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História Contos de terror e enigmas - Capítulo 2


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Capítulo 2 - Serial Killer


      Primeiramente, me chamo Alexia Smith. Eu me formei em direito há quatro anos, e agora eu estou me mudando para um bairro novo, em uma casa maior. Já faz cinco horas que eu cheguei. Agora são meio dia e meio, e eu estou super cansada, pois acabei de arrumar minhas coisas na minha nova casa.

     Eu estava na cozinha, almoçando, quando a campainha tocou, e logo atendi, vendo um casal.

     — Boa tarde, o que desejam?

     Eu perguntei, eles sorriram e logo a mulher respondeu.

    — Boa tarde, somos o casal Nilo. Eu sou Hellen Nilo e esse é o meu marido James Nilo. Somos seus vizinhos, moro naquela casa.

    Ela disse tudo com um grande sorriso no rosto. Logo seu marido, cujo o nome era James, que também sorria acrescentou.

    — Nós viemos aqui para dar‐lhe boas vindas.

    — Muito obrigada Sr. Nilo e Sra. Nilo, gostariam de entrar?

    Eu agradeci logo perguntando. Então a Sra. Nilo disse: 

    — de nada, mas me chame se Len ou Hellen mesmo, nós até gostaríamos, mas eu e o James vamos para a casa dos pais dele. Muito obrigada pelo convite, até outro dia.

    Eles se despediram logo indo. Eu recebi uma ligação do tenente, ele pediu ajuda em um caso e disse que irá entrar em detalhes amanhã.

     Acordei com um grito, vindo lá de fora, mas deve ser só minha imaginação. Olhei as horas e eram cinco e quarenta e cinco.

     Chegando no quartel fomos todos para a sala de reunião. 

     — Chamei todos aqui para dizer, para dizer que…

     Ele foi interrompido por um dos seus soldados.

     —  Senhor, o Killer está no bairro Paradise Magic.

     Na hora, estremeci e o tenente e os outros me olharam.

     — Senhorita Smith, você está bem?

     O tenente perguntou.

    — Sim senhor, este bairro é o que eu estou morando e bom, hoje eu acordei com um grito mas não dei importância.

    Eu respondi a sua pergunta e ele voltou a falar.

   — Voltando… Como o soldado Jackson Wang disse, temos um serial Killer a solta, e tem cada vez mais vítimas. Ele deve ter umas de duzentos e quarenta e oito mortes nas costas ou mais, já que esse número é o tempo que o descobrimos.–ele continuou– Eu queria que a Senhorita Smith e o senhor Wang, finjam ser um casal e deem uma "festa", para os vizinhos. Eu quero que tiram mais informações o possível de todos os convidados. Já estava me esquecendo, quero os agentes investigando o bairro para acharem pistas de quem pode ser esse homem ou mulher, e por favor descubram logo antes que não exista mais a City Wood. Bom eu acho que é isso, estão dispensados podem voltar aos seus afazeres.

      Depois de sermos dispensados fui a procura do soldado Wang. Por fim quem me encontrou foi o próprio, ele disse que estava no escritório do tenente, e o tenente estava dizendo o que ele teria que fazer para me ajudar.

      Quando chegamos em minha casa, arrumei um quarto para o soldado e pedi para o mesmo manter pelo menos os vidros do quarto fechado, já que eles eram espelhados ninguém veria ou desconfiaria do nosso "relacionamento".

      Coloquei câmeras e microfones escondidos pela casa e convidei meus "queridos" vizinhos e pedi para eles confirmarem presença, com a desculpa de quantos garçons irei contratar. Liguei para o tenente, pedi para ele agentes para se infiltrar como garçons. Por fim o casal Nilo e o homem estranho da casa da frente disseram que não poderiam comparecer.

        No final, sem pistas, zero nenhuminha, e o pior descobrimos que o filho da senhora Débora é gay e achou o Jackson "gatinho", wang ficou extremamente vermelho e resultou em muita risada de todos que estavam na sala de computação. Voltando para o ponto de partida, pedi para o tenente deixar eu ver a "lista" de quem o nosso criminoso mundialmente famoso matou, o tenente me levou até uma sala que havia apenas coisas relacionadas ao nosso criminoso. Havia uma caixa com cartas, fotos, digitais e uma lista que aparentava-se uma lista escolar, uma lista manuscrita com nomes grifados de verde, vermelho e amarelo.

      Peguei tudo o que eu achei de importante, incluindo as listas, e fui para o meu escritório, havia uma carta em cima da minha mesa escrito a seguinte fala:

     "O tempo passa, eu estou sempre perto, você é tão burra que não desconfiou de nada, e eu vivo te ajudando. Cuidado você pode ser a próxima.

                 Assinado: Seu Querido criminoso"

      Eu estava realmente com raiva, mas isso não poderia me atrapalhar em nada e eu sabia de quem era a letra, mas não me lembro quem era o dono. Peguei a lista escolar e comecei a ler os nomes. Havia o nome do tenente e o nome do Jackson, podia ser um dos dois ou não. Eu estava voltando para casa quando uma pedra "caiu" em minha direção, peguei ela e havia um bilhete dizendo "Ele será o próximo" e agora? O que eu irei fazer?

        Voltei para minha casa e o vestido que eu usei no dia da "festa" estava na minha cama sujo de vermelho e graças a isso descobri quem é o criminoso. Peguei meu celular e liguei para o agente Eduard, pedindo as gravações das três pequenas câmeras que ficou escondidas pela casa. Abri o primeiro vídeo com a gravação e era um homem alto, com uma máscara mas dava para reconhecer e era ele o criminoso. Fui as pressas para o quartel, eu não estava acreditando por quê ele? Poderia ser qualquer pessoa!

         Cheguei no quartel peguei as algemas com cautela, coloquei-as em um local fácil de pegar e fui "andar" pelo quartel.

         Depois de alguns minutos, percebi que havia alguém me perseguindo, o tenente me parou e perguntou:

         — Já o encontrou senhorita Smith?

         — Não senhor– disse logo acrescentando– está muito difícil, mas eu acredito estar perto.

        Ele assentiu e logo se retirou.

         — Oi, Alexia o que faz aqui? Já encontrou o criminoso? 

         O Jackson perguntou e eu logo o respondi.

         — Oi Wang, eu vim tentar descobrir algo, já que eu ainda não encontrei o criminoso.

         Ele deu as costas dando a chance de nocaltea-lo e algema-lo.

         — Senhor Wang você está preso.– eu disse já indo para sala para interrogá-lo. Eu deixei ele algemado na cadeira e me sentei de frente para ele.

          — então senhor Wang, o que tem para me dizer?– perguntei para ele.

          — Eu fiz isso por puro ódio e rancor de todos que eu matei. Na minha infância, meus colegas da escola, dos treinos e os meus vizinhos, me batiam e depois eu apanhava em casa por ser "mole". Quando eu entrei na faculdade de direito, pela primeira vez meu pai teve a capacidade de me chamar de filho. Quando eu fiz a prova final eu fiquei em décimo lugar, eu iria ficar como tenente mas quem ficou foi o Stevan sendo que ele estava em décimo primeiro lugar, e a desculpa dos meus superiores e que eu era muito fraco para o serviço. Passou-se um tempo e eu fui obrigado a prestar serviço militar para eu me tornar "melhor", mas quando eu vi que meu superior era o Stevan, eu quis me vingar, mas eu iria me vingar de todos que acabaram com a minha vida, por isso eu fiz tudo isso.

       Depois de sua linda revelação, só que não, ele "ganhou" vinte e cinco anos de prisão e trinta de reabilitação.

       Depois de dez anos nenhum caso superou ao do Serial Killer



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