiam de frio por conta de que suas roupas estavam molhadas. Um pouco mais para trás Helena e Wendy com toalhas amarradas no corpo rindo das experiencias da ruiva:

 

   - Ai meu pai disse “ Vocês deveriam saber fazer um arroz, vocês sempre queimam ele “ e a melhor parte – Ela dá uma pausa dramática, que fez a morena rir de nervosa pela curiosidade – Ele também queimou o arroz! -

 

   Helena começou a rir, na hora a única coisa que passou na cabeça dela foi “Se vai reclamar, faz melhor!”. A ruiva cora com a risada da amiga, a risada dela era gostosa de ouvir e contagiante, Wendy já havia notado isso desde a primeira que a ouviu.

 

   “ Deveria ser assim que Dipper se sentia, eu acho que o que é realmente difícil é se apaixonar por uma pessoa mais velha, Le “

 

   - Andem logo! A gente precisa ir rápido! – Fala Lee sentado junto a Natee naqueles ferros que tem atrás do carinho de golfe(Imagem circulando esses trecos nas notas finais), a adolescente e a mulher vão no banco da frente deixando Helena dirigir.

 

   A morena liga o carrinho e começa a dirigir pela floresta na direção da casa de Wendy já que é a mais próxima, o grupo conversava animado até o papo ser cortado por Thompson:

 

   - O Le dá para ir mais rápido? Essa merda ta apertada, e eu quero sair rápido daqui! – Diz, e realmente estava apertado já que ficou em um espaço vazio atrás dos bancos.

 

   - Claro! Nate, Lee segurem mais forte nos ferros! – Os garotos fizeram isso e Helena acelerou, fazendo o carro pular quando passava em cima de uma raiz ou pedra, mas nada que atrapalhasse alguém ali presente.

 

    " Eu deveria sair mais vezes, acho que o Bill está errado sobre a vida humana ser totalmente chata." 

  


Notas Finais




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