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História Contos fragmentados -Morgana - Capítulo 11


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Capítulo 11 - Era uma vez- Parte 1


Fanfic / Fanfiction Contos fragmentados -Morgana - Capítulo 11 - Era uma vez- Parte 1

 Era uma vez há muito tempo atrás... Três silhueta no meio da floresta a noite, uma floresta com arvores medianas e baixas, nessa mesma noite estava a cair uma nevasca pesada quase impossibilitando a visão a distancia, e assim do meio dessa mesma floresta  surge a primeira silhueta, e essa mesma silhueta estava com um semblante de medo e desespero, aparentemente preocupada com algo que estava segurando, algo pequeno e enrolado em um manto. - Era uma mulher - Mas essa mulher não estava sozinha no meio daquela floresta, estava acompanhadas por outras duas silhuetas, uma maior e com uma tocha na mão e na outra uma correia puxando um cavalo - Era um homem e um cavalo –

- Ei! Mulher, precisamos parar.

- Não, não. Posso continuar, não se preocupe.

- Vocês duas vão morrer mulher, precisamos parar! Ou você prefere morrer de frio?

- Ninguém vai morrer hoje não se preocupe, mas acho que podemos parar um pouco.

Então assim os dois foram  procuram um abrigo, quando os dos estão procurando abrigo encontram rastros de coelhos na neve, isso é um ótimo sinal pois eles poderiam encontrar comida pela manhã. Pouco tempo depois eles encontram uma arvore bem grande, com um oco em sua base que serviria para um abrido de uns poucos dias, eles todos entram e fazem uma fogueira no centro do abrigo.

- Vou pegar alguns galhos para selar a entrada, assim me sentirei mais seguro.

- Pode ir, mas volte logo. – O homem sai do abrigo –

Então assim a mulher que estava sentada perto da fogueira, abraçada com algo escondido por alguns mantos. Olha para o mesmo e uma lagrima de seu olho e escorre, caindo no manto que se corrói abrindo um pequeno buraco, e nesse buraco se revela um pequeno olho negro piscando. A mulher então tirar todos os mantos e revela ser uma ser uma menininha, uma menininha de poucos cabelos, mas os que tinham eram totalmente negros e lisos.

- Cheguei! Já estou pronto para selar a porta. À olha... LIlith.

- Não fale o nome dela, você sabe disso.

- Para que toda essa preocupação mulher? Nos estamos no meio do nada, deixe eu chamar nossa pequena menina pelo nome.

- Uhmm... Tudo bem, chame quantas vezes quiser, mas só depois de selar a porta.

- Tudo bem mulher. Venha logo me ajudar com isso.

- Tá, vamos. - Os dois cortam as mão e as  juntam falando  -.

- Sealing spell: fan it skjinste en suverste bloed oant ûnsichiteber litte wy it dan oan it ein fersegelje.

- Finalmente estamos seguros. Lilith você está segura, minha filha você está segura.

- A mulher novamente deixa uma lagrima escapar de seus olhos cansados, a lagrima cai na cabeça de Lilith, e há mesma imediatamente começo a chorar -.

- Lilith, o que foi? Te machuquei? – E pela primeira vez Lilith responde com um não -.

- Olha só mulher! Nossa LIlith Falou, ou estou começando a enlouquecer?

- Não! – Lilith respondeu mais uma vez parando de chorar -.

- Olha mais uma vez mulher, ela falou!

- sim Fafnir, ela falou mas poderia parar de me chamar de mulher, eu tenho nome.

- Desculpe Gwenhwyfar,

- Você sabe que eu não gosto que me chame pelo nome todo, me chame só de Gwenh, quantas vezes já ti falei isso Fafnir, umas duas mil?

- Não... Gweenn! Umas duzentas.- Debochadamente Fafnir falou -.

- Sério Fafnir?

- Desculpe Gwenh só estava brincando, você sabe né?

- Sei... Então Fafnir, já sei o que esta planejando, mas não podemos temos que cuidar de Lilith. - Assim logo depois Fafinir a abraça e beija -.

- A gente veio fugindo por muito tempo, quase nunca podíamos parar para sermos homem e mulher, e qual hora melhor que essa? Estamos num lugar seguro e selado, Lilith esta dormindo. Vamos lá Gwenh, só uma rapidinha.

- Tá Fafnir, mas só uma rapidinha e sem fazer barulho, para não acordar a Lilith.

Gwenh então sai do abraço de Fafnir e tira seu vestido, um vestido pesado e um pouco retalhado, ficando completamente nua com seus cabelos curtos e negros Gwenh estende ha mão para Fafnir, ele não hesita e segura a mão de Gwenh. Quando os dois estavam preste a se beijar eles escutam vários barulhos vindo de fora do abrigo.

- Ei! Ei! Fafnir, espera não escutou esse barulho?

- Que barulho Gwenh? Tá tentando me enrolar é, não tá afim mais?

- Não é isso Fafnir, realmente escutei um barulho. Olha outro.

- É... agora eu escutei. Faz assim vista-se e pegue a Lilith, mas sem fazer barulho e esteja preparada para correr, mas só por garantia.

Rapidamente Gwenh se veste e cobre Lilith com o manto, assim colocando-a em seu colo. Fafnir estava preocupado com uma espada em uma mão, e na outra uma adaga, mas  uma adaga peculiar  de aproximadamente 25 centímetros, com um pomo entalhado de caveira, com um guarda-mão simples só com algumas runas entalhadas, e em sua lamina existia uma gravura em uma língua rúnica desconhecida, mas tinha o significado de “o que trará a morte”.

-  General!

- Fale! Soldado.

- General os rastros acabaram, com essa nevasca isso é normal.

- Não venha me dar desculpas soldado, quero saber onde aqueles demônios estão.

- Mas gene...

- Pare! Escute... Esta escutando esse barulho? Aprece um relinchado de cavalo.

- Verdade general, mas não esta escutando errado? 

- Como assim! Soldado? Quem é você para dizer que estou errado?

- Não senhor! Só queria dizer que estava ouvindo um choro de bebê, não um relinchado.  Senhor!

- Choro? Verdade... Soldados! Todos procurando por essa criança!

Assim o general e os seus soldados começam há procurar de onde vem o tal barulho, minutos se passam e nada plausível.

- Voltou a estar calmo lá fora. Será que eles já foram?

- Acho que sim Gwenh, mas para prevenir ou vou ir conferir.

- Como assim Fafnir? Você é idiota?

- E porque seria?

- Para sair daqui nos teríamos que desfazer o selo! E se você encontrar com algum soldado, ou pior e se for uma armadilha? Caso você não se lembre não podemos refazer o selo!

- Ah... Não, não esqueci de nada gwenh, mas temos que saber se estamos seguros.

- Mesmo assim acho bem desnecessário irmos lá fora agora, acho melhor esperamos amanhecer. – Nesse momento Liltih começa a chorar -.    

- Parem! Escutem... está vindo da li...

- General! Como assim da li... Da arvore?

- Mas é logico que sim. Todos cercando a arvore! – Os soldados formam um cerco na arvore -.

- Soldados! Comecem ha bater as espadas na arvore!

- Mas... Senhor...

- Não me questione soldado! Faça, Façam todos! – Os soldados começam a bater na arvore com suas espadas -.

- Xiihhh... Lilith! Vamos lá pare de chorar... Por favor, pare de chorar – Desesperada Gwenh e tentando fazer Lilith parar de chorar fala -.

 Já se preparando para que naquele momento inevitável, Fafnir pronuncia as runas de sua adaga, mais especificadamente as do guarda-mão e assim ele olha para Gwenh de uma forma triste como se fosse a ultima vez que eles trocassem um olhar, e diz:

- Desculpe-me, mas não tem outro jeito...

- Mas... Fafnir. Você...

- Confie em mim Gwenh. Faça assim deixe e cavalo e leve nossa filha. – Quando Fafnir diz isso os soldados do lado de fora já começavam a “cortar” a arvore -.

- Esta pronta?

- Sim! Estou.. – Gwenh estava com um olhar tenso -.

Logo em seguida Fafnir abre o selamento. Sua primeira vitima é um soldado loiro e meio baixo, com um único golpe na garganta.

- Vai Gwenh! Corre! – Gwenh então começa há correr -.

- Ahh...! Estou aqui seus merdas! – Fafnir diz, já cortando a perna de outro soldado, o finalizando logo em seguida com a lâmina já vermelha sague de sua adaga -.

- Aqui soldados! Cerquem ele. - E assim começa uma batalha feroz -.

Com sua espada Fafnir mutila e dilacera cada tórax que vê pela frente, ha cada brandir de espada e adaga era fatal, cortando pernas e braços, e esfaqueando estômagos e corações. Naquele momento ele era um monstro, mas não um monstro que lutava para se proteger, um monstro que lutava para proteger os únicos seres vivos que ele amava. Vinte e três  minutos de uma luta frenética e sangrenta, e Fafnir recebe seu primeiro golpe/ferimento: Um enorme corte no abdômen feito pelo próprio general, o ultimo sobreviventes daquela batalha.

No momento em que recebe o corte no abdômen Fafnir não sente nenhuma dor, por que para ele dor era um sentimento, e todos os sentimentos podem ser ignorados ao ponto de não existir. Sangue começa a escorrer de seu corte, mas Fafnir ignora e da um soco em seu próprio peito.

- Ahh...! – Fafnir começa a correr em direção ao general -.

 Então no meio de seu urrar Fafnir começa a olhar fixamente nos olhos do general e isso o deixa tonto, então o mesmo se ajoelha.

- Finalmente! Você sentiu algo seu monstro! Há única coisa que posso fazer por você é ti livrar desse fardo que é viver como um demônio fugitivo.

Então o general levantou sua espada, a única que foi capaz de arrancar uma gota de sangue de Fafnir, e quando o general estava preste a brandir a espada novamente, Fafnir levanta e o abraça  levando a sua adaga ao encontro do coração do general.

- De... Môni..o. – Essa foi a ultima palavra do general -.

Já muito longe dali Gwenh encontra um cemitério pequeno, mas com uma grande sombra atrás. Quando ela se aproxima ela descobre que se trata de uma casa abandonada não de um cemitério.

- Aparentemente essa casa está abandonada, sem tochas acesas.

Gwenh olha por uma janela, mas não vê nada pois as janelas estavam encardidas de poeira. Seguindo para o lado direito da casa ela encontra uma porta aberta, uma porta grande de madeira. Sem pensar muito Gwenh entra na casa e fecha a porta, quando percebe o quão imprudente foi fechar aporta sem olhar o interior da casa ela se vira bruscamente para frente.

 Sua visão não era muito boa pois estava muito escuro, mas o pouco que podia ver era uma sala ampla e vazia. Naquele momento ela sente a confiança de ficar ali, Que lá estava sozinha e um enorme sentimento de conforto a dominava.

- Esse lugar é ótimo Lilith, podemos ficar seguros aqui. Só espero que Fafnir esteja bem. – Nesse momento Gwenh escuta um barulho vindo do lado esquerdo da casa -.

- Oi! Tem alguém ai? – Gwenh preocupada coloca a Lilith em uma cadeira -.

- Xiih! Óh... Lilith  Vou te que ti deixar um pouco sozinha, mas vai ser rápido. – Logo depois disso Gwenh se dirige ao lugar dos barulhos -.

- Oi? Tem alguém ai? – Indo para o lugar do barulho ela pega um Bastão de metal que acha perto da fogueira -.

Seguindo o barulho Gwenh descobre uma cozinha, e lá ela vê que o barulho estava sendo feito por um lobo dilacerando um coelho.

- Senhor lobo, tudo bem?

- Que? Como uma humana esta falado com migo, diga humana como você fez isso. – o Lobo imediatamente pera de dilacerar o pobre coelho -.

- Isso não importa, senhor lobo! Só não quero problemas com o senhor, estou a mais de uma semana fugindo.

- O que você quer humana, não vou dividir minha comida com você.

- Não precisa dividir esse coelho com migo, só quero que você não nos ataque.

- Então quer dizer que você não esta sozinha humana. – O lobo Então começa a rosnar -.

- Espere senhor lobo, não estou com ninguém perigoso, é só meu filhote.

- Filhote é... Tudo bem não vou  atacar você e seu filhote, só fiquem longe de mim.

- Muito obrigado senhor lobo. - Gwenh fica aliviada ouvindo isso e segue para a sala para ver se Lilith estava bem -.

Seguindo para há sala ela só vê os mantos bagunçados e vazios que deveriam estar LIlith. Desesperada Gwenh corre ate lá.

- Lilith! Lilith! Onde você esta! LiiLiith!

- O que foi isso é você Lilith? – Gwenh estava ouvindo barulhos vindo de fora da casa -.

Sem pensar duas vezes ela corre para fora da casa, e lá ela tem uma visão desesperadora:

Um lobo mordendo pescoço de Lilith.

- Não! O que você fez lobo. – Gwenh cai ajoelhada, aos prantos -.



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