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História Contos de Terror - Capítulo 4


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Notas do Autor


Sorry my Ghost esse tempo todo sem postar, provas finais, por isso acabei por ficar sem tempo e a falta de criatividade foi imensa.
Aaah... Não é um conto, minha bisavó contou para a minha mãe o que aconteceu com ela e minha mãe passou para mim e assim estou passando a vocês. Sinceramente é.uma das minhas histórias favoritas, espero que gostem.

Capítulo 4 - Árvore


Fanfic / Fanfiction Contos de Terror - Capítulo 4 - Árvore

Árvore


Eu moro em uma cidade pequena e antigamente quase não havia muitas construções pela redondeza e antigamente aonde hoje se eu não me engano é uma escola ou um terreno baldio era um cemitério antigo, mas hoje ele não existe e os ossos foram retirados dali, é o que minha mãe disse.

Antigamente as pessoas daqui tinham o costume de fazer orações para os que já faleceram e assim minha bisavó e algumas amigas delas fizeram. Era antes do entardecer, antes que o sol se escondesse nas montanhas e a escuridão se mostrasse presente no céu, minha bisavó estava a caminho do local e tudo correu bem até lá, prepararam as coisas colocaram as velas e fizeram as orações, demorou um tempo até que elas resolveram se sentar de baixo de uma árvore, uma árvore antiga não tão grande mas com a noite era quase impossível de se vê algo entre as copas de folhas.

Elas se sentaram ali e começaram a se servi com uma bebida para passar o tempo, um gole e está tudo bem, a amiga dela pede para encher o copo novamente e distraídas na conversa, o copo estendido a frente ela ouviu algo cair dentro olhou para o interiordo mesmo e viu uma coisa dentro como se fosse algum tipo de líquido viscoso, ela deu de ombro e jogou a bebida fora pedindo mais uma vez para encher o copo, mais uma vez estestidas na conversa a mesma coisa aconteceu, algo caiu dentro do copo, ela não entendendo jogou a bebida fora mas dessa vez não encheu o copo, estendeu-o a sua frente e esperou se entretendo com minha bisa e a outra amiga.

Aconteceu a mesma coisa mas dessa vez elas poderam ouvir algo cuspindo dentro do recipiente, elas até aí não tiveram medo, foram corajosas e permaneceram lá, a amiga lavou o copo, uma xícara de alumínio batido a qual é tingida de tinta branco com as bordas de azul e o fundo descascando. E continuaram mas elas estavam prestando a atenção, ouviu como se algo limpasse a garganta e um fio de saliva desceu na frente delas pingando mais uma vez dentro do copo, ambas as três olharam para cima e aos poucos uma sombra escura começou a surgi, descendo de cabeça para baixo como um primata faz para se pendurar, um sorriso surgiu na imagem escura de olhos amarelados, elas não tiveram reação além de fechar os olhos e rezarem a Ave Maria e todas as orações possíveis para que aquilo fosse embora.

 Bom, depois de um tempo elas ali fazendo suas orações e rezas abriram os olhos e nada além delas estavam ali, com medo e o choque que passou elas recolheram tudo que tinha ali e saiu do cemitério indo para suas casas as pressas.


Notas Finais


Como disse é um dos fatos a qual eu mais gosto mesmo tendo tanto medo.
Parece muito fictício para ser verdade não é? Pois acreditem, eu acreditei.

Então meus Gasparzinhos e Gasparzinhas irão pensar mais vezes antes de querer passar a noite ou até o dia de baixo de uma árvore? Bom... Eu sim!


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