História Contos da Vida - Capítulo 3


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Ação, Contos, Contos Felizes, Contos Tristes, Dor, Drama, Mortes, Pensamentos, Realidade
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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drabble, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Fluffy, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Poesias, Romance e Novela, Saga, Sci-Fi, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 3 - Capítulo 3


O Prédio

 

Sabe aquele momento em que você tropeça em uma pedra e cai? Daí todos param para olhar você no chão e depois começam a rir? Aquilo pode ser vergonhoso, mas não tanto quando você esta de visita na casa de alguém e te da uma vontade de ir ao banheiro fazer o numero dois e você não pode ir embora do nada dizendo que e uma emergência fedida, você tem que pedir para ir ao bandeiro e esperar que não faça muito barulho para a casa toda ouvir, ou o quarteirão inteiro ou até para não cheirar tão podre quanto um defunto em decomposição. E isso e realmente bastante vergonhoso, sorte a minha que nunca passei por isso, mas azar daquele cara que acabei de ver daqui de cima olhando para a janela se esforçando muito para que algo saia. Isso e realmente hilário. Não digo isso porque gosto de ver as pessoas cagando com a janela aberta para que o fedor não saia pela porta, mas porque ele tinha acabado de aparecer em minha visão enquanto eu ia para a beirada do prédio em que estou. Ai, ai, esta imagem nunca mais irei tirar da cabeça, sorte que o caso e engraçado porque se não eu iria ter pesadelos à noite, se e que eu terei mais uma noite depois do que estou preste a fazer.

Mas voltando a historia, vocês devem estar curiosos do porque de eu estar neste prédio tão alto e indo para a beirada do mesmo, né? Pois bem, posse lhes dizer ou simplesmente mostrar, mas eu estou realmente com preguiça de dizer, então... Só vamos passar para a última parte desta historia. Aqui estou eu, finalmente na beirada. O prédio era realmente bem alto, dava para ver os carros, as pessoas, tudo. Parecia até que eu era um gigante e essas pessoas umas formigas. Adoro comparar multidões com formigas, parece um formigueiro humano, era espetacular e ao mesmo tempo, agonizante.

Mas voltando novamente a mim, mas neste momento e hora. A vontade de pular e ver o que acontecia era grande, o desejo de finalmente ir deste mundo era maior, mas a preocupação do que ira acontecer se eu for... Ah, isso não tinha como eu descrever. Por mais que eu queira, sempre haverá algo que faça pensar bem se realmente vale a pena. Como por exemplo: o que acontecera com a minha casa? Meus cães? O que?...

Esquece. Não e mais da minha conta, outras pessoas irão cuidar disso, o momento agora e meu, agora e o meu momento de brilhar, o momento em que eu sou dono de minha própria mente e vida, dono de minhas razoes, eu sou o Deus em que tudo pode. Eu sou a liberdade da dor que tanto fere meu peito... Meu coração.

Sinto o vento bater em meu rosto, sinto o cheiro da pureza e liberdade, o meu lugar e aqui, neste prédio, neste exato momento entre o ontem e o amanha, o agora ou nunca, nesta exata hora... Finalmente pulei. Caio tão rápido quanto uma águia voando, ou uma onça correndo em direção ao seu aperitivo, ou mais rápido que um avião em queda. Sinto-me o próprio flash ao correr milhares e milhares de quilômetros em um só segundo. Apesar de que este seja o meu fim horrível e doloroso, eu me sinto bem, muito bem... E estou bem feliz até, olha só, estou ate superando o meu medo de altura.

E enquanto caio, continuo sorrindo feliz do meu feito, feliz de finalmente ter a minha liberdade. Com o vento batendo em meu rosto, o chão se tornando tão próximo, as pessoas olhando para cima quando alguém gritava apontando para mim, para ver o que acontecia, tampavam suas bocas com o que viam.

E com os olhos fechados, morri feliz...



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