História Contos - Capítulo 2


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Categorias Naruto
Personagens Sakura Haruno, Sasuke Uchiha
Tags Madasaku, Sasusaku
Visualizações 173
Palavras 2.821
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá minna-san!!! Como estão?

Tinha dito que postaria só semana que vem, mas acabei me empolgando hihihi'

Espero que gostem desse capítulo, como eu adorei escreve-lo <3 ^^

Boa leitura ^^

Capítulo 2 - Madara, ou melhor Sasuke?


Era uma vez, uma linda jovem de cabelos rosados e brilhantes olhos verdes, agora não tão inocentes como em sua infância. Ela se lembrava da primeira vez que usou seus poderes, tinha apenas 6 anos. Ela não sabia na época, tampouco seu falecido pai, mas quando descobriu, ficou, nos primeiros anos, maravilhada.

    Ela tinha o poder de, com sua voz, tornar tudo que estava escrito nas histórias, uma realidade. Isso a deixara completamente encantada. Nunca tinha ouvido falar desse poder, nem mesmo seu pai, que era um poderoso feiticeiro, sabia de algo parecido.

    Sua primeira vez tinha sido quando seu pai a presenteou com um pergaminho, com uma história que os camponeses inventaram. A história ficou conhecida como A Pequena Sereia entre todos os aldeões. Quando ela acompanhava seu pai nas idas ao vilarejo, adorava ficar ouvindo essas histórias. Eram diversas e todas com muita aventura, possuindo  personagens bons e ruins, e falavam principalmente no amor. Seu sonho era ter, assim como as Princesas das histórias tinham, um Príncipe Encantado.

          Foi quando leu o presente de seu pai, que a bela criatura da história apareceu em sua frente. A jovem se lembrava que ficou muito feliz, tinha uma nova amiga que não era um lobo e melhor ainda, ela podia falar e cantar.

A sereia, que se chamava Ariel, tinha ficado muito confusa com aquilo, e quando viu que estava em um mundo diferente e longe demais de seu amor, ela se entristeceu. Sakura, ainda criança, ao vê-la daquele jeito decidiu ajudar sua nova amiga e terminou de ler, em alta voz, toda a história.

E foi assim que, o primeiro Conto se tornou uma realidade, e todos os personagem, assim como Ariel, ganharam vida.

Tempos depois, descobriu que a verdadeira natureza das sereias não era como contada na história. Elas eram cruéis. E quando Ariel matou seu amado pai por ciúmes, a pequena Sakura percebeu que, nem toda história é como as palavras contam.

    - Atualmente -

“Está machucada?”, Madara me perguntou. Bem? Ele não se lembra? Não se lembrava dela? Não se lembra da história dos dois?

“Moça! Hey, você está bem? Meu Kami, está machucada? Não chore, por favor.” Ele se aproximou desesperado. Peguei minha bolsa que tinha caído, e de lá tirei meu celular digitando uma mensagem para respondê-lo. “Estou.” foi a única coisa que consegui digitar. Madara realmente não se lembrava? Se bem que, o olhando de perto, ele está diferente. Mais magro, cabelos bem mais curtos e seu rosto, estava bem mais jovial do que se lembrava. Era mesmo ele?

Percebi ele arquear uma das sobrancelhas, depois encarou meu cabelo. “Entendo, você é a garota nova que tanto falam.” Bufou, estava meio que se arrependendo de vir para uma cidade pequena do interior. “Desculpe.” Foi o que disse antes de voltar a juntar suas folhas e guardá-las em sua pasta. Depois olhou novamente seu celular quebrado, ele tentou ligar, e nada. Aqui jaz um celular. “Droga!” xingou e bagunçou seus cabelos, tentando, talvez, se acalmar?

Digitou outra mensagem em seu telefone e o mostrou, “Desculpe pelo celular….err, qual o seu nome?” Precisava tirar suas dúvidas. O cara era praticamente idêntico ao Madara. Mas era impossível ser ele. Apesar de conviver com o sobrenatural diariamente, reencarnação era uma das coisas mais difíceis de acontecer, sobre voltar dos mortos, pior ainda.

“Uchiha, Uchiha Sasuke". Deu uma pausa e logo continuou. "Não se preocupe, a culpa foi minha também.” Uchiha? Então era ele? Apesar de o nome ser diferente, ele poderia ter mudado. Mas se ele não se lembra de mim, poderia lembrar de seu nome verdadeiro?

Forcei um sorriso á ele, engoli as lágrimas que queriam voltar e respirei fundo. Acalme-se, acalme-se Sakura, você já esperava por isso.

Escreveu em seu celular de novo, “Haruno, Haruno Sakura.” ele acenou, me perguntou se eu estava mesmo bem, depois de afirmar se despediu dizendo que estava atrasado, e se foi. Ele deveria estar realmente atrasado, quem depois de se “acidentar”, simplesmente sai, sem mais, nem menos? Respirei fundo, controle-se! Decidiu voltar a sua procura pela livraria. Tinha que se distrair, manter a cabeça ocupada.

Porra! Como faria isso? Não conseguiu, voltou para a hospedaria. Parou só para comprar mais bebidas e uma cartela de cigarros, os seus tinham acabado. Chegando em casa, correu para a cozinha e pegou um copo o enchendo em seguida.

Estava doendo. Kami, não, não quero me lembrar. Ia repetindo a si mesma, como se pudesse realmente convencer a sua mente a não se lembrar. Sentiu a garganta se fechar, e logo estava soluçando. Era um choro estranho, só saia grunhidos, nenhum som. Não tinha voz, e pela primeira vez em tempos, queria ter uma voz novamente. Queria gritar, estava sufocando. Não conseguia gritar. Não conseguiu manter as lembranças longe.

- Passado -
 

    Morto. Madara estava morto em seus braços. Estavam lutando contra eles e então, eles lançaram um feitiço. Não conseguiu desviar e o feitiço era poderoso, não iria conseguir bloquear. Só fechou os olhos, iria morrer ali. Não poderia cumprir sua promessa a Madara, eles não iriam ter sua própria família. Ela iria morrer. Nem mesmo o poder de uma Autora poderia superar aquilo, era insano aquele poder.

    Estava demorando para ser atingida, então decidiu abrir os olhos. Desejou não o ter feito. “Madara! Não!” correu até ele, antes que seu corpo atingisse o chão. Caiu com o peso dele, mas não ligou. “Não feche os olhos! Não se atreva a fechar os olhos!” Estava desesperada. Sangue saia de todo lugar e ele não estava se curando. Por que ele não estava se curando?!

    O viu sorrir, não conseguiu segurar o choro. Madara odiava vê-la chorar. “Meu amor, por favor, por favor, não me deixe.” Conseguiu dizer em meio aos soluços, enquanto tentava enviar seu Chakra á ele. Se ele não se curava, ela iria curá-lo!

    “Sakura” ele tossiu sangue, e o apoiei em meu peito. “Não adianta.” ele arfou em busca de ar, e eu arfei junto. Não posso perder Madara. Não posso. “Pare de chorar, não é o rosto que quero ver antes de morrer.” Disse em dificuldade, mesmo nesse momento percebi que ele estava irritado, como sempre ficava ao me ver chorar. Tentei me acalmar, não consegui.

    “Hey”, levou as mãos até meu rosto e acariciou. Fechei os olhos e apreciei o carinho. Em meu interior eu sabia, sabia que seria o último que ele faria. “Quero ver aquele sorriso” e ele sorriu ao falar. “O sorriso pelo qual me apaixonei.”

    E eu tentei, respirei fundo de olhos ainda fechados. Tentei controlar meu choro, tentei controlar minha dor. Eu respirei fundo e sorri. O sorriso que ele pediu, ou pelo menos o mais próximo do pedido. “Eu vou na frente, mas por favor, não faça besteiras.” Deu uma pausa para respirar profundamente. “E, por favor querida...”, ele não terminou, começando a ficar assustado. “Sakura? Não consigo vê-la….” Ele estava ficando gelado. Eu o abracei tentando esquentá-lo com meu corpo. Tentei enviar mais chakra. Não estava funcionando. Ele está morrendo. Meu Madara está morrendo.

“Sakura?” o apertei mais forte, sua voz não passava de um sussurro. “Meu amor, eu te amo. E nunca vou parar de amá-lo. Nunca!”. Ele sorriu e seu corpo esfriou por completo. Morto. Madara estava morto em meus braços. E eu gritei, gritei e gritei. O abracei quase fundindo nossos corpos, mas era inútil. Minha voz era inútil. Ela não o trouxe de volta, ela não o curou, não o salvou. Ela era inútil.

    Levantei meu olhos para a pessoa que o matou. Ele estava sorrindo e quando me viu o olhar, ele gargalhou. Vou matá-lo. Vou destruí-lo. Deitei com cuidado o corpo de meu marido no chão. E então levantei, não soluçava mais. Não chorava mais. Irei matá-lo.

- Presente -
 

    Estava largada no chão da cozinha, já tinha bebido uma garrafa e meia, e os cigarros, bom, não contou quantos já tinha tragado, mas ainda restava alguns. O dia já tinha dado lugar à noite, e o frio estava cada vez mais forte e intenso do que antes.

    Suas lágrimas já tinham acabado há algumas horas, e as de seu rosto já tinham secado. Mas a dor, ah, aquela dor não passaria tão rápido. Tragou novamente o cigarro e soltou a fumaça lentamente. Vazia, era como se sentia. Não queria ter se lembrado. Nunca superou aquilo e, talvez, nunca superaria.

Sentia falta dele. Sentia falta de seus toques, por isso procurava de outros, para esquecer os dele. Sentia falta de seu orgulho, ele nunca admitia que estava errado, mas quando admitia, só para ela, era como ganhar um pedacinho do céu. Sentia falta de sua cara fechada e fria, porque quando ele sorria parecia que o momento se tornava ainda mais especial. Sentia falta de tudo dele, de seus defeitos e qualidades. Oh Kami, como o amava. Chegava a ser insuportável.

Encheu seu copo novamente e bebeu tudo de uma vez. Se lembrou do cara que encontrou aquele dia. O cara irritantemente parecido com seu marido. Começou a pensar em todos os Contos que já lera em sua longa vida. Eram muitos, mas se lembrava de todos. Desde o primeiro até o momento em que perdeu sua voz.

Nenhum dos contos tinha alguma dica, nenhum falava sobre alguma reencarnação ou voltar a vida, a não ser o Conto dos Vampiros. Mas não era o caso. Se lembrava da essência de Sasuke, ele era humano e não vampiro. E isso também estava a perturbando, se Sasuke for Madara ou alguma reencarnação do mesmo, ele seria alvo fácil. Humanos são frágeis.

Tinha que manter ele vivo até descobrir que porra está acontecendo. Essa cidade era estranha, percebeu desde que chegou. Primeiro era a essência dela, era diferente, como se tudo ali tivesse vindo de um conto, mas ao mesmo tempo, não era.

Depois era sobre a Yakamaka ser descendente de Bela, nunca tinha lido esse conto, então era impossível a loira ser uma descendente. O final desse conto era como os outros. Felizes Para Sempre.

Não falava sobre filhos, sabia que eles poderiam ter tido, mas se ela não leu, não teria uma continuação a história. E sem continuação, o conto acabava no casamento. Essa era como uma regra, um limite das coisas.

E por ela nunca ter lido A Bela e a Fera, logo Ino não existiria, mas ela existe. A partir daí só sobra uma opção, existe outro Autor. Outra coisa também impossível, mas que era a única explicação.  E então vinha Sasuke, juntando mistério atrás de mistério.

Sentia que enlouqueceria se continuasse ali, mas algo a puxava, a instigando a permanecer ali. Parecia que Sasuke tinha sido uma cartada final para permanecer em Konoha. E, mesmo odiando obedecer a alguém, ou a alguma coisa. Ficaria ali, por Madara.

Não percebeu quando foi que adormeceu, mas acordou com o barulho do quarto ao lado do seu. Na verdade, essa hospedaria parecia mais um prédio pequeno com apartamentos, em vez de quartos. Cada quarto tinha um banheiro, uma cozinha, uma sala e o quarto em si.

Estava com uma ressaca dos infernos, então, como seu dia seria longo, levou uma mão a cabeça e mentalmente entoou um feitiço básico de cura. Sem mais nenhuma pontada de dor, a não ser a do coração, mas essa nem um feitiço era capaz de curar, foi tomar um banho para tirar o cheiro de cigarro e bebida de si.

Ajeitou a bagunça da cozinha e saiu. Comprimentou Chyo-san em um manear de cabeça e foi atrás da livraria novamente.

Ainda não achando o local, decidiu parar em um restaurante. Depois de pedir um cappuccino e um sanduíche, se sentou em uma mesa no canto.

O sentimento de um profundo vazio ainda não saiu de si, mas não queria passar por outra crise como a de ontem, pelo menos não ali, na frente de todo mundo. Então para distrair-se, pegou seu celular para encontrar a livraria pelo GPS. Não sabia se era ela, que era péssima demais com localizações, ou se era Chyo-san que não sabia explicar, mas sendo qualquer uma das opções, estava impossível achar aquela livraria.

Sentiu que Gaara estava por perto e olhou em volta para achá-lo. Olhou pela enorme janela de vidro do restaurante e o viu atravessando a rua com a Yakamaka ao seu lado. Já tinha a visto algumas vezes desde que chegara, mas nunca tinha conversado com ela. O único próximo dela era Gaara.

Os viu entrar no restaurante, sabia que o ruivo já tinha sentido sua essência. Depois de fazer seus pedidos, Gaara sussurrou no ouvido dela, e indicou a minha mesa. Seguindo a indicação dele, ela parou os olhos em mim e se soltou dele, caminhando rapidamente até a mim.

“Meu Kami! Quando Gaara me contou de você e ao ouvir o pessoal da cidade comentando, sabia que era linda. Mas garota, estou em choque. Você é simplesmente maravilhosa!” e então ela se virou para Gaara, que veio se aproximando, achando graça da fala dela. “Por que demorou tanta para me apresentá-la?”, então voltou seus olhos para mim e soltou um gritinho. “Kami, como você é linda. Oh, Gaara me contou que é muda, mas não se preocupe sei falar em Libras, então não se acanhe ao falar comigo sim?”, ela tinha um sorriso enorme na cara e no final da frase piscou para mim.

Foi perceptível o quanto ela gosta de falar, ela e Gaara combinavam. Ele não é de falar tanto, só o essencial. Somente às vezes ele se dá o luxo de falar alguma merda, mas é só às vezes. Sorri para a loira, e em Libras a agradeci. Ela se sentou em minha frente e Gaara se sentou ao seu lado, mas antes, me deu um beijo na testa. Ele passou os braços pelos ombros dela, a abraçando. E, ali, quando ela se encostou nele e seus olhos brilharam, vi que talvez, meu ruivinho esteja realmente gostando dela.

“Você está bem?” ele perguntou depois de me analisar por uns instantes. Sorri para ele, mas sei que não foi o bastante para convencê-lo. Nos conhecemos há tanto tempo que, parece que sempre estivemos juntos. E é por isso que não consigo enganar ele.

“Então Sakura-chan, o está achando de Konoha?” Ficaria muito chato eu falar que a cidade não era normal e como é irritante todo mundo comentando sobre mim? Vi Gaara tentando disfarçar um sorriso, ele sabia que minha resposta verdadeira não era agradável. Mas resolvi ser gentil com a menina. “Está sendo bem diferente, eu confesso. Não estou acostumada a cidades pequenas. Mas Konoha, sem dúvidas, está sendo a mais interessante até agora.”

 

-Quebra de tempo-

 

“Não acredito que você se perdeu Sakura!” Ino exclamou chocada. Era incrível como 5 minutos de conversa, e a loira já te considera como melhor amiga. Alguém deveria avisar para ela não confiar tanto assim nas pessoas, mas não serei eu a fazê-lo. Bom, quem sabe um dia.

Ela tinha me levado até a livraria e Kami, como eu consegui me perder? Não tinha resposta para essa pergunta.

Só estávamos nós ali, Gaara no meio da conversa no restaurante recebeu uma ligação. Ele, depois de olhar quem era, me lançou um olhar e por ele, já deduzi do que tratava. Gaara era o Alfa dos vampiros e, por ser metade feiticeiro, comandava o outro clã também. Então, mesmo não estando presente, tudo que se passa pelos dois clãs, deve ser informado à Gaara.

Depois de atender a ligação, voltou a mesa pedindo desculpas, mas ele tinha que resolver uns problemas. Nos despedimos dele e continuamos conversando, até que pedi ajuda para achar a livraria.

Enquanto eu falava com Shizune-san, Ino me esperou em uma das mesas de lá. O lugar era como uma mistura de um Café com uma Livraria, era incrível! Parecia um sonho aquele lugar.

“Certo Haruno-san, eu adorei sua idéia. Acho que o pessoal daqui devem aprender mais sobre o assunto e não tratá-la com se tivesse uma doença contagiosa.” Disse enquanto se levantava. “E também, esse projeto poderá aumentar a clientela. Tsunade-sama vai amar.” A última parte ela sussurrou para si.

Confesso que me surpreendi pela facilidade de ela aceitar meu projeto, estava preparada para utilizar a hipnose já.

“Vou preparar as propagandas do curso, enquanto isso Haruno-san, já vá ajeitando como será suas aulas, certo?” somente concordei com ela, não entendo sobre publicidade, então é melhor ela cuidar disso.

“Certo, pode começar a ajeitar suas coisas aqui na livraria. Você começa a trabalhar amanhã, assim terá mais tempo para conhecer o local.” assenti e sorri com a animação da mulher. Shizune era muito bela, pele branquinha fazendo contraste com os negros dos olhos e cabelos. Lembrava-me da Branca, do conto A Branca de Neve.

Não duvidava dela ser descendente, eu li o conto há séculos atrás, anos depois da morte de meu otouchan*, mas o que realmente me surpreendeu era ela estar ali, naquela cidadezinha.

 


Notas Finais


E então? Se emocionaram com o fim de Madara? Porque eu sim!!
Coração na mão por matar esse deus grego T T
E esse Sasuke-kun hein, não para ajudar a Sakura a levantar, tsc,tsc...
Me digam o que acharam e se eu tenho que melhorar mais, isso é importante para mim <3

Até o próximo Cap. Bjss <3


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