História Contanto que você me ame... - Capítulo 10


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Álcool, Amor, Brigas, Romance
Visualizações 69
Palavras 988
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Adolescente, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 10 - Nojo


- Meu Deus eu não consigo acreditar - falei para Mari a abraçando,  zedrik havia saido para resolver seus "negocios" como sempre.

- o que será que aconteceu para esse milagre vir a tona? - mariana perguntou 

- não sei, e sinceramente, não quero saber - falei pulando de alegria - estou muito feliz para pensar nisso agora, algo de errado com certeza tem, mas vou aproveitar esse milagre ao máximo - falei

- amiga? Quem deu essa surra no zedrik? Você sabe? - perguntou

- Alex - falei e sorri automaticamente ao lembrar do sorriso dele, realmente lindo. 

- hummm, não vou nem perguntar  mais nada - mariana gargalhou empurrando meu ombro de leve - esse sorrisinho ja denunciou tudo.

- você tá maluca - ri 

- vai me dizer que essa surra que ele levou nao foi resultado de ciúmes, desse tal de Alex ai? - ela perguntou, mariana as vezes me assustava com suas deduções mais que corretas.

- depois te conto tudo - sorri - mas antes precisamos conversar sobre aquele assunto - falei ficando seria.

- você ainda pretende fazer? Quer dizer, zedrik te deixou livre não é? Ao menos em partes

- claro que pretendo Mari, zedrik é maluco, tanto faz esta nesse bom humor, quanto enloquecer e querer me prender aqui de novo. Além do que minha intuição me diz que algo zedrik esta tramando, depois de 5 anos me mantendo presa aqui ele não iria me soltar a troco de nada. - falei enquanto mordia a unha do meu dedo indicador, pensativa.

- realmente, como você mesma disse, não só sua vida está em jogo como a de seus pais. É por uma causa nobre -Mari falava para si mesma como se tentasse justificar para ela mesma que estava me ajudando a fazer tal atrocidade para o bem, o meu bem e de meus pais, Mari é uma pessoa boa, não queria ter que mete-la nessa sujarada, mas ela era a única pessoa que podia me ajudar, a única em quem confio.

- claro que é por uma causa nobre Mari, nunca que pensaria em matar alguém sem motivos, zedrik merece da morte a pior - falei travando o maxilar de raiva ao lembrar do rosto dele, sorrindo enquanto fazia suas perversidades comigo. Chorei.

- eu sei amiga, eu sei - ela falou me abraçando.

- você já pensou em algo? - perguntei e ela assentiu com a cabeça.

- tenho um plano - Mari falou - mais temos que ser muito cautelosas, zedrik nao pode desconfiar que somos nós que estaremos fazendo nada contra ele - completou e eu assenti - mas depois te conto no que pensei.

- okay, melhor mesmo, agora vamos parar de falar desse idiota do zedrik, vamos falar de coisas boas, preciso sair, pra qualquer canto, sem zedrik ao meu lado como um guarda costas - falei me levantando e cadeira que antes estava - vamos ao parque comigo, preciso de ar livre - falei animada como nunca estive antes.

- pensei que fosse querer sair sozinha - Mari falou rindo e levantando da cadeira.


Me arrumei rapidamente, antes estava com roupas de dormir, apenas coloquei um vestido simples, sandálias, peguei minhas chaves de casa e do carro e abri o portão sentindo o vento bater no meu rosto, seu gosto doce na minha boca, gosto de liberdade, fazia tempo que nao sentia isso, felicidade em sair de casa, me sentia muito feliz. Mariana apareceu na porta a fechando e vindo até mim que estava no portão da casa olhando para tudo ao meu redor com outros olhos.

- você ta feliz nao ta? - Mari perguntou 

- como nunca estive antes - respondo, logo fomos em direção ao carro destino ao parque, o primeiro lugar que pensei em ir agora, livre.

[....]

Onde você está? - maldita hora que atendi esse telefone, zedrik estava na linha

- no parque...com mariana - falei e escutei zedrik bufar

- volte agora! Já chega de rua por hoje - ela falou como se fosse meu pai, autoritário, eu apenas ri pelo nariz e desliguei o telefone.

- zedrik? - Mari perguntou 

- exatamente! - falei - ganhei a liberdade, mas não tão liberal assim - ri, na verdade ri para nao chorar.

Fomos até meu carro, ele não estava muito longe do lugar onde haviamos escolhido para ficar.

- pensa pelo lado bom amiga - Mari falou percebendo que eu estava triste - melhor assim que nada, como era antes, você presa 24 horas naquela casa, só saia se fosse com zedrik.

- obviamente. - falei

E o caminho inteiro dirigi pensando no tal Alex, meu coração chega a acelerar toda vez que lembro do toque da sua mão na minha. Ri ao pensar e Mari me olhou sorrindo.


- to te achando meio aérea - ela falou e eu sorri

- impressão sua amiga - falei, logo chegamos em casa, ao entrarmos damos de cara com zedrik sentando no sofá da sala enquanto assistia tv.

- assim que eu gosto - falou o mesmo para mim baixando o volume da tv, Mari foi direto para cozinha - sem demora, mandei...voltou.

- é ne, ou é isso ou Voce mata meus pais - falei, se nao fosse isso não voltaria mesmo, nunca mais, ele que tentasse me achar.

- quer dizer que se não falasse que iria matar seus pais você não estaria comigo nao é? - zedrik perguntou como se nao soubesse que essa era a verdade, achei melhor me calar.

- zedrik, vou subir, uma boa tarde para você - falei andando em direção às escadas que davam para meu quarto.

- espera ai, antes...venha aqui - ele falou batendo em seu colo para me sentar-se ali, fui até ele e sentei, fazer o que nao é mesmo.

Ele alisava todo meu corpo, minhas pernas, minha barriga, meus seios, seu toque me dava arrepios, não por esta gostando mas sim por sentir nojo, eu sentia um nojo imenso de zedrik, um nojo ao ponto de vomitar ali mesmo, um nojo como nunca tive de ninguém na vida.


Notas Finais


Continua segunda feira, bjooooo, falow.


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