História Contingente - Capítulo 3


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags 5sos, Contingente, Jake Heyes, Luke Hemmings, Mia Lansey, Personagens Originais, Taylor Swift
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Palavras 3.006
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Olá. Espero que gostem!

Capítulo 3 - 3. Combate entre forças opostas


Fanfic / Fanfiction Contingente - Capítulo 3 - 3. Combate entre forças opostas

Recobrando a consciência, remexo-me na cama procurando por uma posição na qual meu corpo se acomode o suficiente para voltar a dormir. Após acreditar que alcancei meu objetivo, mantenho-me quieta, esperando que eu apague novamente. Contudo, ao notar que ainda estou acordada após longos minutos, encharco-me de frustração vendo que o que pensei não passou de uma ilusão. Bufo. Vendo-me sem opções, aceito que está na hora de acordar.

Tateio o colchão atrás de meu celular. Demoro para encontrá-lo, mas felizmente o faço. Ergo as sobrancelhas ao ligar a tela e me deparar com a hora. Acordei bem mais cedo do que o previsto: às onze da manhã. Solto um bocejo.

Ergo meu corpo de forma lenta, não tenho nada para fazer neste domingo que exija pressa. Envolvo meus braços em minhas pernas e apoio meu queixo em um de meus joelhos. Permaneço sentada na cama por um tempo pensando sobre os ocorridos de ontem.

O primeiro a aparecer em minha mente é Jake, seguido por Rosie e por Patrick. Não consigo digerir por completo tudo que aconteceu na noite anterior, mas sei que dessa vez não fiz nada de errado — ou pelo menos nada que eu julgue como errado.

Minha cabeça dói. Lembro-me, então, do quão grande foi o meu consumo de bebidas alcoólicas. Talvez eu não tenha sido uma pessoa tão correta quanto imaginei; agora tenho que lidar com uma puta ressaca. Atos negligentes, consequências pertinentes. Com tal pensamento, volto minha atenção para Jake.

Não consigo segurar o sorriso. O fato de que sempre somos interrompidos quando nos encontramos é cômico quando visto de longe. Parece que a força da qual me lembro do rapaz ter falado está sendo combatida e vencida por outra superior cujo objetivo é impedir a qualquer custo que eu e ele tenhamos algo. Quando estou embriagada suas falas fazem demasiado sentido, no entanto, quando estou sóbria, são uma grande piada.

Analisando os acontecimentos passados de uma maneira geral, concluo que Rosie acabou cumprindo o que prometeu: não me deixou agir com estupidez. A morena apagada no sofá, apesar de não ter a intenção, foi o único empecilho que me separou de Jake desta vez. Porém, por algum motivo, estou começando a achar que investir em uma noite com o loiro pode não ser burrice ou ato digno de arrependimento. Sempre que estou com ele minha vontade é de prosseguir, sem receios ou dúvidas; talvez por instinto ou talvez porque sempre o encontro quando estou alterada, mas, sendo sincera, o que me causa motivação é totalmente irrelevante.

De modo preguiçoso, levanto-me da cama. Ainda uso as roupas e os acessórios da festa e, com isso em mente, decido tomar um banho.

Rumo feito um zumbi até o cômodo vizinho. O apartamento é bem pequeno, então o caminho não é longo. Em alguns minutos, já estou posicionada dentro do box do banheiro, nua e pronta para receber um jato d’água gelada.

O choque me desperta de maneira imediata. O banho acaba demorando mais do que o planejado e, quando a ponta dos dedos de minhas mãos e meus pés começam a se enrugar, percebo que está na hora de finalizar o procedimento. Estou suficientemente limpa e revigorada.

Ao sair do box, enrolo-me em minha toalha e começo a recolher as peças que anteriormente estavam em meu corpo, colocando-as no cesto de roupas sujas. Com a tarefa terminada, passo a recolher os acessórios da noite anterior de cima da pia: algumas pulseiras, dois anéis, meus brincos e...

Levo imediatamente uma das mãos em meu pescoço e me encaro no espelho. O colar não está na pia, mas também não estou usando-o. Não acredito que perdi um de meus colares preferidos. Murmuro alguns palavrões, desacreditada. Eu odeio perder coisas.

De repente, enquanto estou terminando minha higiene matinal, sou bombardeada por flashes da noite anterior. Recordo-me do divertimento que tive quando Jake se apossou de meu pescoço e decidiu retirar meu colar com apenas uma mão. O acessório deslizou de seus dedos para o bolso de sua jaqueta e, lembrando-me disso, com a boca cheia de espuma vinda do creme dental, afasto minha escova de dentes e expelo:

— Droga!

 

Contorno com os dedos a caneca de café e a levo até meus lábios, bebericando o líquido negro. Solto um suspiro, deixando o recipiente sobre o chão novamente.

Durante a tarde, lembrei-me de um trabalho que deve ser entregue na quinta-feira, amanhã. Nesta noite de quarta-feira, portanto, estou dedicando todo o meu tempo livre para a realização das atividades que tinham sido esquecidas por mim.

Pelo tapete estão espalhadas folhas de papel, réguas e alguns lápis de escrever. O trabalho não é muito difícil, apenas chato de se fazer. Rosie até ofereceu ajuda, mas eu acabei negando; não quero que a morena se ocupe com mais coisas relacionadas à faculdade.

Bebo mais um pouco de café, visando me manter dispersa o bastante para ao menos terminar meus deveres. Riscos, alguns erros, o uso da borracha, sussurros frustrados, mais riscos, mais erros, mais borracha e assim segue a noite.

Quando estou na reta final dos exercícios, ouço um baixo som escapando de meu celular, indicador de que uma mensagem acaba de chegar. Cansada de focar unicamente em traços retos e medidas precisas, levanto-me do chão e direciono-me à cama, jogando-me sobre o colchão e puxando o celular para perto. Na tela, observo a mensagem vinda de um número não salvo.

“Ei, Cinderela.”

Confusa, enrugo o cenho. Não querendo prolongar o drama, desbloqueio a tela.

“Quem é?”

“O cara com o qual você está louca para se encontrar novamente.”

Sorrio.

“Como conseguiu meu número?”

“Temos amigos em comum.”

“Eliza.”

“Exato.

Você esqueceu seu colar comigo.”

Agora o apelido “Cinderela” torna-se compreensível.

“Sim, esqueci. Pode devolvê-lo?”

“Claro. Onde podemos nos encontrar?”

“Estou disponível apenas nos finais de semana.”

“Sexta-feira posso ir até seu prédio.”

A fala de Rosie reaparece em minha memória, alertando-me que, apesar de conhecê-lo há muito tempo, Jake é um desconhecido, e trazer desconhecidos para meu apartamento talvez não seja uma ideia muito boa. Percebendo que isso estava longe de passar por minha cabeça durante a última festa, acabo soltando uma risada.

Como se tivesse lido meus pensamentos e notado meu receio, o loiro prossegue:

“Ou outro lugar. Pode escolher.”

Penso um pouco. É bem provável que Jake saiba onde moro, o rapaz deve ter me acompanhado com a visão até eu alcançar meu destino na noite do último sábado. Ciente disso, concluo que um encontro na portaria não será um problema.

“Tudo bem. Podemos nos encontrar em frente ao meu prédio.”

“Certo. Vemo-nos em breve então, Mia Lansey.”

Repreendo-me por permitir que certa malícia invada meus pensamentos.

“Até breve, Jake Heyes.”

Salvo seu contato apenas como Jake. Bloqueio a tela e deixo o celular sobre a cama como estava anteriormente. Levanto-me e volto a me sentar no tapete para continuar meu trabalho, com um sorriso estampado no rosto e um humor bem melhor do que o de minutos atrás.

 

Um som agudo sai do elevador e suas portas enfim são abertas no sexto andar. Mesmo tendo ficado em repouso por um longo período de tempo, ainda estou ofegante por causa da corrida que decidi fazer pelo bairro. Aproveitei os dois últimos horários vagos na sexta-feira para deixar a faculdade de lado e fazer um pouco de exercício físico. Não posso pagar uma academia, mas não é por isso que pretendo deixar o sedentarismo me consumir.

Inspiro e expiro de forma lenta, tentando estabilizar minha respiração. Quando acho que alcancei meu objetivo, guio-me até a porta de meu apartamento. Em meio às chaves, procuro aquela que abre especificamente a fechadura em frente a qual estou.

Com a chave correta entre os dedos, destranco a porta, recolho-me para dentro do apartamento e não tardo a trancar novamente a fechadura. Solto um suspiro.

Rumo à cozinha, cuja estrutura está mesclada com a sala, formando apenas um cômodo. O local é realmente pequeno, entretanto, torna-se bem proporcional se levo em conta o fato de que moro sozinha e passo 50% do meu tempo na faculdade.

Aproximo-me da geladeira, abro-a e tiro de seu interior uma jarra média d’água. Cato um copo de vidro em repouso em cima da pia e o encho com o líquido gelado e transparente pelo qual tanto anseio. Depois de dois copos, vejo-me satisfeita e trato de voltar a jarra d'água para seu devido lugar.

Deixo a cozinha de imediato. Não vejo a hora de tomar um banho e me livrar do suor gerado pelo esforço físico.

Direciono-me, portanto, até o banheiro, e de modo gradativo livro-me de minhas roupas. Num piscar de olhos já estou sob a água fria expelida do chuveiro. Fico por um bom tempo ali, algo que, por mais que eu me esforce, não consigo evitar.

Saio do box com os cabelos encharcados e, antes de enrolar-me na toalha, decido secá-los; caso contrário, o tapete, minhas roupas e o chão seriam alvos fáceis dos pingos frenéticos que caiam das mechas loiras. Assim que contenho o máximo possível de água presente externamente em meu corpo, deixo o banheiro e volto ao quarto, no entanto, sou interrompida pelo barulho do interfone.

Corro para perto da aparelho semelhante à um telefone ao lado da porta, visando atendê-lo.

— Sim?

Senhorita Mia — a voz é de Tom, o porteiro do prédio —, tem um rapaz aqui embaixo chamado Jake querendo vê-la.

Encontro-me surpresa com a chegada de Jake. Na quinta-feira, trocamos mais mensagens especificando melhor a hora da devolução de meu pertence, concluindo que a partir das 5pm. seria um ótimo horário. Pensei, todavia, que o rapaz só daria as caras por volta das 8pm.

— Diga que já estou descendo. Se ele não quiser esperar, pode mandá-lo subir.

Certo.

— Obrigada, Tom.

Apresso os passos até o quarto novamente. Numa breve dúvida sobre qual roupa vestir, opto por um short jeans e uma regata branca, como de praxe. Penso que poderia me arrumar melhor e tentar um flerte com Jake, porém, a essa altura do campeonato, creio que algo entre eu e ele não está mesmo destinado a acontecer.

Calço meus chinelos e, com as chaves no bolso, deixo o apartamento pela terceira vez no dia.

No corredor, meu destino é o elevador. As portas desse, contudo, abrem-se quando estou no meio do caminho, alterando meus atuais planos.

Dou de cara com o herdeiro de reluzentes fios loiros e intrigantes olhos azuis. Jake se apresenta com uma calça jeans surrada, uma camisa preta e sua jaqueta carregada em uma das mãos. Seu semblante sério se desfaz quando coloca os olhos em mim. Retribuo o ato com um sorriso fraco.

— Jake…

— Mia…

Ele sai do elevador e vem em minha direção.

Num instante inicial, vejo-me sem saber como cumprimentá-lo. Em nossos últimos dois encontros, isso não foi necessário. Não sei, portanto, o que fazer. Somos desconhecidos que dizem “olá” com um aperto de mãos? Colegas que trocam beijos na bochecha? Ou íntimos o bastante para um abraço? Sem chegar em uma conclusão, enfio as mãos nos bolsos do short jeans e assim permaneço ao aguardar a aproximação do rapaz.

Quando a distância entre nossos corpos está ideal para uma conversa, sua mão direita é erguida. Nela, encontra-se meu colar. Quem diria que um acessório banhado à prata carregando consigo um miúdo pingente de borboleta causaria tanto drama?

— Obrigada. — Mostro-lhe a palma de uma de minhas mãos, onde o colar é depositado por ele. — É uma coisa tão boba. Não precisava se dar ao trabalho...

— Não se preocupe com isso. — Jake dá de ombros. — Não desviei muito do meu caminho.

Enrolo o colar e o acolho em meus dedos.

— Aonde está indo? — pergunto, numa trágica tentativa de manter um diálogo.

— Para casa, na verdade — conta. — Tive que resolver uns problemas no outro lado da cidade.

O clima que se forma entre nós é lamentável.

— Certo.

— Certo — repete, abrindo um sorriso.

Enfio o colar em um dos bolsos de meu short jeans, temendo acabar o perdendo novamente.

Em seguida, um silêncio se estabelece e, por alguma razão, não me surpreendo. Será que não podemos agir como meros amigos? Ou ao menos papear sobre alguma coisa estúpida que nos aconteceu no dia de hoje? Que droga!

Não encontro a palavra certa para descrever a situação em que estamos. Eu poderia descrevê-la como constrangedora, mas o momento está bem mais intenso do que simplesmente constrangedor.

Tento ler suas expressões, mesmo sabendo que anteriormente não obtive sucesso com isso. Desta vez, todavia, percebo que o rapaz está tão desnorteado quanto eu.

— Bem — o loiro se pronuncia —, acho que vou indo.

— Mas é claro! — expelo. — Deve ter coisas importantes para fazer.

Jake ri baixo, entretanto, nada diz.

— Vamos — murmuro, indo em direção ao elevador —, eu o acompanho até a portaria.

O prédio não é muito movimentado, portanto, o elevador ainda está no sexto andar.

Sou seguida por Heyes, ainda calado.

Você mesma colocou na cabeça que não tentaria flertar, não adianta afogar-se em decepção agora, penso.

Aperto o botão do primeiro andar e volto para meu lugar inicial.

Lado a lado, numa caixa enorme em movimento, sem dizer uma palavra e com mais seis andares pela frente.

Não consigo entender exatamente o que acontece comigo quando Jake está por perto. Antes de vê-lo, eu estava focada em participar de uma simples devolução e me despedir para, quem sabe, nunca mais encontrá-lo. Por outro lado, quando sua presença foi marcada, milhares de expectativas foram criadas em minha mente; tantas essas que mal consegui separá-las em devidos pensamentos. Isso me deixa tão intrigada.

Estou cansada de reforçar que “nós” é o mesmo que nada. Não gosto dele como quando era adolescente, não sinto necessidade em tê-lo por perto a todo instante como uma garota cegamente apaixonada faria. Então, por que tudo muda com sua aparição? Não é possível que nos atraímos tanto assim.

De repente, Jake se move. Graças ao meu curto devaneio, não percebo quais são suas ações. Noto, contudo, que o elevador para de se mover. É provável que o botão de emergência tenha sido apertado. Ao preparar-me para lhe pedir um explicação, sou surpreendida com sua rapidez ao se colocar em minha frente, a milímetros de distância de meu corpo. As palavras, que antes eram tão claras, agora estão desaparecidas.

Meu olhar está fixo em seus lábios e acredito que seus olhos também estão presos em minha boca, o que me faz pensar que, em questão de segundos, estaremos nos beijando. Um sorriso quer se expandir pelo meu rosto, e eu fracasso ao tentar escondê-lo. Agradeço mentalmente ao rapaz por tomar uma iniciativa.

Toco uma de suas mãos, gerando o primeiro contato corporal entre nós desde o último sábado. Passeio com meus dedos pelo seu braço até atingir seu ombro e, logo em seguida, sua nuca. Agora segura do que estou prestes a fazer, inclino-me para selar nossos lábios, no entanto, ele é mais rápido.

De um instante para o outro, nossa situação muda de maneira drástica. Achei que continuaríamos presos na “dramatização” que criamos, porém, a lentidão de nossos atos se converteu para algo próximo a desespero.

Beijamo-nos euforicamente. Suas mãos passam a se mover com tanta agilidade por meu corpo que, quando concluo que estão num lugar, alardo-me sentindo-nas noutro. Em meio à confusão, quando tenho um momentâneo acesso ao painel de botões, aperto aquele que nos levará de volta ao sexto, torcendo para que o prédio continue quieto ao ponto de nenhum dos outros andares acionar o elevador.

Sou prensada contra o grande espelho que cobre uma das paredes do enorme cubo de metal e, como consequência, acabo soltando um baixo gemido. Agarro sua camisa e o puxo para mais perto. Nossos lábios voltam a se encaixar, marcando o grande reencontro. Seu beijo me causa uma sensação enorme de satisfação. Gosto de beijá-lo. Gosto do toque frio vindo de seu piercing.

Jake afunda uma de suas mãos em meus cabelos ainda úmidos e a prende em minha nuca, usando-na de apoio para o beijo. Nossas bocas se desgrudam por um instante, mas logo voltam a ter a companhia uma da outra. Seus dedos rodeiam minha cintura, adentram minha blusa branca e deixam um rastro de provocação até meu seio esquerdo, onde sua mão, por cima do sutiã, desfere um forte aperto.

As portas do elevador se abrem. Em cima delas, no pequeno visor, encaro o número 6. Ainda em meio à beijos e mãos bobas, aventuramo-nos pelo corredor de maneira descoordenada.

— Última porta à direita — indico qual caminho seguir.

As mãos de Jake passeiam até minhas coxas e, uma vez com os dedos fixos nela, o rapaz me puxa para seu colo. Aperto as pernas em volta dele, transmitindo-me segurança.

O loiro abre a porta, que por sorte eu não havia trancado. Assim que adentramos o apartamento, de um segundo para o outro, as coisas mudam. Estamos esparramados no chão. Sendo mais específica: Jake caiu e eu, por sorte, permaneci em cima dele.

Após absorver tudo que aconteceu, a única coisa que consigo fazer é rir. Viro o rosto para trás e vejo o tapete em frente à porta enrolado em um dos pés de Heyes. Volto-me para o loiro, que acaba tendo a mesma reação que a minha.

— Meu Deus! — exclamo. — Você está bem?

— Estou — diz, finalizando as risadas. — E você? Está bem?

— Claro que estou — anuncio —, você amorteceu minha queda.

Aproximo meu rosto do seu visando outro beijo. Surpreendo-me, no entanto, quando Jake se inclina e vira meu corpo, invertendo os papéis e fazendo com que, dessa vez, ele fique sobre mim.

Ele abre um sorriso e eu também o faço. Com meus pés, empurro a porta fazendo com que ela se feche. Apesar de não haver ninguém para nos interromper, sinto-me receosa. Veremos, por fim, qual das teorias se prevalecerá: a dita por Heyes, na qual há uma força que nos quer juntos, ou a suposta por mim, na qual há uma força oposta que faz de tudo para nos distanciar.

É um evento raro, mas admito que, desta vez, quero estar errada.


Notas Finais


Não se esqueçam de deixar suas opiniões.
Marcarei a próxima atualização para o dia 25/11, mas poderá haver um atraso porque o capítulo não está pronto.

Beijos,
Anna.


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