História Contos eróticos - Pride - Capítulo 3


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
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Palavras 1.396
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Lemon, LGBT, Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 3 - Diretor


Angel e Ruby frequentavam uma escola renomada que focava nos talentos dos alunos como empresários. Ambas eram extremamente respeitadas por suas notas excepcionais e boa desenvoltura com o público, os professores as adoravam e muitos alunos queriam ser seus amigos, seja por admiração ou interesse. Mas como em todo lugar, sempre havia algum otario. 

“Eddy” era um deles. Um imbecil que gostava de assediar as garotas da escola, mas pela família ter muito dinheiro e o pai ser um porco machista como o filho, e achar totalmente normal tal comportamento, nunca houvera reais punições para o garoto. 

Eddy passou ao lado de Ruby tentando levantar sua saia, mas a garota foi mais rápida e segurou seu braço. 

-Ui! A gatinha tem garras. -disse de forma irônica, aproximando o corpo ao da garota. 

-Tenho sim e se você não tomar cuidado, vai ter que se preocupar bastante com seus olhos, porque vão ser as únicas bolas que vão te restar. -Ruby retrucou com um sorriso amável, não queria chamar atenção para esse tipo de situação, ela sabia se cuidar. 

-Sabe, querida, sua irmãzinha é bem mais dócil que você. 

O ódio tomou conta do seu corpo, sua visão ficou embaçada pela sede de sangue. Quem aquele porra achava que era para tocar na sua irmã?

O soco veio antes que qualquer pessoa pudesse reagir, o sangue pingava do rosto do garoto manchando sua blusa. 

-Você lava a boca pra falar da minha irmã. 

-Srt. Pride, Sr. Kallahan acho que devemos levar este a assunto a sala do diretor. -a voz de uma das professoras foi ouvida pelas costas de Ruby, que simplesmente concordou com a cabeça, seu corpo ainda tremia de ódio. 

A conversa entre Eddy e o diretor não durou muito, o garoto simplesmente saiu da sala com um sorriso sarcástico e convencido, acenando debochadamente para a garota, que revirou os olhos. 

-Srt. Pride, pode entrar. -a morena se levantou lentamente e se sentou à frente do diretor. William Balestrini era um homem de porte atlético, beirava os 45 anos, mas toda sua boa forma havia se mantido, o que gerava muitos suspiros entre as garotas do colégio. -Quer me contar o que houve?

-Aquele garoto é um merda arrogante, que acha que pode assediar as garotas… - Ruby começou a falar, gesticulando de forma espalhafatosa, por vezes aperta o tecido da saia para conter a raiva, o que expunha parte das suas coxas e esse movimento não passou despercebido pelo diretor. 

Demorou um tempo até que a garota percebesse que não estava sendo ouvida, mas não precisou nem de um segundo para saber que isso poderia ser algo a seu favor. 

Apertou a saia fortemente e subiu o tecido até quase sua calcinha e se inclinou, dando uma visão privilegiada dos seios fartos e da lingerie. 

-O senhor vai fazer algo com ele, não é?

O homem ficou hipnotizado por alguns segundos, mas chacoalhou a cabeça e pareceu ter acordado de um transe ao processar que era para ele responder. 

-Bom… Claro, claro, nós vamos averiguar a situação. 

Ruby se levantou e fez a volta na mesa, se sentando na beirada da mesma. Esticou o corpo e começou a brincar com a gravata de William, que já estava totalmente entregue. 

-Eu não gosto que ele me toque, eu prefiro pessoas que saibam me fazer gritar, experientes. -a morena colocou uma perna de cada lado da cadeira e subiu a saia, deixando sua intimidade coberta pela peça de renda, totalmente visível. Puxou a gravata aproximando o diretor do seu centro encharcado, que implorava por atenção. Sentiu as mãos fortes apertando suas coxas e a fazendo gemer levemente. -O senhor poderia me ajudar rapidinho, eu ainda preciso ser punida por arranjar briga na escola. 

Já totalmente entregue aos caprichos da menina, William arrancou sua calcinha e a provou sem qualquer pudor, lambia chupava e mordia, fazendo-a ter que morder os lábios para abafar os gemidos. Era maravilhosa a sensação de poder fuder uma aluna, ainda mais uma das gêmeas, as queridinhas do colégio, as quem ele sempre desejou. 

Mordeu o clitóris, fazendo-a se contorcer, um gemido escapou levemente. As mãos delicadas estavam firmes puxando seus cabelos e apertando-o contra o paraíso. 

Batidas na porta chamaram a atenção de ambos, o que fez com que ela descesse da mesa e ele limpasse o rosto, permitindo a entrada da secretaria. 

-Eu só queria dizer que já deu meu horário senhor. Caso não precise mais da minha presença…

-Está dispensada. Eu já estou terminando. 

A mulher saiu da sala, fazendo Ruby soltar o ar e se dirigir até a porta para tranca-la. 

-Dá próxima a gente não esquece de fechar a porta primeiro. -Comentou sorrindo sacana e rebolando sensualmente até o homem. Se ajoelhou e abriu o zíper da calça. 

-Tem certeza que quer continuar?

A garota revirou os olhos só com a hipótese de ter que parar. Puxou a calça e a cueca e salivou só de ver o aquele mastro, duro e babando por ela. Lambeu a cabeça e chupou as bolas para começar, depois o colocou inteiro na boca, engasgando levemente com o tamanho. 

-Puta que pariu, você é maravilhosa. -o diretor segurou seus cabelos, guiando os movimentos de sobe e desce, aumentando a velocidade conforme os gemidos escapavam da garganta. Ela massageava as bolas  e fazia movimento circulares com a língua, aproveitando tudo aquilo dentro da sua boca. -Eu vou gozar, querida. -avisou após alguns minutos. Ruby parou com os movimentos acelerados e chupou só a cabecinha em seguida engoliu tudo de novo, fazendo com que os jatos de porra atingissem sua garganta. -Você é maravilhosa princesa. E vai ser todo minha a partir de hoje. 

A morena sorriu sensualmente, era exatamente isso que queria ouvir. Se levantou tirou toda a roupa, dando uma visão privilegiada do seu corpo maravilhoso. Sentou no colo do diretor e começou a se mover, esfregando suas intimidades, mas sem permitir a penetração. 

-Então você vai punir o Eddy, não vai? Se eu sou sua, ele não tem que ficar passando a mão. 

William lambeu do seio até a clavícula da garota, puxou seu cabelo para trás expondo todo o pescoço para facilitar o acesso e sorriu. 

-Ele nunca mais vai tocar em você querida. Ele não vai nem sonhar com isso. 

Ruby sorriu vitoriosa, enquanto o sentia chupar seus seios como uma criança esfomeada. Seus gemidos estavam ficando difíceis de conter, seus movimentos com o quadril se aceleravam de forma desesperada, então percebeu o homem pegar uma camisinha de algum lugar e colocá-la de forma apressada. 

Não precisou pensar duas vezes, ergueu o quadril levemente e sentou com força, soltando todo o peso de uma vez. O gemido alto de ambos foi impossível de abafar. 

-Assim você me fode, boneca. Se alguém escuta a gente, nós vamos ter problemas. 

A risada melodiosa e despreocupada preencheu a sala. O movimentos se tornaram mais brutos, Ruby quicava ritmadamente, o barulho das intimidades se batendo, os gemidos, os beijos desajeitados e os chupões preenchiam o ambiente de forma sensual. 

-Mais rápido, mais forte. Me fode como nas suas fantasias mais loucas. 

O moreno saiu de dentro dela e a deitou de bruços na mesa, achando a entrada úmida logo em seguida e penetrando sem dó. Puxava seu cabelo, virando a cabeça da menina e a beijando de forma sensual, enquanto a outra mão se ocupava de dar atenção aos seios fartos. 

Ruby arqueou o corpo e gemeu alto, gozando maravilhosamente, sendo acompanhada por William. 

-Você é uma delicia, tão apertadinha, tão quente, tão perfeita pra mim. 

Ruby riu com aquilo e se afastou procurando as roupas.

-Eu preciso ir. -puxou o homem pela gravata que ele ainda vestia e o beijou demoradamente, explorando, agora, com calma cada canto daquela boca. -Amanhã eu venho te dar um oi. 

Saiu do escritório sem olhar para trás e encontrou Angel na entrada da escola. 

-Você demorou! Onde você estava?

-Eu estava resolvendo uns assuntos com o diretor. - disse enquanto entravam no carro que as esperava, de modo discreto, para que o motorista não visse, puxou a mão da irmã para dentro da sua saia, permitindo-a sentir o gozo dos dois que estava dentro de si. 

-Eu não acredito. -Angel riu levando os dedos a boca. 

-Eu quero provar quando chegarmos em casa. -sussurrou em seu ouvido e seguiram o caminho como se nada houvesse acontecido.



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