História Contextualizado: Safado (Hot Kim NamJoon) - Capítulo 2


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Visualizações 176
Palavras 2.929
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Vou fazer a correção depois, ok?

Boa leitura. I Love my Job.

Capítulo 2 - Contextualizando: Dominada


KIM NAMJOON


Fur Elise é uma obra de arte.


12 anos. 12 anos ao lado dessa garota e nunca tive coragem de me declarar. Por que, bem, o único motivo de continuar seguindo como um bobo uma garotinha mimada de derrubava meus livros e me chamava de quatro olhos era esse, o amor.


Acho que foi aquela coisa que eu li a alguns anos atrás... amor de olhos? Amor a longa distância? Ah! Lembrei, amor a primeira vista.


Quando eu vi aquela menininha zoiuda entrando na sala de aula com a cara inchada de tanto chorar e banguela, eu me apaixonei. Foi amor a longa distância, digo, primeiros olhos, não é... foi esse amor aí que você tá pensando mesmo.


Se eu não me engano ela passou umas 2 semanas assim até se acostumar com a escolinha. Era divertido ver ela dando escândalo. E agora estamos aqui, mesmo depois de 12 anos eu ainda a amo como se não fosse nada. Como se fosse a última vez. 


_Kim chato Namjoon!


Dei um sobressalto e percebi que estava encarando aqueles olhões de novo. Mais uma vez. Eu não me canso, não consigo.


_O Que!?


_ Tava me olhando com cara de peixe morto.


_Credo. Eca. Nojenta.


_ Esqueci que o burguês tem nojinho de peixe.


É inevitável. Eu olho um peixe e sinto vontade de vomitar. É escamoso e liso. É nojento.


_ Não sei como você consegue comer essa coisa escamoso e lisa, que nojo.


_Eu como coisa pior...


Ela de olhou com cara de luazinha do Kakao Talk, e eu infelizmente entendi. Posso não ter experiência prática, but, meus vídeos educativos são úteis.


_Eca. Nojenta. Sebosa. Porquinha roncronc


_Para de me xingar. Safado!


_Porquinha roncronc


Ela atirou a almofada em mim que agarrei e sorri. Ela me olhou com os olhos semicerrados enquanto entupida a boca de coxinha. Comida brasileira típica que ela ama e que sempre peço pro motorista ir do outro lado da cidade comprar.


A tarde estava passando e paramos de estudar, agora estamos, os dois, deitados na minha cama assistindo um filme legal. Ou quase isso. Ela tá atravessada em cima de mim e eu tô lutando pra tirar a mão dela da minha visão já que quero assistir, mas ela não tira. Odiou a minha escolha de filme.


_Tila a máo pepe (Tira a mão bebê)


Ela levantou num pulo e sentou na minha frente. As ações a seguir foram completamente vergonhosas.


_ Aunwwww que fofinho, tão pitico. Que safado fofinhooo , é mesmo o meu pitiquinhooo


Ela apertou minhas bochechas até doerem e falou com uma voz vergonhosamente irritante. É sempre isso quando tento falar português.


_ Para mulher, sai.


Eu disse tentado arrancar as mãos dela da tinha cara e ela riu. Essa risada linda.


_Se não soltar nunca mais vou tentar falar a sua língua.


_ Tá bom, tá bom. Já parei.


Ela disse e se jogou do meu lado meio emburrada. 5 minutos se passaram ela continuou assim. Aos 10 ela cruzou os braços. Nos 13 eu desisti e desliguei a TV e olhei pra ela.


_ Está entediada ? -Futuquei a bochecha dela que inflou toda fofa.- Em, neném? - Ela tentou segurar o riso- Fala, lindinha.-ela não aguentou e começou a rir.


O lado ruim dela ter uma crise de risos: Ela me bate. Ela rir batendo meu ombro. No final do dia tá todo roxo. Mas eu, estranhamente, gosto. Será que curto essa coisa de BDSM ou era SBMD, acho que não... Ah!já sei. É DSMW.


Eu sou um gênio. 


_Por que ta com essa carinha?


_ Que cara?


_ Essa aí mesmo. Convencida, Namjoon. 


_ Desconheço essa palavras. Sou humilde .


_ Seu quarto é tamanho da minha casa. Isso é ser humilde Pra você?


_Não, isso é ter dinheiro, pra mim.


_Isso, humilha mesmo, pisa em cima que eu gosto, palhaço. 


_ Desculpa, porquinha roncronc


_ Vou te bater!


_ Foi mal, foi mal... ... ... ronc ronc 


_ Ah vá a merda, Kim Chato Namjoon. Namchato. Antijoonsocial. 


Ela levantou da cama irada me xingando com suas compilações horríveis de nomes. Eu fiquei rindo vendo ela catar as coisas dela. Linda toda bravinha. 


_Vem aqui. - dei tapinhas do meu lado na cama.


_Não, eu vou pra casa. Tá tarde.


_ Você ligou pros seus pais que eu sei...


Eu me esparramei na cama e ela soltou a mochila no chão. "É falei mesmo, vou dormir aqui. Me aguente." E se jogou na cama. O que mais me intriga é que minha cama é de casal, ou seja, grade (espaçosa) mas ela insiste em se jogar em cima de mim.


_Namjoon...


_ Para de me chamar, eu tô embaixo de você.


_Namjoon...


_ Já disse pra parar, mermã. Irritante.


_Namjoonzinho


_ Que é?


_ Quanto tivermos casado em um avião , passado a lua de mel no Havaí, eu tiver meu "escritório" de sexologia e você seu consultório psiquiátrico, vamos ter 6 filhos e quatro cachorros. Tá bom?


_Parece bom pra mim.


_ E nos vamos mimar nossos filhos, como voce.


_, Eu não sou mimado. Você é mimada, roncronc 


_ Não sou não, Namdulkie.


*Dulkie = Grudento. Ou seja, Namjoon grudento (Carente). Eu gosto desse apelido é bem explicativo.


_ É sim, mas eu te amo.


_ Eu também te amo, Nam. Muito, obrigado por existir. 


_Vem cá, quero beijinhos, estou emotivo.


Eu disse e dei risada. Ela saiu de cima de mim só pra virar de frente pra mim e deitou de novo, dessa vez distribuindo um monte de bitocas pelo meu rosto. Eu apenas apertei mais o abraço, sempre fazíamos isso sorrindo.


Nos largamos e ela deitou ao meu lado, estava um silêncio agradável.


_ Porquinha...


_ "Para de me chamar, Namdulkie, eu tô do seu lado".


Ela disse com uma voizinha chata fazendo alusão ao que eu havia dito. 


_ Chaaaata. Mas...


_ O que ?


_ Como foi sua primeira vez. Sabe, sexo.


_ Ah... bem, eu ainda não tive uma primeira vez, Venta de boi.


_ Não? Sério?


Eu disse me sentado na cama e encarando ela. Ela afirmou com a cabeça. "Sim, sério".


_E... você quer ter comigo?


Eu disse, confiado em 12 anos de amizade, com uma coragem que não sei de onde veio. " Você só precisa de 10 segundos de coragem", foi só o que veio a minha cabeça, então fiz.


_ Você quer transar comigo?


_ Só que você quiser também, roncronc.


Ela encarou o teto e me encarou de volta. O quão estranho isso vai ser afinal? Mas, eu só confio nela. E ela confia em mim que eu sei. E sente atração, se não, não teria tirado meu preciso bv. 


Eu chorei por horas depois que isso aconteceu, não queria que nosso primeiro beijo fosse assim. Ela me viu na cozinha aqui de casa, segurou meus ombros e me tascou um beijo. E foi isso. Decepcionante, eu sei.


_ E você vai chorar quando acabar?


_ Engraçadinha.


Eu disse e ela riu. " Eu quero " foi a última coisa que meu cérebro processou depois disso eu não tive mais consciência de grandes coisas, meu extintos afloraram, meu cérebro trabalho em lembre dos vídeos pornôs e meu corpo foi em encontro ao dela.


Ela olhou nos meus olhos e depois pra minha boca, intercalou por alguns minutos e me beijou. O segundo beijo da minha vida.


Nos separamos por alguns segundos pra respirar, logo em seguida a beijei como voracidade e luxúria, muita luxúria. Ela se sentou em meu colo e mordeu meu lábio inferior puxando os cabelos da minha nuca, em resposta, eu segurei sua cintura. Aquilo foi suficiente pro meu lado safado tomar conta do meu corpo.


Comandava sua cintura a fazendo rebolar no meu pau, e porra, aquela merda de pijama que ela usava era fino demais, a bunda redondinha da minha garota encaixou certinho causando uma fricção tão gostosa.


Os estralinhos dos beijos ecoavam pelo quarto, as nossas respirações estavam descompassadas. Sua língua deslizava sobre a minha de maneira erótica, e, quanto comecei a ficar sem ar separei nosso lábios, parando de chupar sua língua, com uma mordida nos lábios.


Ela começou a gemer manhosa do meu ouvido, dei um último selinho nela e então nos separamos por falta de ar e ela sorriu pra mim, sapeca, começando então a abrir os botões da minha camisa, logo a mesma estava no chão.


Me surpreendendo ela saiu de cima de mim e foi engatinhando pro centro da cama, me dando a visão gostosa de sua bunda gostosa mexendo de quatro de um lado a outro, tão exitante. Senti uma fisgada do meu pau e o apertei por cima da calça, um som rouco característico saiu da minha garganta. Ela se sentou de frente para mim sorrindo lascívia e fechou as pernas, roçando uma na outra, me deixando ainda mais duro.


_ Já está molhadinha, gostosa?


_ hum...


Ela roronou como a verdadeira gatinha que é, me deixando fora de mim devido ao tesão. Meu libido está em seu ponto culminante, ela mordeu os lábios me encarando e vi os seus olhos jabuticaba ficaram ainda mais negros, era a luxúria. Ela me desejava e eu a desejo também. Ela soltou um lábios fazendo um estralinho gostoso, deixando a boca vermelhinha e inchada exposta. Imagina essa gata bebendo todo meu leitinho... hum, delícia.


_ Estou muito molhadinha, Namjoonzinho... você pode me ajudar?


_ Posso...


Me posiciono na borda da cama, em pé, e a chamo pra mim. E ela vem. Me provocando, de novo, ela engatinhou até mim e parou ainda de quatro. E me olhando de baixo para cima, deu-me a visão parte de cima da camisa descolada de seu corpo, me dando total visão dos meus motinhos durinhos. Vou adorar chupar e morder esses peitos.


_ Como? 


_ Controlando seus orgasmo, princesa. Vou te deixar sedenta pelo meu pau.


Ela estremece sutilmente e vejo os poros de seu corpo aflorarem. Minha princesa sorri travessa e senta na borda da cama, de frente pra mim.


_ Faça o que quiser comigo, eu sou toda sua.


_ Eu sei, e vou fazer voce girtar de prazer amor...


As coisas estavam tomando um rumo melhor do que o esperando. Eu sentia que ela era minha, queira que ela sentisse que eu fosse dela também. Eu sei do que ela gosta, já que falamos sobre tudo, e vou usar isso ao meu favor. Como um verdadeiro rei do sexo.


Puxei seus cabelos a trazendo pra mim. Minha respiração quente ia de encontro com a area desnuda de seu pescoço, então aquela pele se eriçou, eu ri sacana ao vê-la fechar os olhos e morder os lábios mais uma vez. 


Umideci os lábios os tocando em sua pele exposta, em leves solares e mordiscos cálidos. E a essa medida seus olhos se fecham, apenas sentido meus toques, estou extasiado. Minhas mãos se puseram a acaricinhar seus seus por baixo da camisola, com certeza robustez.


Se tem algo que vou me certificar está noite, é que ela ganhe muitas marcas em seu corpo. Minha destra deslizou por seu corpo até chegar em sua calcinha, onde adentrei com meus dedos longos e finos. Meus dígitos tocaram seu clitóris lhe arrancando um gemido sôfrego.


_Eu ainda nem comecei, amor... Você já está tão sensível? - segredei, ao mesmo tempo em que meus dedos brincavam com sua intimidade, deslizando do início ao fim, as vezes, beslicando seu clitóris.


_ É por que eu... quero muito que você me foda, meu Namjoon. - ela passeou suas mãos por todo meu troco até encontrar meu membro até então esquecido, o qual massageou ainda por cima da calça, me causando um certo alívio. Aquelas palavras só me deisou mais sólido e exitado.


_ Você está muito apressadinha, princesa.- me afastei de seu corpo indo em direção ao armário, no closet. Pudia sentir seu olhar curioso e confuso queimar sobre mim. Ao chegar lá peguei o oque queria e voltei.- Hoje... eu, vou te ensinar amor... a ser paciente! - então se foi ouvido um click, eu parei de passear minhas mãos por seu corpo, quando a algemei. 


Ela gemeu ao sentir o metal gelado sobre sua pele quente, então eu levei dois dos meus dedos a sua boca e ela logo entendeu o recado. Ela os chupava com maestria, usando a pouca habilidade que tinha. E, enquanto olhava pra mim, gemia como se aquilo pudesse a fazer gozar. Talvez realmente pudesse. 


Tirei meus dedos de sua boca quando senti meu pau latejar dentro da calça, me aproximei de seus lábios soltando uma baforada, senti seu hálito se misturar com o meu, ao que sua respiração se tornou mais pesada.


Eu podia ver, estava estava escrito por as entrelinhas de seu olhar libidinoso, minha garotinha estava louca para ser fodida. Eu sei. E todo que eu queria dizer é: Vem. Mas isso acabaria com toda a nossa brincadeirinha.


Sem poder mais me conter aproximei seus lábios dos meus com fúria, mas ainda sim, lento. Entre abro seus lábios com a língua e ela a toca com a pontinha da sua, pedindo por um beijo rápido, voraz. Ignoro. Deslizo minha língua pela dela, ainda devagar, escorrendo pela saliva. Aos poucos, vou dominado minha pequena.


A mesma ofega, angustiada talvez, mas não tenta mudar o ritmo do ósculo, circundo a minha com a sua lingua a prendendo entre meus lábios, e chupo. A solto, provocando uma estalo delicioso de ouvir, então capturo, chupo e a solto outra vez.


Sinto seu corpo tremer em um arrepio intenso, e mais uma vez, deslizo minhas mãos por todo seu corpo, descendo -as de sua nuca por suas costas, bunda , coxas, onde deixo um tapa sonoro. Então volto a subir de forma frontal, coxas, tronco, peito, pescoço. Volto a desce-las. 


Dessa vez paro em sua boceta, e ela empurra o quadril contra meus dedos, ainda sem a penetrar. O atrito é gostoso, e me faz quase perder a concentração.


Não consigo respirar. Separo nosso labios e me volto para seu pescoço,enquanto ouço sua respiração descompassada. Sou viciado no seu cheiro. Então marco. O chupo, mordo, cheiro, e rosno. Como um louco, e realmente estou. 


Ela geme descontrolada." argh... porquinha". Empurrou seu corpo para trás a vendo me olhar confusa, me pocisiono no meio de suas pernas a puxando pra mim, agarro os lados de sua camiseta, logo, as puxando. Em segunda estão rasgadas em algum canto do quarto. Retiro o resto de suas roupas, e pronto, estou perdido.


Ela é tão gostosa.


Um arrepio lambe minhas costas, desce por meu abdômen e formiga minha virilha. Uma ótima sensação de êxtase e cresce rápido. Mais do que eu gostaria. Me abaixo a altura de sua intimidade, solto um suspiro pesado tentando recobrar os sentidos e a vejo se contorcer, toda arrepiada, na cama. Sorriu lascivo. 


Mordo a parte interna de sua coxa e ela geme alto. Estapeio sua bunda, a garota geme alto mais uma vez, mas, dessa vez, grita meu nome. Mal sabe ela que este ainda será meu fim. 


Então a chupo, como posso e sinto em meu âmago que estou indo bem, com tudo de mim, o melhor de mim.


Deslizo minha língua pela toda sua boceta e ela ofega, puxo seu clitóris entre os dedos e aperto, volto a chupa -la aos sons de seus gemidos manhosos e porra, quando deslizei minha língua pela sua entrada foi maravilhoso. Ela tem um gosto viciante e doce. 


Minha princesa remexe seu quadril me estimulando a mais. Levo meus três maiores dedos pra dentro dela, e são muito bem recebido. Sua vagina molhada e quentinha apertam meus dedos ao que a invisto, ela geme por mais e eu dou. A garota revira os olhos e grita ao que atingi seu ponto de prazer, me concentro apenas ali, e mesmo que o suor esteja escorrendo e meu pau inchado na calça pulse, eu não paro, até que vejo o seu corpo tremelicar na cama.


Alguns segundos se passam ela parece recobrar os sentidos, seu corpo não convulciona mais, está relaxado. Ela tenta normalizar a respiração e ainda geme manhosa, sem quebrar o nosso contato visual. Estamos no nosso mundo, e a nossa ponte para a nossa própria Terrabitia é o olhar, este olhar intenso que somente nos podemos produzir. Minha princesa se ajoelha e vem até mim.


_Namjoonzinho ... eu quero cavalgar em você. Agora!


Eu riu em escárnio e profiro: 


_ Quer dizer que a patricinha mimada quer sentar no meu pau e mandar em mim? - indago com o timbre rouco subindo minhas mãos por sua barriga, costelas e base dos seios. Os fecho com minhas mãos, e toco superficialmente os mamilos, a sentindo estremecer, novamente, toda arrepiada. Ela assente- Acha que pode mandar em mim? - Mais um vez ela assente, aperto o bico dos seus seios com a delicadeza que ainda posso produzir, com calma, leveza. Não quero que ela sinta dor, apenas prazer. O estímulo em seus biquinhos rígidos a deixam ainda mais sensíveis a um orgasmo.- É gostoso? - Passo minha língua por eles e ela geme alto.- Se não quisesse mandar em mim eu poderia te chupar inteira, do jeito que sei que você vai gostar... mas... Você não quer. Você quer mandar em mim! Aigoo...- Encosto minha testa na dela a ouvindo gemer em reprovação. Massageio seus peitos e beslisco sem exercer força, o deixando ainda mais duro. - Tira essa idéia da cabeça, amor... por que eu vou te deixar de quatro. Dominada.



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