História Contos para maiores - Capítulo 10


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Categorias Histórias Originais
Tags Babygirl, Bdsm, Daddy, Família, Gay, Hentai, Hot, Incesto, Lemon, Yaoi, Yuri
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Palavras 2.208
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishoujo, Bishounen, Ecchi, Famí­lia, Fantasia, Harem, Hentai, Lemon, LGBT, Orange, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Transsexualidade
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


— Oi gente, vou ser rápida e postar alguns capítulos sem capa e com uma revisão meia duvidosa.

— Meu olho tá meio ferrado, tá difícil ficar no celular ou notebook. pra não deixar vocês sem capítulo vou postar os que eu já fiz.

— Sei que tô devendo casais, mil perdões mas a minha rotina tá bem complicada

— Conto hétero, curtinho pedido de um leitor. Perdão se não agradou. Baseado em fatos reais, até hoje eu sou curiosa se ele fode bem ou não.

— Depois faço umas capas decentes,obrigada por comentários e façam pedidos de casais.

Capítulo 10 - Professor


                

Alice bufou pela vigésima vez naquele dia. Odiava ter aula em horário integral, não conseguia render, ainda mais com uma matéria tão chata, física. 

Chovia torrencialmente e todos pareciam foçados em entender a matéria de física, menos ela.

Até sua melhor amiga Vanessa, anotava tudo que o professor falava. Cutucou a garota em busca de atenção, mas ela ignorou. 

Alice revirou os olhos, até parece que Vanessa conseguiria passar em física. 

Seu caderno estava aberto na matéria desde do começo da aula, mas não havia nada anotado. 

Pulou para a última página em que continha seus desenhos, separou uma folha em branco, já que aquela estava desanimadamente cheia.

Encarou o papel, não possui nenhuma ideia do que desenhar. Passou a encarar o ambiente, primeiro os alunos todos prestando atenção, nada fora do comum e que chamasse sua atenção.

Resolveu focar nele, seu professor. André não era o homem mais bonito e típico de filmes, era o homem normal com altura mediana, pernas e braços finos, mas uma barriguinha saliente. 

Possuí uma voz grave,usa óculos de grau e se comporta de forma contida sempre vestido com roupas escuras e sapatênis.

Alice pela primeira vez reparou no jeito como ele se portava. nesse momento ele estava em pé, explicando sobre campo elétrico.

Como um soco direito da boca na boca do estômago,ela teve uma inspiração. Sorriu de lado e começou a colocar aquilo no papel, a garota sempre desenhou muito bem e fazia cursos para aprimorar seu talento.

Rabiscava freneticamente o papel, sem se importar com as interrupções internas. 

Passou a reforçar e sombrear alguns pequenos detalhes, quando teve seu caderno retirado da mesa. 

Levantou a cabeça prestes a xingar quem havia feito aquilo, mas mordeu a língua quando percebeu que se tratava do seu professor. 

Que encarava o desenho, dele em um quarto, nu de costas para uma janela, observando a paisagem. Mas havia um detalhe, na cama uma garota semelhante a autora do desenho deitada nua. 

Suas feições como sempre permaneciam imparciais, ele fechou o caderno e estendeu em direção a garota. 

Que pegou meia incerta, toda a sala observava a cena esperando o que aconteceria.

— Presta atenção na explicação ou sai da sala — disse imponente — 

— Ok,André! — respondeu sarcástica — 

Seu professor voltou para o quadro, dando continuidade à matéria. Todos os alunos pararam de encara-lá e voltaram a focar de explicação.

Sua amiga Vanessa a encarou,como se perguntasse o que ela estava desenhado. Alice deu de ombros e tentou focar na explicação, não precisava de mais problemas.

Depois de uma hora inteira de matéria de exercícios, o sinal tocou avisando que havia acabado as aulas daquele dia. 

Alice respirou aliviada e murmurou um graças a Deus, estava doida pra ir para casa, tomar um banho e deitar. 

Arrumou seu material de pressa e foi saindo junto com Vanessa e o resto dos alunos. 

— Alice, preciso conversar com você — disse seu professor sentando na mesa — 

Todos continuaram saindo e Vanessa a encarou, sorriu e murmurou um “se fodeu” e saiu andando.

Alice revirou os olhos, parou de costas para a porta com uma cara nada boa. 

— Fecha a porta — ele disse ajeitando seu relógio de pulso — 

A garota fechou a porta e se virou pra André, com uma cara nada receptiva.

— Fala sério professor, você nunca assistiu pornô? — disse enquanto jogava sua bolsa em uma das carteiras vazias — É assim que as coisas começam, não pense que eu vou implorar por algo — disse enquanto cruzava os braços aumentando seu busto —

Seu professor se manteve com as feições sérias, nada de novo. 

— Se você usasse o seu cérebro adolescente na mesma proporção, que pensa em comentário desnecessários. Iria bem na minha matéria — disse calmamente — Ah! Uma hora você vai implorar — disse se levantando e passando a arrumar suas coisa — 

Alice se sentiu esquisita mediante a afirmação de seu professor, porque ela imploraria? ele continuou.

— Você possui muito talento desenhando — disse fechando sua pasta — Acredita-se que todo tipo de arte, é a expressão de seus desejos reprimidos — disse a encarando sério — 

O professor terminou de guardar as coisas, colocou a mochila nas costas. 

— Até amanhã, Alice — disse se encaminhando até a porta, abriu e saiu —

A garota permaneceu parada no mesmo local, tentando digerir o que havia acontecido. Seu professor havia insinuado que ela iria implorar por ele, mas que merda.

Alice foi para casa mas não conseguiu tirar a afirmação do professor de sua cabeça, será que ela queria mesmo ser fodida por ele. 

Havia um bom tempo que não fodia com ninguém e nunca havia pego um professor, talvez valesse a pena passar por uma nova experiência, afinal de contas o que teria a perder com isso?  Seria apenas uma vez. 

 

                                ...

Alice naquele dia chegou mais cedo para a aula de física, se sentou na primeira cadeira, bem frente para o professor e resolveu ir de saia, sem calcinha, era um plano clichê mas era o que tinha pra hoje. 

Se sentou e esperou pacientemente pelo professor, sua melhor amiga passou por ela e estranhou a ação repentina de querer sentar na frente mas nada falou, continuou seguindo para o fundo.

Alice estava entediada olhando algumas notificações quando ele chegou.

— Bom dia! — respondeu polido como sempre — 

— Bom dia, André — 

Todos responderam de volta Alice apenas sorriu pra ele, que arqueou a sobrancelha com a mudança de comportamento da garota. 

— Bom! — disse colocando as coisas em cima da mesa — Hoje daremos continuação a matéria, respondeu tirando seu material da mochila — 

Alice nada fez, apenas encarava o professor focada, pegou seu caderno e livro para acompanhar o raciocínio do professor.

— Abram na página....— disse folheando o livro — 230 —

Alice abriu seu livro e procurou a página, achou e se sentou de forma desleixada e foi abrindo as pernas devagar.

Sentia a adrenalina de ser pega toda exposta correndo por suas veias, assim como aquela leve brisa em suas partes íntimas.

O professor estava explicando algo, quando Alice deixou sua caneta cair propositalmente, André como um bom cavalheiro foi pegar. 

Alcançou a caneta e deu de cara com a intimidade lisa e totalmente exposta da garota. Ele parou por alguns instantes.

— Que foi professor? — Alice perguntou com o ar de inocência — Não consegue pegar a caneta? — 

André pareceu acordar do choque, pegou o objeto, se levantou e colocou em sua mesa. Ignorando as perguntas da garota e voltou a explicar, tentando ao máximo não encarar. 

Mas Alice fazia tudo para que a atenção de seu professor se voltasse para si, havia pego ele olhando duas vez. 

Deu a hora do intervalo e todos saíram desesperados, Alice continuou na sala, terminando de copiar algo da matéria.

— Que Porra você tá aprontando Alice? — perguntou Vanessa — Nunca ‘ti vi sentada aqui na frente — disse encarando com um olhar acusador — 

— Vanessa eu estou fodida em física e meus pais, ameaçaram me tirar da escola se eu não fosse bem — disse prestando atenção no quadro — 

— Entendo, vamos lá pra fora? — disse suavizando suas feições — 

— Já vou, só preciso terminar isso aqui. Vai procurando uma mesa pra gente — disse colocando uma mecha do cabelo que caiu em seu rosto —

— ok! — Vanessa disse e saiu logo em seguida, fechando a porta  — 

Alice terminou de copiar a matéria, fechou o caderno e quando olhou pra cima, seu professor estava sentando concretado em seu notebook. 

Se levantou calmamente e se aproximou como uma felina. Sentou na mesa de seu professor, chamando a atenção dele.

André a encarou e voltou seus olhos para o notebook.

— O que você quer, Alice? — perguntou em um leve tom de irritação — 

— Que você admita — disse cruzando as pernas — 

— Admita, o que? — disse digitando freneticamente — 

— Que você me comeu com os olhos e deseja me foder nessa mesa — disse acariciando levemente a madeira — 

— Eu não transo com garotinhas — disse encarando ela nos olhos —

Alice permaneceu calada, se levantou foi até porta como se pretendesse sair, mas apenas olhou o corredor vendo se tinha alguém e caminhou de volta até a mesa. 

Se sentou com a perna mais aberta e começou a se masturbar na frente de seu professor.

André encarou a garota que estava de olhos fechados e lábios entre abertos. 

Levantou de pressa, deu a volta na mesa ficando de frente para a garota. Colocou a mão em cima da dela, tentando impedir com que ela continuasse.

Com sua outra mão livre, Alice pegou no pescoço dele, com as pernas agarrou o quadril do mais velho e o aproximou dela. 

Colocou a boca próximo ao ouvido de seu professor sentiu o perfume que ele exalava. 

— André....— gemeu seu nome — Vê o que você faz comigo...— disse mexendo a mão — Eu preciso.... de....você — mordeu a ponta de sua orelha —

André respirou fundo, era um decisão difícil valeria a pena comer sua aluna ou ter ela fazendo isso, até deus sabe quando.

— Você venceu — respondeu apenas, retirando a mão — Mas, eu comando — 

Em um movimento rápido agarrou um punhado de seu cabelo exibindo o pescoço pálido e começou a chupar, lamber mordisca e deixar marcas. 

Alice continuo se estimulando com uma mão e com a outra arranhava o pescoço de seu professor.

Quando André se cansou do pescoço da garota, mandou que ela retira-se os dedos da intimidade, que ele faria isso por ela.

Alice retirou a mão e abraçou mais seu professor, deixando os dedos longos dele a estimulassem. 

Gemia o nome dele baixo, corria risco de alguém escuta-los, André intensificou o ritmo e logo a garota gozou.

Descruzou as pernas deixando seu professor livre, viu que a calça de estava com um volume aparente.Apertou e disse.

— Senta ali — disse apontando para a cadeira do professor — Que eu resolvo isso — 

Alice desceu da mesa, ajeitou sua saia e foi para de baixo da mesa do professor. André pegou um lenço em seu bolso, limpou o gozo e em seguida jogou fora.

Se encaminhou para sua cadeira e sentou. Alice estava mais que feliz, abriu a calça de seu professor dando de cara com uma cueca box azul. 

Passou a língua por cima do tecido e em seguida acariciou, retirou o membro de seu professor, circulou a cabecinha com a língua e em seguida engoliu até a metade. 

A porta foi aberta, assustando o professor que tentou tirar a aluna mas não conseguiu.

Vanessa abriu a porta e encarnou todo local dando de cara apenas com seu professor, sentando e com um expressão engraçada.

— André, você viu a Alice? — disse sorridente — 

Alice que estava em baixo da mesa sorriu internamente, subia e descia com a boca, segurando com a mão esquerda o reto do membro, enfiou sua mão direita por baixo de sua camisa e passou a arranhar o abdômen do mais velho.

— Não Vanessa, ela saiu já tem um tempo — disse sério como sempre — A-Acho...— sentiu ela passar levemente os dentes — que ela foi em direção ao banheiro — 

— Ok!Obrigada professor, você pode me tirar uma dúvida? — disse entrando para dentro da sala — 

— Depende, já estou saindo — disse levemente alterado —

— Ah!Então deixa pra depois, tchau — disse saindo e fechando a porta — 

Alice desgrudou a boca do membro do seu professor e riu. André afastou a cadeira e se levantou com o pau duro e pulsante. 

Agarrou os cabelos da menor e a puxou pra cima. 

— Achou engraçado vadia — disse áspero — Agora eu vou te foder até você não conseguir mais andar direito — 

André largou o cabelo da garota, se sentou na cadeira e acariciou levemente seu pau pulsante.

— Esvazia a mesa! — mandou —

Alice obedeceu e juntou as coisa do professor, colocou tudo na mochila e deixou no chão próximo a mesa.

— Tira a roupa — mandou passando o dedo pela cabeça que escorria um pré-gozo — 

Alice obedeceu ficando totalmente nua na frente de seu professor, não se sentia envergonhada nem nada do tipo, a vontade de ser fodida era maior. 

— Deita na mesa — 

Alice obedeceu, ficando totalmente expostas enquanto seu professor observava a cena. 

André se levantou, começou a pincelar seu pau pela entrada da garota, ouvindo alguns gemidos. 

Deslizou para dentro e começou a estocar com força, Alice gemia enquanto estimulava seu clitóris.

Os corpos estavam suados e a sala começava a cheirar a sexo, André agarrou os quadris da garota e metia cada vez mais rápido, até que a garota gozou mas ele não se sentia satisfeito.

Saiu de dentro da menor, puxou seu corpo para a metade da mesa. Apertou os seios avantajados da garota e disse. 

— O que acha de uma espanhola, garotinha.. — disse apertando mais forte — 

André enfiou seu membros no meio dos seios de Alice e a garota em seguida apertou, seu professor entrava e saía do aperto simulando uma penetração.

— Eu vou gozar — disse o mais velho — Engole esse caralho — disse firme — 

Alice obedeceu e teve sua boca preenchida pelo conteúdo Salgado, engoliu com calma ouvindo seu professor respirar aliviado.

André sentiu seu pau abaixando aos poucos, Alice levantou da mesa e passou a se vestir.

André guardou o membro já adormecido dentro da calça.Ajeitou sua roupa e pegou sua mochila. 

Alice já estava toda vestida e com os cabelos no lugar, foi a primeira a sair da sala mais não sem antes dizer algo.

— Ah, professor! Você falhou, eu continuo andando normalmente — disse rindo e logo saindo da sala sem esperar uma resposta — 

— Essa garotinha, não muda — dias rindo levemente — 


Notas Finais


— Gostou?Comenta aí e pede casal


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