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História Constance School - Capítulo 12


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Notas do Autor


Perdão o sumiço... ainda estou doente, só passando de médico em médico, mas parece que esse tratamento de agora vai dar certo hehe espero :3

🐼 Não sei o que dizer desse capítulo, tô me sentindo meio travada e insegura na escrita... mas espero que vocês curtam.

Ps: Vcs viram essa nova capa maravilhosa que ganhamos? Tô apaixonada!!! Nada mais justo para comemorar os 40 favoritos ❤️

Boa leitura a todos.

Capítulo 12 - Planos e beijos?


Fanfic / Fanfiction Constance School - Capítulo 12 - Planos e beijos?

SASUKE UCHIHA ON

Sakura e eu havíamos passado o restante do dia, trancados na minha suíte (não do jeito que gostaria, mas enfim) jogados no sofá, bolando algum jeito de extinguir a yamanaka socialmente e de quebra arranjar uma maneira de estragar o romancezinho do mais novo casal apaixonado do Upper East Side. Descobrimos que éramos muitos produtivos quando se tratava de armar planos juntos para ferrar os outros. Nesse instante a rosada que estava deitada preguiçosamente no meu sofá, levanta e se senta abruptamente no mesmo chamando a minha atenção para suas grandes esmeraldas.

Sakura – Sabe... até que passar esse tempo com você não está sendo tão insuportável, Uchiha. – diz me fitando enquanto enrolava o cabelo e dava um sorriso aberto, dando um gole na garrafa de uísque que estava em suas mãos.

Sasuke – Tirou as palavras da minha boca, Haruno, deveríamos passar mais tempo planejando planos malignos para acabar com os outros. – digo divertido me levantando e sentando de frente pra ela no sofá, pegando a garrafa de suas mãos e dando uma generosa goleada acabando com o restante do líquido transparente. – Separados somos bons, mas juntos somos imbatíveis. – digo convencido.

Sakura – Realmente – ri divertida, porém, quando vê a garrafa vazia me fita chateada – Oh... não acredito, você acabou com tudo, Sasuke mal, muito mal. – diz emburrada com os braços cruzados.

Sorri vendo aquela cena, Sakura desse jeito estava parecendo uma criança fazendo birra por causa que os pais não fizeram o que ela gostaria, ela provavelmente foi esse tipo de criança na infância, devia fazer chantagem emocional com dona Haruto para que ela fizesse todas as suas vontades.

Sasuke – Você já bebeu demais, Haruno. – digo advertindo, dando de ombros.

Sakura – E quem você é pra me dizer o quanto posso beber ou não? – questiona insolente se levantando e olhando ao redor atrás de uma garrafa de bebida.

Sasuke – Tsc, irritante. – digo. 

Bufo frustrado.

Me levanto e sigo o olhar da rosada que ia diretamente para meu frigobar, ela sorri vitoriosa e vai à direção do mesmo cambaleante quando abre pega uma garrafa de uísque e tenta abri-la, mas antes que pudesse realizar o ato, pego da sua pequena mão e levanto no ar, deixando em uma altura que ela não alcançasse.

Sakura – Devolve, Uchiha maldito. – diz ficando na ponta dos pés.

Sasuke – Já disse Sakura, você já bebeu demais. – digo.

Sakura – E o que te importa? – bufa.

Sasuke – Não quero você vomitando no meu assoalho caríssimo. – respondo dando de ombros.

Sakura – Não se preocupe Uchiha, não irei, agora me deixa beber isso em paz. – tenta mais uma vez pegar a garrafa das minhas mãos.

Sasuke – Por que quer tanto beber isso? Você não é de encher a cara Haruno. – questiono com a sobrancelha arqueada.

Sakura – Não é da sua conta. – diz ríspida. – Agora me devolve! – vocifera.

Sasuke – Que pena – digo fazendo uma cara de tristeza fingida – Iria devolver se me contasse o motivo.

Ela para de levantar os pés descalços e me fita curiosa, provavelmente procurando algum sinal de mentira nos meus olhos, mas quando não enxerga abaixa o olhar.

Sakura – Você sabe o porquê. – diz voz falha e abatida.

E era verdade, eu a conhecia muito bem, sabia o porquê dela estar descontando tudo na bebida, foi o jeito que ela arranjou para tentar esquecer por algum tempo a traição de Naruto, ela ainda não tinha tido um momento de sentir a dor de verdade, não é legal descobrir que foi traído, ainda mais duas vezes e pelas pessoas que ela mais amava na vida, apesar de Sakura demonstrar ser indiferente muitas vezes na presença dos outros, ela era a pessoa mais sensível que já conheci, por trás de toda essa pose de rainha do mundo que não se deixa abalar por nada e nem ninguém, ela estava sofrendo com toda essa situação e somente por isso iria lhe devolver a garrafa que estava em minhas mãos, ela realmente precisava se distrair.

Se fosse outra pessoa talvez não me importasse, mas com Sakura era diferente, sempre foi, me importava com ela de verdade, era estranho vê-la sem a sua muralha de escudos que a protegiam de tudo e todos. Ela estava se permitindo sentir a dor do coração partido e sabia que assim como para mim, aquilo era muito difícil para ela.

Quando entreguei a garrafa em suas mãos, ela me olhou desconfiada, com um sinal de interrogação na cara com uma das sobrancelhas arqueadas me fitando com curiosidade. Ignorei e voltei a me jogar no sofá de qualquer jeito, se fosse para ela encher a cara que fosse pelo menos em um lugar seguro, sinto o assento ao meu lado ser preenchido pelo corpo pequeno de Sakura que apontava a garrafa na minha direção em um pedido silencioso para que abrisse a mesma. Olho para ela curioso, levanto uma sobrancelha e sorrio de lado sugestivo.

Sasuke – Qual a palavra mágica? – pergunto sarcástico.

Sakura – Abre logo, cretino. – diz impaciente.

Sasuke – Vou ter que falar para Dona Mebuki que você não está usando a educação que ela lhe deu. – bufo.

Ela me da língua, reviro os olhos e pego a garrafa de suas mãos, abrindo a mesma imediatamente, dou uma goleada, sinto o líquido esquentar todo o meu corpo por dentro e devolvo para a Haruno. Observo a mesma sentada, ela estava vestindo um short curto e uma blusa preta de renda.

Sasuke – Sabe...se você quiser conversar sobre isso...posso te ouvir. – digo dando de ombros a olhando sério para que ela sentisse verdade em minhas palavras.

Não era a pessoa mais aconselhável para ela se abrir, não sabia nada sobre esses problemas de relacionamentos, nunca nem tinha tido um de verdade, mas ao menos poderia lhe ouvir.

Sakura – Nunca pensei que passaria por isso, ser traída pelos dois, sou uma idiota – ri sem graça. – Deveria ter percebido algo, apesar seu tentar de tudo pra dar certo com Naruto ele nem se empenha. – diz bebendo mais do líquido.

Sasuke – Você tá longe de ser idiota Haruno, eles que vacilaram. Você confiou neles, isso não é errado, errado foi eles terem a quebrado sua confiança dessa maneira.

Sakura – Isso é um saco e as coisas estão complicadas, proibi naruto de falar com ela, mas ainda fico receosa, me preocupando com o fato de Naruto acabar voltando a me trair com ela ou com qualquer outra. – desabafa.

Sasuke – Então, por que não termina? Quer continuar em um relacionamento desses? – pergunto pegando a garrafa de sua mão e bebendo.

Sakura – Eu o amo e queria que déssemos certo, por isso continuo tentando. Apesar de ultimamente todos os meus esforços estarem sendo em vão. E pior ele nem se importa.– diz cabisbaixa encostando a cabeça no meu ombro.

Sasuke – Hm. – fixo o olhar em um ponto fixo a minha frente para não fita-la.

Sakura – Será que sou tão difícil de se amar verdadeiramente, Sasuke? – pergunta tristonha. 

Sasuke – Nunca foi. – digo desviando meus olhos para o encontro dos seus e os encarando por mais tempo que gostaria.

 Seus olhos sempre foram como ímãs, atraindo os meus e os prendendo. 

Ela abraça meu braço direito com força e fica em silêncio apreciando o momento.

Sakura – Quem diria que teria esse tipo de conversa com você Uchiha e que você me ouviria sem fazer alguma piadinha estúpida. – ri internamente.

Sasuke – Também estou surpreso, a vida gosta de pregar peças, Haruno, sei bem disso... – digo.

Sakura – Seja franco Uchiha, alguma garota já conseguiu penetrar em sua fortaleza impenetrável e conquistar seu coração que, no fundo, sei que você tem? – pergunta curiosa me fitando com os olhos brilhando.

Me mexo desconfortável com seu olhar sobre mim, observando cada movimento meu, ansiando por uma resposta.

Tinha uma, sempre teve, mas nunca diria isso a ela, pois, nunca poderia fazê-la feliz como ela se merecia. Por isso precisava me contentar com as outras e tentar achar uma que pudesse me fazer esquecer o que sinto por ela, a verdade é que não gosto de me envolver sentimentalmente com ninguém, a sensação de ficar vulnerável não me agradava, talvez seja apenas um covarde e tenha medo de amar e ser correspondido. 

Sasuke – Talvez. – digo dando mais um gole para limpar a garganta que estava seca. 

Sakura arregala os olhos e sorri.

Sakura – QUEM? – pergunta – E pelo amor de Deus não me diga que foi uma prostituta tailandesa. – sorri sarcástica.

Olho para ela incrédulo e sorrio com seu comentário.

Sasuke – Poderia ser – sorrio e ela me dá um tapa no peito – Mas, o assunto era você e seu chifre. – digo divertido e ela fecha a cara me murrando agora no braço.

Cara, ela bate forte demais para uma garota tão pequena.

Sakura – Babaca! – bufa enraivecida.

Sasuke – Como se você já não soubesse disso. – dou de ombros e ela revira os olhos.

Sakura – É que às vezes me esqueço. – diz rindo.

Era bom vê-la tão leve e radiante, talvez devesse deixá-la beber mais e vezes para que ela curtisse mais a vida.

(...)

Eram umas 3:00 da manhã, Sakura provavelmente já estava completamente bêbada, secamos aquela garrafa de uísque toda, observei a haruno intensamente de canto de olho, ela estava deitada em meu peito, descontraída, rindo para o vento, não costumava vê-la dessa maneira, geralmente a rosada sempre estava com o semblante preocupado que algo fugisse de seu controle, mas hoje ela estava radiante, leve e sem qualquer preocupação com o amanhã, apesar de seus cabelos estarem todos desgrenhados ela estava muito mais bonita que o habitual, não conseguia parar de olhá-la encantado com esse seu lado.

Sasuke – Sei de uma forma que pode fazer você se sentir um pouco melhor sobre a traição. – digo e ela me encara.

Sakura – O que? – pergunta desconfiada, com a testa franzida e o olhar confuso.

Sasuke – Ficando comigo. – digo e ela faz uma careta. – Vocês ficariam quites, ele beijou sua melhor amiga, você beija o melhor amigo dele. Simples. – digo com um sorrido de canto.

É, talvez quisesse tirar uma casquinha, mas se nunca poderia estar junto dela oficialmente porque não arriscar, não é mesmo? Tinha essa curiosidade, precisava sentir seu gosto ao menos uma vez.

E talvez também estivesse mais bêbado que o imaginado, quem liga?  

Sakura – Ah, você não se beneficiária nada com isso, não é Uchiha? – pergunta retoricamente, revirando os olhos verdes.

Sasuke – Talvez, mas como sou seu amigo, deixo você me usar na sua vingança a vontade, Haruno. – sorrio com segundas intenções. – Aliás, nem vou me importar, tudo pelo seu bem. – digo cafajeste.

Sakura estava com a mão no queixo, parecia pensar um pouco no assunto, às vezes, franzia a sua testa, como se estivesse tendo uma guerra interna sem saber o que deveria fazer, eu tinha falado aquilo sem quaisquer esperanças, não creio que ela realmente estava cogitando sobre aquela possibilidade.

Sakura – Até que sua ideia faz sentido, talvez me sinta realmente melhor. – diz apoiando os cotovelos no meu peito e subindo o rosto para me encarar, arregalei os olhos, surpreso com suas palavras.

Isso era um sim? Não, impossível, ela não teria essa coragem ou teria?

Sasuke – Sério? – questiono desconfiado. – Não vai chutar minhas bolas de novo? – pergunto lembrando da cena dela chutando minhas partes baixas algumas semanas atrás.

Sakura não diz nada, sorri e se aproxima lentamente de mim, encosta seu nariz no meu delicadamente, me encara intensamente e em seguida fecha os olhos acabando com o restante da distância que nos separava, prendo a respiração, nervoso, sem qualquer reação além de observar seus movimentos, quando sinto seu lábio encostar nos meus, entreabro a boca dando passagem para a mesma adentrar com sua língua, depois de uns segundos me permito relaxar, a olho mais uma vez, fecho os meus olhos e começo a degustar melhor todas as sensações que seu beijo me causava.

Era quente, delicado e, o mesmo tempo feroz.

Intensifico o beijo, a trazendo para mais perto de mim, colando os nossos corpos um, no outro, sua língua era quente, sugava meus lábios com força e às vezes me dava umas mordidinhas leves no lábio inferior, aperto a sua cintura e a vejo soltar um suspiro entre o beijo. Tentava aproveitar ao máximo, explorando cada canto de sua boca, até que Sakura se afasta ofegante em busca de ar para respirar.

Sakura – É... me sinto um pouco melhor e menos estúpida. – diz se aconchegando direito em meu peito, fazendo seu cheiro doce preencher minhas narinas me acordando do transe em que estava.

Tinha ficado completamente sem reação, estático, não acreditava que ela tinha realmente me beijado, só podíamos mesmos estarmos bêbados. O pior era que gostaria de ter continuado a beijá-la, poderia fazer aquilo para sempre e não me cansaria, mas sabia que isso não ia acontecer.

Desço meu olhar para baixo e a observo, a rosada havia adormecido no meu peito, me abraçando, devia estar cansada, já era tarde, a seguro seu corpo em meu colo com delicadeza e a ponho em minha cama, olho mais uma vez em seu rosto e lhe dou um leve selinho e em seguida um beijo em sua testa.

Vou em direção a varanda e acendo um cigarro, prendo a fumaça  depois a solto, observando o a fumaça subir sob a noite escura, aprecio a brisa de vento no meu rosto, fecho os olhos e começo a pensar nos acontecimentos de agora pouco, vasculhando em minha memória o dia em que percebi que realmente gostava de Sakura, mais do que uma forma amiga.


Flashback

Era um verão atípico, estava na casa de praia da nossa família, nos Hamptons, sempre ficávamos lá nessa estação após o início das férias escolares, naquele dia estava tendo mais um daqueles “brunchs” chatos em homenagem ao meu pai. Tinha uns 14/15 anos, não lembro bem, naquele tempo não era um perdido ainda, mas estava quase, começando o auge da minha rebeldia, lembro-me de estar muito emburrado porque meu pai havia feito questão de dizer a todos o quão meu irmão era melhor que eu em tudo e que nunca chegaria ao seu nível mesmo que me empenha-se ao máximo. 

Desde pequeno desenhava para me distrair, era como uma fuga do mundo real, e da minha família, dos problemas com meu pai, apesar de ter abandonado aquele hobbie com o tempo por pressão do mesmo, naquele verão estava muito inspirado, havia pintado vários quadros e até pregado algumas peças nas paredes da casa de praia, algumas pessoas que estavam no evento paravam para observar curiosas e até mesmo me elogiavam pelo trabalho. Porém, como nada era bom e o suficiente para o meu “amado” pai, ele não perderia a oportunidade de me atazanar e humilhar em público. 

Fugaku – Era o que me faltava, você perder seu tempo com essas futilidades, deveria focar em coisas importantes e úteis como seu irmão faz e ainda por cima são uma porcaria – diz apontando para o quadro de rosas que estava em sua frente – Se for inventar de fazer algo, faça bem feito e não suje o nome dos Uchiha. – diz ríspido saindo e me deixando sozinho.

Naquele tempo aquilo havia me magoado muito, hoje em dia não me afeto mais com os seus grotescos comentários, tinha inventado um tipo de botão de escape, onde bloqueava as coisas ruins que ele me falava, mas naquele tempo ainda tinha esperanças de que poderia chegar a agradá-lo de alguma maneira, por isso ainda me empenhava pra isso. Estava encostado na parede de cabeça baixa fitando os meus sapatos sociais no chão, quando Sakura se aproximou sorrateiramente de mim.

Sakura – Não liga para ele, seus quadros são lindos, aposto que seu pai não entende nada de arte mesmo. Gente velha adora dar palpite no que sequer entende. – diz dando de ombros.

Sasuke – Talvez ele esteja certo e não seja lá essas coisas mesmo. – digo pegando o quadro da parede  e o fitando com ódio. 

Sakura – Não seja bobo, Uchiha. – pega o quadro de minha mão, me causando um leve choque pelo seu contato repentino na minha pele e depois o devolve para a parede – Acredite mais em você, se disse que são bons é porque realmente são, não iria te elogiar se não fosse. – diz confiante, jogando o cabelo para trás. 

Sasuke – Hm. – digo.

Observo a mesma, ela realmente não era do tipo que mentia para agradar alguém, era sincera até demais, o que muitas vezes acabava magoando um ou outro que não estava acostumado com suas diretas. Sakura estava vestindo um vestido rosado com alças, um pouco mais claro que seu cabelo que estava solto, o cumprimento ia até as suas coxas, usava uma meia calça italiana branca e uma sandália de salto alto. Era seu visual típico, gosta do mesmo, principalmente do seu perfume doce de rosas. 

Sakura – Aliás, você poderia me desenhar, né? – diz com os olhos verdes brilhando.

 Fitei intensamente seus olhos claros, eram tão grandes e bonitos, chamam muito a atenção nela, não tanto quanto o cabelo, mas ainda sim se aproximavam, foi a partir desse momento em que suas orbes começaram a me atrair instantaneamente, como se fossem uma espécie de ímãs.

Sasuke – Você é bem folgada. – digo, levantando uma das sobrancelhas.

Sakura – Você se acostuma. – da de ombros. – Além do mais, não há  nada para de fazer aqui, estou entediada, vamos me desenhe. Juro que serei a melhor modelo que você poderia ter. – diz empolgada me chacoalhando de um lado para o outro.

Sasuke – Tá, tá, vamos logo irritante. – digo a puxando pelas mãos para que ela me seguisse em direção ao jardim. 

Aquela sua atitude me animou naquele momento, fez com que me sentisse menos um estorvo, que talvez meu pai estivesse errado e eu tivesse mesmo talento já que a rosada havia me dito. Foi a primeira vez que acreditei mais em outra pessoa do que em meu pai, e aquilo ficou registrado para sempre na minha memória. Passamos o restante do dia com ela fazendo poses e eu a desenhando ao ar livre, quando lhe entreguei os rabiscos ela me deu um beijo na bochecha envergonhada.

Sakura – Você é incrível. – diz sorrindo abertamente para mim.

Flasback

Foi nesse dia que comecei a sentir algo pela rosada, neguei veementemente aquele sentimento por saber que ela namorava meu melhor amigo, mas, apesar de ter se passado tanto tempo depois daquilo, aparentemente o sentimento ainda estava ali, só havia adormecido por um longo tempo, eu continuaria a guardá-lo no meu íntimo, somente para mim. 

Saio da varanda e volto para dentro do quarto, tomo um longo banho quente, visto um calça preta moletom e me deito ao lado de Sakura, admirando seu semblante calmo, observando o seu peito subir e descer lentamente, me aconchego e adormeço a abraçando enquanto ela usava meu peito de travesseiro. 


Notas Finais


Não sei dizer o que achei desse capítulo. Opiniões?


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