História Contos da Vida - Capítulo 2


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Ação, Contos, Contos Felizes, Contos Tristes, Dor, Drama, Mortes, Pensamentos, Realidade
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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drabble, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Fluffy, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Poesias, Romance e Novela, Saga, Sci-Fi, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 2 - Capítulo 2


Fanfic / Fanfiction Contos da Vida - Capítulo 2 - Capítulo 2

Finalmente a Morte

 

“Escuro. Escuro era o que eu via. tudo ao meu redor era mato, arvores grande... Belas.

Elas tampavam minha vista para o sol, dançavam para um lado e para o outro, com seus galhos e folhas subindo e descendo levemente com a brisa do vento que batia em suas folhas. Meu rosto gelado do frio, meus dentes tilintavam. Sentei-me encostado na raiz de uma enorme arvore de carvalho, me aconcheguei o máximo que pude em suas raízes, abraçando minhas pernas tentando aquecer-me, esperando que alguém me encontre que me salve de toda esta escuridão que estava ao meu redor. Que me envolvia.

Naquele momento, não havia mãe a chamar ou policiais e bombeiros a ligar. Eu estava só. Perdido em minha escuridão, sem que uma simples luz possa puxar-me de volta, meu corpo doía pelo cansaço, minha mente não parava quieta. Tudo que tinha ali era o único fio de esperança que corria em meu coração, trancafiado e doido, pelos anos de vida que vivi. Vi que nada daquilo valia a pena, tudo foi uma perca de tempo, e agora vejo que irei pagar pelos meus erros, sozinho e com frio.

Sinto presenças ao meu redor, não sei o que são ou quem são, mas estão falando algo, tento falar, mas não consigo, não saia um único som de minha boca, estou fraco, muito fraco. Sinto que finalmente estou-me indo, sinto que de agora em diante posso finalmente dormir... Para todo o sempre...”

 

E em um quarto estava ele. Em sua cama num hospital, ele dormia tranquilamente. Finalmente livre de toda a dor que o atingia, do mundo a fora. Seus familiares choravam ao redor de sua cama, sabiam que ele tinha ido, mas mesmo assim, insistiam que o trouxesse de volta, que o salvasse, mas não podia. Ele finalmente se foi, estava livre, finalmente livre...



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