História Contos Fantásticos - Capítulo 1


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Categorias Stray Kids
Personagens Bang Chan, Seo Chang-bin
Tags 2chan, Bang Chan, Binchan, Chanchang, Changchan, Christopher Bang, Seo Changbin, Skz, Stray Kids
Visualizações 10
Palavras 1.044
Terminada Sim
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Aventura, Fantasia, Ficção, Universo Alternativo

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Eu vou parar, juro ausuahsuah

Honestamente, acho que exagerei nas comparações e na viagem, tsc, tsc :")

Prometo tentar melhorar >:""))

Enfim, boa leitura!

Capítulo 1 - No Seu Estábulo de Livros - Único


Quando eu tinha lá meus dez aninhos e os astros cantavam cantigas de ninar, você costumava me contar as histórias dos livros de fantasia do seu estábulo de livros. Era muito divertido, o cheirinho de casa pertinho da lareira, o tapete duro onde, mesmo tão rígido, eu amava sentar e aquela poltrona velha que berrava por descanso que você sentava como se fosse abraçado em aconchego. Todas as noites, você me punha no seu barquinho voador ou me montava no unicórnio da sua fazenda de pirulito e partíamos em aventuras pelos mares de nuvens e grutas feitas de flores. Enfrentaríamos o Grande Monstro do Tédio e salvaríamos o vilarejo dos legos, então iríamos ao horizonte de papel para uma nova jornada além de um único livro.

Certo dia, você mostrou-me uma história muito interessante. Ela era sobre uma mocinha que se vestia de herói, ela velejava pelos sete mares em busca do seu príncipe em apuros; brincamos disso no dia seguinte, você disse que eu era a princesa que velejava porque eu era baixinho! 

 

— Ah, vamos lá! Quer que eu te salve então? — Você se abaixava até minha altura e tombava a cabeça.

 

— Não! Eu vou salvar você! — Batia o pé enquanto abraçava seu quadril, pois só alcançava até ali.

 

Então você riu e voltamos ao Império da Fantasia, onde os cavaleiros e piratas comentavam sobre os incríveis heróis que navegavam pelos céus de pedras preciosas e coletavam estrelas para os pobres — elas são muito valiosas, sabia? Elas são guardadas por astronautas! 

Até que teve um dia em que uma rival muito forte apareceu! Ela se chamava Faculdade. Ela havia te sequestrado por muito tempo mesmo você sendo o mais forte de nós dois, tem noção?! Então, por muito tempo, eu vasculhei as cidades que nós ajudamos — sempre encontrando algumas pessoas que nos conheciam — e varri todos os corredores do seu estábulo de livros. Cogitei até que você estivesse aprisionado na lareira, mas mamãe me tirou de lá antes que eu pudesse ter certeza.

Aí eu passei a investigar o que aconteceu. Saí temporariamente da posição de herói para tornar-me um detetive! Escalei montanhas cheias de buracos e encontrei diversos tesouros que contavam-me histórias, mas nenhuma delas chegou a dar alguma pista. Na verdade, um desses tesouros me contou uma vez que talvez você tivesse sido jogado no poço do esquecimento e que não lembrava de mim! Mas é óbvio que eu não acreditei, porque você sempre me mandava cartinhas nos meus sonhos para dizer que estava tudo bem, mas nunca chegou a me dizer onde estava.

Quando percebi que minhas habilidades de detetive brilhante não eram tão reluzentes assim, decidi abdicar do cargo de aventureiro até você chegar, tornei-me um fazendeiro humilde que passou a tomar conta do seu estábulo e a consertar o seu barco voador que era invadido por mofos parasitas!

Eu não sei quanto tempo passou para mim ou para você — vai que o tempo passava diferente para nós dois — mas, numa bela noite de inverno na qual eu estava sentado na sua poltrona, que realmente dava os melhores abraços, você retornou ao seu estábulo com uma roupa bonitinha, mas que não combinava muito contigo. Meus olhos se estreitaram um pouquinho, porque, mesmo que fossemos grandes parceiros, você parecia muito diferente! Sua cabeleira estava loira e parecia mais velho, seus olhos também estavam maquiados com uma sombra preta forte embaixo deles — desde quando você usa maquiagem?! Quando percebi que era tu e que havia conseguido escapar da rival Faculdade com segurança, levantei-me num pulo e fui te abraçar, dessa vez alcançando os seus ombros.

 

— Binnie! Olha como cresceu! — Você me deu um beijo molhado na testa.

 

— Por favor, não dá uma de avó dizendo essas coisas! — Exclamei.

 

— Certo, certo. — Soltou aquela sua risada aguda que há tanto tempo eu não ouvia.

 

— Ei, mas como foi? Como conseguiu escapar das garras da Faculdade? Digo, ela era uma rival muito poderosa, tanto que conseguiu sequestrar um cavaleiro como você! — Enchi-o de perguntas logo no início, precisava saber como fora a jornada de meu companheiro.

 

— Changbin…? — Você me olhou com uma cara estranha que não soube decifrar.

 

— O que? — Perguntei, dando espaço para você sentar na sua poltrona e eu sentei no tapete, como nos velhos tempos.

 

— O que você vem fazendo esses tempos? 

 

— Eu venho te procurando! Depois que a Faculdade te sequestrou, eu passei por todas as vilas, mas ninguém sabia para onde você tinha sido levado! Aí eu dei uma pausa em ser um herói cavaleiro e passei a ser um detetive! Eu conduzi diversas investigações profundas sobre o seu paradeiro, mas nada me veio. Num certo ponto, eu me tornei um fazendeiro humilde e comecei a tomar conta do seu estábulo. Por sinal, seu unicórnio sente a sua falta! — Narrei tudo enquanto fazia inúmeros gestos.

 

— Changbin… Que fantasia é essa? — Huh? Fantasia? 

 

— Que fantasia, Chris? — Questionei. Não havia fantasia alguma, poxa! 

 

— Changbin, isso foi nove anos atrás! Você tem dezenove anos, Changbin! — Agora entendi qual era aquela expressão estranha… Era preocupação.

 

— Nove anos? Wow! Quanto tempo! Então temos muito no que nos aventurar! Sério, eu passei pela cidade dos gnomos um dia desses e eles estão em falta de estrelas, precisamos barganhar com os astronautas do céu para eles nos darem mais! — Exclamei com um sorriso, meus olhos ganhando um brilho que não tinham há, mais ou menos, nove anos.

 

— … — Você manteve o silêncio por um tempo, mas logo suspirou baixo e sorriu. — Sim, temos. Que tal irmos pelo bosque de diamantes dessa vez? Lembra daquelas frutinhas de memórias que nosso unicórnio adora? — Puxou um livro de sua montanha retangular e aconchegou-se na poltrona.

 

— Sim, sim! E que tal tentarmos chegar no céu pelo cruzeiro de algodão? Eles cobram poucos pães de mel e o comandante me disse que ia fazer uma festa de chá de pêssego quando voltasse! — Lembrei do que ele me disse algumas luas depois do seu sequestro, tinha certeza que ele não esqueceria da promessa.

 

Quando a neve decidiu namorar com os ventos e a Lua foi cantar para o céu no teatro da noite, aquela lareira espalhou o cheirinho de casa pelo seu estábulo de livros e, mais uma vez, montamos no seu barquinho voador para coletar estrelas no céu de pedras preciosas.


Notas Finais


Postado com selo de flop

Até a próxima!


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