História Contanto que você me ame... - Capítulo 5


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Álcool, Amor, Brigas, Romance
Visualizações 84
Palavras 723
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Adolescente, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Tá aí mais um capítulo galera, espero que gostem, esse capítulo vai ser bem calminho, so pra vocês conhecerem mais uma personagem da história mesmo, boa leitura.

Capítulo 5 - Mariana


Fanfic / Fanfiction Contanto que você me ame... - Capítulo 5 - Mariana

Recebi alta do hospital, ajeitei minhas coisas e fui em direção da recepção esperar por zedrik quee foi tirar seu carro do estacionamento, me sentei, não demorou um minuto zedrik estava de volta rodando a chave do carro no dedo indicador.

- vamos meu amor - falou me ajudando a levantar; tão carinhoso, quem ver assim até pensa ser um ótimo marido.

- nao preciso da sua ajuda - falei entredentes

- deixa de ser ignorante, sua puta, depois reclama quando a trato mal - falou apertando mais meu braço enquanto andávamos em direção do carro.

O caminho inteiro foi de um silêncio maravilhoso, não ouvir a voz desse idiota do zedrik foi ótimo, agora preciso pensar em como fazer pra me livrar de zedrik de uma vez por todas e ser livre novamente sem ter medo que ele faça nada com minha família, ele iria me pagar, iria me pagar por tudo que me fez esses 5 malditos anos.

- chegamos meu amor - falou descendo do carro, desci logo atrás.

- ótimo - falei entrando pelo portão dando de cara com mariana,  minha melhor amiga que também trabalhava na casa, a única pessoa que me fazia segurar a Barra de toda essa maluqice.

- Julie, eu estava preocupada - ela falou vindo me abraçar. 

- deixa de frescura e vem me ajudar a pegar as coisas no carro sua idiota - zedrik falou para  mariana dando as costas para mesma que deu língua para ele, eu rir, só ela mesmo pra me fazer rir agora.

- do que você está rindo - zedrik perguntou

- de nada - falei - vou entrar, estou cansada, mariana? Vai no meu quarto depois por favor.

- claro - ela falou, dei as costas e caminhei até meu quarto, o lugar que deveria ser aconchegante para mim, mas não era.

- ooooi - Mariana falou entrando no quarto atrás de mim.

-mas já? - perguntei 

- o zedrik me mandou entrar para te ajudar - ela falou segurando em meu braço me ajudando a sentar na cama, eu ainda me sentia fraca - bipolar como sempre - ela completou.

- obrigado - me sentei - tudo doi.

- o que esse crápula fez com você em amiga? - Mariana falou sentando em minha frente, no dia em que tudo aconteceu ela nao estava em casa, estava de folga. Expliquei toda história a ela que ficou perplexa e com ódio de zedrik, mais do que já sentia.

- eu o deio Mari, odeio com todas as minhas forças - falei chorando 

- queria muito poder te tirar dessa casa amiga, queria muito te ajudar - Mari falou e uma lágrima caiu dos seus olhos, logo ela estava chorando junto comigo.

- você pode me ajudar - falei enchugando minhas lagrimas - me ajuda a pensar em algo pra me livra do zedrik, de uma vez por todas

- como assim? Só se você o matar... - ela falou dando uma pausa e eu assenti com a cabeça 

- exatamente - falei - nao tem como me livrar dele o deixando vivo, ele viria atrás de mim, dos meus pais...

- okay - ela falou a respirou fundo completando - eu ajudo. - mas se nao der certo estamos fritas julie, você sabe que o zedrik é maluco - ela falou receosa.

- calma, vai dar certo, so precisamos pensar direitinho como fazer, você é a única pessoa que pode me ajudar com isso Mari - falei, ouvi passos em direção do quarto, zedrik se aproximava 

- olá, tudo bem por aqui? - ela falou com um ar debochado de sempre

- tudo ótimo - falei tentando ser debochada igual

- ah é...Eu...Vou indo, tenho a janta pra fazer, depois nos falamos dona Julie - Mari mantinha a postura em frente a zedrik, ele não sabia que éramos tão amigas como somos.

- pode ir - falei a ele saiu rapidamente.


O resto da tardezinha para noite foi de silêncio, ainda bem, não sei o que havia acontecido comigo, mas depois de perder meu filho por causa de zedrik eu mal aguentava ouvir sua voz, ou melhor, sabia o que estava acontecendo sim, como aguentar viver sobre o mesmo teto que um animal desses? Mesmo tendo perdido um filho dele, que levava a carga genética de zedrik, eu não queria tê-lo perdido, querendo ou nao era um filho meu, um pedacinho meu, não queria que tivesse acontecido o que aconteceu.






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