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História Contos de Reformatório - Capítulo 13


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Notas do Autor


Foto dos nossos bebês porque sim na sequência estão Hope Van Dyne, vulgo abelhinha e outros apelidos que dão pra menina kkkk, Scott Lang, vulgo salva vidas kkkkk, Hank Pym, amante de formigas e outros insetos e Janet Van Dyne, nossa fada sensata ♥️♥️♥️♥️

Capítulo 13 - Chapter 13


Fanfic / Fanfiction Contos de Reformatório - Capítulo 13 - Chapter 13

Os olhos da ruiva se abriram como num flash de lucidez e as mãos empurraram levemente o peito do tutor, afastando-se dele imediatamente, porém ficaram ainda alguns segundos hipnotizados no olhar um do outro até que Steve finalmente voltou a si.

- Meu Deus! - Segurou algumas mechas de cabelo entre as mãos e respirou fundo buscando entender o que se passava em sua mente naquele momento. - O que eu fiz?! Me desculpe por isso, Natasha, eu...

- Está tudo bem... - Ela ainda parecia um pouco confusa.

- Não, não está tudo bem. O que nós fizemos foi...

- Uma idiotice. - Romanoff riu, fazendo-o encara-la. - Foi uma bela de uma idiotice em um momento de fraqueza, acontece, Steve. Não é como se o mundo fosse acabar.

- Foi totalmente errado. - Steve respirou fundo. - Não deveria ter feito isso.

- Eu sei. - Desviou os olhos para o mar, onde o sol já se despedia e a brisa fria já tomava o lugar. - Melhor voltarmos, já vai escurecer.

- Tem razão...

O caminho seguiu silencioso de volta à SHIELD. Afinal, os alunos estavam cansados demais e apagaram durante a viagem. Exceto Bobbi, Clint e Natasha, que não paravam de tagarelar no fundo da Van. A ruiva no entanto parecia muito pensativa aos olhos dos demais, seu olhar vagava pela estrada e por vezes respondia aos amigos com um simples aceno com a cabeça, não que estivesse realmente ouvindo uma só palavra do que eles diziam. Sua mente parecia presa em um loop temporal, aquele beijo repentino com Steve, ainda estava em seus pensamentos, ao som de I Need You, que lhe fez questionar-se a si mesma o porquê de ter deixado Wanda lhe passar toda a playlist da TINI, pra piorar, a canção fazia todo o sentido do mundo. Queria pausar e seguir a viagem em silêncio para não precisar pensar em mais nada, mas por alguma razão os fones eram por bluetooth e ela não se lembrava em que lugar no inferno, vulgo dia mochila, havia colocado o celular. Decidiu por fim, seguir o ritmo da melodia, fechando os olhos e apenas esperando que o tempo passasse.

•••

- CASSETE, HENRY, EU VOU TE MATAR!! TIRA ESSAS FORMIGAS DAQUI!!!!

Domingo, às oito e meia da manhã na residência da família Pym. A gritaria no andar de cima já era rotineira. Hope dava graças a Deus por não ter nenhuma pessoa morando próximo aquela casa ou seriam denunciados por perturbação da paz provavelmente e no mínimo encaminhados ao hospital psiquiátrico mais próximo. Dessa vez, a casa estava infestada de formigas. Motivo, seu pai o Dr. Henry Pym por acaso era muito apegado às pequenas criaturinhas e havia ficado com pena de chamar o dedetizador.

A menina não ficou para apreciar a discussão, que provavelmente terminaria em algo pouco menos educativo que um filme pornográfico. Desceu para a sala e ficou assistindo qualquer coisa no Disney Channel, quando ouviu alguém bater à porta.

Revirou os olhos pelo indivíduo ter chegado justamente na melhor parte do documentário sobre Vespas Assassinas, porém ao chegar a porta de vidro a expressão de tédio foi quebrada por um vibrante sorriso ao ver Scott Lang parado do lado de fora com o cachorro mordendo a perna da calça.

- Oi, Scott! - O cumprimentou gentilmente abrindo a porta para o rapaz entrar e pegando o cachorro no colo. - Perdão pelo Antony, ele não gosta de visitas. Aceita um café?

- Tô acostumado. Aceito sim, mas na verdade vim para a gente terminar o projeto de física. - Respondeu enquanto a seguia para a cozinha. Hope franziu as sombrancelhas, colocando o cachorro no chão e lavou as mãos logo em seguida, ouvindo o que o rapaz dizia.

- Pois é, ainda tem isso... - Disse a última palavra um pouco mais baixo enquanto servia o café na caneca de louça com estampa da Marvel e entregou ao amigo, pegando outra para si. - Scott... Nem tive tempo de te agradecer por ter me tirado daquela piscina.

- Que isso, você não precisa agradecer!

- Claro que preciso. - Ela sorriu um pouco tímida, sentando-se sobre o balcão e ficando de frente para o rapaz. - Você tem sido um ótimo amigo desde que nós conhecemos. É claro que eu preciso agradecer. Tem me ajudado com tudo. Com o Darren e... As meninas, e agora você salvou minha vida. Obrigada.

- De nada... Eu acho. - Gaguejou um pouco sem graça ao ouvi-la falar daquela forma. - Na verdade eu te amo... Digo, amo ser seu amigo. Você é incrível.

- Eu preciso te dizer que... Ainda não terminei a pesquisa sobre eletrostática... Porque...

- Ficou até tarde escrevendo Fanfic?

- Como sabe? - Ela sorriu sem graça.

- Vi as notificações pelo aplicativo. Devo dizer que está tudo muito lindo.

- Você acha?

Scott se inclinou um pouco mas sobre o balcão, mantendo seu rosto próximo ao da garota, sentido sua respiração suave. Sorriu e então respondeu:

- Eu sei. Você é simplesmente maravilhosa e...

- HANK!!!!! - O grito foi precedido por uma barulheira medonha do lado de cima e um jato incandescente iluminou a escada que levava ao segundo andar. Hope e Scott se entreolharam e correram na direção da confusão onde Hank estava com um lança chamas na porta do banheiro e Janet observava do outro lado. - Jujubinha, seu pai ficou louco! Está tentando torrar as formigas!!! - A mulher dizia eufórica até perceber que Lang estava no local. - Ah, oi, Scott!

- Sra. Van Dyne.

•••

Não conseguirá dormir e não era para menos. Os pensamentos ficaram presos na praia, ao som das ondas e do vento forte, presos a uma pessoa, a única pessoa no mundo a quem ele não poderia se prender. Após lavar o rosto e repetir umas mil vezes em frente ao espelho, que estava ficando maluco, decidiu que precisava urgentemente esclarecer o ocorrido. Passou apressado pelo corredor deserto que levava ao dormitório, reconheceu a porta com o número de Romanoff, ela quase nunca trancava, apesar de manter a chave do lado de dentro cá precisasse. Steve abriu cuidadosamente, notando que o quarto ainda estava escuro, o celular da garota acendia e apagava, o despertador estava silencioso, assim como o ambiente. Aproximou-se, apesar da insistente nota mental de dia consciência que lhe dizia para se afastar. Ignorou totalmente a lógica, sentou-se à beira da cama, nota do a respiração ofegante da menina, o que era estranho e. Ela suava e movia a cabeça de um lado a outro, resmungando algo que parecia estar em sua língua materna. Estaria doente?

As mãos frias de Steve sobre sua testa quente foi o que a despertou daquele pesadelo, ainda atordoada, segurou os pulsos do tutor e o encarou, até que finalmente percebeu de quem se tratava.

- Natasha? Está tudo bem com você? - Não ouve resposta, não imediata.

Ela o abraçou de forma tão espontânea e apertou seu pescoço com tamanha força, que o fez questionar dessa vez se aquela criatura estava doente, louca ou dormindo ainda. Não fez mais nada além de retribuir o abraço, ouvindo o choro baixo da ruiva, que aos poucos voltava a si. Okay aquilo sim era assustador. Se afastaram e ela ainda estava um pouco agitada.

- Ei! Olhe pra mim. - Segurou o rosto da menina com as duas mãos, para que o olhasse nos olhos. - Está tudo bem, foi só um pesadelo, não foi?

- Isso sempre parece muito mais do que um pesadelo.

- É por isso que estou aqui. Pra te ajudar a superar. Você é mais forte do que isso, Natasha. - Levantou-se e acendeu a luz, vendo-o fechar os olhos incomodados com a claridade. - Estarei no escritório se quiser conversar.


Notas Finais


Aaaaain eu só digo que sei lá esses dois ainda me matam do coração kkkkkkkk


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