História Consequências de uma noite - Capítulo 18


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Kim Seokjin (Jin), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Bangtan Boys, Bts, Drama, Imagine, Jimin, Jin, Min Yoongi, Park Jimin, Romance, Suga, Você
Visualizações 66
Palavras 2.852
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa leitura meus amores e desculpem os erros ^^

Capítulo 18 - Ameaça.


"Depois que caminhos se cruzam não é fácil deixar partir..."


Eu e Gisela tomamos não um, mas vários drinks, eu sabia que não podia, mas precisava, fugir um pouco da realidade me trazia paz. Quando terminamos dançamos bastante, até que me senti enjoada, eu não sentia náuseas à semanas, infelizmente parece que elas haviam voltado pra tirar minha boa vontade de comer.

- Gisela, eu preciso sair, vou ao banheiro - falei apoiando a mão no ombro da mesmo após sentir a visão embaçar.

- Tá tudo bem? Quer que eu te acompanhe? - perguntou preocupada

- Por favor - respondi após segurar sua mão. Nos direcionamos ao banheiro do local e ficamos lá por um tempo.

- Tem certeza que não quer vomitar? - perguntou pela segunda vez.

- Sim, já passou, deve ter sido pelas pessoas, eu geralmente me sinto assim em meio à tanta gente. Vamos? - estendi minha mão à ela, sentindo a da mesma me tocar gélida e trêmula. - Porquê está tremendo Gisela? 

- O que? N-não estou tremendo, é, eu tenho problema de nervos e minhas mãos estão sempre assim - sorriu sem tímida

- Ah, entendi - respondi, e saímos do local.

- Amor, estava te procurando - Jimin correu em minha direção, beijando - me rapidamente - Onde estava?

- Só fui ao banheiro Jimin - sorri sem jeito - Quero te apresentar minha colega, Jimin essa é Gisela, Gisela, esse é meu marido, Jimin. - um silêncio estranho pairou entre nós três, não entendi o porque, e me senti desconfortável com o olhar indecifrável de Gisela à Jimin. 

- Prazer em conhecê - la Gisela - Jimin falou quebrando o silêncio, estendendo à mão para a moça ao meu lado.

- Igualmente, Jimin - respondeu sem desgrudar o olhar do mesmo.

- É, Jimin, o que queria? - perguntei cortando a barra dos dois, seja lá o que fosse, era bom cortar pela raiz.

- Daqui a pouco é nossa valsa, e eu preciso de você do meu lado, quero passar cada minuto dessa festa com você, e com meu filho - disse acariciando minha barriga, me fazendo corar.

- Ora não faça isso em público, sabe que não pode - sorri sem graça. - Depois nos vemos Gisela, aproveite a festa.

- Até mais - se despediu, por fim se afastando.

- Mas o que foi aquilo? - perguntei 

- Aquilo o que? - perguntou tomando um gole da bebida que estava em sua mão, sorrindo logo depois me irritando.

- Esquece - revirei os olhos 

- Eu nunca a vi se é isso que quer saber, não a conheço e não sei porque ela me olhou daquela forma, e mesmo que eu já a conhecesse - aproximou o rosto de meu ouvido - eu só tenho olhos pra você - encerrou com um selar em minha bochecha após visualizar meu sorriso bobo - Agora vamos, é a nossa dança - finalizou levando - me para o meio do salão. As pessoas fizeram um círculo, ansiosos para ver a tão esperada dança, a qual eu nem sabia por onde começar.

Jimin segurou minha mão delicadamente e me conduziu até seu corpo coberto pelo terno macio, calmamente uma melodia doce tocou por todo o ambiente, eu não conhecia a música, mas ao observar a letra entendi perfeitamente o porque da escolha, a cada passo incerto dado por mim eu sentia o fervor nos olhos de Jimin, sentia sua paixão... suas mãos tocando minha cintura, seus olhos presos aos meus, as pessoas encantadas, era como um sonho, e eu não queria acordar. Ele delicadamente girou meu corpo e exatamente no refrão, desceu o mesmo para baixo segurando apenas minha cintura e encostando o rosto ao meu, sorrindo, retribui sendo puxada novamente, desferi um selar prolongado em seus lábios macios encostando o rosto em seu ombro logo após, ouvindo os aplausos.

- Eu não esperava por isso - sussurrou me fazendo sorrir e encará - lo

- Eu amo você, e sabe, me odeio um pouco por isso, mas o amor que eu sinto é maior que qualquer ódio, eu sei disso Jimin, e vou te provar, espero que você faça dos meus dias cinzas mais coloridos, espero que faça minha vida feliz, espero ser boa pra você - suspirei já lacrimejando - Quero que me faça esquecer de tudo que já passei, quero que me traga para a vida, e sei que você consegue, não pelo fato de você me amar, mas porque nossa amizade é maior que tudo isso, e porque eu te amo... - encerrei derramando algumas lágrimas, tanto de alegria como de tristeza, Jimin me beijou e desceu o meu corpo como da primeira vez, sem descolar de minha boca, os aplausos ecoaram alto pelo salão enorme, corei de imediato e sai de nosso casulo, segurando apenas sua mão. Saímos de onde estávamos e fomos para a mesa, uma música mais agitada começou a tocar e os convidados tomaram conta do lugar.

- Filha vocês estavam tão lindos dançando - minha mãe falou orgulhosa.

- Realmente, fiquei até com inveja, querida nós temos que casar - o Sr. Kwan disse olhando para minha mãe, fazendo - me rir com o comentário. Infelizmente senti mais uma daquelas tonturas na cabeça novamente e uma pontada na barriga, cessando o riso fazendo careta.

- Amor tá tudo bem? - Jimin perguntou preocupado, como sempre

- Só uma tontura, nada de mais - respondi sentindo a visão escurecer repetidamente.

- Vou pegar uma água, sogra cuida dela pra mim.


                         JIMIN ON

Me levantei da mesa indo na direção oposta da cozinha, procurando pela pessoa que eu sabia que tinha feito aquilo, não tardando para encontrar a mesma que de imediato relutou de todas as formas quando a puxei pra um canto isolado.

- O que foi que você fez Gisela? - perguntei tricando o maxilar a empurrando contra parede.

- Do que você tá falando Jimin? Eu não fiz nada, enlouqueceu? - respondeu confusa.

- O que você colocou na bebida da minha esposa? Eu sei quem te mandou aqui, é melhor ir falando.

- Eu já disse que não fiz nada - falou já com a respiração agitada.

- FALA LOGO ! - gritei socando a parede quase acertando seu rosto, sinceramente não era à intenção.

- Sun Hee pediu pra colocar remédio na bebida dela pra abortar o bebê. - respondeu nervosa fazendo meu sangue ferver, a respiração descompassar, os batimentos acelerarem - Mas eu não fiz - disse por fim me encarando - Se está preocupado pelas tonturas que ela está sentindo saiba que não tem nada haver com isso porque eu não fiz o que Sun Hee mandou, e não vou fazer - falou nervosa - Você tem que parar de ser tão impulsivo Jimin, sabe que eu jamais faria mal a alguém que você gosta, quando nos conhecemos eu te disse que podia confiar em mim, mesmo sabendo que não poderia ser sua melhor amiga e que eu não iria ser correspondida da mesma forma. - enxugou o rosto molhado pelas lágrimas de medo - Eu tô tão cansada, eu perdi tudo que eu tinha em Busan, eu nem sei mais o que fazer a não ser esse trabalho sujo, tô sem rumo, tá difícil, e quando eu contar pra aquela louca que não fiz o que ela queria eu nem sei o que vai ser de mim, porque pelo que percebi ela é capaz de tudo pra ter o que quer.

- Ela não vai te machucar, eu vou te ajudar, eu prometo - não pedi desculpas e apenas a abracei, eu nunca pedia, mas me condenei por tê - la tratado daquela forma, no fundo eu sabia que ela não era capaz - Continue agindo como se tivéssemos nos conhecido naquele momento, eu sei que somos próximos mas não quero que minha esposa saiba que menti.

- Está bem mas, e a Sun Hee?

- Me dá seu telefone - pedi recebendo o aparelho em seguida realizando a chamada.


CHAMADA

- Espero que já tenha feito

- Como sempre fracassando não é mesmo Sun Hee? Porque não desiste? - falei sarcástico.

- Inferno, o que é? Ah, já sabe? Vai me processar? Então, não ligo.

- Vou te matar vadia - retruquei apertando o pulso

- Ótimo, nem vou perder meu tempo falando onde fica minha casa, você sempe vinha aqui não é? - soprou - Jimin eu não tenho medo de você, faça o que quiser, talvez sua namoradinha se suicide quando perder o mini-demônio e a gente se encontre lá em baixo, se é que me entende - riu alto - Passar bem, e mais uma coisa, tô morrendo de saudades, tá difícil achar alguém que foda como você - desligou o celular, me dando a oportunidade de esmurrar a parede novamente.                   CHAMADA ENCERRADA


- Não deu certo mas fique calma, porque antes dela machucar você, eu machuco ela.


                        JIMIN OFF

- Mãe eu vou procurar o Jimin - soltei já impaciente

- Hã hã, nem pense - disse autoritária, claro que eu não me importei.

- Tchau mãe, volto quando o encontrar - levantei rápida, mas que porra de água era essa, ele foi buscar no Rio por acaso? Sai apressada, não me importando com as pessoas ao redor, esbarrando em alguém, virei - me pedindo desculpas.

- Senhor, sinto muito - falei de cabeça baixa

- Aceito as desculpas se me conceder uma dança - a voz mais que familiar chegou aos meus ouvidos como uma bala, assustando - me.

- Quem te convidou? Eu já disse que a gente não tem mais chance, porque continua insistindo? - retruquei passando a encarar Yoongi.

- Sua mãe me convidou, e minha intenção não era te implorar novamente, eu vim me divertir, conhecer garotas... - arqueei a sobrancelha o fazendo sorrir - Tá eu queria te ver vestida de noiva, porque eu quem deveria estar naquele altar - suspirou - Ora pare de me olhar e dance comigo - puxou - me para perto fazendo nossos rostos se encostarem um pouco, é, confesso que tive vontade de beijá - lo. - Quem está procurando? - sussurrou encostando a lateral do resto no meu, me dando acesso a seu ombro, onde descansei minha cabeça.

- Jimin, você o viu? - fechei os olhos, apreciando seu cheiro, ele estava me matando, ele sabia que eu amava aquele perfume.

- Quer mesmo saber? - desceu meu corpo, segurando minha cintura encostando o rosto perto do meu, como Jimin havia feito, mas... Era diferente, seus olhos, suas mãos, seu toque, os sentimentos... infelizmente eu ainda o amava... - Eu o vi com uma garota, muito bonita por sinal - puxou - me dando continuidade aos passos lentos no ritmo da música.

- Sério? Como ela era? - ironizei sentindo suas mãos me girando, parando após as mesmas me puxarem contra seu corpo, suspirei.

- Hum, alta, cabelo no ombro com franjinha, vestido azul... - disse despreocupado, arregalei os olhos.

- Eu preciso ir - me afastei indo em qualquer direção, não tardando a avistar os dois, indo até eles. - Me procurando? - falei séria

- Ai graças à Deus - senti o abraço de Jimin, retribui, ainda sem expressão, apenas encarando Gisela - A gente tava procurando você, sua mãe disse que você saiu sem dizer onde ia - respirei aliviada, estavam realmente atrás de mim - Tá se sentindo melhor? Parece eufórica, bebe a água - entregou - me uma garrafinha, não hesitei, meus nervos estavam à flor da pele.

- Gisela, obrigada por ajudá - lo - sorri a abraçando - Eu sei que não é seu trabalho mas você podia por favor falar pra se reunirem aqui? Vou jogar o buquê - assentiu e se retirou, não demorou pra que todas as mulheres estivesse reunidas, inclusive minha mãe, me afastei um pouco e me posicionei.

- 1... 2... 3 - lancei ansiosa, virando - me logo após. - AAAAAAAA MÃE - sorri aplaudindo sendo seguida por todos - Gente gente, eu e o Jimin já vamos - um "aaaaa" decepcionado ecoou por todo o local - Mas a festa é de vocês, aproveitem - fomos aplaudidos até a saída, entrando finalmente na limousine.

- Ótimo, agora posso ter você toda pra mim - Jimin sussurrou as últimas palavras em meu ouvido, fazendo meu corpo arrepiar.

- Ah Jimin, não quero ficar molhada aqui - falei rouca, tomando seus lábios em seguida. Graças à meu bom pai o motorista percebeu nossa pressa e tratou de acelerar para o hotel, não tardando para chegar no mesmo.

- Espere - disse repentinamente quando o veículo parou em frente ao edifício luxuoso - Feche os olhos - o obedeci sentindo os mesmo serem cobertos por um tecido macio, me impossibilitando de enxergar - Confie em mim, segure minha mão - senti seus dedos apertarem minhas mãos gélidas, as mesmas tremiam, calmamente ele me desceu do veículo e me conduziu para o local, percebi que pegamos o elevador.

- Estou nervosa - falei sorrindo após sentir seu beijo calmo em minha testa.

- Não fique - depois de um tempo ouvi as portas abrirem e então senti minhas mãos serem apertadas por Jimin, soltando - as depois.

Seus dedos foram de encontro à venda amarrada sob meus olhos, respirei fundo após sentir a mesmo deslizar delicadamente por meu rosto, subi minhas pálpebras e sorri ao me deparar com o local repleto de pétalas vermelhas por todo o piso, a enorme cama redonda continha nossos nomes em cima, as enormes janelas de vidro davam à visão do mar completamente apagado pela escuridão encantadora, sorri.

- Faça - me sua - o beijei sendo retribuída com verocidade, suas mãos agarraram meu corpo e me tiraram do chão, me pondo prontamente de joelhos sob os tecidos macios da cama, seus beijos se aprofundaram ainda mais e foram descendo sobre minha pele à amostra, senti sua boca tocar meu pescoço e morder o mesmo, me fazendo arfar, seus dedos passaram a desamarrar o vestido o arrancando completamente de mim ficando coberto apenas minhas partes pela renda delicada da langerie, suas mordidas desceram por meus seios e pararam em minhas entranhas quando ele as trocou por beijos calmos, segurei seus cabelos sentindo o prazer na espinha, seus dedos passaram a me acariciar por cima da renda fazendo - me gemer seu nome.

- Jimin, hum, i-isso, ah - fechei os olhos deixando a sensação tomar conta de mim quando senti seus lábios puxarem minha calcinha, sorri com luxúria.

- Tão molhada - falou rouco, ah ele estava me deixando louca. 

- Isso Jimin, não para - gemi baixo após sua boca se chocar contra minha intimidade encharcada, seus dedos me penetraram depois de um tempo, e repleta por toda luxúria me desfiz em um leve orgasmo em sua boca.

- Deliciosa - lambeu os dedos subindo o rosto em minha direção em seguida, bijando - me, após cessar o mesmo mordi o lóbulo de sua orelha e fiquei por cima rebolando sobre seu membro rígido, arfamos com a sensação, comecei a desabotoar seu terno e o joguei no chão tendo a vista de seu abdômen definido, passei a beijar cada parte dele e a lamber cada mamilo ouvindo seus suspiros, desci os beijos até suas partes e desabotoei sua calça a jogando junto das outras peças, passei a acariciar seu membro por cima da cueca e a dar delicados beijos no mesmo, deslizei a peça por suas pernas grossas e visualizei seu pênis cheio de vida saltar pulssante pra fora, o segurei nas mãos e comecei a dar a devida atenção à ele o beijando e lambendo, enfiando o mesmo na boca depois de ver que Jimin se contorcia de prazer, não demorou muito pra seu mel ser despejado em minha boca, engoli.

Jimin retirou meu sutiã e passou a ficar por cima, enfiando seu pênis de uma vez dentro de mim, gemi, seus movimentos aceleraram e a cada estocada eu sentia o prazer do sexo que nunca tinha tido.

- Jimin daddy... hum, você é tão bom - gemi encarando seus olhos, ah menino, esse olhar me causava arrepios.

- Ah Baby Girl você vai me deixar louco desse jeito, isso... geme... ah...- mordeu o lábio - fica de quatro pra mim - obedeci - Tão linda - sussurrou dando um tapa em minha bunda me penetrando novamente - Isso rebola - me pegou pela cintura ainda sem sair de dentro de mim me colocando de joelhos, beijando - me, arfei sentindo seu cheiro, segurei seus cabelos sentindo meu corpo vibrar.

- Jimin-aaahh - me contorci com a sensação do orgasmo - D-daddy

- Isso se desfaz em mim, huumm, boa garota - disse, minutos depois ouvi o rugido de Jimin ecoar por todo o local sentido seu líquido ser despejado dentro de mim. 

Caímos sobre a cama com os corpos suados, as respirações descompassadas eram audíveis por todo o quarto, virei meu rosto em sua direção já o encontrando olhando para mim, corei, ele sorriu e passou a coberta grossa sobre nossos corpos despidos, suas mãos passaram a acariciar minhas madeixas.

- Eu amo você - sussurrei e passei a fazer o mesmo em seus cabelos suados.

- Eu também amo você - sorriu fazendo seu eye - smile, o beijei - Espero te fazer feliz pelo resto de nossas vidas.

- Eu também meu amor, eu também - respondi



Notas Finais


Como vocês estão? Bem? Espero que sim, gente quero falar uma coisa, talvez eu delete a história, se eu o fizer explico pra vocês o porque, mas quero saber de vocês se estão cansados dela ou se querem que eu continue, preciso muito de vocês agora, estou sem motivação, ah se tiver ficado sem sentido é porque eu escrevi mais com a cabeça na lua do que na terra, sorry T_T.
MAS FALANDO DO CAPÍTULO
VOCÊS DEVEM TER SE PERGUNTANDO PORQUE A MÃE DELA CONVIDOU O YOONGI, ESTRANHO NÉ? SERÁ QUE ELA TAMBÉM ERA CONTRA O CASAMENTO DOS DOIS MESMO ELA TENDO PROPOSTO A CERIMÔNIA? SERÁ QUE ELA VAI CONTAR PRO YOONGI QUE O FILHO NÃO É DO JIMIN? OLHA EU NÃO CONFIO NA MÃE DELA E VOCÊS? E A GISELA? SERÁ QUE ELA REALMENTE ESTÁ FALANDO A VERDADE? POR QUANTO TEMPO ELA VAI FICAR INCOBRINDO O JIMIN? E O YOONGI, SERÁ MESMO QUE DESISTIU FÁCIL? HUM NÃO SEI, BOA NOITE/ BOA MADRUGADA/BOM DIA E BOA TARDE PRA VOCÊS KKKKK
Beijo LOL ^_^


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